O caso da passageira Juliana, na Qatar Airways, mostrou ao brasileiro que é importante expor publicamente tudo o que é auto-regulamentado nas empresas em detrimento do cidadão e consumidor. Há empresas atualmente no mercado, brasileiras, que são capazes de erros com danos muito maiores e ficam impunes. Para que a lei se mexa, não dá mais pra se ficar calado. É jogar nas redes, nos canais de reclamação. Quem não deve, não teme.











