Eu sei, faz mais de semana do último desafio. Mas cumpri ele no dia certo, está ai meu insta para comprovar. Em minha defesa. Passei semana passada toda de cama, salvo as horas que me forçava a sair dela para trabalhar. Motivo: Doente. Mas estou melhor e, tecnicamente:
É sexta feira, dia 26 de abril de 2019, 19:30 e começa oficialmente minha PRIMEIRA writeaton!
Contagem regressiva das 6 horas começa agora!
Vem junto!!
19:30 - 20:30
Vou admitir, demorou um pouco para conseguir me concentrar. Tava conversando com minha mãe no whatsapp quando a hora de escrever começou. Além do mais, odeio admitir, mas foi dificil desconectar completamente das redes sociais. Quando me dava por conta tava com vontade de dar uma checadinha no twitter, olhar o insta ou ver se alguém escreveu alguma coisa no wattpad.
Desci para pegar um copo de coca e um salgadinho para ver se melhorava na concentração.
No final escrevi uma cena fofinha do Zyon com o pai dele. <3 Amo cada dia mais esses dois <3
Primeira hora: 556 palavras! Que continue assim!!!
20:30 - 21:30
Foi sofrido essa hora. Os primeiros 20 minutos não eram nem 100 palavras.
Tudo era distração. Gato. Redes Sociais. Câmera. Comi salgadinho e bebi bastante coca para ver se melhorava.
Acho que da para perceber bem minha frustração aqui nesses dois minutos:
20190426_210147_s01 from Carolin Ekvall on Vimeo.
*Stevie é personagem principal de uma outra história que tava escrevendo final do ano passado.*
Eu estava quase desistindo da maratona nessa hora. Até as 21:25 eram basicamente 376 palavras.
Depois, veio o Pai do Zyon e encheu minhas páginas de amor e me ajudou a lembrar porque amo tanto escrever <3
Segunda hora: Foram 552 palavras graças ao Jordan
21:30 - 22:30
Ainda que esteja tentando não me distrair é impossível. Parece que meu cérebro precisa de meia hora de distração a cada meia hora de foco. Só eu sou assim? Preciso fazer alguma coisa....
20190426_210638_s01 from Carolin Ekvall on Vimeo.
Como na última hora, parece que as palavras fluem melhor quando ta quase chegando o fim do tempo.
Com a mudança de lugar e um gato ronronando nos meus pés, as palavras vieram fáceis. Esperamos que continue assim! Porfavor. Obrigada!
Ainda que um pouco cansada já... Mas fica só entre nós. (espero que a cama não venha atrapalhar e eu fique com mais sono 🙈)
Terceira hora: Um total de 584 palavras. Yay!
22:30 - 23:30
Tô pegando uma mania feia de me distrair nos primeiros 30 minutos e depois escrever as 500 palavras que nem uma louca! No final. Tenho que escrever isso rápido porque faltam 20 minutos para as 23:30 e eu escrevi um total de 0 palavras até agora!
Um pouco mais tarde: Ok.... Foi minha pior hora. Admito.
Será que posso colocar a culpa no sono ou na cama? 😓😓
Quarta hora: 417 palavras. Bora melhorar esses números. 👊
23:30 - 00:30
AAAAAAAH EU AMO O ZYON E O JORDAN! Sério.......
20190426_212126_s01 from Carolin Ekvall on Vimeo.
Nem repara.... Achei legal registrar no momento que eu tava sentindo e ficou meio confuso. Mas o fato é que amar um filho deve ser outro nível. Tu fazer de tudo por ele mesmo o que possa ser considerando “errado”.
Educar é uma missão muito difícil. A criança não nasce junto com um manual e Jordan ta me ensinando que mesmo você não sendo perfeito, pessoas apontando mil defeitos, ainda assim você pode ser o herói de alguém.
Esses dois personagens arrancam meu coração como nenhum outro fez.
Não me entenda mal. Eu amo demais meus outros personagens, o Stevie, Leah, Jacks. Eles são muito especiais. Mas o que o Zyon e o Jordan estão me ensinando não tem explicação. E se nada valer a pena por escrever esse livro, tudo valeu a pena só por eu ter conhecido esses dois. 💖
Ahhhh.... Quase ia esquecendo.
Quinta e penúltima hora: 566 palavras. Será que consigo 600 na última?
00:30 - 01:30
Amanhã termino de escrever aqui!
Só queria falar que aaaaaah! Ameeei.
Sensação muito boa no final dessa maratona! Melhor do que quando comecei, devo confessar :P
Boa noite!
Última hora: 742 palavras
Genteeee! Aah! Que maratona foi essa?
O que mais amei nessa maratona é que pude me conectar ainda mais com o Zyon e o pai dele. No meio da maratona esses dois viram com tudo e mexeram com meu coração. Como vocês puderam ver.
O que vocês acharam dos vídeozinhos? Não ia postar, fiz os vídeos para mim... mas acho que uma imagem vale mais que mil palavras, e bom já fazem mais de uma semana do desafio e eu preciso de 1000 palavras para compensar a demora 🙊
Outra coisa que aprendi que ainda sou muito procrastinadora. Qual o problema da criatura sentar a bunda na cadeira e escrever?????????
Enfim, estou afim de fazer mais algumas maratonas para frente. Alguém se desafia a vir comigo?? 😜
Depois posto como foi o desafio de sábado. Relaxa. Não esqueci hehe
Ahhhh, mas antes que eu esqueça:
• Música que mais escutei durante esse desafio 🎧:
Vou ser sincera e dizer que não me apeguei a nenhuma musica em particular, coloquei uma playlist e deixei tocar. Mas vou grifar duas músicas que se destacaram durante as 6 horas:
Sum 41 - With Me
5 Seconds of Summer - Amnesia
• Trechinho do livro 📖:
Vai ser grandinho... Foram várias palavras nessa maratona. É justo 🙈
“Ele tinha certeza que o garoto ia argumentar. Brigar. Até que Jordan finalmente cedesse suas vontades, como ele sempre fez. A vida toda.
Mas ele deveria conhecer já, saber o quanto aquele menino o surpreendia todos os dias. O quanto que ele aprendia com o próprio filho. Ele só falou uma frase. Pausadamente. Sério. E que cortou o coração do pai.
- Você ta ficando igual a ela.
Então ele virou as costas. Deixando o pai no vão da porta, sem palavras.
- Droga… Esse menino sabe ser convenente. - murmurou sozinho. Observou o menino se afastando. Não conseguiu evitar a inquietude crescendo dentro do peito. - Onde você vai? - tentou gritar brabo, mas saiu mais um grito preocupado.
- Vou cuidar do meu próprio futuro.
Então sumiu pela esquina.
Jordan respirou fundo.
Que teimosia irritante.
Uma parte dele achava certo deixar ele vagar pela ruas um tempo, até o menino mudar de ideia e voltar para casa. Mas a angustia disso não acontecer cresceu dentro de Jordan.
Ele sabia que Zyon era insistente.
Mas o que ele ia fazer…? Ir a pé até Veemente?
Jordan respirou fundo e olhou a hora.
Não precisou muito mais que 5 minutos para ele se convencer. Não importa o quanto ele queria proteger o filho do futuro, enquanto ele puder, ele ia apoiar o menino. O quanto estivesse no seu alcance ele ia fazer. Por isso ele fechou a porta, pegou uma bolsa no armário, jogou rápido algumas roupas ali dentro. A chave do carro. No caminho ele mandou uma mensagem para a ex-esposa.
“O Zyon vai ficar comigo essa noite. Não se preocupe. Amanhã conversamos.”
Sempre quando leio as entrevistas de escritores (principalmente no wattpad) e vem a famosa pergunta: "Quando você começou a escrever?", percebo que uma grande maioria começou "desde novo/adolescente", é meio que começa com um talento natural. Não consigo deixar de ver semelhança com o futebol.
Meninos que nasceram praticamente com a bola nos pés e que desde muito novos são titulados como craques, são sortudos, porque tem talento. O que esses craques não podem esquecer é que treinar é fundamental.
Nós, escritores, também não podemos esquecer disso.
Oioi, Maravilhosos e e Maravilhosas. Eu sou a Carolin Ekvall, esse é o Construtora de Livros e hoje vou dar uma de técnico, porque vamos falar sobre treinos.
Já vi alguns escritores compararem a escrita com um músculo, que precisa praticar diariamente para melhorar. Ok, então podemos concluir que precisamos escrever todos os dias. Ta bom Carol, próximo post.
~ignorando minha subconsciência~
Eu tava pensando aqui e cheguei a conclusão que, não é só escrevendo que "praticamos".
Isso é basicamente como dizer que é só jogando futebol (famoso rachão) que um jogador treina. Se você, escritor, não sabe nada sobre futebol, deixa eu te falar: Existem muuuitos treinos que não seja colocar 11 contra 11 e jogar.
Além de treinos que apelidei de "gerais" (que todos os jogadores fazem igual) existem treinos específicos. Para cada posição. Um atacante não treina da mesma maneira que um volante, que não faz os mesmos treinos que a zaga. O do goleiro mesmo, tem um monte de exercícios voltados exclusivamente a essa posição.
Ta, Carol. Estou aqui porque quero escrever, não jogar futebol.
Aonde quero chegar é que, na escrita é bem parecido. Existem treinos gerais, que todo escritor pode fazer (como aumentar o vocabulário, ler dicas de escrita, até estudar sobre linguagem corporal... e ler... Na verdade, ler muito, ler de tudo) como temos treinos específicos.
A principal coisa, que já devem estar até cansados de ouvir é que "todo escritor é um feroz leitor", mas aí fiquei me perguntando... Ler o que exatamente?
Me culpei por muito tempo quando comecei a faculdade e "parei de ler". Na verdade, parei de ler fantasia e modinhas. Até hoje não li a Seleção e Jogos Vorazes nem passou perto da minha estante... Ainda quero separar um tempo para conferir essas obras, mas hoje não me culpo tanto por ainda não ter lido elas (e algumas outras).
Isso porque, agora, estou focado no meu público.
No design, essa é a primeira pergunta que devemos fazer antes mesmo de começar a criação. Para quem eu escrevo?
E não vale dizer todo mundo porque aí no fim, você acaba escrevendo só para você. O que não é errado, só depende do que você quer.
Para o livro que to escrevendo agora, por exemplo, meu público é meninos entre 14 e 18 anos que gostam de futebol.
Isso não significa que outras pessoas não vão ler a história, em algum momento... Mas, além de outros fatores da escolha de público, me ajuda a filtrar todos os meus "treinos".
Para mim, os treinos se resumem em mergulhe no mundo do seu livro:
Por isso, o que to lendo hoje está muito conectado com o que meu público ta lendo. O que eu to consumindo eles estão consumindo.
Você escreve para meninas que gostam de clichê e é sobre uma nerd que se apaixona pelo cara popular? Entenda O que sua nerd gosta de estudar. E estude sobre isso, mostre que ela sabe sobre isso. Pelo que seu popular é famoso? Entenda como é ser popular por aquilo. O que tem por trás da cortina daquela realidade? Como são os clichês que teu público geralmente lê? Como são as "regras" desse gênero para aí você saber como quebrar algumas.
Isso vale para qualquer história. Mergulhe no que você quer contar. Não é porque você é adolescente que você sabe tudo sobre adolescência, por exemplo. Eu aprendi um monte de coisas sobre matemática e física com o Stevie, de VRotegen, porque ler e escrever é um exercício de empatia, você se coloca no lugar do seu personagem. Você pensa como ele. Você incorpora nele.
Para isso, você precisa pesquisar.
Você precisa saber - pelo menos um pouco - o que seu personagem sabe. Até porque, todas as coisas que você pesquisou não devem constar no livro, as vezes nem 10%. Mas você precisa saber para poder escrever. Pelo menos comigo está sendo assim.
Eu tenho alguns treinos específicos que estou colocando em prática com a história do Zyon.
Para quem não sabe, meu livro é sobre como um iniciante jogador de futebol asmático e seu pai conseguiram parar uma guerra através do futebol.
Aqui vai algumas coisas que estou fazendo, para treinar:
• Falar/convivendo com pessoas daquele mundo.
Eu tenho a sorte que meu noivo é técnico e dono de uma lanchonete numa quadra aqui da cidade. Então tenho muito contato com jogadores de futebol e torcedores. As vezes basta ficar quietinha num canto observando, e o Jeff -o noivo- já me ajudou a corrigir algumas cenas que estavam "fora do contexto". As vezes basta uma frase.
Por exemplo, num jogo o meu personagem chega atrasado. Ele ia entrar no segundo tempo e o Jeff me alertou que tem muitas competições que não permitem a entrada de jogador atrasado. É mais comum não permitir que permitir. Pesquisei, pensei, pesquisei mais um pouco. No final bastou uma frase para "concertar" tudo:
"(...) ele tinha se tornado peça fundamental, ainda assim o técnico não dava colher de chá. Mesmo que não conseguisse evitar uma suspirada aliviada.
- Você tem sorte do regulamento permitir a entrada até o segundo tempo.
Ou eles todos tinham. Mais 10 minutos e Zyon não jogava."
• Ler livros/artigos/qualquer coisa sobre o assunto. Ver documentários. Pesquisar.
Nunca li tanto sobre futebol como hoje. De artigos técnicos que falam desde gestão de um clube a táticas. Biografias. Até acompanhar jogadores pelas redes sociais tem se tornado útil. Notícias sobre jogos. História. Filmes. Documentários. E livros e mais livros. Estou até relendo alguns.
Os documentários e vídeos amadores no youtube estão sendo uma mão na roda. Não saberia nunca como funciona uma peneira, por exemplo, sem essas pesquisas. Números como 3000 jogadores numa peneira para as vezes 100 vagas numa base. Números e informações que não vão constar no livro. Mas vão me ajudar a basear o personagem num mundo real.
Porque não faria sentido o Zyon chegar numa peneira de um dos maiores times do livro e ter sei lá... 10 pessoas lá... Entende como essas pesquisas funcionam na história?
• Participar.
Essa é a mais legal! Talvez porque, eu era a adolescente que fugia das aulas de educação física e achava que futebol era idiota. Mas quanto mais eu pesquiso, mais eu me apaixono. Quanto mais eu me envolvo, mais eu sinto, e para mim, quando eu leio, quero sentir. Quando eu escrevo PRECISO sentir.
Eu vou assistir jogos. Escuto jogos na rádio. Eu discuto sobre futebol. Eu fiz um cartola.
Ok, admita Carol. Você escreveu esse post só para falar para todo mundo que fez um cartola!
E mitei, subconsciência idiota u-u
Aonde quero chegar, para terminar, é estar apaixonado. Amar realmente sobre aquilo que você está escrevendo. Porque você vai passar muuuuuitas horas nisso.
bjsmil maravilhosos e maravilhosas <3
P.S.: Escrever um livro é que nem futebol. Depois que a bola ta na rede e o livro foi lançado, é muito fácil colocar a culpa no talento. Só o jogador e o escritor sabem pelos treinos que passaram e o suor que derramaram para chegar lá.
P.S.².: Hoje ou amanhã posto como foi a maratona de sexta e o desafio de sábado. Fica ligadinho ^^
Já escolhi um pijama confortável e já dei comida para o gato. Estou preparada para minha maratona de escrita! 6 horas, 500 palavras por hora, lá vamos nós!! 👊👊
Vocês queriam 500 palavras por dia, 500 palavras serão. Ou bom...
“22/04 - Segunda - 20:35h
Hoje começa o desafio das 500 palavras por dia!
E eu comecei como?
Não, não se preocupa... Eu consegui as 500 palavras.”
Oioi, Maravilhosos e Maravilhosas! 💖
Eu sou a Carolin Ekvall, esse é o Construtora de Livros! E sejam bem vindos para mais um desafio! 👊👊👊
Ok, consegui as 500 palavras hoje... Segunda.
Mas.... Foram basicamente só as 500 palavras.
Senti o negocio meio que se arrastando... Não a história: eu!
E não é como se tivesse sido difícil 500 palavras. Foi relativamente rápido, ta sendo quase fácil de escrever a história do Zyon.
Talvez porque está tudo bem planejadinho. Não sei...
O que sei é que com certeza preciso voltar para um segundo rascunho.
Palavras hoje: 513
23/04 -Terça - 18h
Talvez por causa do cansaço do trabalho... Mas não to muito afim de escrever hoje não. Só queria deixar isso registrado.
23/04 - Ainda Terça - 20:45
Foi rápido até... Me enrolei para começar a escrever, mas a hora que sentei e escrevi o negocio fluiu. Ainda assim... Não sei. Ainda to meio travada!
Talvez seja porque é uma cena de briga que to escrevendo...
Exportei em pdf para ler no almoço amanhã. São 7mil e poucas palavras já e eu meio que nem comecei.
É como dizem mesmo.
Escrever é “cut cut cut” (cortar, cortar, cortar). Só vou me preocupar com isso no próximo rascunho.
Palavras hoje: 563
24/04 - Quarta - 19:47
Estou enrolando para escrever... Eu sei que a hora que decidir sentar logo a bunda na caeira e abrir o scrivener vai deslanchar. Eu li hoje no almoço o livro todo, ou bom. Todas as cenas que escrevi até agora.
Me sinto muito mais conectada.
Já tomei uma cervejinha também haha
Isso também me ajudou a me conectar!
Vou lá escrever.
25/04 - Quinta - 9:47h
Terminei uma parte do meu serviço no trabalho adiantado e me dei de presente escrever rapidinho um pouquinho aqui /que isso fique só entre nós
Tô me sentindo tão confiante (e feliz) hoje depois da meta comprida de ontem.
Como vocês podem ter percebido, eu tinha estado um pouco desanimada na terça para escrever a história. O começo da briga do Zyon com a mãe tava meio que se arrastando. Mas aí ontem, apareceu a tia dele, surpreendendo o Zyon e ME surpreendendo.
Sabe aquele papo de deixar teus personagens no controle?
Por mais que eu esteja tentando ir para o lado plotter, tenho toda a história do Zyon planejada (vou mostrar isso em alguns post pra frente) fico feliz que segui minha própria dica e deixei eles soltos para viver a história do jeitos deles.
Pobre do Zyon que até chinelada levou ontem 😂😂 Maaas, quem disse que o personagem sofre sozinho? Eu ME dei uma chinelada ontem só para lembrar como era a dor. Na real... Acho que nunca apanhei de chinelo.
Ah! E quase coloquei fogo na casa também:
Claro que a culpa foi deles 😂😂
Ontem foram: 764 palavras.
25/04 - Ainda é quinta - 21h
Com uma inspiração dessas:
Bora Escrever! 👊
26/04 - Eu sei, Sexta? - 12:10
Eu sei que hoje é sexta e o desafio acabava ontem.
Mas quando terminei de escrever eu não tava com cabeça para escrever aqui (leia-se sono). Desculpa!
Até que foram algumas palavras ontem, escrevi uma cena que não tava nos planos mas que simplesmente veio. Depois vou ter que analisar o outline para ver como isso se encaixa.
Qualquer coisa no segundo rascunho vejo como faço.
Ontem foram: 653 palavras.
Isso significa que cumpri o desafio né? :3
Foi relativamente de boa. Vou ter que aumentar essa meta agora 🙈🙈
Mas na verdade vim na hora do almoço para falar sobre os próximos desafios. Porque um é logo hoje!
Estava louca para fazer isso, até ansiosa para chegar sexta!
Vou fazer uma maratona de escrita!
Eu já vi isso nos blogs e canais de alguns escritores lá fora. Não sei se tem aqui... Chamam de Writeaton. Tipo, maratona da escrita. Eu adoro assistir e me motiva muito para escrever também. Claro que a galera faz de maratonas de 12 e 24 horas. Mas como aqui tudo no começo é na boa. O meu primeiro writeaton também vai ser de boa. Me julga.
São 6 horas.
Pensei das 19:30h (pq já são 19h e eu me atrasei haha) até 1:30h da manhã.
Até porque amanhã tenho compromisso, o que nos leva para o segundo desafio do fim de semana.
Amanhã tem campeonato de bairros na minha cidade. Meu noivo é técnico e eu sempre to no meio da torcida junto com as meninas, esposas de outros jogadores.
Como to escrevendo sobre futebol esse é um ambiente que me deixa bem inspirada. E eu pensei: Vou ter que escrever alguma jogada que eu ver amanhã. Algum gol (que espero que seja nosso, porque é mata-mata), alguma jogada massa, falta, pênalti quem sabe...? Alguma coisa que acontecer no jogo.
Se vou usar isso no livro? Não sei. Mas sinto que descrever as jogadas está sendo um pouco difícil, então preciso praticar.
E nada melhor que praticar uma cena que estou vendo. algo meio que na hora! (disfarçadamente, claro... Ninguém sabe muito bem que eu escrevo e também não quero parecer a garota estranha escrevendo no meio do jogo haha)
Bom vou lá almoçar porque ontem quase perdi o almoço escrevendo o post do jardim 😂😂
Um pouco mais tarde:
Tava pensando aqui, no meio do serviço, entre a confecção de um flyer e a criação de um cartão de visita: Como no final eu sempre tento absorver algo de aprendizado para minha escrita desses desafios, uma coisa que observei nas 500 palavras por dia é que, disciplina é bom e ruim ao mesmo tempo.
Explico: O lado bom, obviamente é que nos dias que eu não tava afim de escrever, sentar e colocar 500 palavras no papel foi incrível. E eu não necessariamente odiei o que escrevi naqueles dias... O que foi uma surpresa para mim que achava que eu tinha que estar "inspirada" para escrever algo "bom". Pelo menos nos meus conceitos, gostei o que saiu.
Já o lado ruim... É que, antes de começar com esses experimentos, antes do meu 'bloqueio' ano passado, tinha dias que eu sentava e escrevia 2mil palavras assim, num estalar de dedos.
E nem mesmo na quarta, quando tava super inspirada com a história, saiu só 700 palavras.
Outra coisa que percebi relendo, é que fico empurrando com a barriga a hora de escrever. Mas quando sento e escrevo simplesmente esqueço de tudo ♥
Acho que to me recuperando ainda dessa ressaca de tempo sem escrever.
Ou talvez seja minha ansiedade, quero logo escrever tudo para ver esse livro pronto!!! Estou amando escrever essa história, pra ser sincera!
Mais um motivo por estar empolgada demais com a maratona de escrita hoje!
Será que consigo escrever 500 palavras por hora? Seriam 3mil até o final do dia. Seria sonhar alto demais? 🤔
Vamos ver.... Isso são cenas para o próximo capítulo hehe
Ah! Espera! Quase esqueci da tradição no #Desafio2:
• Música que mais escutei durante esse desafio 🎧:
Simple Plan - Perfect (especialmente na cena da briga 🙈)
• Trechinho do livro 📖:
“Ele até que tinha algumas lembranças com o avô, ensinando ele sobre as lidas na fazenda. Não eram lembranças boas.
Mas Dona Alessa não conseguia ver isso.
Zyon sentia como se ela achasse que ele fizesse isso por querer. Que ele não se apaixonou pelos cavalos só para machucar ela. Ele sabia que ver a fazenda se deteriorando destruía a mãe por dentro.
Mas não era culpa dele. Era?
- Você deveria ser Domador que nem seu avô.
- Eu vou ser jogador de futebol.
- Como seu pai? - Zyon fechou a cara quando reconheceu a voz irônica da tia atrás deles.
Zyon até aceitava quando a mãe dele falava do seu pai. Pela história que eles tinham. Pelo passado. Pelo sentimento. Por tudo. Mas quando a tia Ka ousava falar do Jordan o sangue subia. Ela não tinha direito nenhum de tocar no nome dele.
- Como meu pai. - enfrentou o menino que foi seguido de um tapa da mãe.
- Respeita sua tia.”
Agora sim, bjsmil&até ♥
P.S.: Me acompanha no Insta e no twitter para ver esse writeaton em tempo real!! :P
É tipo uma postagem ‘uhuul!’. O que diabos é uma postagem ‘uhuul!’? Não faço ideia. Dane-se.
Estou nervosa haha
Oie, maravilhosos e maravilhosas, tudo bem?
Para quem não me conhece (que é tipo assim, todo mundo) meu nome é Carolin Ekvall e esse é o Construtora de Livros.
Se você ainda não leu o ‘Sobre’ para saber sobre o que se trata esse ‘Blog’, vou resumir para você (mas depois vai la ver, viu): Estou escrevendo a história do Zyon, é meu “terceiro” livro só que dessa vez, to escrevendo diferente.
Eu sofria demais de ‘bloqueios criativos’ ou a história simplesmente parava de andar e só voltava as vezes 1 ano depois. Aconteceu com a Menina do Closet, aconteceu/está acontecendo com VRotegen, mas não quero que aconteça com o Zyon.
Então decidi aprender com os mestres. Li como grandes escritores organizam sua rotina de escrita. Li como não tão grandes escritores (ainda assim ótimos escritores) fazem para não parar de escrever. Li sobre técnicas e metodologias. Li.
E to aplicando o que posso na história do Zyon. To experimentando. Vendo o que funciona comigo o que não funciona. Me divertindo com as tentativas e erros. Ah! E to enchendo os ouvidos do meu noivo sobre tudo que to aprendendo. Foi numa dessas vezes que ele comentou comigo que eu deveria não só encher o saco dele haha, compartilhar o que to aprendendo.
E em resumo, agora estou aqui.
Aqui, no wattpad e no instagram. Compartilhando minhas tentativas e erros. Compartilhando o que to aprendendo. E podemos compartilhar juntos. Fazer dessa ideia algo ‘maior’. Fazer disso um cantinho nosso para trocar ideia, compartilhar experiências, fazer desafios juntos quem sabe.
O primeiro experimento vai ser logo agora... Hoje estou indo viajar, e quero me propor um desafio de quanto consigo escrever dentro do carro. São em torno de 10 horas de viagem de ida e depois, sábado, de volta. O negócio é o seguinte, escrever o máximo que consigo na ida e na volta tenho que dobrar o que eu escrevi! Vai ser divertido... Vou fazer esse experimento só para testar. Vamos começar ligth, ok? Quinta que vem conto como foi.
Aah, não falei né? Pretendo postar aqui ‘oficialmente’ toda quinta. Como foi a evolução da semana, como estão indo os experimentos, algo que li, coloquei em prática e aprendi... O dia pode mudar no futuro? Pode. Mas mantenho vocês informados.