When daylight comes | @princssfrog
Assim que viu a notícia no Bibbidi News, Ben mandou uma mensagem para Anne. Não tinham se falado desde a última interação desconfortável - para dizer o mínimo. Mas agora... Ele começou andando de um lado para o outro no apartamento, esperando por mais detalhes. Tentou se distraiu fazendo Wishees no Wisher, mas, como sempre, isso só o deixou mais zangado. Ele até chegou a tentar começar uma massa de pão, mas ela nunca pegava a consistência correta e ele acabou desistindo.
Ben ligou. Ninguém atendeu.
Talvez ele devesse deixar ela em paz. Não era o momento de ver ninguém. Se a Bread estivesse em chamas, a última coisa que Ben ia querer era ver qualquer pessoa. Mas, ao mesmo tempo, se fosse a Bread que tivesse queimado, ele sabia que ele precisaria de alguém, nem que fosse pra gritar com, para descontar sua frustração. E foi isso que o levou até o Dormitório Las Vegas e o fez bater na porta do 208, embora ninguém tivesse respondido.
Ela devia ter ido para casa. E invadir a privacidade dos D’Orleans nesse momento era algo que ele não faria. Ben voltou para o quarto e tentou dormir. Conseguiu roubar alguns minutos de sono entre discutir no Wisher e fofocar com alguns amigos. Por fim, perto do meio dia, ainda meio tonto de sono, ele viu um Wishee de Anne, que imediatamente respondeu pedindo que ela olhasse suas mensagens, onde ele prometia que iria onde ela estivesse.
Ela visualizou e digitou por algum tempo antes de responder estou em casa. Não era um convite, mas também não era uma negativa. Era tudo que ele precisava. Se ela não deixasse ele passar da porta, tudo bem. Ele ia se sentar nos degraus e esperar.
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O portal o levou rapidamente até a área de mansões onde a casa dos D’Orleans ficava. Tinha estado lá recentemente para tomar café com Beau e ainda se lembrava do caminho. O público tinha sido rápido e já havia cartões e ursos de pelúcia, cartas longas e fotos hot para confortar Tiana e Naveen pela sua perda.
Se sentindo meio ridículo, Ben bateu à porta. O funcionário que abriu a porta parecia prestes a enxotá-lo dali como mais um fã ou jornalista, mas ele conseguiu explicar que tinha vindo ver Anne e perguntar se ela estava aceitando visitas. O funcionário pareceu um tanto contrariado, mas o deixou entrar. -- Srta. D’Orleans não saiu do quarto o dia todo. -- Ele sussurrou no caminho escadas acima em tom conspiratório. -- Sr. e Sra. D’Orleans ainda não chegaram. Por favor, avise a Srta. Anne Marie que o almoço está pronto para ela quando ela quiser.
Ben assentiu e o funcionário lhe indicou a porta. Respirando fundo, ele bateu duas vezes antes de abrir a porta e espiar o lado de dentro. -- Oi. -- Ele disse, sentindo-se como um invasor nesse espaço. -- Me deixaram entrar. -- Ele apontou para o corredor, percebendo que não pegara o nome do funcionário. -- Eu vim para... -- Te consolar? Te fazer companhia? Me humilhar? Qualquer opção parecia válida àquela altura, mas nenhuma era exatamente correta. -- Eu não queria que você ficasse sozinha.









