Primeiras vezes / First Times #2
Aconteceu assim:
Estávamos de bobeira no quarto dela, em um dia qualquer à tarde. Eu sentada em um pufe lilás gigante, ela numa cadeira rosa ao meu lado. Conversávamos sobre sexo (não lembro exatamente o que agora). Vivi tinha uma doçura única, mas por trás dela, uma malícia inexplicável, que só quem era muito próximo notava. O rostinho angelical dela escondia muita coisa.
Vivi usava o uniforme da escola (ainda era muito certinha, sempre), eu uma roupa comum, não me recordo agora, mas sempre fui rebelde quanto ao uniforme. Eu com 13 anos, ela com 14.
Falávamos sobre sexo, o que sabíamos e o que queríamos experimentar. Por fora, as duas meninas mais certinhas da oitava série, por dentro as duas mais curiosas. Acredito que foi quase como um encontro de almas.
Enquanto conversávamos, confidenciamos única e exclusivamente uma a outra os desejos que tínhamos e a curiosidade sobre outras mulheres. Achávamos tudo muito engraçado e surreal, rimos muito de vergonha.
Até que a Vivi levantou da cadeira e se abaixou até onde eu estava sentada pra me beijar. Na hora fiquei sem reação, não acreditei no que acontecia. Retribui o beijo dela. Calmo, curioso, delicado, sentindo o cheiro dela que era sempre incrível. Nos beijamos por um tempo, ela em cima de mim, eu sem saber onde pôr as minhas mãos. Pus uma mão nas costas dela por baixo da blusa, ela começou a beijar o meu pescoço, desceu pro meu peito. Ficamos por um tempo com toques tímidos, exploradores.
Ela me olhou nos olhos como se pedisse permissão pra tirar minha blusa. Dei sorte de no dia estar vestindo o único sutiã bonito que eu tinha na época: preto e de renda. Ela parecia estar com fome de mim e eu, ainda meio sem entender nada, não sabia o que fazer direito, não tinha experiência alguma ainda.
Resolvi só sentir.
Ela abaixou a alça do meu sutiã lentamente até ver o meu mamilo rosado. Quando viu, deu um sorriso e me olhou. Eu ri também, mordi o lábio. Ela chupou o meu peito como se já tivesse feito isso várias vezes. Brincava com o meu mamilo com a língua, dava mordidinhas. Depois mamou como se a vida dela dependesse disso, me olhando. Me beijou de novo, tirou meu sutiã, agarrou meu outro peito e chupou da mesma forma, com a mesma fome.
Depois ela ficou de joelhos na beira do pufe e eu, mesmo morrendo de vergonha, não via a hora de tirar a camisetinha que ela usava. O que tinha por baixo era surreal. A magreza e o corpo de modelo davam espaço pra um par de peitos maiores e mais duros que os meus, vestidos em um sutiã de renda branca sem bojos. Segurei os dois com as duas mãos, maravilhada, explorando cada centímetro. Afastei a parte que cobria o mamilo esquerdo e ela trouxe ele até a minha boca. Chupei o peito da minha amiga enquanto deslizava as mãos pelas costas dela até chegar na bunda. Agarrei, ela soltou um gemido. Deslizei as mãos de volta e abri o sutiã pra poder ter a visão completa daqueles peitos. Cheguei mais perto e comecei a beijar o peito dela, passar o meu polegar pelos mamilos. Explorei, era algo desconhecido pra mim.
Ela abriu o meu short. Nós duas levantamos pra tirar a parte de baixo da roupa. Eu morria de vergonha do meu corpo, mas a Vivi não parecia perceber. Fomos rindo até a cama dela. Eu era mais tímida, ela mais solta, então quem começou a explorar a minha buceta foi ela. Ela deitou do meu lado, pôs a mão por cima da minha calcinha, deu uma risadinha nervosa. Fiquei tímida. Ela afastou minha calcinha e tocou na minha buceta, já encharcada, como uma criança que explora um brinquedo novo. Usou dois dedos pra brincar com o meu clítoris. Esse prazer eu conhecia bem, me tocava desde muito nova. Mas pelas mãos da minha amiga mais gostosa e inocente, parecia ainda melhor. Ela olhava com curiosidade, não sabia se estava fazendo certo, mas o meu gemido não mentia: eu estava amando aquele momento.
Eu não conseguia mais segurar o gemido e tentava gemer o mais baixo possível, porque o irmão da Vivi estava em casa e em breve alguém podia chegar também. Agarrei o lençol e comecei a me contorcer. Ela sorriu com isso, achava aquilo o máximo, eu sorri também.
Ela me olhou, me beijou e perguntou, timidamente, se devia me chupar. Eu respondi que só se ela quisesse. Ela desceu até o meio das minhas pernas, abriu minha buceta com dois dedos, brincou um pouco olhando curiosamente, fechou os olhos e caiu de boca. Minha amiga me chupava com prazer, com vontade, como se estivesse realmente se deliciando. Aquela era minha primeira experiência sexual e eu não conseguia nem tentar conter meus gemidos. Ela segurando as minhas coxas e me lambendo e chupando daquela forma me deixava simplesmente enlouquecida, e só me dava mais vontade ainda de agarrar, controlar ela, chupar aquela bucetinha até ela implorar pra eu parar. Mas deixei ela me chupar, até eu não aguentar mais de ansiedade. Não fiz nem questão de segurar, gozei na boca dela (na verdade, eu mal entendia como aquilo funcionava) e gemi descontroladamente.
Quando ela terminou, foi a minha vez. Eu ainda tinha alguma timidez, mas beijei ela, já tava louca pra chupar aquela bucetinha linda. Ela deitou e eu, como nunca tinha feito aquilo antes, fiz como eu já tinha visto nos pornôs (sim, eu comecei bem cedo). Ela tinha um gemido quase infantil, inocente. Acho que eu acertei de primeira, ela gemia e se contorcia muito. Pra minha sorte, depois de alguns minutos gozou na minha boca e eu pude sentir aquele gostinho que há tempos tinha curiosidade.
Bom, o resto é história. Outra hora venho aqui contar outras experiências ainda melhores (com o tempo tudo melhora né? Isso foi só o começo 😘)











