Massimo Nota - Cronologia 21
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Massimo Nota - Cronologia 21
𝐂𝐨𝐝𝐞 𝟎𝟑. 𝐃𝐚𝐫𝐤 𝐀𝐜𝐚𝐝𝐞𝐦𝐢𝐚 (𝐁𝐚𝐮́𝐥)
Me apetecía mucho hacer un código de este estilo, porque después de haber estado seis años administrando Obscurum Cor, echo de menos este estilo oscuro. He añadido también un índice sencillo para aquellos a los que no les guste poner directamente la cronología o las relaciones. ¡Espero que os guste! ✨
Características:
El fondo dependerá del propio foro, aunque esté pensado para los temas oscuros. Todos los colores se pueden cambiar y adaptar al tema en cuestión o como se quiera.
El filtro en blanco y negro de las imágenes se puede cambiar/quitar.
Las variables a cambiar son: --dark1; --dark2; --dark3; --darktxtc; --darkbg;--darkfilter.
El tamaño de las imágenes viene indicado dentro del propio código, aunque se ajustan en tamaño.
Reglas:
No quitar los créditos.
Prohibido copiar/redistribuir o reclamar como propio. Se puede usar como guía o base para otro código, siempre y cuando se respeten los créditos.
Like/reblog si vas a utilizarlo.
Códigos:
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Cronología
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tracker - cronologia
[PT] Não tire os créditos. Dê like ou reblog se usar ♥
[EN] Don’t remove the credits. Like or reblog if using ♥
[ES] No elimine los créditos. Like o reblog si usa ♥
[FR] Ne supprimez pas les crédits. Likez ou rebloguez si vous utilisez ♥
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Comité de Tierras Ancenstrales — Est. 1955
001 — Alice's chronology
Guess who is back, back again!
¿Qué? ¿Creyeron que habían logrado deshacerse de mí? ¡Un michi tiene más vidas de las que podrías contar con tu mente mortal!
He vuelto de las sombras con una nueva imagen, más caótica y más variada, inaugurando (finalmente) la sección de códigos en este pequeño blog.
PREVIEW — CODE
Normas
Al hacer uso de este código, haces un pacto con la michi anarquista por tu alma.
No retirar créditos.
Un like o repost siempre son agradecidos.
No usar de base para otras tablillas.
Patrón del fondo de Colourlovers
Todos los colores son modificables.
Las imágenes de cada tema se redimensionan solas, pero deben ser cuadradas obligatoriamente.
Para cambiar las imágenes de los banners busca en el código "--brimage:" y reemplaza el link por el de tu elección.
Tiene scroll.
Al que me rompa las normas, lo bonkeo con un gato.
46. DESTROY IT {CRONOLOGIA}
Pastebin
Cosas que hago escuchando Poppy.
Favor no quitar los créditos ni usar la tablilla como base.
Iconos por Capuccicons
Funciona con 2 tonos principales y uno clarito de fondo.
Los colores de las barritas se modifican en el HTML.
Si yo usara cronologias, usaría esta.
ARIANO SUASSUNA — HISTÓRIA PESSOAL SOB FORMA CRONOLÓGICA
@themousefromfantasyland
1927, 16 de junho — Nascimento de ARIANO Villar SUASSUNA, na cidade de Nossa Senhora das Neves, atual João Pessoa, capital do estado da Paraíba, filho de JOÃO Urbano Pessoa de Vasconcellos SUASSUNA e RITA de Cássia Dantas VILLAR. Ariano Suassuna é o oitavo filho de uma família de nove.
1928 — A família Suassuna, tendo seu chefe, João Suassuna, deixado o governo da Paraíba, volta a seu lugar de origem, o sertão. Estada na fazenda Acauhan, pertencente a João Suassuna.
1929 — Declara-se a luta política que antecedeu a Revolução de 1930. Um dos chefes sertanejos que apoiam João Suassuna é José Pereira Lima, da Vila de Princesa Isabel.
1930 — A luta política torna-se luta armada, na Paraíba. O município de Princesa Isabel, sob o comando de José Pereira Lima, declara-se “independente”, sob o nome de “Território Livre de Princesa”, com hino, constituição, jornal, bandeira, exército e tudo.
1930, 3/4 de outubro — Rebenta, na Paraíba, a Revolução de 1930.
1930, 9 de outubro — João Suassuna é assassinado no Rio, como consequência das divisões e lutas políticas da Paraíba.
1931 — A família Suassuna continua nas fazendas Acauhan e Saco, situadas no alto sertão paraibano. Aí passam, também, 1932, ano de terrível seca, no qual se perde quase todo o gado deixado por João Suassuna. Primeiras caçadas de Ariano Suassuna, sob o comando de seu tio materno, Alfredo Dantas Villar, e de seu irmão, João Suassuna Filho.
1933 — Os Suassunas, agora chefiados por Dona Rita Villar Suassuna, mudam-se para Taperoá, no sertão seco, alto, áspero e pedregoso dos Cariris Velhos da Paraíba do Norte.
1934, 36, 36, 37 — Ariano Suassuna estuda as primeiras letras, em Taperoá, com os professores Emídio Diniz e Alice Dias. Caçadas e expedições nas fazendas São Pedro, Saco, Panati e Malhada da Onça. Suassuna ouve, pela primeira vez em sua vida, um desafio de viola, pelos cantadores Antônio Marinho e Antônio Marinheiro. Vê, também pela primeira vez, uma peça de mamulengo — o teatro nordestino de títeres — numa feira, em Taperoá. Dona Rita Suassuna, em dificuldades, vê-se obrigada a vender a fazenda Acauhan para educar os filhos.
1938/1942 — Durante os anos de 1938 a 1941, seus primeiros mestres de Literatura são seus tios, Manuel Dantas Villar — meio ateu, republicano e anticlerical — e Joaquim Duarte Dantas — monarquista e católico.
Leituras de Eça de Queiroz, Guerra Junqueiro e Euclydes da Cunha — recomendados pelo primeiro — e de Antero de Figueiredo (“Dom Sebastião”), recomendado pelo segundo. Leitura de Doidinho, de José Lins do Rego, adquirido em Campina Grande por seu tio, Antônio Dantas Villar. Em 1942, a família Suassuna muda-se para o Recife, onde os mais velhos já estão estudando e se fixando.
1943 — Aluno do Ginásio Pernambucano (Colégio Estadual de Pernambuco), torna-se amigo de Carlos Alberto de Buarque Borges, que exerce grande influência em sua formação, iniciando-o na música erudita e na pintura, que os dois veem e estudam nos álbuns de reproduções da biblioteca do Ginásio.
1945 — No Colégio Oswaldo Cruz, torna-se amigo do pintor Francisco Brennand, seu colega de turma. Publicação de seu primeiro poema, por intermédio de Tadeu Rocha e Esmaragdo Marroquim.
1946 — Entra para a Faculdade de Direito. Aí encontra um grupo de escritores, atores, poetas, pintores, romancistas e pessoas interessadas em arte e literatura. Principais componentes do grupo: Hermilo Borba Filho, José Laurênio de Melo, Capiba, Galba Pragana, Joel Pontes, Ivan Neves Pedrosa, Aloísio Magalhães, Genivaldo Wanderley, Heraldo Pessoa Souto Maior, José de Morais Pinho, Fernando José da Rocha Cavalcanti, Gastão de Holanda, Ana e Rachel Canen, Epitácio Gadelha, José Guimarães Sobrinho etc.
Esse grupo, principalmente através de Hermilo Borba Filho e de José Laurênio de Melo, tem profunda influência na formação de Suassuna. Com ele, sob a liderança de Hermilo Borba Filho, funda-se o Teatro do Estudante de Pernambuco.
1946, 47, 48 — Publicação, na revista Estudantes, da Faculdade de Direito, no jornal do Diretório Acadêmico de Medicina e em suplementos de jornais do Recife, dos seus primeiros poemas ligados ao Romanceiro popular do Nordeste: “Galope à beira-mar”, “A morte do touro Mão-de-Pau”, e “Os Guabirabas”.
1947 — Baseando-se no romanceiro popular nordestino, escreve sua primeira peça de teatro, Uma mulher vestida de sol, e ganha com ela, no ano seguinte, o Prêmio Nicolau Carlos Magno.
1948 — Sob inspiração do trabalho de García Lorca, começa a fazer teatro ambulante. O Desertor de princesa, primeira peça em um ato de Suassuna, escrita em sua primeira versão sob o título de Cantam as harpas de Sião, é montada pelo Teatro do Estudante de Pernambuco, na “Barraca”, no Parque Treze de Maio, no Recife, juntamente com Haja pau, de José de Morais Pinho, e canções de Capiba.
1949 — Escreve Os homens de barro, peça em três atos.
1950 — Escreve Auto de João da Cruz, peça inspirada em três folhetos da literatura de Cordel. Recebe o Prêmio Martins Pena. Forma-se em Direito, pela Faculdade de Direito da atual Universidade Federal de Pernambuco. Vai para Taperoá para se tratar de uma doença no pulmão.
1951 — Em Taperoá, para receber sua noiva e familiares que o iam visitar, escreve uma peça para mamulengos, Torturas de um coração, ou, em boca fechada não entra mosquito, peça que ele mesmo monta, acompanhando de músicas tocadas pelo terno de pífanos de Seu Manuel Campina. 1952 — De volta ao Recife, procura seu amigo pessoal, o grande jurista e professor Murilo Guimarães a fim de trabalhar em seu escritório como advogado. Escreve a peça, O arco desolado, menção honrosa no Concurso do IV Centenário da Cidade de São Paulo.
1953 — Escreve O castigo da soberba, entremês popular em um ato, baseado num folheto da literatura de cordel.
1954 — Escreve O Rico avarento, entremês popular em um ato, baseado numa peça popular tradicional, de mamulengo.
1955 — Escreve a peça Auto da compadecida.
1956 — Escreve o romance A história do amor de Fernando e Isaura. Deixa a advocacia, torna-se professor de Estética da Universidade Federal de Pernambuco, e escreve, para seus alunos, Manual de estética, que é publicado em edição mimeografada pelo diretório da Faculdade de Filosofia.
1956 — Passa a dirigir o setor de cultura do Serviço Social da Indústria – Departamento Regional de Pernambuco – ficando no cargo até 1960.
1957 — 19 de janeiro — No dia do aniversário de seu pai, casa com Dona Zélia de Andrade Lima, da família de Barros Lima, o “Leão Coroado” da Revolução de 1817, companheiro de Frei Caneca. O casal tem seis filhos — Joaquim, Maria, Manuel, Isabel, Mariana e Ana. O casamento suspeitoso, peça montada em São Paulo pela Companhia Sérgio Cardoso, recebe o Prêmio Vânia Souto de Carvalho. A peça O santo e a porca recebe a medalha de ouro da Associação Paulista de Críticos Teatrais.
1958 — Escreve O homem da vaca e o poder da fortuna, entremês popular baseado num folheto, numa peça de mamulengo e num conto oral da literatura popular nordestina.
1958 — O Auto da compadecida recebe a medalha de ouro da Associação Paulista de Críticos Teatrais. Ariano Suassuna é considerado o Melhor Autor Nacional de Comédia pela Secretaria de Educação e Cultura da Prefeitura do Distrito Federal (Rio de Janeiro). Nesse mesmo ano, recebe o Prêmio Vânia Souto Carvalho e o Prêmio Samuel conferidos pela Associação de Cronistas Teatrais de Pernambuco.
1959 — Escreve A pena e a lei, peça em três atos a partir do entremês para mamulengos de 1951, Torturas de um coração. Com Hermilo Borba Filho funda o Teatro Popular do Nordeste, que monta a peça. Pelo segundo ano consecutivo, recebe os prêmios Vânia Souto Carvalho e Samuel conferidos pela Associação de Cronistas Teatrais de Pernambuco. A revista polonesa Dialog, Rok IV, Pazdiernik nr. 10942, publica a tradução do Auto da compadecida, por Witold Wojciechowski e Danuta Zmif, com o título Historia o Milosiernej Czyli Testament Psa.
1960 — Escreve Farsa da boa preguiça, peça em três atos, escrita a partir de O homem da vaca e o poder da fortuna. Forma-se em Filosofia, pela Universidade Católica de Pernambuco.
1961 — O Teatro Popular do Nordeste monta a Farsa da boa preguiça.
1962 — Escreve A caseira e a Catarina, peça em um ato, montada pelo Teatro Popular do Nordeste. 1963 — A University of California Press publica a tradução de Dillwyn Ratcliff, The Rogues’ Trial, versão em inglês do Auto da compadecida.
1964 — Publica pela editora da Universidade Federal de Pernambuco as peça s Uma mulher vestida de sol e O santo e a porca. Sai a tradução holandesa do Auto da compadecida, com o título de Het Testament van der Honde, por J. J. Van Den Besselaar, Ons Leekenspel, Bussum.
1966 — A peça O santo e a porca é publicada na Argentina pelas Editiones Losangue, tradução de Monserrat Mira, com o título El Santo y la Chancha.
1967 — Torna-se membro fundador do Conselho Federal de Cultura, do qual faz parte de 1967 a 1973.
1968 — Torna-se membro fundador do Conselho Estadual de Cultura de Pernambuco, do qual faz parte de 1968 a 1973.
1969 — É nomeado, pelo reitor Murilo Guimarães, diretor do Departamento de Extensão Cultural da UFPE, cargo que ocupa de 1969 a 1974. Nessa qualidade, convoca Capiba, Guerra Peixe, Cussy de Almeida, Jarbas Maciel e Clóvis Pereira para juntos procurarem uma música erudita nordestina, a música “armorial”, baseada em raízes populares e que viesse se juntar a seu teatro, à pintura de Francisco Brennand, à gravura de Gilvan Samico, à poesia de Janice Japiassu, Deborah Brennand, Ângelo Monteiro e Marcus Accioly, ao romance de Maximiano Campos etc. Nesse ano, a peça A pena e a lei é premiada no Festival Latino-americano de Teatro em Santiago, Chile.
1970, 18 de outubro — Com o concerto Três séculos de música nordestina — do Barroco ao Armorial, e com uma exposição de gravura, pintura e escultura, lança-se, no Recife, o Movimento Armorial. É publicada na França a tradução do Auto da compadecida, por Michel-Simon-Brésil, com o título Le Jeu de la Misericordieuse ou le Testament du Chien, pela Gallimard, Paris.
1971 — Publica o Romance d’A Pedra do Reino e o príncipe do sangue do vai-e-volta, pela editora José Olympio, obra que vinha escrevendo desde 1958 e classificado por ele de “romance armorial brasileiro”. Nesse mesmo ano é publicada a tradução alemã do Auto da compadecida (que recebeu o nome de Das Testament des Hundes oder Das Spiel von Unserer Liben Frau der Mitleidvollen), de Willy Keller, pela Verlag Volkund Welt, Berlim.
1973 — Recebe o Prêmio de Ficção conferido pelo Ministério de Educação e Cultura ao Romance d’A Pedra do Reino.
1974 — Publica a Farsa da boa preguiça e Seleta em Prosa e versos, contendo poemas, teatro, contos e ensaio, pela Editora José Olympio; e no Recife, pela Editora Guariba, publica Ferros do Cariri, uma heráldica sertaneja. Também é publicado O movimento Armorial pela Editora Universitária, Recife. Nesse mesmo ano é defendida na Sorbonne por Idelette Muzart sua tese de mestrado tendo a obra de Ariano Suassuna como tema: Le Roman de Chévalerie et son Interprétation par un Écrivain Brésilien Contemporain: A Pedra do Reino, de Ariano Suassuna.
1975 — É nomeado secretário de Educação e Cultura do Recife, cargo que exerce até 1978. Pela Editora Universidade da UFPE publica Iniciação à estética. Outra tese de mestrado é defendida tendo a obra de Ariano Suassuna como tema: A intertextualidade das formas simples (aplicada ao Romance d’A Pedra do Reino, de Ariano Suassuna), de Elizabeth Marinheiro, PUC-RS.
1979 — É publicada a tradução alemã do Romance d’A Pedra do reino, Der Stein des Reiches, por Georg Rudolf Lind, pela Elett Verlag, Stutgart. Nesse mesmo ano, Ray -Güde Mertin, da Universidade de Colônia, defende sua tese: Ariano Suassuna: Romance d’A Pedra do Reino — Zur Vera Beitung Von Volks — und Hochliteratur im Zitat.
1981 — Maria Odília Leal McBride defende sua tese de mestrado: A multiplicidade estrutural em A Pedra do Reino, de Ariano Suassuna, na University of Texas. Também é publicada a tese de Idelette Fonseca dos Santos: Littérature Populaire et Savante au Brésil — Ariano Suassuna et le Mouvement Armorial, Sorbonne, Paris.
1987 — Depois de 30 anos, deixa de ensinar História da Cultura Brasileira, no mestrado da UFPE, aposentando-se.
1988 — Leciona como professor de Filosofia da Cultura no CFCH. 1989 — Aposenta-se da UFPE depois de ter ensinado por 32 anos Teoria do Teatro, Estética e Literatura Brasileira na Escola de Belas-Artes, atual Centro de Artes e Comunicação da UFPE.
1990 — Eleito membro da Academia Brasileira de Letras.
1992 — Eleito membro da Academia Pernambucana de Letras.
1994 — Adaptação para a TV da peça Uma mulher vestida de sol. Maria Tereza Didier de Moraes, apresenta a tese Emblemas da sagração Armorial, na PUC-SP, e Cláudia Leitão Pour une Ethique de L’Esthétique: Ebauche d’une Étique Armoriale de l’Homme du Sertão Brésilien, na Sobornne, Paris. O romance Fernando e Isaura é publicado pelas Edições Bagaço, no Recife. 1995 — É nomeado secretário de Cultura do estado de Pernambuco pelo governador Miguel Arraes. A Farsa da boa preguiça é adaptada para a TV.
1998 — Encena dois espetáculos armoriais de dança: A demanda do Graal dançado, com coreografia de Paula Costa Rego, e Pernambuco do Barroco ao Armorial, coreografia de Heloísa Duque. Publicação do livro de poemas O pasto incendiado, pela Editora da Universidade Federal de Pernambuco.
1999 — O Auto da compadecida é adaptado para a televisão.
2000 — Eleito para a Academia Paraibana de Letras.
2007 — A Rede Globo exibe a microssérie A Pedra do Reino, sob direção de Luiz Fernando Carvalho. Ariano Suassuna é novamente nomeado secretário da Cultura de Pernambuco.
PAQUETE: KARMA (especial halloween).
Consideraciones:
Los colores se cambian en el mismo html, donde dice --accent.
El título del índice está hecho para una palabra/nombre corto. Pero siéntanse libres de ajustar el tamaño en el caso que se pasen de letras.
No se puede tomar como base, tampoco se pueden quitar los créditos. Si tienen alguna duda/consulta sobre partes del código o quieren modificarlo para otra cosa estoy a un mensaje privado de distancia.
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Muchos saludos <3.