Feliz aniversário, Ordem... uma coisinha pro aniversário de Iniciação/AOP :D
Desculpa a qualidade horrorosa da câmera do meu celular...
[Descrição da imagem: uma foto de um desenho a lápis no papel. Nos cantos inferiores, aparecem garras de criaturas e, entre elas, uma névoa. Logo acima da névoa, há um desenho dos quatro protagonistas, Alex, Liz, Thiago e Daniel, respectivamente, da esquerda para a direita, e todos olham para algo acima com expressões de determinação. Atrás deles, há o símbolo do ritual de troca de corpo. À esquerda deles, está Álvaro, de perfil, olhando para a frente e sorrindo de modo calmo, e no lugar da parte inferior do corpo, há o símbolo da desconjuração. À direita deles, está Veríssimo na mesma posição de Álvaro, mas virado para o lado oposto e com uma expressão séria, e no lugar da parte inferior do corpo, há o símbolo da ordem. Logo acima dos protagonistas, está a degolificada, e seu cabelo forma o número 6. Atrás dela, está o símbolo de sangue. Do lado esquerdo dela, está Matheus, parecendo preocupado, e do lado direito, Gonzales, parecendo curioso. Um pouco mais acima, do lado esquerdo dela, está Gabriel, e do lado direito, Agatha, ambos com expressões sérias e segurando as mãos de Lina, que está escondida atrás da degolificada, mas se mostra um pouco por pender mais do lado de Agatha. Atrás de Gabriel, em um canto superior da imagem, está Giovanni, com um sorriso misterioso e logo acima de um estigma do Hexatombe. Atrás de Agatha, no outro canto superior, está Ingrid, sorrindo de modo maníaco, com olhos totalmente pretos e segurando uma faca, logo acima de uma poça de lodo. Acima de Agatha, Gabriel e Lina, estão as sombras de três corpos indistintos pendurados por correntes e com os braços erguidos. Fim da descrição]
hi factorial hi hi happy halloween season! i'm going to be very predictable here and request liz webber <3
Hello! Happy Hallowe'en!!! Indeed predictable and not unique, but we all love her misanthropic ways anyway! However you came first, so you get the first thought! Let's see what I can do...
TW: mentions of canonical character death, references to suicide (as a cover story)
Thiago is still in hospital when a bleary eyed Elizabeth Webber drags herself into a particularly shady looking bookstore. There is no rhyme or reason to any of it, with stacks of books near toppling everywhere she looks. The man behind the counter is nearly six foot, and still hidden by the towers beside him.
"Hello," she walks quickly, carefully dodging the books on the floor. "I'm her to collect an order."
"Name?"
"Webber."
"Order number?"
Liz does not give the order number, instead handing him a printout of the email she had received. Last week, Maria had split formaldehyde on their reference collection, leaving it unsalvageable. Most of the books are long out of print, leaving only strange little places like this one to find them.
A burn victim had been delivered to their office this morning; Liz had taken the money from Maria, and offered to collect the books while she examined the corpse.
"Let me see..." the man squints at the order, then nods. "Right, yes, I'll just need to find some of these. From the coroner's office?"
"Yes."
"Shouldn't take more than five minutes."
The man somehow weaves his massive form around the books. Liz, not in the mood to respond to his attempts at small talk, wanders the shelves herself.
There is nothing, and nothing, and nothing, and an old fashion magazine from 1953 that surely belongs in a museum crammed between two gardening guides. Liz dares not touch it with bare hands, but it does catch her eye.
From there to a book of folk tales, to a collection of astronomy essays, to some novel about a chimpanzee princess, to-
Daniel Hartmann.
Elizabeth Webber freezes; she knows that name.
She barely realises what she is doing as she reaches out with trembling hands, easing it from the stack.
Contos de uma Criatura Carente.
She knows... She knows that Daniel did not want people to see his books anymore, that something supernatural was within them.
If she buys it, burns it, would that be protecting his memory?
And yet, curiosity asks...
She flips open the cover, and finds a familiar face staring back at her. Younger, less jaded, the blue eyes of Daniel Hartmann stare from the inner fold and into her soul.
She cannot burn even an image of the man.
She cannot be responsible for his death again.
But...
Liz knows the paranormal now, knows its cruelty. Surely, surely, if she were the one to read the book...
She brings the book to the counter, and asks it to be rung up separately to the order.
"Shame about the author," the storekeeper says, as he rings both the order and Daniel's book through. "We all wondered why he stopped writing, then he went and killed himself. Must have been the mind sickness that stopped him writing then drove him there, poor fuck."
So that's the cover story they're telling his fans.
Liz remembers Daniel, and Alex, and even Thiago, and her soul cracks.
"Oh?" she says, voice caught in a reflection of herself. "I've never read any, but a friend recommended them."
"He was a talented author," the shopkeeper easily agrees. "You'll enjoy it, i think. If a friend thinks it to your taste."
Liz hums in agreement, paying for the books. The ones for the office go in a rucksack, and Daniel's book is carefully tucked into her handbag.
"See you again!" the shopkeeper calls.
Liz forces herself steady as she leaves the shop.
By the time she reaches the office, perhaps she will remember how to breathe.
Guys is it gay to share a cigarette with a guy you met this morning because its your first time actually dealing with the paranormal and your both nervous as fuck and already smoked the rest of your cigarettes?
Amo como agente vê os livros do Daniel causando eventos paranormais como uma triste coincidência em Iniciação, mas aí Desconjuração chega e diz “o Daniel foi na casa assombrada por fantasmas de crianças assasinadas e fala com elas só pra escrever uma história sobre a tragedia lá.” Mano.
Antes de começarmos essa história, você tem certeza que não está sendo observado? Você verificou se fechou a porta? Você sabe mesmo o que a escuridão esconde? Eu recomendaria trancar tudo com atenção, afinal, nós não queremos nenhuma fresta de possibilidade que algo dê errado, não é mesmo?
Novamente, acordando com esse maldito gotejar. O mesmo som que a tem acordado toda madrugada, nas últimas duas semanas.
Furiosa, ela levanta mais uma vez buscando a origem do problema, já imaginando que não teria sucesso. Ele a observa checar todas as torneiras, que estavam devidamente fechadas. Também não chove há semanas e até mesmo o encanador a quem chamou duas vezes afirmou não ter nada de errado na instalação da casa.
Afinal, desde quando o seu sono ficou tão sensível? Quando ainda era criança, nem mesmo os gritos de socorro vindos da casa ao lado a acordavam. Dormia como um anjo, abraçada à sua boneca preferida.
O relógio marca as duas e onze da manhã, como sempre. Ela não aguenta mais. O problema era tão recorrente que Jorginho já havia adaptado seu relógio biológico para receber sua ração, miando e se esfregando em suas pernas.
Ela sorri, como um gatinho que foi tão maltratado antes de ser resgatado das ruas pôde ficar tão mimado? Esses olhinhos amarelos pidões conquistam qualquer um.
Ele a observa arrastar o banquinho para alcançar um novo pacote de ração na partição mais alta do armário, enquanto segura seu gatinho ronronando em um dos braços. Seu rosto já demonstra a falta de sanidade de uma mente observada.
O gotejamento fica cada vez mais alta a cada noite. Não importa o cômodo que ela esteja, o som não parece vir de um lugar específico, mas parece sempre estar se aproximando. Ele observa enquanto ela apaga as luzes e volta para a cama, puxando o edredom para cobrir seus pés. Não porque estava com frio, mas por um instinto inexplicável.
Sem conseguir pegar no sono, só resta olhar para o armário ao lado da cama, que parece nunca fechar direito. Afinal, por que todos os armários tem o mesmo problema? Sempre precisa ter uma maldita fresta, não?
É claro que ela sabe que não tem anda lá dentro, então... de onde vem esse sentimento constante de estar sendo observada? Ele a observa abraçar seu gato, um daqueles que ele escolheu acompanhar. Ela força os olhos fechados para dormir, tentando mentir para si mesma que não sabe que ele está ali.
Ele chora mais uma lágrima. Ela é tão linda. As luzes estão apagadas... Ela não vai perceber se ele aproximar um pouquinho, vai? Não é como se a porta fosse se fechar antes de voltar para sua fresta...