Chegaram minhas cópias da antologia A CASA MALDITA, que leva meu conto "Estômago"! #acasamaldita #dardaeditora #RodrigoOrtizVinholo https://www.instagram.com/p/CbQ4QAFLDGS/?utm_medium=tumblr


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Chegaram minhas cópias da antologia A CASA MALDITA, que leva meu conto "Estômago"! #acasamaldita #dardaeditora #RodrigoOrtizVinholo https://www.instagram.com/p/CbQ4QAFLDGS/?utm_medium=tumblr
Chegou minha cópia de Uivos na Escuridão, antologia que participo com um conto ❤️ #dardaeditora #rodrigoortizvinholo #rodrigovinholo #livro #livros #book #books https://www.instagram.com/p/B5K3464D49o/?igshid=1s7gi99fbaaj0
Chegou minha cópia de Deusas! Antologia de poesia com organização da Fernanda Mothé :D #deusas #dardaeditora #rodrigoortizvinholo #rodrigoortiz #rodrigovinholo #literatura #livro #livros #book #books #autoresnacionais https://www.instagram.com/rodrigoortiz/p/Bv_e-8VgS_S/?utm_source=ig_tumblr_share&igshid=e6lgbgh4fq08
Universo ou ilha Os tempos antigos o deixaram saudosista Feito um artista naquela casa, abandonado Vivendo com a pensão do sentimento do altruísta... Mixaria, moedas, merendas, sopa fria e pão. O machado não mais corta a árvore - ai de você mau-olhado A melhor jogada é o blefe: bife de fígado acebolado A semana se repete, mas nunca começa no mesmo dia Se com sol é fria, no inverno faz-se o inverso da melancolia. Não há mais sossego – dão-se logo as graças No lago o apreço – doam-se lindas as garças. Saltos ornamentais – em devaneio; Belos poemas – palavras soltas em sim; Poucos trompetes em melodias – do início ao meio Loucos e belos pianos de Nina – não é o fim. Há pegadas de um rato de casa à ratoeira, Que deixa o queijo e rouba a armadilha. Há mãe com a filha em ditame que não é besteira, Sem eira ou beira, sem universo ou ilha. (18/5/18) #AndréAnlub #PoetaHeiDeSer #dardaeditora #editorabecalete #poesia #academiadeartescienciaseletrasdeiguaba
Excelente semana aos nobres amigos! Lá vem ela com essa má intenção de sexo, e sempre são muito bem-vindas. (Manhã de 19 de setembro de 2015) O tempo é absurdamente incoerente, menosprezando a vaidade, a bolsa de valores, os valores vigentes, as vidas correntes, as previsões do tempo e as correntes de vento, de Foucault e as marítimas. Mas o tempo segue dando sabor ao vinho e ao queijo entre outros milhões de sujeitos. O tempo tem uma amizade colorida com as horas, que por sua vez a tem com os minutos, e ele com os segundos, e todos entre si, em uma orgia cósmica, de estampidos e gemidos eternos, que rompe dias e noites causando inveja a qualquer prostíbulo e que também inspirou o Kama Sutra. Sem perder mais tempo vejo a serpente me oferecendo uma cuia com cereais, com amoras, mirtilos, muitas maças picadas e leite de cabra para umedecer toda a coisa. Pelo outro lado vem um barco (aquele velho barco que carrego em meus sonhos) me convidando ao passeio, já com seu jeito moleque com a vida e a seriedade no trato com o mar. Como o cereal, tiro a aveia do dente, e embarco sem pensar duas vezes... Lá vou eu no vento e no ventre das minhas pretensões impulsivas. Vou com gosto já conhecido, pois o sabor navega comigo muito antes de eu me apaixonar pelo mar; penso no mar como a versão masculina de um conto de fadas: a princesa encantada, bem simples, com aquele moletom preto, tênis Nike no pé, os cabelos negros e longos, um sorriso “mulher”... ‘montada’ em uma Harley Davidson (ou pode ser ao volante de uma Toyota antiga) me convidando ao passeio no campo, já com o isopor com a bebida gelada, queijos e guloseimas, duas longas toalhas e a “má intenção” de fazer sexo selvagem... Que sempre será muito bem-vinda. #AndréAnlub #PoetaHeiDeSer #dardaeditora #editorabecalete #academiadeartescienciaseletrasdeiguaba
Dueto CIX Naquela aquietada tarde de verão ouviu-se de um cora-ção a voz de prisão. Você é meu!, dizia ele para si mesmo, mesmo sem en-tender o que dizia. Seria paixão doentia, doação, ação – reação ou fantasia? Não havia espelho que respondesse. Vê-se que sozinho resolveria. Buscando em todos os âmbitos os amores recentes, de-parou-se com a poesia. Era a única forma de aplacar a nostalgia e transformar tristeza em alegria. Mas já era de casa a poesia: arrumava a cama, cuidava dos cães, fazia comida, preparava a marmita e ainda trabalhava como vigia. Até quebrava o galho na medicina: muitas vezes curou sua azia. Sozinha sentia-se solitária, por isso pulava cercas e mu-ros, pulava o claro e o escuro, pulava corda com a vizinha e no violino pulava acordes... era assim seu dia a dia. Dois solitários então. O dono do coração e a poesia com sua carga de melancolia. Dois viventes famintos; dois siameses distintos; dois in-centivos à vida criando o lume em uma tarde sombria. Duas sombras que a agonia embalava em papel bonito, colorido como a melodia E como toda música, toda vida, com possibilidades da concluída entoada, poética, bonita, dialética... quente e fria... Vida dizendo sim o tempo todo e eles o tempo todo ou-vindo não. #AndréAnlub #RogérioCamargo #Dueto #academiadeartescienciaseletrasdeiguaba #editorabecalete #dardaeditora
A maior das sentenças A primeira grande chance de liberdade Real, quase escorre pelos dedos Viu exposto e justificado no patamar da vida. Ferida... Recentemente aberta Sangria... Chegou aos olhos chocar. O amor tornou-se denso, impávido, mas órfão Solitário e moribundo Tornou-se breu e áspero Vão. Anulou qualquer acordo que ainda estivesse em aberto Desviou-se dessa estrada de pedra Entrou em outra de chamas e chuvas Mas com renovada determinação. O amor é assim... Vai e vem Foi e virá Mas buscá-lo é de suma importância. Ele é réu confesso e se entrega... Se rende ao amor... Juiz maior dos sentimentos Que dê a ele a maior das penas Pois a cumprirá sempre de pé... Há de ser ter certeza. #AndréAnlub #PoetaHeiDeSer #dardaeditora #academiadeartescienciaseletrasdeiguaba #editorabecalete
Almoço de hoje: arroz integral com tudo dentro, filés de salmão com chia e salada à la eu mesmo (não durou para a foto) Das Loucuras (não acho o feio da miada; o gato que arranha é arrimo!) Esse será quase diferente, Assim como todos os outros; Nada é igual o tempo todo, Há parecidos, gêmeos, imitadores. Vejo a luz e o som entrarem pela janela, Sacolejam-me e tocam-me como fogo... Convidando-me à longa passarela Que reflete o meu flerte em amores. Olhos que se abrem e cruzam em desafios, Bocas que se roçam em desafogo. O assanho do suor na nuca em arrepios, Fazendo da poesia um sujo jogo. Não te cobro só te cubro e dou calor... A proteção de um escudo invisível. Sou menino, sou crescido, sou sensível... Sou a parte de um todo, espinho e flor. Esse já está bem diferente, Como a gente de repente faz projeção. As coisas se repetem no inconsciente, E fingem que se forjam em compaixão. (03/05/18) #AndréAnlub #dasloucuras #PoetaHeiDeSer #academiadeartescienciaseletrasdeiguaba #editorabecalete #dardaeditora #comida #salmao