seen from United Kingdom
seen from United States
seen from United States

seen from United States

seen from United States
seen from Netherlands
seen from United States
seen from Russia
seen from Türkiye

seen from Brazil
seen from Netherlands
seen from Italy
seen from Japan
seen from Germany
seen from Netherlands

seen from Russia
seen from Japan

seen from Türkiye

seen from United States
seen from Brazil
O que falar da Day Limns? Ela é genial, artista com A maiúsculo. Sabendo isso, já esperava um livro acima da média vindo dela e não foi diferente.
A Day é uma cantora/compositora que eu admiro demais, a forma que ela expressa a sua arte é muito linda. Enxergo intensidade e uma aura muito incrível nessa mulher.
E esse livro é parte de uma fase da vida da Day em que ela ainda não sabia do tamanho da sua potência e estava descobrindo quem era ou quem queria ser. Mostra muito das coisas que marcam a sua vida até hoje, a dualidade entre o santo e o profano.
O livro é dividido em capítulos com nome da música do seu primeiro álbum, porque ela não só lançou um álbum como quis nos presentear através dele com uma leitura da sua vida. O começo de tudo.
Day era evangélica, mas a igreja não abraçava tudo o que ela era além disso: uma mulher lésbica que sonha em cantar para o mundo. Nascer no meio disso criou traumas que a assombram até hoje e isso fica claro no livro.
“Queria cantar, mas não o louvor. Queria amar, mas não o próximo.”
A obra da Day é praticamente uma bíblia, eu não sei nada da bíblia mas dentro de uma sacada ou outra vi muitas referências bíblicas pra tratar a história do seu primeiro amor (ou não primeiro amor e só alguém que despertou nela os instintos de quem ela é).
Essa garota que escrevia cartas e músicas ainda não sabia tudo o que ia viver: ir pra final do maior reality show de música do país, fazer shows solos, abrir shows dos artistas que admirava, fazer álbuns, escrever músicas pros maiores artistas da cena e ao lado de grandes compositores e escrever um livro sobre uma fase da vida.
Achei o máximo o nome do livro ser uma referência a uma música do Lulu Santos, seu técnico no The Voice Brasil. Assim como acho genial a representatividade dessa mulher para mulheres lésbicas e para pessoas que não foram aceitas. É linda a forma que ela usa da sua arte pra fazer críticas a tudo que um dia impediu dela viver e de como compõe sobre o amor por outra mulher.
Espero que a Day nos presenteie com muitas obras, seja ela qual for, como falei no início, ela nasceu pra ser artista. Espero que ela saiba do seu impacto pro mundo e da sua importância pra as pessoas que enxergam nela referência e força.
*Espero também que lance os R&B que ela solta nas redes sociais*
♪ Ouça agora “Vermelho Farol” em todas as plataformas!
Powered by found.ee
like or reblog if u save
headers Day Limns