"Yo no sé nada de la vida, yo no sé nada del destino, yo no sé nada de la muerte; ¡pero te amo! Según la buena lógica, tú eres luz extinguida; mi devoción es loca, mi culto, desatino y hay una insensatez infinita en quererte; ¡pero te amo!"
"Le nostre vite" di Francesco Carofiglio: Due Anime Rotte alla Ricerca di un Legame Perduto. Recensione di Alessandria today
“Le nostre vite” di Francesco Carofiglio è un romanzo intenso e toccante che intreccia le vite di due personaggi profondamente segnati dal passato. Stefano Sartori ha perso la memoria a diciannove anni a causa di un incidente che ha devastato la sua famiglia. La sua vita, ricostruita con la dedizione del nonno, è una vita mutilata, priva di infanzia e giovinezza. Ora, trent’anni dopo, Stefano è…
cada reproduccion es un gran aporte para la banda de mi grupo de amigos, espero se den un momento de esucharlos y darles un pulgar arriba para estas grandes personas <3
Relájate, mira alrededor, ¿qué te preocupa?, respira, inspira, no te agobies, todo lo que viene igualmente se va, a veces dura más, a veces menos… Pero no hay ningún mal que dure 100 años, ni cuerpo que vaya a vivirlo, en los momentos malos siempre habrá algo que se pueda aprovechar, solo tienes que fijarte mejor, mira hacia un lado y hacia el otro, algo seguro que sacas para que pueda contar, en cambio en los momentos buenos siempre habrá algo que se te escapa. Siempre pensaré que las cosas que se nos escapan, vendrán en el momento en el que las puedas cazar, mientras tanto, fíjate en lo que te rodea, en lo que se te pudo escapar en otra ocasión.
A tensão no local era evidente, ela começou a falar e eu não queria revelar quem eu realmente era, mas algo além da dor me impediu de deixa-la, a pouca luz vinda da janela só me deixava ver sua silhueta o que me incomodava profundamente. Fingindo minha voz respondi.
“Bati com a cabeça aqui, você não teria algum remédio com você teria?”
“Então você fala kkkkkk eu tenho sim, deixe-me cuidar de você”
Deixe-me cuidar de você
Essa frase pairou em minha mente por alguns segundos, me fez tão bem ouvir essas simples palavras que eu até esbocei um sorriso. Tomei o remédio, enquanto observava a movimentação em minha frente, ela procurava algo na bolsa quando percebi a capa de um violão. Aproximou-se de mim com um pano umedecido pressionando levemente minha cabeça.
“Você veio conhecer a banda no meet? Pra que o violão?” Perguntei tomando o lugar dela, pressionar o pano e estremecendo levemente quando nossas mãos roçaram.
“Ah vim sim, mas acabaram cancelando pela falta de energia, já tinha até esquecido meu violão kkkkkk agora a ideia parece boba”.
“Mas agora você me deixou muito curiosa kkkk” Disse tocando levemente em sua mão pra provar meu ponto, mais uma vez senti uma eletricidade ao toca-la. O que estava acontecendo?
“Ok ok kkkkkk eu escrevi uma música pra Lauren e eu esperava canta-la hoje”
Não havia sorriso maior que o meu naquele momento.
“Cante pra mim a música que você fez pra ela” Nunca fingi tanto uma voz quando a ansiedade tomou conta de mim.
Foi necessário algum convencimento até que ela consentiu em tocar pra mim, tirou o violão da capa e começou.
I’d love to know just what you’re thinkin’
Every little river, run through your mind
O que eu estava pensando? Que essa era a voz mais linda que existia.
You give and you take, you come and you go
You leave me here wondering if I’ll ever know
How much you care, or how much you don’t
Whatever you need, whatever you want
Estava completamente perdida nela.
If you’re gonna be somebody’s heartbreak,
If you’re gonna be somebody’s mistake,
If you’re gonna be somebody’s first time,
Somebody’s last time,
Baby be mine
If you’re lookin’ to be somebody’s just friends,
A little laughin’, a little lovin’, never callin’ again,
That’s just fine
If you’re gonna be somebody’s heartbreak,
Be mine
Ela parou de repente reclamando de uma goteira que tinha caído nela, rimos e eu disse o quanto era linda a música e que ela deveria continuar, que agora eu gostaria de saber o resto. Conversamos mais por alguns instantes e eu não conseguia assimilar as coisas pelo efeito do remédio. Meu celular toca, cortando minha imaginação.
Obs.: Essa música se chama “Somebody’s heartbreak” do Hunter Hayes, eu não possuo direitos sobre ela. Tentei escrever uma música pra poder por aqui, mas não tive tempo, as próximas músicas da fic, podem ou não serem minhas kkkkk
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Sentei nos degraus e acabei adormecendo, acordei ao som de passos e conversas no andar abaixo de mim, me levantei rapidamente com medo da escuridão que me cercava.
“Porra” exclamei quando bati a cabeça contra o extintor de incêndio que estava acima de mim.
A dor de cabeça voltou forte e tive que sentar novamente, fechei os olhos com força tentando não chorar com a dor, abri os olhos ao som de passos se aproximando de mim.
“Você está bem?” A voz perguntou.
Camila
Após algumas horas na fila para o meet and greet começamos a entrar pra ver as meninas, estava chovendo, mas nada grande. Subimos por elevador em grupos pequenos pra cada um de nós receber a atenção merecida.
Chegamos ao local do meet só pra receber uma noticia ruim, a chuva pouca que estava quando cheguei à fila, tinha ficado tão forte que a energia caiu, a equipe pediu desculpas pelo transtorno e tivemos de voltar pra fora do prédio e consequentemente pra casa pelas escadas já que o show havia sido cancelado.
Estávamos fazendo nosso caminho pela escada quando ouço um barulho a alguns degraus acima de mim, está escuro e só percebo uma silhueta à minha frente.
“Você está bem?” Pergunto sem resposta. “Estamos saindo do prédio, cancelaram o meet e o show, você parece estar com dor posso ajuda-la?”
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Acordei e logo me arrumei pra o episódio que seria gravado hoje para o Takeover, deveríamos mostrar ao público como faziamos a passagem do som e o meet and greet. Para essas ocasiões não precisávamos de muito então coloquei meu vestido de listras pretas e brancas e uma maquiagem leve, encontrei Ally e Normani brigando em frente a câmera pra ver quem piscava primeiro.
“Isso galera é algo que fazemos o dia todo kkkkk” Diz Dinah se aproximando e entrando na brincadeira.
Permito-me ficar somente rindo de como elas são bobas e chamo a todos pra começar as atividades do dia.
Após o café, vamos ensaiar a coreografia pra o novo single, permanecemos assim até o almoço, mas percebo que não me sinto bem após as duas primeiras colheradas e decido sair pra andar um pouco esperando que a dor de cabeça passe.
Sento nas escadas dentro do prédio e espero a dor passar.
Camila
Tive que poupar durante meses pra participar do meet and greet antes do show, minha família não possuía muito, por isso consegui um emprego na lanchonete do centro para conseguir dinheiro para atividades como essa.
Eu estava determinada a terminar de uma vez por todas a obsessão que tinha por aquela mulher, acho que obsessão não seria a palavra certa, era mais desejo. Passei os últimos dois meses pensando nela, a cada atividade que me dispunha a fazer, letras de musicas inspiradas nela vinham a minha mente.
Decidi então começar a compor, mas nada era suficiente, então fiz um ultimo ato desesperado. Consegui emprego na lanchonete pra conseguir pagar o show e cantar a musica que tinha feito a ela no meet and greet, com sorte ela não acharia estranho e só me mandaria embora.
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