Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade,
Gálatas 5:22
Como descobrimos que alguém está falando em nome de Deus em vão ou para nos enganar, como fazem alguns falsos líderes, sejam políticos, pastores ou profetas? Jesus dá uma dica: “Vocês os reconhecerão por seus frutos. Pode alguém colher uvas de um espinheiro ou figos de ervas daninhas?” (Mateus 7:16).
Está na cara que uma pessoa que espalha ódio e intriga não o faz pelo Espírito Santo, mas pelo espírito da discórdia. Separar-nos é um dos propósitos do Maligno, pois se uma pessoa se indispõe contra a outra e não a ouve mais, torna-se presa fácil para o engano. As seitas são maléficas porque fazem isso com seus incautos seguidores. Nem os parentes são mais ouvidos por quem cai na armadilha de uma seita religiosa ou política (muito estimulada pelos algoritmos das redes sociais), que se fecha numa bolha e permanece no engano até as mais graves consequências. Já existiram seitas que levaram seus seguidores ao suicídio. Veja se isso não é coisa maligna.
Algumas pessoas conseguem disfarçar os sinais e forjar os frutos por algum tempo, mas não por todo o tempo. É possível parecer amável e fiel de longe, mas não de perto. A longa convivência sempre revela a árvore pelos seus frutos. Por isso é aconselhável um razoável prazo de namoro e noivado antes do casamento, para dar tempo de você saber com quem está se vinculando (teoricamente) para o resto da vida.
Quanto aos sacerdotes e líderes, só precisamos ter o espírito de Cristo em foco. Com tudo o que destoar da Palavra ou da imagem do Senhor, não concordamos, não apoiamos, mas nem por isso deixamos de amar. Amemos ainda mais quem não tem o Espírito Santo, pois são os que mais precisam ser amados para serem estimulados a se corrigir. Porque amar não é ser cúmplice, mas desejar o bem, a admissão dos erros e a correção.
Busquemos os frutos do Espírito Santo, alimentando-nos da Palavra de Jesus, que é “vida e espírito”, pois Ele é o Pão que veio do céu. Devemos comer de Sua carne e beber do Seu sangue.
Salvador, 4 de agosto de 2026, às 8h38