GUSTAVO MENDES - Um humorista no #NossaVersão

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GUSTAVO MENDES - Um humorista no #NossaVersão
Reposted from @gladsontarga Foi golpe. E a Folha de São Paulo estava, e ainda está, entre as grandes protagonistas da ação de derrubada de uma presidenta que enfrentou até o último momento a avalanche de mentiras contábeis, a saraivada de impropérios, o machismo, a misoginia. Comparar Dilma Roussef, uma combatente aguerrida da liberdade e da democracia contra o fascismo com o excrementíssimo Jair Bolsonaro, o fascismo em pessoa, é descer ao nível dos mais baixos para encenar um papel de isenção digno dos puxa-sacos da elite branca vira-lata. A Folha sempre esteve do lado de quem está, e nunca foi ao lado do povo brasileiro. Viva Dilma Roussef! Viva o coração valente! #dilmaroussef #dilmacoraçãovalente #folhagolpista #ForaBolsonaro #elenão - #regrann #rainhadilma #dilma #naovaitergolpe #golpenuncamais #nenhumdireitoamenos #patriaeducadora #paisricoepaissempobreza #obrasilfelizdenovo #obrasilqueeuquero #spdagente #handrenrique https://www.instagram.com/p/CEPP4qfHoyr/?igshid=1ejwk1v9ckhih
#DilmaRoussef https://www.instagram.com/p/B-kFfppnMrOmqXjzl90X9jQX2456PXY7YFlCDs0/?igshid=dr56d38t9qx7
#DilmaRoussef https://www.instagram.com/p/B-Iz527BhxGWMN2ZvD5WqivR7erDqfq294MP8M0/?igshid=z65tq4d4pgt4
#DilmaRoussef 😂😂😂 https://www.instagram.com/p/B98-nudnVvG1ONhzVUNPWc2fz2qVfH9uVtnE6Y0/?igshid=1p3w3keybt5yo
As jornalistas antifeministas (Raquel, Miriam, Cristiana Lobo, dentre váaaaaaaaaaarias outras), aquelas que viviam zombando de Dilma Rousseff, que apoiaram o golpe misógino, estão estupefatas com o machismo de Bolsonaro. Agora, quando uma jornalista da Folha, um poderoso e importante jornal brasileiro, uma dessas que também dizia que feminismo é mimimi, é covardemente atacada pelo presidente, todas aparecem em peso fazendo coro à condenação presidencial e em defesa da colega. E estão certas na condenação de um e defesa da outra, pois atos bárbaros, independentemente do lugar onde aconteça, tem que ser denunciado e combatido. No entanto, caras senhoras jornalistas, aprendam que a terra continua redonda e o mundo da história continua dando voltas. O que fizeram misoginamente contra Dilma é execrável e as senhoras fizeram parte daquele espetáculo de horrores. Ainda bem que o tempo de arrependimento é o hoje é seria digno de vossa parte uma reflexão sobre o velho adágio popular: "Quem com ferro fere, com ferro será ferido". #DilmaRoussef #machismomata #Elenão (em Parque da Cidadania) https://www.instagram.com/p/B8vpM-eD3NLU4cws8dOA6d__1fuCAbk19B1c-A0/?igshid=23jeasmtesco
Foi golpe
“Bolsonaro não tem o chip da moderação; ele é tosco e misógino”, diz Dilma na Sorbonne
Vestida de vermelho, diante do auditório lotado da mais tradicional universidade francesa, a Sorbonne, em Paris, a ex-presidente do Brasil Dilma Rousseff, explicou na noite desta terça-feira (17) as razões do seu impeachment e os fatores que possibilitaram a eleição de Bolsonaro. “O golpe de 2016, a prisão do Lula e a destruição dos partidos de centro e de esquerda. Tudo isso com o apoio da mídia, das Forças Armadas, do mercado e de setores políticos, que achavam que seria possível controlá-lo”, disse. A ex-presidente continuou: “O problema é que Bolsonaro não tem chip de moderação”, acrescentou. Sem meias palavras, a ex-presidente também chamou a elite brasileira de “golpista”. Dilma em seguida classificou Bolsonaro de neofascista. “Ele é neo porque ele não é nacionalista, ele bate continência para os Estados Unidos”, afirmou. "Quando o neofascismo se junta com o neoliberalismo, é fundamental que o aspecto democrático seja ressaltado, porque é ele que cria a contradição. Porque eles passam a ter incômodo com o fato de ele ser tosco, com o fato de ele ser misógino." A ex-presidente fazia referência aos ataques de Bolsonaro à primeira-dama francesa Brigitte Macron, à Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos e ex-presidente do Chile Michelle Bachelet e a ela mesma. “Ele defende a tortura e o assassinato político”, acrescentou. A conferência de Dilma Rousseff sobre o Brasil contemporâneo se deu durante o evento intitulado “O Brasil ainda é o país do futuro?”, organizado pela Sorbonne em parceria com outras universidades francesas e com a Rede Europeia pela Democracia no Brasil (RED.Br) e moderado por Olivier Compagnon, professor do Instituto de Altos Estudos em América Latina. *Texto e foto: Paloma Varón RFI Read the full article