Saudade, amor…
Eu me pergunto se você vive bem com a saudade. Se controla seus impulsos de me mandar mensagem, se chora pensando no quanto queria ter o meu abraço. Será que devo me perguntar se não sou eu que sinto demais? Queria que as palavras que não consigo te dizer pudessem chegar até você de algum jeito, pois mesmo sabendo que o caminho é livre até você, existem tantos medos que me impedem… e então eu permaneço aqui pensando e repensando se seu peito aperta quando qualquer coisa no teu dia te lembra de mim. Hoje eu durmo pedindo aos ventos que soprem no teu ouvido sobre o quanto sofro a tua ausência e como todos os dias, em pensamento, te peço de volta. Eu te amo o suficiente pra te deixar ir, mas nunca deixarei de manifestar o quanto eu te quero aqui. Comigo.














