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Bad Blood
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Que Dorian fosse uma aberração, Damien sabia, não era preciso de muito para isso e havia ouvido histórias sobre seu trato demoníaco. Apreciador das artes profanas, filho do diabo. Era assim que ele o via, era a forma correta de ver, até por que não havai qualquer outra forma de enxergar aquele homem na mente de Claude. Então não esperava que Draven fosse aparecer na igreja, com seu sorriso presunçoso e as mãos no bolso como se sua figura não fosse um pecado. Ainda que claro, deveria imaginar que a cria do diabo se veria contente em profanar o solo sagrado, teria gosto apenas pelo errado e com isso tinha certeza de que quando a mrote o abatesse, por que um dia iria, Draven queimaria no fogo do inferno. ❝Criatura profana, Draven.❞ O chamou, o canto dos lábios subindo em uma retorção enquanto o observava, mantendo a compostura de um homem de Deus, estava na casa divina afinal. Sabia comos e portar melhor do que ninguém, mesmo que a mere presença alheia lhe causasse tamanho desgosto. ❝Veio se converter em nome do senhor e pagar por seus pecados?❞
My oh My
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Se aproximar de Draven, era em partes por que o achava bem entrosado a ponto de lhe conseguir algumas respostas para os mistérios que queria solucionar, ainda que não falasse com ninguém sobre eles. Era reservada demais em seu trabalho. Claro, estaria mentindo se dissesse que a beleza e o mistério do mais velho não tivessem lhe atraído também, isso se tornava visível pela forma que não era difícil para que acabasse na cama alheia, sempre envolvida pelo charme alheio. Já passava da uma hora da manhã quando o avistou dentre toda as pessoas no clube, a noite estava apenas começando para ela e provavelmente para ele também. O corpo dançava ao ritmo da música, ainda que aos poucos ela fazia seu caminho na direção do Mortimer, sendo fácil ignorar qualquer outro em seu caminho, naquela noite tinha olhos apenas para ele. ❝Você vai dançar comigo e eu não aceito um não como resposta.❞ Pronunciou um pouco mais alto pelo volume da música, o olhando com um sorriso no rosto e estendendo a mão até ele, agarrando o pulso alheio e o arrastando consigo, ainda que ela tivesse plena certeza de onde tudo aquilo iria acabar e com toda certeza não era na pista de dança. ❝Você me deve uma dança pela última noite, devo lhe lembrar.❞