@imbricare: “Don’t you have anything to say to me?”
Piss off.
When the blood traitor Black skulked out of Azkaban, such a celebrity, he had a queue of Dementors ready to kiss him dead. On the train. At Hogwarts. In Hogsmeade. An everywhere chill for one filthy dog.
Now Draco knows: when a Dementor feeds, like he has just been fed on, it’s a kind of silver butter knife and a cold flushing holding you still at the ankles. For the briefest of eternities, it was the beak of his father’s cane. Rotten breath, and he wetting himself. He Who—-
His mouth softening, he blinks through tears. To say to you? You brought them here! He wants nothing less than the pleasure of grinding Potter’s face into gravel, all blood.
Gone is Potter’s Patronus and with it, slipped away in a pocket of true dark, the sense that Draco’s hands were beginning to thaw. The thing had crouched over him and pricked his eyes like Firewhisky. Something antlered, so real it had heat. Draco’s could never take shape—the spell would drizzle out of the tip of his wand no better than a memory for store.
He rolls onto the side of his bellyache, so emptied that he’s thankful. No. He’s not. Thankful. He’s not an elf, nor Potter his master. Potter’s moist breath kills the forgiving flatness. He’s got a hard jaw to the eye. Draco’s wandless hand fists up.
He knows it’ll hurt like mad before he even does it.
Draco não correu para a janela. Como a grande maioria. Todos afobados. Quando chegou, outros já estavam lá, murmurando, tentando dar nome ao que viam. Ele apenas se aproximou o suficiente para ter uma visão limpa, sem se misturar completamente ao caos que começava a se formar. E ficou em silêncio.
Os olhos analisavam cada detalhe com uma atenção quase metódica, como se estivesse desmontando a imagem peça por peça em busca de alguma inconsistência. Não havia. Era aquilo mesmo. Três estruturas perfeitas. Três versões do mesmo castelo, ocupando um espaço que não deveria comportar nem uma. A mandíbula tensionou por um segundo. Aquilo não era acidente. Será que ele estava sendo excluído? Não fazendo parte de algum plano em que o Lord não confiou nele para fazer parte? Não podia ser.
Os dedos deslizaram levemente pela manga do uniforme, um gesto quase imperceptível para retormar o controle. Ajuste. Foco. A presença ao lado não surpreendeu. Assim como os dois amigos, ela andava sempre como uma sombra. Ele não virou imediatamente, mas o canto do olhar denunciou o suficiente antes que decidisse encará-la de fato. Pansy. “Barulhento demais,” comentou, a voz baixa, quase entediada, mas sem realmente soar despreocupado. O olhar voltou brevemente para fora. “As pessoas tendem a falar mais quando não entendem o que estão vendo.” Quis fingir que sabia do que estava falando ou acontecendo, mas assim como os outros estava no escuro.
com: @dovemumu
quando: na biblioteca, após o banquete.
“Granger.” O nome saiu sem esforço, baixo, controlado, como se não carregasse peso algum, quando claramente carregava. O olhar desceu brevemente até a mão dela ainda no livro antes de voltar aos olhos. “Imagino que não seja coincidência.” acrescentou, soltando o volume por um segundo apenas para segurá-lo melhor, sem realmente ceder. A biblioteca, naquele horário, estava vazia o suficiente para tornar qualquer palavra mais nítida.
Ele inclinou levemente a cabeça, analisando. “Curioso como você sempre acaba exatamente onde deveria estar para… interferir.” continuou, o tom polido, mas com aquela familiar camada de provocação. Os dedos ajustaram a posição no livro, firmes, como se aquilo por si só já deixasse claro que não pretendia simplesmente entregar. “Ou isso é só mais um reflexo dessa sua necessidade de estar um passo à frente de todo mundo?” A sobrancelha arqueou, quase sutil.
Draco não precisava olhar diretamente para saber. A sensação de estar sendo observado era familiar demais constante demais nos últimos tempos para ser ignorada. Ainda assim, seus olhos deslizaram brevemente pela mesa da Sonserina até encontrá-la. Astoria Greengrass. De novo. E, como nas outras vezes, não desviou rápido o suficiente para fingir que não estava fazendo exatamente aquilo que ele já havia notado.
Draco inclinou levemente a cabeça, o maxilar tensionando por um segundo antes de relaxar. Curioso. A maioria evitava encará-lo por tanto tempo ultimamente. Ou por respeito. Ou por receio. Ou pelos rumores. “Se está tentando descobrir algo,” disse por fim, a voz baixa, polida, mas com uma lâmina sutil por baixo, “recomendo ser um pouco mais discreta.” O olhar se fixou nela, agora deliberadamente. “Ou pelo menos mais interessante.” A pausa foi breve, medida. “Porque, até agora, você está apenas confirmando que ouviu alguma coisa… e não conseguiu entender o suficiente para tirar suas próprias conclusões.”
um fluxozinho das plots dos meus bebês para eu conseguir me organizar melhor. conforme eu for fechando as plots com os chars vou acrescentando aqui <3
Por favor, peguem o máximo de muses possíveis com todos os personagens, podemos misturar etc...
SIRIUS BLACK III (1976):
Antes da convergência (dentro da era dos Marotos):
Muse A acaba se tornando parceiro de Sirius em planos absurdos pelo castelo quando ele não quer envolver diretamente seus melhores amigos, por estarem também atolados em detenções e problemas.
Muse B vive tentando provar que Sirius só é popular, não talentoso e os dois vivem se enfrentando em provas e em clubes.
Muse C é mais observador percebe que Sirius evita falar sobre a família e se torna alguém com quem ele consegue desabafar.
Muse D vive uma relação intensa e cheia de provocações com alguém que gosta do lado rebelde dele, mas que também se cansa de sua impulsividade. @evvans
Muse E e Sirius começam a defender um aluno do 1º ou 2º ano que sofre bullying de outros estudantes.
Muse F é um colega que acredita que Sirius exagera ao rejeitar completamente sua família e provoca debates sobre sangue puro.
Depois de uma travessura, Sirius e MUSE G passam tantas detenções juntos que acabam criando uma amizade inesperada.
MUSE H e Sirius acham que os três castelos são algum tipo de desafio mágico escondido no castelo e tenta descobrir como chegar até eles.
Depois da convergência
Sirius conhece MUSE I de 1996 que menciona Harry e ele fica fascinado ao descobrir que terá um afilhado famoso e gosta de ficar ouvindo sobre si como se fosse uma lenda viva e estranha todas as histórias que é um criminoso. @lovegcds
MUSE J de 2026 já tratam Sirius quase como uma lenda viva, o que o diverte e confunde ouvindo as duas versões sobre seu futuro.
MUSE K é um estudante da nova geração vê Sirius como alguém revolucionário e passa a admirá-lo. @flintwocds
Sirius descobre eventos trágicos da guerra e começa a questionar se pode impedir aquilo junto com MUSE L que parece conhecer muito e ter estudado bastante.
Sirius assume naturalmente o papel de "defensor" quando percebe estudantes assustados com a situação, principalmente, MUSE M, que passou a adotá-lo.
Pode desenvolver sentimentos por MUSE N de outra geração, sabendo que suas linhas do tempo não deveriam coexistir.
MUSE O assim como ele é fascinado por música e por conta disso passa todos os novos hits e novidades para ele.
Saber da existência de @jsspotters é quase como um sonho em pensar que seu afilhado o amou tanto ao ponto de colocar seu nome ao filho. Ele simplesmente está obcecado com a figura de James e a semelhança entre seus jeitos. Secretamente espera que não seja uma magia ou poção que está fazendo ele imaginar tudo isso, pois quebraria seu coração a ideia de não conhecer James S já que em seu destino não o conhece.
DRACO MALFOY (1996):
Antes da convergência
MUSE 1 faz parte de alguns alunos apoiam Draco e acreditam que sua família voltará ao poder.
Outros estudantes de Slytherin, inclusive, MUSE 2 percebem que Draco anda estranho e começam a suspeitar que ele está escondendo algo.
MUSE 3 percebe Draco visitando lugares estranhos do castelo à noite. @lovegcds
MUSE 4 é alguém se aproxima dele quando percebe que Draco está sob muita pressão emocional.
MUSE 5 é tenta competir com Draco em Poções ou Runas, criando disputas intelectuais.
MUSE 6 o encontrou sozinho após um momento de pânico ou frustração.
MUSE 7 questionou Draco diretamente sobre a posição da família Malfoy na guerra.
Depois da convergência
Draco encontra MUSE 8 e os dois entram em choque ideológico imediato. @flintwocds
Alunos de 2026 sabem como a família dele será vista no futuro e não conseguem entender como pode ser a mesma pessoa, MUSE 9, principalmente, e tenta se aproximar para ver quais são as intenções e o que levou ele a mudar tanto.
MUSE 10 acredita que Draco pode mudar após tudo que está sendo visto e ouvido e agora tenta se aproximar para mostrar isso para ele. @evvans
Draco descobre que Voldemort será derrotado e acaba se negando a acreditar nessa realidade por pura insegurança MUSE 11 está lá após a descoberta e acaba observando toda essa vulnerabilidade. @jsspotters
MUSE 12 que sabe do futuro tenta impedir Draco de seguir o caminho que levará à tragédia, o que faz com que tenham inúmeros conflitos.
Draco quer se aliar com MUSE 13 de outra geração para investigar a ruptura temporal e se isso é um plano de Voldemort que ele está sendo deixado para trás.
A crise o aproximou de MUSE 14 alguém que ele normalmente desprezaria.
MOLLY WEASLEY II (2026):
Antes da convergência
Molly começa imediatamente a estudar o evento como um problema mágico complexo e após noites sem dormir MUSE @ começa a acompanhá-la para não ter que passar por isso sozinha.
MUSE ! se torna parceirx dela na Sociedade de Pesquisa Mágica Experimental e adoram discutir sobre novas mudanças. @jsspotters
Molly ajuda MUSE # que está assustadoíssimx com a situação.
Ela discute com MUSE $ sobre as implicações do fenômeno para o Sigilo Internacional de Magia o que gera uma discussão maior e acaba fazendo com que ambxs entrem em detenção (um crime para ela) e conquista o desafeto.
MUSE % e Molly sempre estão envolvidos em discussões acadêmicas, mas sempre se mantem em uma tensão se é realmente isso que está por trás.
Molly suspeita que alguém da própria geração causou o fenômeno e MUSE ¬ concordou com ela e decidiram investigar os próprios colegas.
Depois da convergência
Molly encontra MUSE &, um estudante de 1976 e percebe que está diante de figuras históricas, principalmente, de sua família que faz com que ela queira se aproximar, mas ao mesmo tempo tem medo de ser algum tipo de feitiço ou armação.
Ela conheceu MUSE * e é alguém que viveu a guerra que sempre estudou nos livros por quem sempre teve muita admiração.
Molly luta com a ideia de contar para MUSE ( sobre seu destino, mas ao mesmo tempo sabe que alguém tem que fazer isso.
Tentou se aproximar de MUSE - pode se aproximar para entender melhor a guerra e principalmente o posicionamento controverso de seus pais.
Molly quer liderar um pequeno grupo com alunos de todas as eras para estudar a ruptura, mas MUSE + acha que é uma ideia ruim e está sempre brigando com ela por isso.
Não quer acreditar que está desenvolvendo sentimentos por MUSE / de outra geração e que pode ser um golpe.
Junto com @evvans Molly estão criando o grupo para estudar a ruptura.
@lovegcds é uma das professoras que Molly mais gosta, mas ao mesmo tempo tem mais estranhamento. Por mais que a família seja próxima, seu pai sempre comentou que Luna não era uma pessoa que deveria ser levada muito a sério até mesmo falando da fama da menina, o que gera conflito na mente dela.
STUDY BUDDIES: MUSE K é uma das únicas pessoas que liv se sente confortável em exercer o seu lado leitor. desde que marcus comprou a floreios e borrões e tenta ensinar à filha a arte de controlar seus sentimentos, o interesse da menina na literatura vem crescendo. liv e MUSE K se conheceram na livraria floreios e borrões (ou então intensificaram seu laço ali) e, aos poucos, ela criou confiança para torná-lu u seu companheire oficial de leituras e discussões. @flintwocds
também são aceito para os dois outras conexões como: one night stand, exes, melhores amigos, ex-vizinhos, richas antigas, paixões antigas, etc.
There should be alarm bells. Yes? What would Harry say if he knew what the two of them were scheming? What would Ron? Those thoughts crept around the edges of her brain, her fight or flight response hinting that the best possible option was for her to run into her room and slam the door shut for the rest of the night. Be brave young Gryffindor. Well, this one would much rather retreat. But Hermione forced herself to do something she did best-- working hard. Even if that was at a fake relationship to help mutual outcomes. Even if it was a fake relationship to someone she had pined for in the most impossible of ways for possibly the stupidest of reasons.
Working hard included dancing with him in her kitchen for practice. Memorizing the story they would sell to the public to make everything seemless. Maybe even the addition of heart beats that pounded hard enough to make her cheeks tint with their own blush. The mention of Pansy was a welcome break into her thoughts, causing the witch to chortle, the laughter at his joke impromptu. “ I won't say a word. ” Another few loud beats. Her eyes dropped instantly as his tongue barely showed, gaze drawn to his lips. Her breath felt heavy, tightness in her chest. “ With me being an emotional wreck? I'd say you most likely. I think I'd be too worked up and logical to try something impulsive. ” Maybe. Maybe that was just how she felt now. The curiosity circling her brain, not at all for the first time, of wondering how soft his lips actually were.
Somehow Draco felt he had taken a step in the wrong direction. Hermione wasn't relaxed and being funny like moments ago and he wondered exactly what the weasel had told her to ruin that night in such a complete way. He had to bring her back to today, or well to his fantasy afterparty of two at the tower.
"You can be impulsive I'm sure," his injured eye was a restament to that. "But it's fine. Happy to take the lead on this one," he teased with a small curve on this lips. He let go of the hand holding hers and cupped her face, brushing her jawline slowly and finding it very hard to swallow all of the sudden as he stared at her lips.
They were going to marry and they had to sell it. They couldn't have their first photographed kiss looking like a first kiss. He had to make sure she didn't recoil to his touch. Most of all, he had fantasized about those lips of hers for for over a decade, possibly two.
So he wet his lower lip and swallowed, hard, leaning and pressing his lips to hers. It felt as if he had taken a million years but it had probably been a minute or two. And though his heart was pounding in his chest and his ears were burning the didn't falter. He could kiss his long standing crush a girl and not feel like fainting. He tasted her as his lips moved softly against hers, fingers tangling in the curls of her nape before leaning his whole body closer to her as he deepened the kiss.
Draco truly wanted to be different. Do things differently, change the way people reacted to the Malfoy name. But for all of it he needed money. His father unexpected passing had helped his mother and he to gain sympathy from the purebloods, having turned at the end of war had helped with the muggleborns and even Potter had helped with that.
Putting the foundation together was the least he could do. He was actually proud of it; he was the first thing he was truly proud of. He had also started darkening his hair, wearing muggle tailored suits (they had wonderful tailors the muggles) and had somewhat reached a level of camaraderie with Potter he found almost a little disturbing at times, as if tehy could've been friends if only they would've done things differently.
His job helped too. But if he wanted to keep the foundation and the manor he had to marry, secure the malfoy money before his birthday by ways of acquiring a wife. A witch wife of course, pureblood preferably (not that he had a thing for muggleborns or even muggles in his adult years, his mother could never find out about that particular proclivity of his).
Astoria was married now. There was Pansy, his best friend who would do anything for him. That was going to work, it was a marriage of convenience and could be sold as 'friends who realized that had feelings'.
Unfortunately, Pansy had just backed out because she had fallen in llove, the little shit. And now he was wifeless ten days from his birthday. He could live with what he made from work, he could even support his mother but the Foundation wouldn't survive without it.
And speaking of the foundation, the muggleborn of all muggleborns had made an appointment with him. She wanted money of course, everyone wanted money from him what else could she possibly want from him? Certainly not his friendship or anything remotely in that vicinity.
He was not at his finest head wise when she was eacorted inside his office. She looked great, in a naughty librarian way (the muggle movie the mummy had done things to him when he was a young boy and he was still not over it it seemed).
"Granger. To what do I owe the pleasure of your visit?"