Dok2 (Hentai)
Pedido feito no Social Spirit por ~ Supercell
Baladas, bebidas e sexo, isso é tudo que meus amigos pensam hoje em dia, ninguém quer ter um passeio saudável pelo parque e fazer um picnic, eles só querem sair depois da meia-noite e isso estava começando a me incomodar, não que eu não goste dessas coisas, mas ás vezes enche o saco fazer só a mesma coisa todo o fim de semana.
- Vamos. – minha amiga implorava. – Por favor. – ela fazia cara de cachorro pidão.
- Eu to cansada do trabalho.
- Eu vou fazer nossos amigos te buscar aqui. – ela me ameaçou, como se eu tivesse medo deles.
- Faça o que quiser. – dei de ombros e continuei assistindo televisão.
- Tudo bem, vamos ver se você não sai daqui. – ela vai até a porta fazendo barulho até demais com aquele salto agulha dela. – Espero que você não esteja de pijama quando minha surpresa chegar.
- Eu não tenho medo de você, todos meus amigos já me viram de pijama. – eu ri.
- Todos menos um. – ela ri maleficamente e sai pela porta.
- ELE NEM ESTÁ NA CORÉIA DO SUL! – grito para que ela ouvisse.
Essa pessoa que minha amiga estava falando é o Lee Joon Kyung, ele é mais conhecido como Dok2, mas eu gosto de chamá-lo de Joon Kyung, ele era meu melhor amigo e primeiro e único amor, o que eu sentia por ele não podia ser chamado de queda, estava mais pra um salto de bungeejump sem corda, eu vivia e respirava por ele, nós éramos muito próximos e eu nunca contei meus sentimentos para ele, todos nossos amigos já tinham percebido, menos ele, ele se mudou para Los Angeles tentando ser um rapper, as chances dele eram maiores lá do que aqui, ele não queria entrar em um grupo de kpop, ele queria ser rapper de verdade.
Já fazia três anos que eu não via Joon Kyung e minhas esperanças já estavam mais do que desaparecidas, nesse meio tempo eu namorei e sai com alguns caras, mas nunca foi nada sério, eu sempre acabava terminando antes do quinto mês de namoro porque eu me pegava imaginando “Mas e se ele fosse o Joon Kyung?” e eu achava extremamente injusto com meus namorados.
Continuei sentada no meu sofá, com meu pijama, comendo a minha pipoca e assistindo meu filme sem me preocupar com ninguém, uma hora já tinha se passado e a tal surpresa da minha amiga nem fez menção de chegar, o que me deixava bem mais tranquila, já era oito da noite e eu estava quase indo tomar um banho relaxante para poder deitar e dormir tranquilamente porque amanhã é só mais um dia que eu teria que trabalhar sem parar, ou era o que eu achava até a campainha tocar.
- Quem é? – falo indo até a porta e olhando no olho mágico, meu coração parou por um segundo.
- Não vai abrir pra mim? – os mesmos olhos, o mesmo sorriso, mas em um rosto amadurecido, não acreditava que ele estava na minha frente naquele momento com só uma porta nos separando e não um oceano inteiro e mais alguns países.
- JOON KYUNG! – gritei e abri a porta sem nem me importar com o jeito que eu estava vestida.
- ________! – ele sorri largo e me da um abraço forte.
- Porque você não me disse que voltava? – continuei abraçada com ele, mas eu só fui perceber o jeito que eu estava vestida quando eu senti sua mão gélida em uma parte nua da minha cintura.
- Eu queria fazer uma surpresa. – ele me solta e me olha de cima a baixo. – Você cresceu. – ele sorri de canto e eu corei.
- Entra, eu vou me trocar. – puxei-o para dentro, fechei a porta o mais rápido possível e corri para o meu quarto, meu rosto queimava de vergonha, tantas noites sonhando com o nosso reencontro e é assim que eu estou vestida, um ponto para a _________ parabéns.
- Pronto? – ele perguntou sorrindo quando eu voltei com um short quase curto e uma t-shirt por cima.
- Sim. – eu assenti com a cabeça e fui em direção à cozinha. – Você já jantou? Eu ia esquentar a janta para mim agora.
- Eu já comi sim, mas fique a vontade para comer, eu não vou atrapalhar.
- Então venha para a cozinha comigo, me conte suas histórias. – andei até a cozinha e ele me acompanhou, coloquei minha comida da mesa e me servi, ofereci novamente, mas ele não quis então me sentei e ele sentou-se do meu lado.
- Que história que você quer ouvir? – ele sorri para mim.
- Como foi quando chegou lá?
- Difícil, essa palavra resume tudo, eu mal falava a língua e eu tinha a ideia louca de que quando eu chegasse lá tudo viria a mim. – ele sorriu como se estivesse lembrando.
- E porque voltou?
- Eu vou fazer uma parceria com o GD. – meu corpo deu um pulinho quando eu o senti desenhando círculos com o dedo um pouco acima de meu joelho.
- Eu amo o GD. – meus olhos brilharam por um momento e ele parou com os desenhos do nada.
- Ele nem é tudo isso. – ele se levanta e se joga no sofá da sala o local fica quieto, eu termino de comer, lavo a louça.
- Mas ele é lindo e perfeito mesmo assim. – ele liga a TV e aumenta o volume.
- Se você está dizendo.
- Joon Kyung eu vou tomar um banho e já volto, fique a vontade. – fui até meu quarto pegar minha roupa, a separei e coloquei em cima da cama, fui até o banheiro, tranquei a porta e liguei o chuveiro, eu gosto de deixar música tocando bem alto quando eu vou tomar banho porque daí eu posso cantar e ninguém vai ouvir, meu banho não demorou muito já que eu não queria deixar Joon Kyung ignorado na minha sala de estar, sai do chuveiro, me enrolei na toalha e fui até meu quarto, encontrei Dok2 sentado na poltrona que eu tinha ali.
- Você canta muito mal. – ele riu e me encarou, eu corei e tentei esconder meu corpo o máximo possível.
- O que você está fazendo aqui?
- Quer dizer que depois de três anos, eu venho aqui, você vai tomar banho enquanto tem visita na casa, do sexo oposto ainda por cima e não quer que ela fique interessada em te ver de toalha? – ele sorri maroto. – Você me deu a certeza que viria de toalha ao deixar sua roupa em cima da cama, tão inocente. – ele levanta e se aproxima. – Ou você se finge de inocente.
- D... Dok2. – gaguejei seu apelido e ele tocou minha cintura por cima da toalha.
- O que foi? Você não gosta mais de mim? – ele pergunta enquanto desliza uma de suas mãos pela minha coxa erguendo um pouco a toalha.
- Como você sabia que eu gostava de você? – pergunto tentando ignorar todos os toques de meu único amor, parecia que era tudo um sonho.
- Eu sempre soube, não era difícil de perceber. – ele ri. – Você deixava isso bem explícito.
- Espera aí. – me afasto dele e seguro minha toalha com força. – Você está só brincando comigo, você sabia que eu gostava de você, mas mesmo assim foi embora, e agora você volta e fica fazendo essas coisas comigo. – o olho irritada. – Você não era assim. – bufo.
- Eu senti tanto sua falta depois de ter ido embora, eu queria ter te trazido junto, mas você era muito nova, foram torturantes esses três anos sem te ver. – ele se aproxima novamente e eu vou indo para trás até que minhas costas se encontraram com a parede. – Eu te amei tanto. – ele aproxima seu rosto de meu pescoço e eu sinto sua respiração quente na minha pele gelada, as gotas de água decidam pelo meu cabelo até meu corpo e passeavam por ali.
- Eu não acredito em você. – mordo meu lábio inferior, eu queria que ele provasse que eu estava errada, eu queria que ele provasse que realmente me amou.
- Eu não parei de pensar em você sequer um dia, foram incontáveis as vezes que eu quase voltei para Seoul por sua culpa, eu achei que indo para a América esse sentimento passaria, mas eu estava errado, eu só te desejei mais e mais. – ele dá um breve selinho no meu pescoço me fazendo suspirar. – Você sabe que você também quer. – ele me pega pela cintura e me leva até a cama me jogando em cima das roupas que eu tinha separado. – Eu estou quase pedindo para você se vestir na minha frente para eu poder te observar e ter o prazer de tirar peça por peça depois. – ele mordia seu lábio inferior e até seus olhos estavam maliciosos.
- Você realmente mudou. – eu sorrio maliciosamente e ele parece assustado. – Se você quer jogar, vamos jogar. – o puxo para cima de mim pelo braço e ele morde o lábio inferior.
Dok2 aperta minha coxa direita com força e beija meus lábios, o beijo que estava esperando a tanto tempo, ele sobe a sua mão direita até minha cintura por baixo da toalha fazendo a metade esquerda de meu corpo ficar exposta, eu coro e tento me esconder sem sucesso porque ele segura meu braço, se separa de mim e analisa aquela metade nua do meu corpo com cuidado, ele beija minha bochecha e desce até meu pescoço perdendo um pouco de tempo ali me fazendo arfar, seus beijos descem até meu colo logo chegando em meu seio, ele usa sua língua para brincar com bico do meu seio, agarrei seu cabelo fortemente e gemi baixo ela sorriu contra minha pele, mas se separou de mim me fazendo ficar irritada, ele tirou sua camiseta e eu pude ver seu abdômen e braços com mais cuidado, ele era perfeito, desço minhas mãos até o fecho da sua calça, tiro seu cinto o arremessando longe e desabotoo sua calça, abro seu zíper e tiro sua calça o deixando só de boxer, ele puxa a toalha de baixo de mim e a joga atrás dele, sua mão desenha minhas curvas com cuidado, ele molda meus seios com suas mãos e deposita um selinho em meus lábios.
- Você é perfeita. – ele sorri e eu coro envergonhada.
Ele beija minha barriga e distribui algumas mordiscadas por ali, minha mão direita encontra o elástico de sua boxer e brinca um pouco, logo depois apertando seu membro com cuidado fazendo-o gemer entre os dentes, eu sentia aquele volume pulsar em minha mão, estava quente e duro, decidi acabar com o sofrimento do coitado e puxo sua boxer para baixo de uma vez só fazendo seu membro pular para fora, ele geme alto e eu sorrio com isso, ele me puxa mais para a cima da cama e apoia seus joelhos em volta de meu corpo, ele volta a chupar meu seio e eu massageio seu membro vagarosamente o fazendo gemer, eu logo sinto seu pré-gozo sair e uso-o para umedecer seu membro e deixar os movimentos mais fáceis, ele desce uma de sua mãos devagar até minha intimidade e começa movimentos circulares em meu clitóris, eu gemo seu nome alto e ele parece feliz com aquilo, ele ficou até mais excitado, mordo seu ombro para não gritar de prazer, ele me penetra um dedo e depois o segundo, ele me torturava com seus movimentos, eu queria mais e precisava de mais, torturo-o diminuindo a velocidade de meus movimentos em seu membro, ele geme em reprovação e eu rio, ele sai de dentro e de cima de mim e se levanta, vai até sua calça tirando uma camisinha dali, ele a entrega para mim para que eu a colocasse, abro o pacote com os dentes e visto seu membro rígido com a proteção, ele se deita novamente em cima de mim e abre minhas pernas se encaixando bem no meio delas, ele para com sua cabeça em minha entrada me fazendo gemer arrastado, ele sorri divertido e eu movo quadril para que ele vá logo com aquilo, mas ele se afasta, ele ameaça novamente e eu seguro todo o ar de meus pulmões, ele se afasta e ri novamente, sua mão desde até minha intimidade seu dedo brinca por ali.
- Olha como você está molhada, você me quer tanto assim? – ele brinca comigo enquanto eu estou perdida em todo o êxtase do momento.
- Se você continuar assim você vai ficar na mão. – o encaro irritada, ele arregala os olhos.
Ele volta seu membro em minha entrada, mas dessa vez ele começa a me penetrar, eu rebolo em seu membro enquanto ele me penetra fazendo cada centímetro seu se acostumar com meu interior, é a vez dele geme arrastado enquanto eu o divirto rebolando ali.
- Tão quente e apertada. – ele geme ao pé do meu ouvido fazendo um arrepio subir por minha espinha.
Seu membro se encontrava por completo dentro de mim, ele se moveu para frente e para trás vagarosamente, os gemidos começaram a tomar conta do quarto, meu cabelo e corpo molhado já tinha molhado toda a roupa de cama, eu gemia pedindo por mais e Joon Kyung aumentava a velocidade concedendo meu desejo, senti meu interior começar a apertar Dok2 e ele gemia cada vez mais alto, sua velocidade e força fez a cama se mexer, mas nós nem nos importamos, meu orgasmo chegou e eu me derramei nele, meu corpo tremeu me dando prazer extremo e logo ele goza em mim e derruba seu corpo com cuidado por cima do meu, sua respiração quente e ofegante atingia meu pescoço me deixando arrepiada, ele saiu de dentro de mim com cuidado e foi jogar a camisinha fora, meu peito subia e descia como louco, parecia que eu tinha acabado de correr uma maratona, ele puxa a coberta de debaixo de mim, se deita de meu lado e nos cobre me abraçando logo em seguida.
- Quanto tempo vai durar essa sua parceria com o GD? – pergunto com a cabeça cheia de segundas intenções.
- Se depender de você pode durar para sempre. – ele sorri para mim e beija minha testa com delicadeza.
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