A borboleta rompe o casulo, alça voo. Exibe, faceira, num farfalhar, a liberdade por tanto negada.
A rosa, outrora, insípido botãozinho, desabrocha. Quer mostrar ao mundo seu colorido perfume ; esplendorosa inflorescência. Tal como elas, alço voo liberto. Colorido, perfumado. Repleto de desejos e me permito... sonhar!











