Tocando agora: Pela luz dos olhos teus - Carlos Jobim
₍^. .^₎⟆ - - - Fluffy, kisses, protagonista gravidinha passando seu primeiro dia das mães grávida — ela tá gravida de uma menininha —, bem clichê do jeitinho que vcs amam... e é isso (eu acho...) [minha biblioteca]
Feliz dia das mães para todas as mamães do Tumblr e do mundo todinho!
O cheiro de chuva já começava a entrar pela varanda.
Ainda não chovia de verdade, mas o céu estava coberto por nuvens cinzentas e pesadas, deixando a manhã inteira com aquele ar frio e preguiçoso de domingo. O vento balançava devagar as cortinas claras da sala, trazendo o cheirinho úmido do tempo nublado para dentro da casa. Você adorava manhãs assim. Principalmente agora, quando tudo parecia mais sensível, mais emocional, mais intenso por causa da gravidez.
Você estava parada na varanda usando uma camiseta enorme do Jake que já não escondia mais sua barriga começando a crescer. A barra da camiseta tinha subido um pouquinho, deixando a pele da sua barriga descoberta para o vento frio. Sua mão acariciava o local devagar, distraidamente, enquanto você observava o céu.
Um movimento pequenininho, quase sutil, veio lá de dentro, como se a bebê quisesse dar bom dia.
Foi o suficiente para fazer seu coração inteiro se derreter.
Um sorriso automático apareceu no seu rosto enquanto você abaixava a cabeça, passando a mão sobre a barriga novamente, como se pudesse responder ao toque da bebê. Ainda parecia surreal pensar que havia uma vida crescendo ali dentro. A filha de vocês.
Você soltou uma risadinha baixa sozinha.
— Bom dia pra você também, meu amor…
A voz sonolenta de Jake surgiu atrás de você antes mesmo que você percebesse os passos dele se aproximando. Logo depois, os braços quentes dele envolveram sua cintura cuidadosamente por trás. Jake ainda parecia recém-acordado: cabelo bagunçado, moletom largo, rosto amassadinho de sono. Mesmo assim, ele automaticamente deslizou as mãos até sua barriga, como se aquele já fosse o lugar favorito dele no mundo.
— Ela tá acordada? — perguntou baixinho, encostando o queixo no seu ombro.
Você assentiu, ainda sorrindo.
— Faz uns minutinhos. Ela tá mexendo bastante hoje.
Jake abriu um sorriso tão genuíno que quase doeu no peito olhar para ele. Toda vez que a bebê mexia, ele reagia como se fosse a primeira vez da vida dele. Como se nunca conseguisse se acostumar com aquilo.
Ele ficou em silêncio por alguns segundos, apenas acariciando sua barriga junto com você. Então abaixou a cabeça e deixou um beijo demorado no seu ombro.
Depois outro na sua nuca.
E outro perto da sua orelha.
Você soltou uma risada baixa.
— Jake…
— Hm?
— Você tá muito carinhoso.
— Eu sempre sou carinhoso.
— Não desse jeito suspeito.
Ele riu baixinho contra sua pele e apertou sua cintura.
— Talvez eu tenha motivos hoje.
Você virou o rosto um pouquinho, desconfiada.
— Que motivos?
Jake fez aquela expressão convencida que você conhecia tão bem.
— Primeiro… feliz dia das mães, meu amor.
Seu coração falhou uma batida.
Porque era verdade, era o seu primeiro dia das mães mesmo com a bebê ainda crescendo dentro de você, mesmo sem ela ter nascido ainda.
Você não tinha percebido o quanto aquelas palavras mexeriam tanto com você até ouvi-las saindo da boca dele.
Os olhos arderam imediatamente.
Jake percebeu na hora.
— Ah não… já começou? — ele riu baixinho, segurando seu rosto com cuidado.
Você deu uma risadinha chorosa.
— A culpa é sua.
— Nem te dei o presente ainda.
Você piscou.
— Que presente?
Jake sorriu imediatamente.
Aquele sorriso bonito e animado de quem estava se segurando para não estragar uma surpresa.
— Vem comigo.
Ele segurou sua mão e guiou você para dentro da casa, mas parou antes da sala.
— Fecha os olhos.
— Amor...
— Confia em mim.
Você obedeceu, ainda ouvindo ele andar de um lado para o outro pela sala parecendo nervoso. Ele murmurava algumas coisas sozinho, arrastava alguma coisa, e você conseguia imaginar perfeitamente a expressão concentrada dele naquele momento.
Então ele falou:
— Tá. Agora pode abrir.
Quando você abriu os olhos, a primeira coisa que sentiu foi vontade de chorar de novo.
A sala inteira estava linda.
Ele claramente tinha passado muito tempo preparando tudo.
Flores estavam espalhadas por vários cantos da sala, em tons delicados que você amava: rosas clarinhas, peônias, lavandas e margaridas pequenas. Havia velas acesas com cheiro suave de baunilha e algodão, deixando o ambiente aconchegante junto com a luz nublada entrando pelas janelas.
E no centro de tudo, em cima da mesa de centro…
Uma cesta enorme.
Você levou a mão à boca imediatamente.
— Amor...
Ele parecia absurdamente orgulhoso de si mesmo.
— Eu quase enlouqueci escolhendo isso tudo. Então você tem obrigação de gostar.
Você se aproximou devagar, completamente emocionada. A cesta estava cheia de coisinhas cuidadosamente escolhidas, daquelas que deixavam óbvio o quanto ele prestava atenção em você.
Tinha cremes hidratantes próprios para gravidez porque sua pele andava muito sensível.
Óleos corporais.
Máscaras faciais.
Um robe novinho absurdamente macio.
Pantufas felpudas.
Sachês de chá.
Uma garrafinha térmica nova porque Jake vivia brigando com você para beber mais água.
Frutinhas cortadas em potinhos.
Cookies.
Chocolate.
Balinhas de gengibre para os enjoos que ainda atormentavam você quase todos os dias.
E vários envelopes pequenos espalhados entre as flores.
Você pegou um deles primeiro.
Jake imediatamente cruzou os braços, sorrindo.
— Essa é a melhor parte.
Você abriu.
“Vale 50 beijinhos sem reclamações.”
Sua gargalhada saiu automática.
— Jake!
— O quê? Achei útil.
Você abriu outro.
“Vale cafuné até você dormir.”
Outro.
“Vale uma massagem nos pés a qualquer hora.”
Outro.
“Vale uma noite inteira vendo filmes escolhidos por você sem reclamações sobre romances.”
Você olhou para ele rindo.
— Isso foi muito específico.
— Porque você me faz assistir umas coisas tristinhas.
— E você chora vendo metade delas.
— Não muda de assunto, continua lendo as cartinhas.
Você continuou abrindo os vales entre risadinhas, completamente encantada. Alguns eram bobinhos, outros ridiculamente românticos.
“Vale café na cama.”
“Vale beijinhos extras na barriga da mamãe.”
“Vale colo quando os hormônios estiverem malvados.”
E então você pegou o último envelope.
Esse era diferente.
A letra dele parecia um pouco mais cuidadosa ali.
Você abriu devagar.
“Vale lembrar você todos os dias que você já é a melhor mãe do mundo.”
Seu rosto desmontou na mesma hora.
Porque gravidez fazia tudo ficar mais intenso, você andava insegura às vezes, porque ainda parecia surreal imaginar uma bebê dependendo completamente de você.
E porque Jake, com aquelas coisas simples e sinceras, fazia você se sentir segura de um jeito que ninguém mais conseguia.
As lágrimas começaram a cair silenciosamente.
Jake imediatamente saiu da pose convencida e se aproximou preocupado.
— Ei… amor…
Você começou a rir no meio do choro.
— Eu odeio o quanto isso foi bonito…
Ele segurou seu rosto com delicadeza.
— Você merece coisas bonitas.
Você tentou responder alguma coisa, mas Jake beijou sua testa antes.
Depois beijou o cantinho do seu olho molhado.
Sua bochecha.
Seu nariz.
E então sua boca.
Beijinhos lentos, demorados, carinhosos, daqueles que pareciam cheios de cuidado. Você segurou o moletom dele entre os dedos enquanto ele continuava roubando mais beijinhos que claramente não estavam planejados.
— Esses também vêm com vale? — você perguntou baixinho entre risadas.
Jake sorriu contra seus lábios.
— Esses são bônus especiais de dia das mães.
Você riu outra vez, e ele aproveitou para beijar você direito agora. Um beijo lento, quente, cheio daquele carinho tranquilo que fazia tudo parecer mais leve. As mãos dele seguravam sua cintura com cuidado automático, como se você fosse a coisa mais preciosa do mundo inteiro.
Quando o beijo terminou, Jake se ajoelhou na sua frente sem aviso.
Você arregalou os olhos.
Ele levantou devagar a barra da sua camiseta, deixando sua barriga completamente à mostra, e olhou para ela por alguns segundos com aquela expressão apaixonada que sempre fazia seu peito apertar.
Então deixou um beijo bem no centro da sua barriga.
Outro.
E mais outro.
— Feliz dia das mães pra você também, pequenininha — ele murmurou para a bebê.
Você sentiu os olhos encherem de lágrimas de novo imediatamente.
Jake olhou para cima ao perceber.
— Meu Deus… você tá chorando desde que acordou.
— A culpa é hormonal…
— Aham. Claro.
Você riu chorando enquanto passava os dedos no cabelo dele.
Então a bebê mexeu outra vez.
Jake arregalou os olhos na mesma hora, completamente encantado.
— Ah, ela gostou! Tá vendo?
— Ou ela tá mandando você parar de ser convencido.
— Impossível. Ela puxou isso de mim.
Você riu alto, e Jake ficou olhando você daquele jeito apaixonado, como se não acreditasse completamente que aquela era a vida dele agora.
A esposa dele;
A filhinha de vocês crescendo ali;
A vida finalmente se tornando um motivo de felicidade;
Você usando a camiseta dele enquanto segurava a barriga com os olhos brilhando.
Ele levantou devagar e segurou seu rosto mais uma vez.
— Você sabe que vai ser incrível nisso tudo, né?
Você mordeu o lábio, emocionada.
— Dá medo às vezes…
Jake assentiu imediatamente.
— Eu sei. Mas você já ama ela antes mesmo de conhecer o rostinho dela. E sinceramente? Acho que é aí que começa.
Você sentiu o peito apertar forte.
Jake encostou a testa na sua.
— Nossa filha vai crescer sabendo exatamente o quanto é amada. Porque você ama ela de um jeito que dá pra ver nos seus olhos toda vez que ela mexe.
Você acabou beijando ele de novo antes que começasse a chorar ainda mais.
Jake riu baixinho no meio do beijo.
— Acho que meus vales de beijinho vão acabar hoje mesmo.
— Então faz mais. Você que inventou isso.
— Pode deixar, mamãe da minha bebê. Vou renovar o estoque inteiro.
Ele te deu um selinho demorando, abraçando-te com um carinho gigante, perceptível apenas pelo toque.
Toji Fushiguro x Reader!fem (Jujutsu Kaisen)
𝘖𝘯𝘥𝘦 𝘝𝘰𝘤𝘦̂ 𝘦 𝘛𝘰𝘫𝘪 𝘦𝘴𝘵𝘢̃𝘰 𝘱𝘳𝘦𝘴𝘵𝘦𝘴 𝘢 𝘵𝘦𝘳 𝘶𝘮 𝘭𝘪𝘯𝘥𝘰 𝘣𝘦𝘣𝘦̂ 𝘤𝘩𝘢𝘮𝘢𝘥𝘰 𝘔𝘦𝘨𝘶𝘮𝘪 𝘦 𝘥𝘦 𝘳𝘦𝘱𝘦𝘯𝘵𝘦 𝘶𝘮 𝘴𝘦𝘳 𝘪𝘳𝘳𝘪𝘵𝘢𝘯𝘵𝘦 𝘥𝘦 𝘤𝘢𝘣𝘦𝘭𝘰 𝘤𝘭𝘢𝘳𝘰 𝘥𝘦𝘤𝘪𝘥𝘦 𝘱𝘢𝘳𝘵𝘪𝘤𝘪𝘱𝘢𝘳 𝘥𝘢 𝘨𝘳𝘢𝘷𝘪𝘥𝘦𝘻.
𝘰𝘶
𝘝𝘰𝘤𝘦̂ 𝘦𝘴𝘵𝘢𝘷𝘢 𝘨𝘳𝘢𝘷𝘪𝘥𝘢 𝘥𝘦 𝘛𝘰𝘫𝘪, 𝘦 𝘎𝘰𝘫𝘰 𝘤𝘪𝘴𝘮𝘢𝘷𝘢 𝘲𝘶𝘦 𝘴𝘦𝘳𝘪𝘢 𝘰 𝘮𝘦𝘭𝘩𝘰𝘳 𝘵𝘪𝘰 𝘥𝘰 𝘮𝘶𝘯𝘥𝘰!
Palavras: 1597
Avisos: Romance, Gojo sendo insuportavel, Toji e Reader não aguentam mais a presença de Satoru, gravidez, alguns xingamentos, Reader!gravida, comédia, uma fanfic guardada a anos atrás, não revisada(perdão)
6° mês; Consultório.
Esse dia estava sendo insuportável, Gojo não parava de paquerar você desde que anunciou que se casou com Toji Fushiguro, além de também não entender o porquê de seu marido ter pego seu sobrenome e não o contrário.
Agora mesmo vocês dois estavam esperando seu nome ser chamado para a seção obstetra - Meses atrás você e Toji descobriram estar grávida. O Satoru seguiu você assim que a viu na rua, andando com uma bolsa em sua mão e a outra apoiada em sua barriga bastante aparente. Desde já, ele apenas seguiu você, enquanto falava e às vezes soltava algumas cantadas para ti.
Os dois estavam sentados na cadeira confortável da sala de espera, você rezava que seu nome fosse chamado o mais rápido possível, para que o homem de olhos azuis largue de seu pé. No cômodo, as outras grávidas não paravam de olhar o grisalho galanteador, haviam ficado encantadas com sua beleza e não sabiam como tirar a atenção do feiticeiro.
Como se Deus ouvisse suas preces, uma mulher de jaleco e prancheta abriu uma das portas levantando sua cabeça e observando todos do lugar, chamando seu nome em seguida.
— Senhora Fushiguro, você é a próxima – Seus olhos brilharam em alegria e com todo seu esforço se levantou da cadeira, um sorriso calmo tomava conta de seu rosto - Se o pai quiser, também pode vir junto.
Por fim, aquela frase fez novamente seu rosto emburrar e o de Satoru se iluminar, por que diabos ela foi chamar logo ele de pai?
— Parece que agora eu sou o papai dessa criança – Brincou acariciando sua barriga, o máximo que você fez foi bater em sua mão a tirando de lá - Ai!
— Gojo, por favor, vai embora! - Reclamou passando pela porta para entrar no consultório, onde uma mulher morena a esperava com um sorriso.
—Não, não, você escutou aquela bondosa mulher, eu sou o pai agora, tenho que cuidar bem de nossa criança~ – O homem acariciava sua cabeça e a abraçava, isso aumentava sua raiva cada vez mais, novamente se limitando a apenas uma cotovelada em sua barriga — Você é bem agressiva, tem certeza que você e o Toji não são irmãos separados na maternidade?
— Se você não parar de falar idiotices, irei matá-lo! – Avisou. Fogo queimava em seus olhos e ódio jorrava de suas palavras. Satoru apenas engoliu seco e a seguiu ao consultório
O tempo foi passando e o tratamento tinha acabado. Satoru não parava de falar e, infelizmente, não podia fazer nada. Gojo não parava de tagarelar, você já estava por um fio de explodir, só queria que seu marido matasse o homem para que você vivesse em paz.
7° mês; Sua casa.
Recentemente, você começou a sentir dores nos pés, então ficou difícil de andar por aí. Toji estava preocupado, mas não podia fazer nada em questão - por causa de seu trabalho. Por isso, Toji confiou você a Satoru, que apenas sorriu em diversão.
Você gritou com o moreno, reclamando sobre seu novo "babá". O Zenin apenas a olhava sem uma expressão, dando o ponto de que você não estava em condições de fazer as coisas sozinha. Sem mais argumentos, você apenas se calou e aceitou seu inferno nomeado Satoru Gojo.
Agora, você estava sentada em sua varanda de madeira, pernas cruzadas em índio, mostrando sua calmaria. Se não fosse por Gojo, que de repente apareceu cantando desafinado uma música. Isso fez seu sangue ferver um pouco, uma vontade súbita de matá-lo te apossou, mas apenas suspirou pesadamente.
— Você está matando uma galinha, ou está cantando? – Perguntou rancorosa
–- Que mal-humorada, se ficar irritada vai fazer mal ao bebê – Uma veia pulsou em sua testa, mostrando o quão irritada estava com a presença dele
–- Cala.... a.... BOCA! – Levantou-se subitamente, assustando o feiticeiro. Começou a correr ignorando as dores em seus pés. Estava de saco cheio do homem de óculos escuros
8° mês; Chá de bebê
Você e seu marido estavam em sua varanda, sentados apreciando não só a vista, mas como também o vento fraquinho que estava aquele dia. Os dois estavam calmos, esperando ansiosamente o dia em que seu filho iria nascer, já estava perto do último mês e você aos poucos sentia a agitação de Megumi.
O ex Zenin tinha você sentada em seu colo, enquanto acariciava sua cabeça calmamente. Os dois estavam em paz. Ainda.
— BOM DIA FAMÍLIA! – Gritou Satoru de dentro da casa. Nesses dias até hoje Toji aprendeu a odiar a presença do homem. Os dois suspiraram longo, cansados da voz estridente dele — Trouxe presentes pro meu sobrinho querido!
Os dois pais olharam para trás observando as enormes caixas nas mãos do grisalho. O homem em si sorria alegremente, enquanto os outros dois tinham carrancas desinteressadas.
— Não lembro de o ter chamado aqui – Pontuou Toji
— Digo o mesmo – Confirmou (Nome) com a cabeça
— Eu sou um ótimo tio pro Megumi. Por isso preciso estar presente pra ele, sempre! – A palavra "sempre" fez com que os dois adultos se arrepiarem de medo. Não porque tinham medo de Satoru, e sim porque odiavam sua presença
— Somos os pais dele Satoru, acho que se você desaparecer por uns, sei lá, três anos? Ele não iria nem se importar – Toji sem se importar, ditou as palavras esperando que o feiticeiro fosse rapidamente embora
— Que cruel meu amiguinho Fushiguro, deveria ser mais alegre sabia? Aposto que a (Nome) me adora! Não é (Nome)?! – Animado, Satoru olhou para a expressão de sua amiga de infância em expectativa
A mulher o olhava apática, sem se importar com sua existência, não a leve a mal, mas Satoru estava insuportável durante todos esses meses!
— Bem, não importa! Aliás, um de vocês pode me responder uma coisa? – Com a atenção dos dois em si, o grisalho pergunta: — Para fazer um chá de bebê, precisa ferver os bebês?
9° mês; Parto.
Você gritava e gritava de dor, agoniada com as contrações em seu ventre. Estava deitada em sua cama com um Satoru totalmente nervoso, sem saber o que fazer, já havia ligado para Shoko, mas a mulher ainda não havia chegado. Esqueceu completamente de ligar para Toji, então não tinha ajuda nenhuma.
O homem já pensou em fugir, mas poderia acabar morrendo no meio do caminho. (Nome) controla maldições, e mesmo nesse momento doloroso ela iria conseguir no máximo invocar mais de sete ou oito maldições - além de também criar uma cortina o impedindo de ir embora.
Como não queria morrer, Gojo fazia tudo o que você mandava, ou melhor, gritava. Além disso, o parto demorou horas com uma breve ajuda de Shoko, que chegou depois de longos quarenta minutos.
Sua casa estava uma bagunça. De vez enquanto, Satoru vinha com um pano molhado em água morna para você, e no lugar de Toji ele segurava sua mão para que pudesse ajudar a empurrar o bebê para fora de si.
Quando finalmente escutou um choro agudo, você se deixou cair na cama cansada e suada pelo enorme esforço. A pedido de Shoko, Gojo trouxe uma enorme bacia de água morninha, para que pudesse limpar a criança. Mas antes, a mulher cortou o cordão umbilical que ainda os prendia.
— Ei! (Nome)! Você vai ser uma daquelas malucas que comem a própria placenta? – Brincando, Satoru perguntou
— Acho que sim. Li bastante sobre isso e parece que será bom pra mim – Respondeu cansada. Satoru a olhou com uma enorme cara de nojo e surpresa, aliás, quem é o louco que comeria aquilo?
— Bom, você foi ótima mamãe! – Shoko andou calmamente com Megumi em seus braços, entregando a criança a ti em seguida — Descanse um pouco. Satoru! Fique com ela até que o Toji chegue - Como um soldado, Gojo pois uma de suas mãos na testa dizendo "SIM SENHORA!" vendo ela ir embora em seguida
Megumi dormia calmamente em seus braços, de vez enquanto ele soltava uns barulhinhos de ronco ressaltando sua fofura. Sua boca formava um pequeno beicinho, que às vezes mexia ainda adormecido. Suas bochechinhas cheias tinham um tom mais rosado, assim como parte de seu nariz.
— Meu pequeno Fushiguro – Você murmurou. Gojo apenas a olhava com um sorriso calmo pairando em seus lábios
1° Ano; Dia dos homens.
— Olha quem chegou~ – Satoru aparecia devagarzinho pelo batente da porta, vendo Megumi e Toji no chão junto de alguns brinquedos. Você não estava em casa já que tinha acontecido uma emergência médica e teve que deixar Megumi com seu marido. Satoru aproveitou o momento e resolveu fazer o "Dia dos homens" — Olá, jovem Fushiguro! Olá, homem da Playboy!
— Você não para mesmo não é? – Resmungou Toji
Megumi engatinhou até seu pai, para que pudesse se apoiar em suas costelas e se levantar, mostrando a Gojo que agora, o menino conseguia ficar em pé. Mesmo com sua cara de poucos amigos - puxou o pai nessa - Megumi continuava fofo.
— Nossa! Agora que pode ficar em pé, que tal tentar andar um pouco ein? – Se ajoelhando no chão, Gojo levantou seus dois braços mostrando que Megumi podia ir até ele — Vem pro tio, vem
Megumi olhou para a cara de Satoru - essa que tinha um imenso sorriso - e sentou-se novamente no chão, desinteressado no assunto. Por outro lado, Toji apenas observava a situação com um pequeno sorriso imperceptível.
— Parece que nem o Megumi gosta de você – Toji diz com um lindo sorriso sarcástico — Eu te falei, nem se você desaparecer por três anos ele iria se importar
— Poxa Megumi, assim você magoa o titio!~ – Choramingando, o grisalho sentou-se virado para parede com a cabeça apoiada em seus joelhos. Enquanto isso, Toji se divertia com a tristeza do outro e, Megumi apenas brincava com seus carrinhos.
Quando menina tinha tantos cuidados com uma flor que plantei enquanto ela crescia,hoje pronta pra ser mãe e ter uma semente tão preciosa dentro de mim,me sinto uma mulher maravilhosa e ao mesmo tempo um belo jardim.