É possível que você nunca tenha ouvido falar de YEKATERINA “KARYA” DOMINIKOVA DASHKOV antes! Mas, desde que chegou para a seleção, a DUQUEZA, vinda do reino de TAZOVSKY, já tornou seu nome conhecido nos corredores. Ouvi dizer que apesar de seus DEZESSEIS anos, ela pode ser bastante MIMADA quando está de mau humor, mas sua CURIOSIDADE compensa. Além disso, ela se parece muito com uma celebridade do antigo mundo. Como se chama mesmo? Ah, sim! MACARENA GARCIA ROMERO.
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Se tivéssemos que resumir a vida de Yekaterina, não haveria muito o que falar. É a filha caçula de uma família rica e numerosa, e por causa disso praticamente cresceu dentro de uma bolha de super proteção; uma verdadeira bonequinha nas mãos de sua mãe. Esta tinha verdadeiro pavor que ela seguisse os passos das irmãs mais velhas: uma ficou grávida antes do casamento ( o que foi rapidamente abafado com um casamento as pressas ), outra cujo primeiro marido morreu misteriosamente na lua de mel ( felizmente ninguém fala mais nisso depois que ela também casou com um cara ainda mais rico ) e uma última que não tem nenhum apego as regras da sociedade. Ah não, o bibelô precisava ser a perfeita damazinha — querendo ou não.
Nunca passou um perrengue na vida, afinal cresceu cercada de luxos e privilégios; todavia, é aquele ditado: uma gaiola dourada ainda é uma gaiola. Diferente de Wiktoryja, sua irmã, o pai não lhe carregava em suas viagens. A mãe ficava em sua cola, quase que lhe esmagando com suas expectativas. A única liberdade que a pobre menina tinha, realmente, era seus livros; leu quase toda a biblioteca da família, admirada com a infinidade de informações e mundos que encontrava nas páginas. Mundos que ansiava por conhecer, mas que não tinha como.
A chance de se afastar um pouquinho da atenção materna sobrecarregante apareceu quando o irmão mais velho anunciou que iria aceitar o convite da realeza australiana e Kat agarrou-a na mesma hora. Foram dias e dias de pura chantagem emocional para que Pyotr a carregasse consigo e agora que finalmente está aqui… Bem, ainda não sabe o que vai fazer… vamos ser sinceros, a vida na redoma não lhe forneceu a melhor das habilidades sociais, tampouco coragem para de fato vivenciar alguma das aventuras que tanto fantasiou. Mas é um passo de cada vez, não?
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Filha dos Dashkov de Tazovsky. Seu pai, Dominic, é o grão duque do reino e também o patriarca de um verdadeiro circo: são sete filhos ao total e Kat é a mais nova do bando.
É possível que você nunca tenha ouvido falar de WIKTORJYA “RYA” DOMINIKOVA DASHKOV antes! Mas, desde que chegou para a seleção, a DUQUESA, vinda do reino de TAZOVSKY, já tornou seu nome conhecido nos corredores. Ouvi dizer que apesar de seus VINTE E UM anos, ela pode ser bastante ESTOURADA quando está de mau humor, mas seu COMPANHEIRISMO compensa. Além disso, ela se parece muito com uma celebridade do antigo mundo. Como se chama mesmo? Ah, sim! DANNA PAOLA.
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O sobrenome de Dashkov representa duas esferas importantes na sociedade de Tazovsky: a primeira delas dá-se pelo título de nobreza, adquirido justamente pela segunda fama, que consiste na de curandeiros. Mas para essa segunda, existe outro pilar. Lendas, assobios mal intencionados passados entre aqueles que logram da ignorância: a bruxaria. E toda a história teve início com Artemisa Dashkov. Incontáveis gerações após os acontecimentos das lendas, ainda se acredita que ser um Dashkov sugere ser amaldiçoado pela traição a deus e seus três santos maiores. Principalmente quando, ainda nos dias atuais, parecem praticar feitiçaria. Paralelo aos negócios da província, a casa de Dashkov lida ainda com a má fama, acarretada pela familiaridade que apresentam em relação a botânica. E embora gente de todo canto os procurem, ainda hoje, quando a fé não parece capaz de resolver seus problemas, são vistos com alguma desconfiança. Fato é que a casa fundou seu império na medicina, e os boticários são os que sabem precisamente o que usar para curar cada enfermidade ou incômodo, sendo este um conhecimento passado de geração em geração, para os homens da família, para evitar que a lenda que assolou o sobrenome uma vez, volte a vida.
Dos sete filhos de Dominic, o atual patriarca da família, Wiktorjya — ou simplesmente Rya, como todos a chamam — é de longe a mais peculiar — e note que tal palavra costuma vir acompanhar de muitos narizes torcidos das damas mais velhas. Sua curiosidade sempre foi a sua maior característica, brilhando naqueles olhos escuros que observavam tudo ao seu redor, ávidos por novas descobertas. Tal curiosidade, no entanto, se dá num sentido mais prático e aventureiro do que intelectual. A menina buscava liberdade e desde a infância já demonstrava resistência às imposições alheias com incessantes questionamentos que não podiam ser satisfeitos com respostas simples ou prontas. Ora, por que deveria deixar de fazer as coisas que queria fazer apenas porque os outros não julgavam próprio para uma dama? Ah não, aquilo simplesmente não entrava em sua cabecinha, que era teimosa o suficiente para continuar com suas pequenas rebeldias, levando suas governantas à loucura.
E conforme crescia, Rya ia de menina travessa para uma mulher bela, dona de um espírito indomável. Foi educada com todo o privilégio que seu nome lhe garantia — e, fique tranquil@, pois nenhum profissional foi gravemente ferida no processo —, só que jamais perdeu o gosto por se aventurar pelos jardins da propriedade ( muitas vezes retornando com os pés descalços e os cabelos bagunçados ) ou se meter em problemas. A mãe culpa Dominc por isso, acusando-o de ser permissivo demais com ela por constantemente passar a mão em sua cabeça diante as travessuras que fazia. E por mais que pai e filha fossem diferentes, era inegável o quão próximos são — o que lhe proporciona mais liberdade do que muitas das jovens de sua idade tinham. Por vezes a levava consigo em suas viagens; tudo bem que Natasha ou Yekaterina, sempre tão próprias e elegantes, eram escolhas melhores do que a hiperativa morena, no entanto ela também podia dissimular ser a dama perfeita só para saciar sua vontade de conhecer o mundo.
Como um espírito livre e justamente por isso, a sexta Dashkov simplesmente abomina a ideia do casamento — de se ver presa a outra pessoa e para sempre obrigada a desempenhar um papel secundário em sua própria vida! Almeja a liberdade de ser sua própria pessoa e por conta disso sempre arruma um jeito de se livrar dos pretendentes que lhe arranjam. Até porque sequer enxerga a necessidade disso, nem por dinheiro ( ora, há quem diga que os Dashkov são ricos até demais ) e nem pela visão romantizada ( não preciso de uma outra metade, já sou uma laranja completa por mim mesma! ).
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Filha dos Dashkov de Tazovsky. Seu pai, Dominic, é o grão duque do reino e também o patriarca de um verdadeiro circo: são sete filhos ao total e Rya é a sexta do bando.