Os autores participantes neste tributo foram o Marco Peixoto, Nuno Duarte, Rui Gamito, Jorge Coelho, Rui Lacas, António José Lopes, José Lopes, Pepedelrey, Miguel Falcato e Pica Lima.
Para os menos familiarizados com a história do fanzine Shock, este foi iniciado em 1983 com o #0. Nesta série de fanzines foram sendo publicados autores conceituados ao lado de novos autores, tendo no Salão de Amadora 94, o “Shock n.º 15 com Suplemento Café No Park” recebido o 1.º Prémio de Melhor Fanzine (ex-aequo) e o 1.º Prémio de Melhor Fanzine Nacional Simão 94. Em 1995, recebe novamente o 1.º Prémio de Melhor Fanzine Nacional no Salão Amadora 95. Em 2009, aquando do seu 29.º número, foi alvo de uma exposição organizada pela Chili Com Carne.
Além de Estrompa, alguns dos autores que foram publicados nos diferentes números de Shock foram Augusto Trigo, Artur Correia, José Ruy, Jorge Magalhães, Luís Louro, Differ, Rá, PepeDelRey, Helder Carrilho, Lacas, Diniz Conefrey, Fernando Vieira, Artur Madeira, Gisélia Lourenço, José Abrantes, Brum, Carlos Cravo, Carlos Pessoa, Geraldes Lino, João Cabrita, Ricardo Blanco, José Garcês, Guima, Marina Palácio, Xanxa Cabrita, Vasco Granja, Fazenda, Jorge Deodato, Paula Pereira, Irene Trigo, Ana D’Almeida, Maré, Miguel, Rui Abrantes, Falcato, Nuno Saraiva, Pedro Brito, Tozé Lopes, M.A.L.S., Marcos Farrajota, Chico Lança, Edgar Marcelo, Eugénio Silva, Fernando Bento, Hervé Chetelat, João Neves, Luiz Beira, Luis Costa, Luis Nunes, Luvi, Mitsuhirato, Pedro Morais, Francisco Legatheaux e “Ruka” Rebello da Silva e José Lopes, entre outros.
Ao longo das suas décadas de existência, o fanzine foi sofrendo diferentes mudanças, tendo sido também um dos locais onde a série Tornado de Estrompa seria publicada, uma BD que alguém definiu como uma paródia policial/chunga com o humor brejeiro bairrista, do Torpedo de Bernett.