Primeiro Desafio: Cumprido! 👊
“É com os cabelos ao vento que escrevo que consegui passar pelo primeiro desafio! ~todos batem palma~ Okok, menos Carol… Vamos combinar que esse desafio foi mais de boa, só para sentir a pressão. E sinceramente? Quase não consegui.”
Oioi, Maravilhosas e maravilhosos!
Comecei a escrever esse trecho no carro, e aí ‘finalmente’ acabou a bateria. Sábado, com a sensação de dever cumprido!
Venha ler como foi!
Caso não tenha lido o primeiro post (o que você ta esperando: Vai ler e volte aqui), me propus no final a um desafio, já que ia viajar na quinta de madrugada e voltar sábado a noite. Em resumo: Escrever o máximo que conseguia na ida e depois dobrar essa quantidade na volta.
No primeiro dia, sentada no meio, apertada contra malas e um irmão mais velho que dormia consegui escrever 647 palavras. Não é muito eu sei... Mas como falei, to começando de boazinha para não desistir.
Tenho essa mania de querer abraçar o mundo e depois não conseguir nem abraçar um ursinho de pelúcia.
Além do mais, em minha defesa. Meu irmão estava de mudança para a Irlanda. Aproveitar os últimos dias com ele, choradeira e despedida também estavam no roteiro dessa viagem. Isso influenciou um pouco na minha escrita e eu tava me sentindo travada.
Escrevi até um pouco da cena da despedida do personagem principal e do pai dele. Depois dizem que a vida real não influencia na escrita... Pera, sou eu que falo isso... Esquece.
Enfim, deixando de lado o meu irmão que ta me mandando fotos maravilhosas da Europa desde sábado, vamos nos concentrar na volta que era mais ali que tava o desafio.
Dobrar 647 palavras.
Agora, com mais espaço no carro - 4 malas de 70kg a menos e 2 pessoas de... Ah, isso não precisa especificar né? Foco, Carol! - e mais transito, escrever seria bem mais tranquilo.
Erro meu.
As palavras não queriam vir de jeito nenhum, e em qualquer situação normal eu simplesmente desligaria o computador e me confortaria com um “amanhã eu escrevo” e esse amanhã nunca chegaria.
Por isso tenho bastante orgulho das 1352 palavras que consegui arrancar durante essas quase 6 horas. Porque em qualquer outra situação elas não existiriam. E eu descobri tanto de um dos personagens secundários que eu não saberia sem me forçar a escrever.
Não está perfeito. Eu sei. Isso fica pro próximo rascunho.
Mas pude constatar que, mesmo com uma meta relativamente baixa, funciona. Te obrigar a escrever.
Então, se eu puder dar um conselho com essa experiência é: vai lá, manda esse bloqueio criativo cagar!
Escreva 500 palavras! Você vai ver que no fim... Não vai ser tão difícil assim.
Falando em 500 palavras. Ta aí o próximo desafio até quinta!
Todo dia pelo menos 500 palavras.
No dia que as palavras vem vai ser fichinha, por isso temos uma regra: Não vale acumular.
Mas vou interromper a escrita quando ela vem Carol...? Isso é loucura e...
Não calma! São no minimo 500 palavras por dia, o dia que vierem 1000, que bom, parabéns. Mas amanhã é 500 de qualquer jeito! Só porque dobrei ontem não quer dizer que não preciso escrever nada hoje.
Então é isso e... Ahh, espera, quero criar uma “tradição” para esses posts:
• Música que mais escutei durante esse desafio 🎧:
David Guetta ft. Zara Larsson - This One's For You
• Trechinho do livro 📖:
“Quando tava pronto para pular a janela ouviu o barulho da porta atrás de si. Aquilo petrificou ele na hora. O coração disparou. A respiração ficou pesada. Não era possível. Ele ia ser pego. – Zyon? Ele sorriu aliviado quando reconheceu a voz. E a respiração voltou ao normal quando virou e deu de cara com o pai sorrindo enquanto sacudia a cabeça em negação. – Você é louco igual seu pai mesmo, né? – Me diz que você veio me salvar? – Não conseguiu evitar o sorriso travesso que certamente teria herdado do mais velho. – Estamos perdendo. – Aquilo fez o sorriso do menino apagar, mesmo que seu Pai ainda sorrisse – Um a zero. Foi uma falha na zaga e Aranha não conseguiu buscar. – Ele respirou fundo, Zyon prendeu a respiração – Precisamos de você... – O pai tentou abafar sua risada – Mas pelo visto você não precisa da minha ajuda. O garoto desceu da borda da janela. Ainda sério. – Ta brincando? O pai sorriu mais para o menino que era sua cópia. – Consegui liberar o corredor, tem uma porta dos fundos onde estacionei o carro. Zyon voltou a sorrir dando um abraço no velho. – Você é o melhor, pai. – Ele logo se soltou do abraço abrindo mais a porta e constatando o que o pai falava, o corredor estava livre de enfermeiros, médicos, pacientes ou qualquer um que ficasse entre ele e aquele campo de futebol.“
Até o próximo desafio, maravilhosos e maravilhosas!! 💖












