não gosto de você, não sinto verdade em você, acho você sim incoerente, você está onde te convém em todos seus jeitos, falas, andados, posicionamentos e etc. acho você uma falsa

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não gosto de você, não sinto verdade em você, acho você sim incoerente, você está onde te convém em todos seus jeitos, falas, andados, posicionamentos e etc. acho você uma falsa
FELIZ DIA DOS NAMORADOS! maria cecília ahn’s posts, one year apart.
Eu amo duas pessoas. Amo ambas do fundo do meu coração. As amo apesar dos pré-conceitos e pré-julgamentos da sociedade. As amo apesar do senso comum dizer que isso não é possível. As amo do fundo da minha alma.
@amaterasuu
Esse é o texto mais pessoal que eu já escreverei na vida, talvez o único tão pessoal. Ou não. Sem metáforas e sem poetizar muita coisa: será uma despedida. Não sei se de nós. Não sei se de mim, mas com certeza é um adeus. Mais um. De todos os que já foram, sobre tudo que nos envolve. Não sei se pra sempre, não sei até quando. A gente nunca sabe o que o futuro nos reserva. Mas por hora, estou te libertando de vez. Mais do que isso, talvez eu esteja me libertando. Tua ausência, depois de me castigar severamente, por tantos anos a mercê de um amor unilateral, me ensinou a te amar em paz, de longe. Sem te querer de volta. O tempo me ensinou a soprar até ti, ventos de felicidade. Sem alimentar um rancor sem fundamento. Sem te castigar mentalmente, pelas suas tantas mentiras mal contadas e por todas as vezes que você foi imprudente e egoísta, aprisionando a minha liberdade e fazendo todas as escolhas por mim. Porque eu também não sou o que chamamos de perfeição, quando o assunto é insegurança. Eu também tenho vontade de desistir e ela é bem mais frequente do que eu costumava te contar. Mas isso também não vem mais ao caso agora. O tempo têm me ensinado muito, nessa minha vontade insana de engolir toda dor de uma vez e pular pra parte onde eu recomeço sem me auto aprisionar em um passado, que até pouco, era tão presente. A minha ansiedade quase me deixa esquecer, que as feridas só vão cicatrizar, um dia de cada vez. Mas esse texto não é pra te contar sobre como eu tenho passado desde que você se foi, porque você está ocupado demais agora, em algum lugar, fingindo que não se importa. Esse texto é pra me despedir de quem eu tenho sido por te amar demais ou quem sabe, por te idealizar demais. Pra te contar que eu não gosto mais de ser a mulher que sempre te espera pra dizer que te perdoa. A mulher que te aceita, de novo, com todos os erros, derrapadas e abandonos. Esse texto é pra dizer que eu sempre vou te amar, de um jeito absolutamente único e incrível. E que eu não sei o que a vida guarda pra nós, por isso, não me atrevo a dizer “nunca mais”, como você disse tantas vezes, sem pensar e sem se ouvir. Mas é também pra te dizer que nada do que não for real, tangível e perto do toque das minhas mãos, vai entrar de novo pela porta do meu coração. E isso inclui você. Inclui você e todos os seus retornos fantasiosos e desculpas esfarrapadas pra me amar de longe, por medo do que iria encontrar ao se ver refletido nos meus olhos. Esse texto é pra me lembrar que eu não posso e não vou mais me crucificar, pensando não ter sido o suficiente pra te fazer ficar, quando foi de sua livre e absoluta vontade, ir embora e apagar qualquer rastro meu. Esse texto é pra te contar, que o tempo me ensinou a amenizar a dor com uma aceitação plena de que, eu fiz tudo o que pude. Eu não poderia ter feito mais, eu não poderia ter sido mais. E hoje, eu estou escrevendo isso, porque depois de tanto tempo, eu finalmente entendi o que a vida queria me dizer. Eu não posso mais ultrapassar os limites de quem eu sou e esquecer da minha essência, passando por cima de todos os meus valores, só pra me dar ao luxo de não ter que ficar sem você. Como se eu não fosse sobreviver, como se isso fosse me consumir. Como se eu tivesse medo da dor, quando nós dois sabemos, que eu já enfrentei coisa muito pior que você. Quando nós dois sabemos, que eu sou muito maior e mais forte que isso. Sei que em algum lugar profundo da sua alma, você ainda acredita que minha maior prova de amor, foi desmoronar e recomeçar milhares de vezes, te perdoando e te aceitando de volta, reconstruindo os nossos muros do zero. Mas esse texto é pra te dizer que, a minha maior prova de amor, é essa, de te deixar ir de uma vez. É abrir mão de um sentimento que por anos eu insisti em aprisionar, pensando ser o suficiente pra sustentar um amor sozinha, até descobrir que eu não sou e que não é vergonha nenhuma assumir isso. Então, minha maior prova de amor, é te libertar. Sem mágoas e sem peso. Sem nenhum nó na garganta por conta de assuntos não resolvidos, porque Deus sabe que eu sempre estive de peito aberto pra resolvê-los. Esse texto é pra registrar, que eu finalmente me perdoei por todas as culpas que eu engoli, pensando que eram minhas, mesmo sabendo que não eram. E pra registrar que talvez tenha sido neste exato momento, que eu te superei. Sem deixar de te amar, mas registrando que partindo disso, eu oficialmente, não te espero mais. E em nome de todas vezes que você ainda irá me ler, eu peço que não se iluda com a ideia de que algum verso venha a ser encaminhado pra ti. Porque a minha poesia é inspirada em tudo o que flui de mim. E você não flui mais aqui. Porque quando eu deixei de te esperar, corajoso como você nunca foi, aprendi a ser mais minha do que sua. Por isso, te amar agora, é só uma consequência, dessa história que moldamos juntos, com a minha entrega e a sua covardia. Te amar não é mais um fardo que eu carrego te esperando. O meu “eu te amo” está bem longe de ser “eu te aceito de volta” e pela primeira vez, isso é reconfortante. Esse texto é pra me despedir da pessoa que eu fui, tentando ser a mulher que você idealizava. E pra te apresentar, uma mulher que está tomando as rédeas da própria vida e que tem um mundo inteiro de braços abertos esperando pela sua liberdade.
(Escrever esse texto foi como abrir a gaiola do meu peito e deixar voar todos os pássaros aprisionados)
b.
Batendo o cabelo
Priya
Docete
viciousoriginxl
I'm a lost cause, nobody will really help me get || POV
Encarando um ponto fixo na biblioteca era o que Tommy Christopher Sugg estava fazendo, o garoto, na verdade, foi pra biblioteca pra tentar melhorar suas notas, o que não teu muito certo, alias. O garoto havia desistido cem porcento para o livro de geometria e começou a pensar: "Quando os peixes vão comer, como a comida não vai subindo na água?". Bom, era isso que o loiro estava fazendo em seu intervalo de sexta-feira. O garoto não tinha muita escolha em o que fazer no intervalo, já que Patrick e Noreen haviam sumido, Sierra estava passando muito tempo com Teddy, Summer estava com Dominic, Luke com toda certeza estava mandando uma cantada barata pra as lideres de torcida e Tommy, definitivamente, não queria passar o seu intervalo cm aquelas garotas, na realidade, a unica garota que o loiro queria passar era com Hazel, mas a garota também havia sumido.
De acordo com seu relógio ainda faltavam cerca de sete minutos para o fim de seu intervalo, não que ele estivesse muito animado para voltar ao trabalho, mas ele não aguentava mais ouvir a senhora Fields, a bibliotecária, falar pra o garoto parar de batucar na mesa, porque ali era um local de silêncio. Ouviu o sino tocar e foi em direção a sala de aula. A aula era de historia e Tommy tinha vontade de usar o computador da sala de aula pra outra coisa, já que o garoto quase ia dormindo no meio da aula.Entretanto, uma mulher morena baixinha, usando óculos de fundo e que tinha um batom vermelho em seus lábios que chamavam muita atenção entrou na sala de aula, era a coordenadora. "Com licença, professora Meredith, mas alguém está querendo conversar com o o Tommy Sugg para na coordenadoria." Tommy se levantou da cadeira um tanto curioso, mas tava graças a Deus que ia sair mais cedo da ula, ele realmente não queria mais ouvir sobre as pernas bonitas de Luís XIV. — Então, você sabe quem é que quer falar comigo, senhorita Coulb? — perguntou, olhando para a coordenadora da escola, esperando uma resposta. "Ah eu não sei dizer ao certo, porque eu não conheço, mas ele se apresentou como Scott Halms." Tommy sabia quem era o homem, Scott era o advogado da família Sugg, não só porque Halms ajudava o loiro em tudo, mas porque Scott já havia se relacionado amorosamente com a sua mãe antes Jasmine, sua mãe, se casar com o seu pai.
Entrou na sala da coordenadora e lá estava Scott, com o seus cabelos grisalhos, um tero e um sorriso que Tommy dizia que ele poderia ser dentista. "Chegamos, Sugg, eu vou deixar você é o mrs. Halms sozinho." Disse a coordenadora, ando um breve sorriso e fechando a porta, Tommy e Scott sorriram para a mulher e deram um abraço rápido um no outro. "É bom te ver de novo Tommy." Disse Scott, com um sorriso de canto. — Também é bom de ver, Halms, faz tempo que você vem la em casa. Bom, dá ultima vez foi pra ajudar no divorcio da minha avó com aquele travesti. — Brincou, dando uma risada fraca. "Ei, aquele divorcio foi muito complicado, a Chloe queria processar ela pro preconceito." — Mas enfim, porque você veio aqui? — indagou Tommy, se sentando em uma das cadeiras. "Vim justamente por causa da sua avó, Tommy. Soube da morte dela e nesses últimos dias tentei entrar em contato com o seu pai pra saber se ele vai querer cuidar de você, porém não preciso nem te dizer a resposta." Falou o homem, tirando papeladas da sua maleta e pôs na mesa junto com uma caneta banhada a ouro. Tossiu um pouco, ajeitando a gravata e voltando a atenção ao jovem. " O ponto é que eu vou ter que levá-lo ao serviço social, Tommy..." — Serviço social? Mas eu não posso ficar na casa de alguém até fazer dezoito? Quer dizer, faltam dois meses pra isso e eu já posso cuidar de mim. — O loiro pegou as papeletas que estavam na mesa, passando o olho em algumas paginas. "Na verdade, você vai poder cuidar sozinho só com vinte e um, Tommy, você vai precisar de um guardião até chegar a essa idade." Halms falou com uma expressão seria tentado amenizar as coisas. —Espera guardião? Ah isso vai ser fácil encontrar, o mundo está sempre a procura de um adolescente de dezessete anos com o dobro de dinheiro do que ganha em seu salario. — Debochou Tommy, ainda lento os papeis. "Isso não é uma brincadeira, é uma coisa séria. Você agora é propriedade do governo.. Está vendo essa papelada? Tem umas partes que eu assinei. Basicamente, fala que não tem nenhum guardião disponível para você." — Eu percebi e amei o apelido de 0367859, melhor que "Tommy, o dinossauro do twerk" — " Escute, eu ainda vou marcar um encontro com a assistente social e é bom você não fazer essas más piadas." — Más paidas? Escuta, eu agradeço o esforço, mas eu sou uma causa perdida. Estou quase reprovando de ano, talvez até seja retirado do time de futebol, eu estava com o joelho torcido até pouco tempo e, sinceramente, a unica coisa que eu necessito agora é de um belo de um wisky. Eu sinto muito, Scott, mas você não vai encontrar um guardião pra mim. —
Tommy se levantou da cadeira, indo em direção a porta e foi embora sem dizer mais nada. Tommy sabia que não dava pra viver só e que Scott só estava tentando ajudá-lo, mas o garoto sabia que mesmo alguém tentando ajudá-lo nunca ia conseguir realmente.