Eu amei
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Eu amei
Bom Dia para o maior mulherengo de Manchester
good afternoon to us all, anon!unfortunately I’ve been on a dry spell since this quarentine phase started 😪just me, myself and… noah
passando pra deixar um love u da sua bf gabs
meu deus obrigada eu vi a notificação e pensei “lá vem ask hate de novo”
me caguei
OBRIGADA MIGA TE AMO vem cá <3
PUBLIQUEI SIM e to nenhai isso vai fazer bem p minha auto-estima quando eu tiver triste, besos
James Franco ♥ Winona Ryder
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BEBEBEBEBEBEBEatriz
eu te amo sabia
Don't let yourself go || @Reymmings
O intervalo era o momento mais esperado pela maioria dos estudantes da Kings. Mas para Richard Reynolds era quando os grupos se formavam e demonstravam suas enormes diferenças. Os jogadores do time de futebol exibiam sua força e toda sua masculinidade de um lado. De outro, as líderes de torcida ensaiavam mais um de seus incansáveis números. Haviam ainda os rebeldes e os que pareciam normais, mas que na verdade eram tão problemáticos quanto os demais. Isolado dessa confusão estava Richie. Inteligente demais para um grupo, estranho demais para o outro, costumava se sentar o mais afastado possível de todos. E não se importava nem um pouco com isso. Lia algum livro ou alguma de suas HQs preferidas. Comia seu costumeiro sanduíche. Ou então, passava seu tempo observando os demais. Divertia-se muito enquanto fazia isso. Mas durante esse tempo, percebia o que as pessoas pensavam sobre ele. Para alguns, ele era um completo invisível. O que era aceitável e até prazeroso a ele. O problema estava naqueles que o percebiam. Esses tornavam sua vida um pouco mais deplorável do que ela já era. Cochichos, deboches, insultos conviviam com a rotina de Richard. E por mais que ele tentasse não ser atingido, eles teimavam em fazê-lo cada dia mais triste.
Alheio em seus pensamentos, Richard percebeu quando Grace Hammings passou perto de sua mesa. Estava rodeada de suas amigas e seu adorável namorado, Edward Brooks. Seu colega de quarto, o qual Richard aguentava, infelizmente, durante a maior parte de sue tempo. Apesar de ela estar acompanhada, ele não se conteve e sorriu levemente para a garota. Grace talvez fosse para ele a esperança daquele lugar. Sua doçura o encantava e ele acreditava que com apenas um sorriso ela poderia ter o mundo em seus pés. Não que ele estivesse apaixonado por ela, mas não podia negar que ela o fazia se sentir melhor. Richard tinha plena certeza de que os dois pertenciam a dois mundos diferentes. Ela era espontânea, alegre, popular, enquanto ele era o geek eternamente zoado pelo namorado de sua amiga. Sim, eles eram amigos. Ele nunca esqueceria o dia em que ela começou a falar pelos cotovelos sobre o quanto gostava de história em quadrinhos, depois de ele ter derrubado metade de sua coleção no chão. Desde então, conversavam frequentemente sobre sua paixão pelos HQs.
Essa era a vontade dele naquele momento. Mostrar seu novo e mais especial HQ dos Vingadores. Perguntar como tinha sido sua semana, se estava tudo bem com ela. Como dizia seu pai: Coisas bobas, mas que fazem a diferença. E ela era sua única amiga, até então, naquela escola. Seu terrível medo de como seria lidar com as mulheres quando elas entrassem na escola foi superado quando ele percebeu o quanto elas fariam de bom naquele lugar. Uma confiança repentina tomou seu peito e ele resolveu que deveria ir até a mesa onde ela se sentava e pedir pra eles conversarem. Sabia que poderia estar arrumando encrenca com Edward, mas já estava acostumado com o sarcasmo e a arrogância do rapaz. Nada que ele não tivesse vivenciado antes. Guardou seus livros que estavam sob a mesa rapidamente, enquanto pensava no que deveria fazer. Chamá-la pra conversar, o que seria perigoso, ou acenar, o que seria um pouco ridículo. Decidiu-se por chamá-la. Enquanto caminhava em direção à mesa onde ela estava, começou a se sentir desconfortável. Provavelmente era o nervosismo que o acompanhava incisivamente.
Percebeu que um dos grandalhões do time de futebol vinha correndo em sua direção, sem o perceber. Estava em busca da bola que tinha sido arremessada. Ao chocar-se com ele, Richard deixou seus livros caírem no chão, o que aumentou ainda mais seu nervosismo e chamou a atenção de todos no refeitório para a cena. Inclusive a de Grace. Sabia que se não fosse até a mesa dela naquele momento, ele provavelmente sairia correndo para o banheiro e lá se trancaria como já tinha feito outras vezes. Juntou seus livros rapidamente, esperando que as pessoas voltassem a fazer o que estavam fazendo. Ao se aproximar, percebeu quando as amigas de Grace, assim como Edward, o olharam com cara de desprezo. Mas aquilo não o intimidou. Talvez, um pouco. – O-Oi Grace... Eu poderia falar com você um instante? – Disse, um pouco baixo demais e um pouco travado também. A vontade de sair correndo apareceu novamente. E ele esperava que ela respondesse logo. E, principalmente, que Edward não tentasse lhe matar enquanto dormia.