À história da pequena que queria ser boa em tudo, boa não, perfeita!
Sabe qual o foda de querer ser perfeita? Eu imagino algo maravilhoso, que na minha concepção é perfeito, cabe nos padrões de aceitação da sociedade então é perfeito!
Quando eu início e não fica igual, pronto, decepção, no fundo um fardo por achar que não sou boa em nada, uma autosabotagem e um vitimismo que dói, igual uma queimadura de segundo grau.
Me pergunto do que eu gosto ? O que eu sou ? Não sou boa em nada? Qual é o meu lugar?
Então, é uma sequência de coisas que se iniciam e nunca são terminadas e existe as que não são iniciadas, que junta com a procrastinação e o medo. É melhor evitar a decepção né?
Então, certo dia, eu ouvi um podcast que dizia " não somos nada! Sempre estamos alguma coisa, somos emoções e momentos" em seguida, no integram, uma moça que escreveu, " feito é melhor que perfeito " E todas essas mensagens fizeram tanto sentido pra mim, tomei a consciência que eu posso qualquer coisa !
Eu nasci em uma época que eu posso tudo, junto com a tecnologia posso ser uma ótima cozinheira, desenhista, posso fazer tricô, posso aprender a fazer unha ou sobrancelha, me formar em diversos cursos e até mesmo aprender outras línguas.
E além de tudo isso, descobri que existe algo chamado multipotencialidades que é um termo usado para identificar pessoas que têm diferentes interesses e que desenvolvem diversas competências ao longo da vida. Por conta disso, podem mudar várias vezes de carreira, atuar em diferentes áreas ao mesmo tempo ou combiná-las, criando algo novo.
Ou seja, não entramos em padrão nenhum!
Porque eu não sou nada, eu sou quem eu quiser e posso ser boa em qualquer coisa !
Aprendi nas minhas imperfeições ser perfeita pra mim.