
#iwtv#interview with the vampire#amc tvl#sam reid#jacob anderson




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Sometimes it's just throwing down your saxophone and hugging your dog for ten minutes, crying and taking deep breaths a bit but that's it Sometimes though, sometimes it's reading the project you had no idea about and crying (mostly) quietly and staring at your screen and not moving or talking for 45 minutes, then when you get to the guidance counselor you cry and sniff and use tissues and mumble and yell a bit and get frustrated and feel like it's all unfair and like your teacher sucks and you have no real friends because no one asked to be your partner or looked over and came to help you while you were crying and staring, which would've helped so much even though you were doing your best NOT to be noticed and being upset when the lunch your guidance counselor brings you is a spicy chicken sandwich and not a normal one but you say it's okay even though there's not enough milk and you know it doesn't matter. Anxiety attacks are of many and varied and individualized types.
dumb thoughts
So up until recently I think I’ve idealized non-US first world countries (Canada, Australia, much of Europe, places like that) and figured that I’d move out of the US when I got out of college (specially if tangerine was re-elected). But in the past few months I’ve talked to some people and heard some things and I don’t think I would anymore.
Like I always thought Canada was super amazing but every time I see something about Canadian issues I’m just like,, ye those sound kinda similar to US ones. Same with the UK.
Then I also thought about some merits that attracted me to those countries, and then thought about some merits of the US that attracted other people (particularly one friend of mine, who would not let me dump on the us because of how much better it actually was than some other places).
Then there’s a coworker whom I’ve come to respect a lot who once in conversation (the news was on, the staff was generally discussing whatever was on at the time) when I asked about people who leave the US, said they were cowards for running instead of trying to fix things. Idk if I fully agree with that but it got me thinking about my personal feelings and why I would be leaving.
I think I’d still probably pick my life up and move once I’m out of college (or as part of it) but probably not to another country altogether to live my life there. Probably just to another state or something.
This is all speculation and a ways away but it’s just my thoughts about myself. Like, yes. The US sucks, but it’s also good. Same goes for many other places (esp anywhere I could move easily, aka English speaking countries or places that speak a language I have a little experience with).
target pride stuff is out and most of it is chill, they've got all the right flags and they've got nice models and stuff. they've had a longstanding collab with GLSEN and this year they've also got the Progress Flag and a partnership with a newer organization called Phluid. whatever you think of target or their collection, they obviously put effort into doing it right, not just grabbing for cash.
HOWEVER. there's stuff included that isn't the official target Take Pride line, and it's just... HOO BOY you can see the difference.
there's a couple t-shirts from Disney and one from Sesame Street, which are just generally rainbow or love-themed, nothing explicitly pride. the usual """"safe"""" thing companies do when they want plausible deniability for bigots (mostly talking about disney here). whatever, boring and expected
the section that got me CACKLING though is the Levi's stuff. i looked it up and Levi's also has an organization mentioned in its description, but it's not a partnership like Target, they just donate annually. they don't even use the same acronym.
the
Me: sits down to focus on homework
Leg: s h a k e t i m e
Me: ok ill get up
Me: does some random shit
Me: oh crap my work
Me: sits down to focus on homework
Leg: S h A k E t I m E
Me: ok ill
Não nasci pra ser escondida do mundo.
Eu poderia começar esse texto te pedindo desculpas por isso, mas não tem nada de errado no meu jeito de ser. Aliás, eu nem fiz nada de errado pra te pedir desculpas, inclusive. A escolha pelo fim foi sua e você nem se deu conta (e nem vai se dar - tem pessoas que simplesmente não vale a pena esperar por mais nada).
Mas a coisa é que eu não sou dessas de ficar sustentando coisas escondidas. Não nasci pra backstage, não nasci pra ficar atrás das cortinas. Esqueceu que eu sou atriz?
Eu não sou dessas coisas de rodeios, segredinhos, de fazer pose de que nada acontece na frente dos outros. Não nasci pra ser o escanteio, o plano B. Eu nasci pra ser assumida, valorizada e exibida por orgulho pela pessoa que me escolher. E a pessoa chegou, me escolheu, e faz exatamente como eu mereço ser tratada.
Eu sou a pessoa que é pra ser apresentada a família, pra por no status do Facebook, que grita pros sete cantos do mundo quando ama. Não nasci pra esconder o que eu sou - e o que tem de errado em ser o que eu sou? Do que eu estou me escondendo? De quem eu estou me escondendo? De quem você se esconde todos os dias?
E não é porque você se esconde que eu tenho que me esconder junto. Eu não devo nada a ninguém, e não sou obrigada a agir como se devesse. É isso.
é sério mesmo? é esse o seu nível de cinismo? você realmente “não consegue entender” em que momento a gente se afastou tanto assim? a gente se afastou quando você inventou desculpas pra não me ver quando supostamente voltou de viagem. a gente se afastou quando eu estava bêbada, te mandei mais de 10 áudios, e você fingiu que nada tinha acontecido no dia seguinte. a gente se afastou quando você reapareceu quase dois meses depois ainda como se nada tivesse acontecido como se nada tivesse acontecido como se você tivesse apagado tudo o que passamos antes de você viajar como se a gente nunca tivesse se provocado no bar no dia 7 de novembro, me chamado pro motel, mas, mesmo eu negando, você não me largou sozinha voltando pra casa, mesmo estando do lado da sua como se naquela festa de 21 de maio do ano passado a gente não tivesse se provocado a noite toda, e que todas as vezes você me levou no banheiro porque eu não conseguia andar, e não voltou pra casa enquanto não tivesse certeza que algum motorista me deixaria aqui em tomás coelho, já que todos estavam me negando a corrida como se a gente nunca tivesse transado naquele galpão calorento e escuro do dia 25 de dezembro, depois de você me convencer de todas as maneiras que seria impossível a gente ficar trancado lá, ou alguém nos ver fudendo ali eu lembro que eu sentei como nunca, e eu não sei cavalgar. mas desse detalhe você nunca soube você me esqueceu quando eu estava no posto, comprei uma budweiser e voltei no ônibus bebendo ela foi a última vez que a gente se viu pessoalmente, você lembra? acho que não, porque você me esqueceu ali você me deixou voltar pra casa com um sorriso no rosto, mesmo george michael tendo morrido horas antes de eu voltar pra casa
você sabe muito bem o que aconteceu, porque prefere fingir que não aconteceu. mas tenho uma péssima notícia: aconteceu. e tenho outra péssima notícia: a gente poderia estar juntos hoje, se você tivesse me assumido pro mundo mas você me fez seguir em frente. eu já tinha esperado um ano, não dava mais. não dava mais pra estar em algo sem perspectiva. não dava pra saber que pelo menos metade do ano você estaria em outro oceano e me deixaria aqui enquanto você estava dando atenção pra sua oficial. pra ela. pra pessoa que você fugia as noites de casa e ia vê-la sem ninguém da sua família saber
você quis assim. e talvez fosse pra ser assim - você não me daria o futuro que eu mereço, o valor que eu mereço, o amor que eu mereço e que estou tendo agora. que estou tendo com alguém que não fica toda hora jogando na minha cara que sóbria eu sou muito chata que me fez acreditar que sou muito difícil de ser aguentada quando eu estava sem álcool correndo pelo meu sangue você só queria o meu lado bom, meu fogo, meu tesão por você. você me chamava de amiga, mas só me via como potencial pedaço de carne pra onde você podia atirar a qualquer momento, e sabia que me teria facilmente nas suas mãos, baby
se seus pais perguntaram de mim, e você não tinha resposta pra eles no sábado passado, é porque você entende muito bem o que aconteceu entre a gente.
não sei sobre o que é tudo isso, juro. ainda tô sem entender muito bem a forma com a qual você apareceu e tá me trazendo de volta depois de um longo coma de mim mesma. os últimos tempos foram bem difíceis pra mim - quem estava por perto sabe. fui permeada por mentiras, ilusões, falsas esperanças, lágrimas… frustração quando percebiam que, por debaixo da crosta, havia a verdadeira eu. a verdadeira eu que você deixou fluir, aceitou sem pestanejar, acolheu e disse que amava mesmo com todas as minhas cicatrizes, tiques e traumas bobos. hoje comprei um par de aneis pra gente - disso você já sabe, mas quem tá lendo isso não sabe. depois de dois namoros, eu consegui tomar a iniciativa de dizer que eu te amava, mesmo só tendo ficado contigo por volta de 2, 3 semanas. você me pediu em namoro quando fez 1 semana e dois dias da gente. nunca consegui me referir a você como um peguete, um ficante, te reduzir a um menosprezo qualquer, mesmo com tão pouco tempo cronológico. mas como a gente passou ouvindo esse período: inconsciente é atemporal. mas, para além do inconsciente, eu acredito em energia. sua energia move a minha vida, me move e me faz ser ativa perante a sua presença. me faz não ter vergonha de te agarrar como um ursinho de pelúcia em público, nem de dar surto de pirralha doida na sua presença. você diz que ama me ver sorrindo, né? você ama o que provoca em mim com tão pouco. apenas sendo você, sendo fazendo cafuné, tentando descobrir do que eu gosto pra me fazer surpresa ou batendo na minha bunda por motivos de sim. eu nunca me senti tão sem namorar na vida, e, diferente do que possivelmente pensou agora, isso é maravilhoso. pra mim tudo está a mesma coisa, só que eu tenho uma pessoa maravilhosa do meu lado pra encarar a jornada comigo. você é meu presente que Deus mandou. eu pedi por você sem saber que estava pedindo; achava que era impossível e exemplar quase esgotado. alguém que gostasse basicamente das coisas que eu gosto, tivesse as mesmas vivências que eu, e realmente me entendesse sem fazer força. acho que é isso, não tava contando com mais porra nenhuma e tava quase jogando tudo pro alto até você se fazer presente pra mim. obrigada por ser você e por estar do meu lado mesmo quando eu fumo 😂 te amo um tantão, meu trevo. todos os bejo do mundo (8:30pm)