[ 3° dia da Travessia Petrô x Terê] Esse dia é marcado com um incrível pôr do Sol no topo da Pedra do Sino, ponto culminante da Serra dos Órgãos! . Os três dias são de muita superação física e principalmente, psicológica. A força da natureza nos traz diversas lições e aprendizados, além de importante conexão com nossa essência e harmonia em contato com a natureza. Depois dessa experiência incrível você terá muitas histórias para contar, afinal, você conheceu a travessia mais bonita do Brasil. . Quer saber como viver essa experiência? . Clique no link disponível na bio e leia mais em "Travessia Petrópolis x Teresópolis: Guia completo com dicas" . Tem dúvidas? Deixe aqui nos comentários😉 Guias @amantesdamontanha #travessiapetroxtere #travessiapetropolisteresopolis #serradosorgaos #expedicoes #mochilao #adventure #love #mountains #mountaingirls #botasecosafety #tumblrgirl (em Travessia Petrópolis-Teresópolis) https://www.instagram.com/p/ByEU9KPJnRS/?igshid=kgf7aov7lz40
Projeto de educação ambiental voltado às comunidades moradoras na bacia do Córrego Jaguaré.
http://aguasclarasdoriopinheiros.org.br/
Direção: Eugênio Vieira, Diana Zatz e Pedro Palhares
Realização: Estúdio Varanda
Essa semana tivemos o prazer de conhecer a Família Fumm (@vamos_kumm_tudo) através da nossa grande amiga @karinyadoya que mora em Orlando! Acessem http://www.familiakumm.com.br e acompanhem essa aventura!!! #brasilforadeestrada #bfe #muitomaisqueumestilodevida #expedicoes #viajandopelomundo
"Es·te·re·os·có·pio", Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
Instrumento que nos dá a sensação do relevo e da perspectiva, pela observação de duas imagens planas.
“Pa·ra·la·xe”, Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
Ângulo formado por duas rectas que, partindo do centro de um astro, vão ter, uma ao centro da Terra, e outra ao ponto onde se acha o observador.
No Âmbito da Expedição#2, na visita ao MNAC, enquanto tema subjacente a todo o projeto Aos Peixes, realizou-se a visualização da Exposição de Afonso Chaves, já anteriormente referido no blog enquanto elemento de pesquisa, referente à Visão Esterescópica. Elemento a incorporar no Carnet de Voyage.
De forma a incorporar o seu conceito e visão, procurou-se entender mais sobre a mesma:
A Visão Estereoscópica, indica como sendo a percepção de profundidade (estereoscópia), captada por qualquer ser que possa realizar/visualizar, em simultâneo, com dois olhos, visão binocular, obtendo por vim a observação de uma terceira dimensão.
Já a visualização/percepção de profundidade monoscópica permite uma sensação de desnível, bidimensional, enquanto que a percepção binocular possibilita um grau de percepção melhor.
Outros investigadores deram lugar à mesma arte, explorando, assim como Afonso Chaves, a Arte da ilusão esteroscópica.
Carlos de Bragança nasce pouco depois de Júlio Verne publicar as Vinte Mil Léguas Submarinas. É fácil imaginá-lo a viajar de submarino com a ajuda de um livro de aventuras. O pequeno príncipe cresceu e não deu a volta ao mundo, mas deixou-nos muito mais do que a sua imaginação.
O final do século XIX foi marcado por descobertas cientificas em muitas áreas. A física de partículas, a microbiologia e o coração de África são alguns dos territórios desconhecidos explorados nessa época. Os oceanos, vistos como a última grande fronteira, assistem ás primeiras campanhas oceanográficas mundiais.
É nessa época que nasce D. Carlos de Bragança.
(D. CARLOS NO IATE D. AMELIA)
Apesar de toda a contaminação criada em prol do seu assassinato e em consequência do fim da monarquia. A verdade é que D. Carlos I dedicou grande parte da sua vida ás artes e ás ciências.
Assim, passado mais de um século, um olhar atento sobre a sua vida como cientista devolve-nos um homem que apenas algumas pessoas conheceram.
Educado no ceio de uma família de tradição cientifica, este é justamente considerado uma individualidade artística, homem de ciência e de grande habilidade em todos os exercícios físicos que este tinha o prazer de praticar (caça, pesca, equitação, entre outros).
Com apenas 15 anos, em 1879, Dom Carlos conhece o Príncipe Alberto do Mónaco, quando este passa por Lisboa com a sua equipa de oceanógrafos, a bordo do iate Hirondelle. Depois deste encontro o futuro rei haveria de pesquisar tudo o que encontrava sobre explorações oceanográficas e construir uma amizade duradoura com o monarca do Mónaco. Nasce o fascínio pela exploração do fundo do mar.
Anos mais tarde, em 1896, encontramos Dom Carlos a iniciar a sua primeira campanha oceanográfica, sendo assim aclamado como o primeiro oceanógrafo português.
(ESTUDOS DE D. CARLOS I)
Carlos ligou o prazer pelas artes, ao prazer da descoberta. Assim, dada a sua paixão por estes dois mundos, acaba por realizar vários estudos/ desenhos científicos das suas descobertas.
Não perdeu a sua imensa curiosidade pelo mar profundo e pela fauna dos abismos. A experiência dos pescadores fá-lo acreditar que a costa portuguesa apresenta uma grande riqueza de fundos marinhos.
Hoje sabemos que não estava errado.
(PEIXE ABISSAI EMBAÇAMADO | DESCOBERTA DE D. CARLOS I)
Dada a importância da pesca, Dom Carlos deu mais atenção ao estudo dos peixes e atendeu a questões de gestão pesqueira que já se colocavam na época, como a pesca de arrasto a vapor na costa portuguesa. Usa mesmo o conhecimento dos pescadores, adaptando com êxito um aparelho de pesca – denominado espinhel – para capturar espécies raras e profundidade.
À vontade na arte e na ciência, no saber popular e no saber erudito, Dom Carlos deixa-nos mais do que os seus estudos, deixa-nos uma certa maneira de fazer a ciência: visionária, metódica e paciente, alia abertura e generosidade a um grande sentido de responsabilidade.
A Coleção do Museu Oceanográfico D. Carlos I foi criada com o mesmo propósito e em 1910, depois da morte do rei, D. Manuel II cumpre o desejo do pai, cedendo a coleção à Liga Naval Portuguesa. Em 1935 é entregue ao Aquário Vasco da Gama para facilitar “o mais possível o seu aproveitamento, como material de estudo, aos especialistas de oceanografia e a todos aqueles que se interessam pela cultura e progresso da ciência”.
Hoje a Coleção do Museu Oceanográfico D. Carlos I é uma amostra da coleção reunida em vida pelo monarca, em resultado das mudanças atribuídas com o fim da monarquia. As peças que sobreviveram, assim reunidas, mantêm a identidade original da coleção, o que aumenta consideravelmente o seu valor histórico e cientifico.
um dia desses me peguei pensando no quanto era gostaria de compartilhar com vocês esse processo maluco que é fazer um disco. eu já tenho composto há mais de um ano, escrito, reescrito, tocado e retocado, mostrado pros amigos, mas a sensação de que faltava algo essencial me atormentava a cada manhã, enquanto eu tomava café e lia a caixa de cereal como uma revista de fofoca.
foi então que me dei conta (e, confesso, é um troço que dói de se dar conta) que já não fazia mais a mínima ideia de onde eu queria chegar com o disco. mais eletrônico/menos experimental ou o contrário? quem convidar nessa faixa? será que é muito bad vibes todas essas canções de término? em que momento eu estou? que que eu to fazendo na alemanha? AAAH!
aí eu viajei pro brasil e, ao mesmo tempo que essa sensação de desnorteio ficou mais crítica, outras questões e medos se dissolveram e eu pude focar novamente no que interessa. e me veio a certeza: é preciso viajar mais, nana! mas não falo de viajar viajandão da mayonese (não necessariamente, mas também), falo - quase literalmente - de certas expedições.
tá, mas como assim™ você deve estar se perguntando. é simples: nos tempos de navegações e colônias, pesquisadores, geógrafos, aventureiros, pintores, botânicos, toda essa gente entrava num barco e viajava por meses a fim de explorar determinada região. essas expedições resultavam em livros, desenhos retratando a flora e fauna do lugar, paisagens a óleo, teses e até descobertas científicas importantes.
onde quero chegar: talvez seja hora de sair em expedição e deixar as descobertas se revelarem em tons musicais. a área explorada: berlim, minha casa, os vizinhos, minhas origens, meu corpo e meu lugar no mundo, minha família, o que eu puder abraçar que me abrace de volta e se mostre pedra preciosa na minha busca.
é assim que se navega pelo nevoeiro.
e é assim, inaugurando a série EXPEDIÇÕES, que vos apresento a inédita "W.O.", em versão acústica (e cheia de probleminhas técnicos que fazem parte da vida né mesmo) gravada aqui em casa com o que tinha na geladeira.