Nos últimos vinte anos houve uma proliferação de artigos sobre o uso terapêutico do ozônio. Como se sabe, o termo terapia de ozônio é muito amplo. Varia desde a administração sistêmica ou loco-regional de misturas gasosas instáveis de oxigênio/ozônio até a aplicação tópica de derivados ozonizados estáveis. De qualquer forma, em relação à ausência de receptores específicos e à extrema reatividade com os líquidos biológicos com os quais entra em contato, o ozônio gasoso não pode ser classificado nem como droga nem como pró-droga. Quando o ozônio gasoso impacta uma matriz biológica, tanto as espécies reativas de oxigênio (ROS) quanto os produtos de oxidação lipídica (LOPs) são formados. Eles representam as moléculas efetoras responsáveis por modular a atividade terapêutica no organismo. Nesse âmbito, a técnica pode ser correlacionada à fibromialgia, em razão do estresse oxidativo apontado como a principal gênese da patologia por diversos estudiosos. Em pacientes com a doença foi encontrado aumento nas concentrações de malondialdeído, além de uma baixa concentração de enzimas antioxidantes, como catalase, glutationa peroxidase e superóxido dismutase (6). Sabe-se que o ozônio exerce um estresse oxidativo leve, transitório e controlado, que promove a regulação positiva dos sistemas antioxidantes e a modulação do sistema imunológico (3,6,13,16,17) e da redução da inflamação ( dor crônica) #fibroedema #fibromialgia #dorcronica #dornocorpo #saudeintegrativa #medicinaalternativa #medicinaintegrativa #toxicología #diegochaves #oncologia (em Consultório Dr. Diego Chaves) https://www.instagram.com/p/Cna1T7et7Vi/?igshid=NGJjMDIxMWI=








