DOMINGO
Ontem doeu como tem doído todos os dias, estou tentando não pensar mas o pensar é inevitável.
Queria encontrar uma solução para que o amor fizesse morada e permacesse estável, confortável e seguro.
Você se foi e levou o amor da morada que eu tanto precisava: seus braços.
Estou largada no chão chorando e perguntando para Deus o que houve?! E não tenho nenhuma resposta, só imagens da gente sendo a gente.
A resposta talvez seria: “vocês fizeram o amor morrer, não cuidaram.”
Nos preocupamos em exigir e não ajudar;
Em julgar mas não analisar;
Em agredir mas não ouvir o coração.
A gente quebrou, e acredito que dessa vez os cacos não se colam mais.











