Volver a los Diecisiete | Mercedes Sosa com Caetano Veloso, Gal Costa, Chico Buarque e Milton Nascimento

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Volver a los Diecisiete | Mercedes Sosa com Caetano Veloso, Gal Costa, Chico Buarque e Milton Nascimento
PAUL MESCAL? não! é apenas ZADEN LEDGER, ele é filho de ZEUS (e legado de Afrodite) do chalé 1 e tem 26 ANOS. a tv hefesto informa no guia de programação que ele está no NÍVEL III por estar no acampamento há 16 ANOS, sabia? e se lá estiver certo, Z é bastante CARISMÁTICO mas também dizem que ele é IMPULSIVO. mas você sabe como hefesto é, sempre inventando fake news pra atrair audiência.
headcanons ⚡ wanted connections
🍑━❝⌜ POOL PARTY, LOOK - 𝒫𝒶𝓇𝒶𝒹𝒾𝓈𝑒 𝐻𝑜𝓉𝑒𝓁⌟❞
Vivendo intensamente como se não houvesse o amanhã.
“Shh... O meu pai estava passando e eu não queria esbarrar com ele.” Disse ao entrar na cozinha e colocando o dedo sobre a própria boca para que a outra pessoa não dissesse nada. “O que está comendo?”
🍼 nossos filhos!
Connor x Marlee
- name: Amanda Earl
- likes / dislikes: Ela puxou o gosto dos dois pais, gosta de moda, tecnologia, e um pouquinho de nada de exatas. Não gosta de mudanças (no geral), nem de ter que fazer exercício físico.
- first word: “mommy”
- appearance: ela tem a pele morena, olhos e cabelos castanhos, e o último é cacheado.
- which parent they look more like: Marlee, com traços do Connor
- which parent they like more: Both
- height once fully grown: 174 cm
- job ambition: Web Designer
- faceclaim: Madison Pettis
Aimee x Flynn
- name: Thomas Floyd
- likes / dislikes: likes: comida, quando ele era pequeno costumava gostar dos vídeos dos pais, principalmente os de desafios, ele também curte sair de casa, com os amigos, ou os pais, etc. Não gosta de ficar parado por muito tempo, ou procrastinar.
- first word: “cereal”
- appearance: Alto, pele branca, olhos e cabelos castanhos
- which parent they look more like: O Flynn
- which parent they like more: Dos dois, mas um pouco mais da Aimee
- height once fully grown: 182 cm
- job ambition: Administrador
- faceclaim: Dylan O’brien
Agonizada, aterrorizada, desesperada.
estou acomodada nessa tristeza porque ela é viciante. é aterrorizante pensar em enfrentar tudo o que se passa aqui dentro, ao mesmo tempo é ridículo pensar em ficar assim. são muitas decisões para serem tomadas e tudo parece mais difícil quando se está nesse lugar que estou - vazio, gelado e escuro. tento me levantar, procurar algo, procurar luz, procurar calor. tudo que encontro é um nada. um grande e imenso nada, que não me dá sustentação para ficar de pé e ao mesmo tempo não me deixa sentar. é difícil. é muito difícil. é exaustante, é agonizante. é como se eu visse tudo, meus amigos, minha família, oportunidades, mas não conseguisse alcança-los. como se houvesse um abismo entre onde estou e onde eles estão.
eles não enxergam esse lugar. eles não enxergam a escuridão em que me encontro e, por isso, não podem fazer nada. sempre que tento explicar esse lugar disfarçado de sentimento, é como se tivesse uma rolha em minha garganta que impede que o ar saia. me impede de pronunciar as palavras. procuro ajuda médica, mas até para eles é difícil explicar. eles querem que eu enfrente. eles querem que eu saia de lá, mas acho que não entendem quão amedrontador é não saber como vai ser do lado de fora. estou a tanto tempo aqui que me esqueci de como é lá fora. mas ao mesmo tempo eu quero tanto sair! estou desesperada, estou cansada, preciso sair. mas não consigo.
eu não consigo.
Tudo começou em Fevereiro de 2014, era o inicio do Segundo Ano do Ensino Médio. Eu tinha certeza de que não estava nem um pouco preparada para tudo que estava por vir, mas não havia como evitar isso. Eu estava em uma classe cheia de pessoas desconhecidas e estranhas, pensei que jamais conseguiria me enturmar lá, era um horror. Haviam apenas três meninos com que eu conversava pois já os conhecia do ano anterior mas, fora eles, não havia mais ninguém. Minha melhor amiga caiu em uma classe diferente, portanto, inevitavelmente, seguimos caminhos diferentes. Passado algum tempo, percebi que em minha classe havia um garoto, eu não sabia o nome dele, que eu já observava dos anos anteriores mas nunca tive a oportunidade de conhecê-lo. Ele era um garoto tímido, mais quieto que os amigos, e eu o observava. Sempre quando eu olhava para esse garoto, de longe, eu via uma coisa diferente nele, e sentia uma estranha necessidade de conhecê-lo, e mais estranho ainda, queria abraçá-lo, tinha essa sensação de que ele poderia me salvar de todos os meus problemas e curar todas as minhas paranóias. Pensei que eu apenas tivesse uma quedinha por ele, seria normal, apesar de ele não ter nada demais e nem mesmo chamar a atenção das outras meninas. Eu sabia que ele tinha algo especial. E então um dia eu estava quieta fazendo lição na classe e ele veio se sentar perto de mim, se apresentou e começamos a conversar sobre música. A conversa fluiu tão facilmente, era como se eu já o conhecesse há anos, ou até mesmo séculos, quem sabe de uma vida passada? Dessa maneira, passamos a conversar todos os dias, ele saia de seu lugar, que ficava do lado oposto da classe, para se sentar perto de mim. Meus colegas começaram a me dizer que achavam que ele gostava de mim, o que me fez sentir uma pontada de esperança, mas eu nunca soube interpretar bem os sinais das pessoas. Com o tempo nos tornamos bons amigos, ele sabia tudo sobre mim, e eu tudo sobre ele, e ele era o único que sabia como me fazer rir. Ele me fazia me sentir viva, quando tudo que eu mais queria era morrer. Ele fez o pior ano da minha vida se tornar um pouco mais suportável. Mas, infelizmente, eu nunca tive a oportunidade de agradecê-lo por tudo que ele fez. Por todas as vezes que me fez rir até chorar, todas as vezes que ele fez com que eu me sentisse como se pertencesse á algum lugar. Após as ferias de junho, ele sumiu. Nunca mais apareceu, mas é claro que foi por escolha dele, decidiu abandonar a escola. Foi como se eu não tivesse significado nada para ele, ele nem me disse adeus. E isso é o que mais dói, ele simplesmente sumiu, assim do nada, para sempre. Alguns dias depois ele me mandou uma mensagem, dizendo que estava doente por isso havia sumido, e eu entendi e fiquei aliviada pois pensei que ele voltaria. Mas ele não voltou. Até chegou a me mandar um texto, sabe daqueles que você repassa para os amigos por mensagem? Então. Nesse texto, dizia algo como "daqui cinquenta anos eu ainda me lembrarei de você, obrigado por tudo" ele acrescentou que, eu fiz parte das melhores manhãs dele. Quando li a mensagem, eu chorei. Chorei pois sabia que seria o fim mesmo, que ele não voltaria. Então o tempo foi passando, dias, semanas, meses, e enfim, o ano acabou. Nunca mais nos falamos. Nunca mais. E então, numa manhã de Janeiro de 2015 ele postou uma foto no Instagram com sua nova namorada, com um texto enorme anunciando para o mundo que os dois iriam se mudar. Ele havia comentado comigo uma vez que iria se mudar, mas não pensei que iria mesmo, ainda mais para outro estado. E foi ai que eu percebi, percebi que havia desperdiçado minha chance. Eu finalmente havia conhecido a pessoa que eu queria, a pessoa que me fazia me sentir viva no meio desse mundo cheio de caos. E eu a deixei ir. A pior parte é que ele me esqueceu, eu sei que o fez, mesmo tendo me mandado aquele texto dizendo todas aquelas coisas, ele me esqueceu. Seguiu em frente com sua vida e eu fiquei para trás, apenas observando. Como no início. Ele era um garoto tímido, mais quieto que os amigos, e eu o observava. Sentia uma necessidade inexplicável de conhecê-lo, eu precisava conhecê-lo. E então ele se foi.
Desabafos para alguém que talvez nunca saiba o quanto o amei. (ev)
Hug Me || Eunai || M-T
Mais um dia amanheceu em SHSA. Apesar do belo dia que fazia, com um céu azul claro e sem nuvens, o dia não estava tão bom assim para a Hosoda mais nova. Na noite anterior havia recebido a notícia que Nara, a irmã de sua namorada, havia falecido a alguns meses. E sua irmã que havia recebido os resultados de seus exames, mas não lhe informou nada por achar que a garota lhe trocou. Coisas como essas deixavam o dia aparentemente bonito, em um poço de tristezas. O único ponto bom naquele dia seria a volta de sua amada para a escola, e isso lhe davam forças para levantar daquela cama. Com um longo suspiro Aika levantou-se de sua cama, abrindo as cortinas deixando aquela bela manhã afastar seus pensamentos. - Que chegue logo de tarde, quero ver minha Eun. - Murmurava sozinha olhando seu quarto de canto a canto, procurando o que fazer naquela manhã para passar seu tempo. Iria limpar o quarto e preparar alguma coisa para a volta de Eun. Se tinha uma coisa que Aika gostava além de sua amada e comida, era agradar a mesma. Cansada de seus devaneios a garota seguiu para o seu banheiro, tomando um bom e relaxante banho de banheira, quase cochilando novamente naquela água morna. - Melhor eu sair logo daqui, capaz de dormir de novo. - Disse pra si mesma, saindo da banheira e enrolando-se em seu amado roupão do My Little Pony e voltando para seu quarto. Antes de trocar de roupa pegou seu celular, enviando uma sms para Eunyoung. ”Oie amor, bom dia sz” Sorriu consigo ao enviar e seguiu para seu guarda-roupa, colocando uma roupa simples e confortável para começar seus afazeres. Colocou um shortinho de malha colorido e uma camiseta branca com um par de chinelos. Assim começou seus afazeres no quarto, limpando o mesmo e em seguida seu banheiro. Dado 11 horas já havia terminado tudo, tirando um tempo para ficar um pouco na internet até a hora do almoço.
Já era quase 1 da tarde quando a menor desceu para o refeitório, almoçando rapidamente e voltando para o seu quarto. Ainda faltava algumas horas para a volta de sua amada, então resolveu que iria ficar até sua volta na piscina. Andava bem desleixada em relação a sua atividade da equipe de natação e isso não era bom, já havia sido advertida algumas vezes sobre isso. Com o trauma da vez em que perdeu seu bikini na piscina da escola, resolveu por seu maiô da natação com um short e blusa por cima. Seguiu bem rapidamente para a piscina, esperava que um pouco de treino fizesse o dia passar rápido. Com o conômetro ligado a Hosoda mais nova passou a tarde naquelas piscinas olímpicas, saindo dali apenas ao ouvir seu celular tocar. Era Eunyoung, avisando que logo estaria voltando para a instituição. Com isso ela saiu, trocando-se no vestiário da piscina e voltando as presas para seu quarto.
Ainda restava um pouco de tempo até sua amada voltar e ainda não havia feito nada para ela, optando por algo rápido fez um pudim de leite no mini fogão do seu quarto. Uma hora depois estava correndo pelos corredores da instituição em direção ao portão, pronta para receber sua morena. Chegando lá, sentou-se nos bancos que tinham ali mandando uma mensagem para a mesma perguntando se ainda iria demorar, surpreendendo-se com sua resposta. ”Já estou entrando.” Seu coração deu um pulo e um enorme sorriso se formou em seus lábios. Seus olhos estavam inquietos a procura do carro luxuoso da família Kim. Só estavam separadas a dois dias, mas para q pequena era como uma eternidade. Logo avistou o carro, fazendo-a dar um pulo de seu assento e correr para o mesmo, nem esperando o mesmo estacionar. Não esperou o motorista sair e abrir a porta do passageiro, precipitando-se e abrindo, aumentando seu sorriso fitando sua amada. Ela estava com uma aparência tão abatida e não era pra menos, ela havia perdido alguém que amava. A abraçou com força, passando todo o amor e carinho possível para a garota que tanto precisava naquele momento terrível. - Finalmente você chegou, estava com saudades. - Disse formando um bico nos seus lábios, esperando Eun sair do veículo. Ajudou a retirar a mala do carro e não deixou que a garota pegasse sua mala, alegando que ela deveria estar cansada. - Fiz um pudim pra você, algo doce pra alegrar um pouco. - Disse selando seus lábios aos da amada.