You can't tell me they wouldn't be curious about eachother.
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Fionil x Rin would be so powerful. Please I cant find any content on them dont make me do it myself
Παίκτης της Α.Ε.Λ. ο διεθνής επιθετικός Fiorin Durmisaj Ο διεθνής επιθετικός Fiorin Durmisaj (Φιορίν Ντουρμισάι) πρέπει να λογίζεται πλέον ως παίκτης της Α.Ε.Λ.! Οι δύο πλευρές ήρθαν σε συμφωνία
No entanto, se sairmos do nível da circulação de bens (aparência) e passarmos para o da produção (essência), veremos que não há uma troca igualitária e que o operário não vende seu trabalho, mas sua força de trabalho. Com efeito, o trabalho é o dispêndio da força de trabalho, o ato de produzir, enquanto a força de trabalho é a capacidade de trabalhar, de produzir. O operário que trabalho oito horas por dia, não recebe, ao final, todo o valor que produziu, mas recebe apenas uma parte dele. Se ele produziu cem e recebe como pagamento apenas vinte, ele não vendeu o seu trabalho, mas sua força de trabalho. Há, dessa forma, um tempo de trabalho necessário, aquele tempo da jornada de trabalho em que o operário produz para pagar o seu salário, e um tempo de trabalho excedente não-pago, ou seja, aquele tempo em que o operário produz um sobrevalor de que o capitalista se apropria. Se o salário não é a retribuição do trabalho, mas da força de trabalho, então ele é, em geral, o mínimo historicamente indispensável para a reprodução da mão-de-obra, ou seja, o mínimo necessário para que o trabalhador sobreviva e continue a produzir. O salário, ao aparecer como o pagamento do trabalho e não da força de trabalho, apaga a distinção entre tempo de trabalho necessário e tempo não-pago, fazendo das relações de trabalho, no nível aparente, uma troca igualitária. Isso mostra que o capitalismo engendra formas que mascaram sua essência, pois, se não houvesse apropriação do valor gerado pelo trabalho não-pago, não haveria capital. Tudo isso denota que, no nível fenomênico, a realidade põe-se invertida. O que no nível profundo são relações de exploração (apropriação do valor gerado por um trabalho não-pago) aparece como troca; a opressão, como igualdade; a sujeição, como liberdade.
José Luiz Fiorin, Linguagem e Ideologia.