O que eu produzo por aqui está espalhado nos links abaixo:
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Um pouco do meu método ou considerações sobre escrever (levando em consideração que sou apenas um amador, que são apenas um relato de como eu escrevo, do meu processo, não são regras, não são imposições, apenas compartilhando, pois gosto de ver as pessoas se expressando da melhor forma que considerem fazer).
Meus autores favoritos são Chuck Palahniuk, Haruki Murakami e Anne Rice, Anais Nin, mas gosto de vários outros também.
Escrever tem um aspecto terapêutico, e tudo que se escreve são conversas anacrônicas, atemporais, que podem ser lidas por qualquer um, a qualquer momento.
❄️ ١ ❛ 𝓞𝓟𝓐.ᐟ Sejam todos muito bem-vindos a minha galeria! Vocês podem me chamar de Pedro, meus pronomes são Ele/dele, é a primeira vez que abro uma galeria, então espero que gostem do meu trabalho! <3
🌙 ١ ❛ 𝓝𝓮𝓼𝓽𝓪 galeria vocês podem encontrar de tudo um pouco: por maior parte icon's (tanto png ou gif) em formato (120x120), mas também headers, e quando me sentir em um momento de doidice, alguns moodboards.
❄️ ١ 𝓟𝓮𝓭𝓲𝓭𝓸𝓼 podem ser feitos via ask, são mais fáceis de vocês solicitarem e também para eu me organizar nas postagens!
🌙 ١ 𝓜𝓮𝓾𝓼 trabalhos são majoritariamente k-pop, mas não me limito somente a isso, gosto de explorar novas estéticas.
❄️ ١ 𝓐𝓵𝓰𝓾𝓶𝓪𝓼 regrinhas da minha galeria são:
Créditos não são obrigatórios, mas são muito bem-vindos! Afinal estou iniciando agora;
A única coisa que peço gentilmente é um fav ou reblog (se sentir generoso talvez os dois! 😼, caso peguem algo:
Não repostem coisas de minha galeria ou reedite, levo um bom tempo trabalhando e pensando nas postagens;
🌙 ١ 𝓣𝓮𝓷𝓽𝓪𝓻𝓮𝓲 cobrir o máximo de pedidos de conseguir, muita coisa influencia na hora da produção, tempo, disponibilidade de recursos visuais (fotos boas, etc.) — aproveitando para falar que se for caso de já tiver em mente imagens/gifs para os icons, pode mandar junto pela ask! — , então pode acontecer de acabar não fazendo um pedido, mas não fiquem mal por isso!
❄️ ١ 𝓟𝓸𝓻 ultimo, peço que especifiquem na hora de fazerem as sugestões! (Nome do idol + grupo que ele faz parte, personagens + anime/série/filme/mangá que faz parte.)
AZURE BARKWITH é uma das cinco crianças órfãs restantes no circo arcanus, de sangue mestiço e em seu 9º ano em hogwarts em 1999. foi selecionada para a lufa-lufa, onde se tornou apanhadora, além de participar dos clubes de música, teatro e duelos.
Ao contrário de muitas famílias, não há nenhum álbum de fotos que registre sua história, nem mesmo a de seus pais — algo que gostaria muito nos dias atuais. Tudo o que conhece sobre sua existência são os detalhes transmitidos oralmente entre as gerações dos Arcanus: há muitas décadas, desbandaram de um circo que maltratava criaturas mágicas para entretenimento da plateia em busca de criarem um novo, apoiado apenas na criatividade de seus compositores. Reza a lenda que não foram perseguidos e mortos pelo dono do antigo circo somente porque a guerra contra Grindelwald estourara, então acreditava que ao menos uma coisa boa poderia ser atribuída aos seus feitos.
Ao longo dos anos, cresceram em número, em popularidade, mas também em união. As dificuldades acabaram transformando o pequeno grupo em uma família, o suficiente para adotarem um sobrenome em comum com o qual todas as novas crianças seriam batizadas: Barkwith, como o da grande compositora que protagonizava algumas cartinhas de sapos de chocolate, pois ela deveria estar os abençoando do além para que suas músicas fossem tão bem recebidas pelo público. Não ficaram apenas nas cantigas, é claro; à medida que as crianças cresciam, também realizavam grandes atos performáticos em coreografias de grupo, duplas, trios, sem contar os números de ginástica que vinham quase naturalmente para os pequenos. Aos poucos, as criaturas máficas também voltaram a incorporar os espetáculos, embora em uma nova roupagem: não eram seus prisioneiros, mas companheiros. Alguns, eram até mesmo os próprios Arcanus em outra forma, embora esse fosse um segredo muito bem guardado do público.
Nômades, fizeram de toda Europa seu lar nas décadas que seguiram a fuga do antigo chefe e não demorou muito para que todo bruxo soubesse quem eram, mesmo que não frequentassem os espetáculos. Com a fama, também vinha a responsabilidade de não perderem a própria identidade, nem se tornarem uma arma nas mãos de forças maiores. Quase as águas começaram a mudar com a ascenção de Voldemort, os Arcanus não se calaram; pelo contrário, escreviam uma nova canção para cada família morte, inicialmente, tentando honrar como podiam os bruxos assassinados. Os shows que antes ocorriam ao ar livre, passaram a necessitar de porões e senhas para a proteção dos artistas e da plateia, mas a música não deixou de denunciar o horror que viviam.
Dentro do plano de Lord Voldemort, era de se imaginar que um grupo de artistas de rua não ocupavam suas maiores preocupações. Não quando tinha de assegurar o controle do Ministério e eliminar inimigos mais poderosos; entretanto, com esses dois objetivos assegurados, não demorou para que seus seguidores passassem a se infiltrar entre os fãs dos Arcanus para carregar a mensagem de seu líder. Alguns foram torturados com Cruciatus até não conseguirem formar qualquer pensamento que não fosse balbuciado, outros foram postos sob a maldição Imperius para que subvertessem as músicas em graças cantadas à nova era que se aproximava. Ao final da guerra, os Arcanus haviam se reduzido para menos de uma dúzia de sobreviventes, dos quais alguns tiraram a própria vida quando saíram do controle dos Comensais da Morte e tomaram dimensão do que haviam feito.
Entre eles, estavam os pais de Azure, pelo que o velho Cobalt lhe contou quando estava velha o suficiente para entender o mundo e suas complexidades, incluindo a morte: seu pai fora torturado com a maldição Cruciatus até ter a mente reduzida ao nada por um Comensal da Morte que, após notar que não conseguiria mais nada com ele, o matou. Sua mãe, por outro lado, era considerada uma das líderes do circo e fora posta sob o efeito da Imperius para pronunciar todas as palavras que a fariam cospir sangue se estivesse no controle do próprio corpo e, ao retomar a consciência, enlouqueceu com a culpa. Não se sabe o que aconteceu com ela, propriamente, pois fugiu durante uma madrugada e nunca mais foi vista. Apesar disso, Cobalt acredita que tenha morrido.
De todo modo, o estrago estava feito: o circo Arcanus, antes contendo quase trinta integrantes, fora reduzido a cinco: o velho Cobalt, Azure e outras três crianças de idades parecidas. Não havia como recuperar a glória do nome ou reconstruir as apresentações. Quem pagaria para ver quatro pirralhos esqueléticos se contorcendo pelo palco? Ainda assim, não abandonaram a arte, nem sua identidade. Permaneceram nômades, sobrevivendo de apresentações em festas de baixo orçamento, bares duvidosos e até mesmo de números performados na rua. Enquanto mantivessem vivos o que significava ser um Arcanus, a alma de todos os que haviam falecido estariam consigo, incluindo seus pais.
DATA DE NASCIMENTO: 24 de julho de 1980
IDADE: Dezenove anos
LOCAL DE NASCIMENTO: Porão de um hotel sem nome em Roma, Itália
PAIS: Carmine e Sage Barkwith (r.i.p)
STATUS SANGUÍNEO: Mestiço
VARINHA: Madeira de abrunheiro com núcleo de pelo da cauda de testrálio, relativamente flexível.
PATRONO&FORMA ANIMAGA: Arminho das neves.
De modo geral, é bastante fácil de se aproximar. Não costuma fazer distinção entre as pessoas com as quais conversa, reservando seu desgosto apenas para os descendentes de Comensais da Morte que escaparam impunes de alguma forma. Fora isso, é bastante amigável e tagarela.
Tende a ser uma justiceira em seu coração, não suportando valentões ou qualquer outro tipo de bully, o que acaba lhe tornando uma encrequeira também. Nunca foi boa em conter as palavras dentro da boca e talvez uma dose de medo lhe fizesse bem, já que não parece temer as consequências dos próprios atos. Esse comportamento já lhe rendeu algumas detenções.
Bastante teimosa, só consegue aceitar que está errada sobre algo quando quebra a cara de todas as formas possíveis e, mesmo assim, é provável que não o diga em voz alta.
Diz que não é muito competitiva, mas é. A verdade é que a vitória é uma das poucas coisas que lhe causa a sensação de ser “sua”, mesmo quando é compartilhada, como no quadribol, e Azure nunca não compartilhou algo em sua vida. Então, acaba desejando a sensação mais do que expõe realmente.
HEADCANONS
Entre seus poucos pertences, possui uma cartinha de Musidora Barkwith que conseguiu de seu primeiro — e quase único — sapo de chocolate. Acredita que tê-la tirado é um sinal do universo de que a lenda de que os Arcanus foram abençoados por ela é verdade.
Dentro do circo, há uma tradição de ensinar animagia clandestina para as crianças na esperança de que consigam realizar as transformações e possam incorporar a forma animal nas apresentações. Apesar de não realizarem grandes números mais, mantiveram a tradição viva e a forma animaga de Azure é um arminho das neves com pelo tão branco que parece azulado.
Atualmente, estar presa no limbo temporal está lhe corroendo por dentro por saber que o velho Cobalt está doente e que precisa das poções que acaba roubando da ala hospitalar sempre que tem uma chance. Tem medo que o tempo esteja passando normalmente fora do castelo, sendo tarde demais para ajudá-lo quando saírem dali.
É apaixonada por doces, talvez por ser algo muito raro em sua vida antes de Hogwarts. Por isso, receber doces seus é um grande gesto de amor.
Todas suas roupas são de segunda ou terceira mão, mas não mostra qualquer vergonha disso. Inclusive, gosta de encontrar novos tecidos e apetrechos que possa utilizar para dar uma cara nova aos pertences.
𝐑 𝐀 𝐁 𝐈 𝐂 𝐇 𝐎 : Peter Pettigrew ( 1976 ), maroto, puro-sangue, 19 anos, grifinória, 9° ano, animago (rato), clube de duelos, clube de música e quadribol (goleiro).
bio:
Tw: Violência doméstica, assassinato e agressão.
O nascimento de Peter Pettigrew não foi planejado, muito menos desejado ou celebrado. Fruto do relacionamento entre dois bruxos apaixonados que precisaram fugir de suas famílias para que pudessem tomar suas próprias decisões e escolher com quem passariam o resto da vida, era esperado que esse amor reverberasse e se expressasse na forma de uma criança, entretanto o destino parecia ter um plano diferente para o único filho dos Pettigrew.
O começo da infância de Peter foi vivido em uma casa barulhenta que quase parecia ter vida própria, ecoando e tremendo ao som das brigas constantes e bater de portas. Pulsando como o sangue que pingava nas mãos do patriarca, escorrendo pelas bochechas e se misturando com o salgado das lágrimas que teimavam em cair pelo rosto do garoto e da matriarca. Poucos eram os momentos em que as risadas tomavam o ambiente e todas as vezes eram embaladas pela música que saía do velho toca discos trouxa, adquirido na adolescência por sua mãe como mais uma das formas de se rebelar contra as figuras de autoridade.
A música era o que ajudava Peter a criar o seu mundo, limitado dentro da própria cabeça enquanto as pequenas mãos tapavam seus ouvidos do barulho externo ao se esconder do pai, apenas o cantarolar baixo entregava seu esconderijo. Logo, as vozes presentes na casa diminuiriam de vez. Tudo que conseguia se lembrar era do vermelho. A mãe no chão, suas pequenas mãos sujas de vermelho, o pai caído, morto. Ele teve o que mereceu, conseguia lembrar claramente dessa sensação. O surto de coragem para salvar a mulher das agressões sem fim se camuflava em um frenesi de medo e raiva, confuso demais para que um garoto tão pequeno entendesse. Sabia que tinha feito o certo, seu instinto de sobrevivência era mais forte que tudo.
Peter sentia que sua ida para Hogwarts era um alívio para a mãe e, mesmo que negasse, também era um alívio para si. O peso do olhar acusatório e frio da matriarca era algo que ele não conseguia aguentar. Por isso tentava ser melhor. Sua amizade com os marotos e a vontade de ser mais como eles moldava sua forma de agir, ocultando parte de sua personalidade para que pudesse ser querido pelos outros e, talvez assim, pudesse ser um filho melhor. Alguém amado.
Sua vida em Hogwarts não foi marcada por grandes feitos, sempre se encontrando na sombra de Tiago, Sirius e Remus, o lugar que ele tentava se convencer que fazia parte. Nunca era o mais esperto, o mais talentoso, o mais atlético ou o mais popular. Sempre diminuído, pequeno, como um rato em uma caixa.
Assim como as tensões externas, o mundo particular de Peter também se tencionava a cada minuto. Fingir ser alguém que não é, era cansativo. A raiva crescia em seu peito como um caldeirão prestes a explodir. A eterna sensação de que precisava correr, fugir, proteger todos que eram importantes para si e especialmente ele mesmo o assombrava, assim como o fantasma do homem que não era. Não sabia o que fazer, a eterna sensação de estar com o dedo no gatilho.
personalidade: Peter não é o mais carismático ou eloquente, apesar de tentar sempre parecer mais simpático e receptivo do que realmente é. Ele vai tentar o possível para agradar os outros, mesmo que isso acabe o colocando em uma situação desconfortável. Prestativo, empático e, no final do dia, egoísta. Seu instinto de sobrevivência é o que molda suas atitudes, misturado com o medo e um forte senso de autopreservação. É sensível e tem um grande apreço pela arte, especialmente a música. Quem o conhece verdadeiramente consegue perceber sua personalidade melancólica, pessimista e um tanto quanto sonhadora.