VIENNA ROWLE GREGOROVITCH é a herdeira adotada da família gregorovitch, puro-sangue (embora não saiba), cursando seu 10º ano em hogwarts em 2026. foi selecionada para a corvinal e conquistou a posição de apanhadora no time de sua casa, além de se tornar membro do clube de astronomia avançada, sociedade de estudo de criaturas mágicas e sociedade de pesquisa mágica experimental.
Desde pequena, sempre cultivou um grande desejo de saber a origem das coisas, fosse a madeira avermelhada da mesa de jantar ou questionamentos mais complexos, como de onde ela própria havia vindo — talvez surgido fosse a palavra correta. Perspicaz e bastante inquisitiva, tinha apenas cinco anos quando questionou à sua mãe por que não se parecia com ela, nem com seu pai, recebendo um olhar triste de quem teria de partir seu coração em resposta. A verdade é que não era filha biológica deles, mas de uma amiga de Morwenna que havia se metido em grandes confusões com pessoas muito muito más e que precisara lhe deixar com ela até que fosse seguro voltar, algo que nunca aconteceu. Notando que sua mãe não-mãe parecia temer sua reação, Vienna colocou um sorriso no rosto e disse que estava tudo bem. Desde que eles continuassem lhe amando, nada mudaria em sua vida.
Com exceção de que muita coisa havia mudado, mesmo que inconsciente. Como se para suprir a ausência de conexão genética, a garota passou a se dedicar muito para ser como os pais. Passava horas sentada na bancada de trabalho de Myndill, fingindo entender por que uma escama de occamy era um núcleo de varinha mais raro em relação ao pelo de unicórnio, mas não era se a comparação fosse com pelo de seminviso. Realmente fascinante… Mais ainda era quando passava um tempo com sua mãe, aprendendo o que eram essas criaturas e, só então, realmente entendendo a complexidade do trabalho do pai. Era impossível que escapasse do mundo da pesquisa, considerando o meio em que crescera, porém precisava encontrar uma forma de torná-lo também seu, o que seria uma missão carregada por muitos e muitos anos, ainda sem uma resposta definitiva.
Os Gregorovitch nunca foram uma família muito sociável, o que contribuiu para sua natureza reservada. Aos sete anos, entretanto, sua mãe começou a se preocupar muito com sua socialização com crianças de sua idade, colocando-a em uma escolinha de ensino de quadribol. Era a forma mais fácil de fazer amigos, ou era o que haviam dito para Morwenna, mas também fora a razão de diversas discussões em casa. Aparentemente, não precisava de genética para que tivesse o mesmo gênio da mãe, o que se traduzia em uma teimosia horrível. Vienna não entendia por que tinha de conhecer novas pessoas. E se sua mãe biológica voltasse para arrancá-la de seus pais quando todo seu tempo livre havia sido gasto com desconhecidos idiotas?
Com a promessa de que isso não aconteceria e um bico de três metros em seu lábio, a garota concordou com uma aula experimental que logo se tornara em uma matrícula, então em inscrição para testes em um time infantil de sua cidade e, por fim, um troféu quase maior que si quando ganharam a liga infantil porque pegara o pomo em uma manobra muito radical para uma criança de sua idade. Com dois dentes a menos, isso não impediu que abrisse um enorme sorriso para a foto que estampava a parede de sua sala, principalmente quando ainda fora presenteada com seu próprio telescópio por ter se dedicado tanto — o que valera mais do que o troféu, embora gostasse de vencer. Talvez não precisasse saber de onde havia vindo para ser feliz, talvez não quisesse que sua mãe biológica ainda estivesse por aí.
Mas o medo ainda a perseguia. Quando a hora de embarcar para Hogwarts chegou, sua mãe precisou secar muitas lágrimas e prometer que nada teria mudado quando fosse a hora de retornar para casa. Seu pai, por outro lado, disse que bastaria uma carta dizendo que queria voltar para que a trouxessem de volta. Vienna embarcou com muito pesar em seu coração, mas foi sem pesar nenhum que esqueceu todos seus medos quando começou a interagir com pessoas da sua idade. Era bastante extrovertida para alguém tão reservada — ou se forçava o suficiente para parecer — e Hogwarts ainda era um mundo a ser explorado. Quem sabe o que aprenderia no castelo?
DATA DE NASCIMENTO: Desconhecida, porém seus pais consideram o dia de sua adoção, sendo 01 de novembro de 2005.
IDADE: Vinte e um anos
LOCAL DE NASCIMENTO: Desconhecido
PAIS: Morwenna & Myndill Gregorovitch (adotivos)
STATUS SANGUÍNEO: Puro
VARINHA: Madeira de carpa com núcleo de pelo de unicórnio, ligeiramente flexível.
PATRONO: Tubarão leopardo
ESPELHO DE OJESED: Reflete sua própria imagem segurando a taça da Copa do Mundo de Quadribol
BICHO-PAPÃO: Toma a forma de seus pais dizendo que não é filha deles, nem mesmo considerada uma.
ANIMAL DE ESTIMAÇÃO: Perry, o pelúcio.
SEXUALIDADE: Heterossexual.
Apesar de sua natureza reservada, Vienna é conhecida por conversar com todo o tipo de gente em Hogwarts, apenas não é espalhafatosa sobre isso, por muitas vezes preferindo a discrição. Mesmo mais velha, não perdeu sua natureza inquisitiva — o que era de se esperar com pais pesquisadores — e está sempre de mão erguida nas aulas, tentando entender melhor os limites do mundo mágico para saber como o desafiar. Teimosa e atrevida, não é raro que entre em discussões, utilizando qualquer recurso em suas mãos para poder vencê-las. Não aprecia estar em holofotes, mas não o recusa. Pressão é algo que normalmente faz com que trabalhe melhor. Extremamente leal, não poupa recursos em demonstrar seu carinho por pessoas próximas, seja em gestos ou por meio de palavras. Talvez seja por isso que possui um jeito natural para lidar com criaturas mágicas, como a mãe. Porém, basta ser magoada uma vez ou ter sua confiança traída para que mude da água para o vinho.
HEADCANNONS
Possui uma marca de nascença em formato de estrela na nuca, algo que só pode ser visto quando está de cabelo preso.
Em seu segundo ano, quando voltou das férias de inverno, trouxe consigo um pelúcio chamado Perry. Ele era um filhote resgatado por sua mãe, que não só lhe orientou a como cuidar do animal, como também enfrentou os trâmites legais para que pudesse mantê-lo.
Quebrou o pulso em um dos jogos de quadribol da sua infância e, mesmo tendo sido socorrida rápido, ainda faz um estalo sempre que mexe em determinada posição.
Possui um grande fascínio por trouxas, sempre consumindo algum entretenimento deles: livros, revistas, filmes, músicas...
Sabe muitos fatos aleatórios sobre astronomia e costuma soltá-los sem contexto em conversas.














