[VIII Fliaraxá] entre os dias 19 e 23 de junho foi realizado a oitava edição do fliaraxá, um dos grandes festivais literários do país. tive a honra de trabalhar com uma produtora dedicada em tornar o festival uma experiência. e, assim, os leitores amantes das “peles de imagens” vivenciaram as mais diversas experiências. o grande patrono da edição foi machado de assis, deixado em suspenso entre projeto gráfico, breves citações e uma mesa com os imortais. e o homenageado foi valter hugo mãe, português dono de uma narrativa forte, poética e que se fez presente fisicamente todos os dias do festival. das vozes até então não ouvidas pelo festival, Conceição Evaristo não precisou falar. sua presença emanou no público a força de sua literatura e de sua luta, esmurrou o significado de representatividades para a discussão de qualquer arte. representatividade que deve se fazer presente em todas as etapas de um projeto. o festival foi de uma maioria, maioria não presente, mas representada por três vozes da programação principal, três mulheres negras e mineiras, Conceição Evaristo, Jussara Santos e Carolina Maria de Jesus, no sussurro de seu biógrafo, tom farias. o mais próximo do povo de machado de assis. #fliaraxa2019 (em Congonhas) https://www.instagram.com/p/BzJ8zvjB8lZ/?igshid=1iycwnqsdih1b













