Entrei na sala com um sorriso sádico nos lábios, olhando para o Mario já completamente nu e firmemente amarrado ao banco de cavalinho.
— Olha para ti, seu cabrão. Bem preso como um porco pronto para o abate. Hoje vou destruir-te a bunda como deve ser.
Peguei primeiro no cinto grosso de couro e começei a bater com força. Os golpes pesados ecoavam pela sala.
— Grita, vai! — ordenei enquanto batia sem parar. — Quero ouvir-te desde já. Isto é só o aquecimento, seu inútil.
O Mario gemia alto a cada impacto.
— Ai… Claudia… por favor…
— Por favor quê? — ri. — Achas que vais escapar? vou-te ensinar que não tolero falta de respeito perante meus amigos,cabrão.
Depois de 36 com o cinto, troquei para o strap pesado de pele de celeiro. O primeiro golpe foi brutal.
— Olha que marca linda que isto deixa! — exclamei eu, admirando o vergão profundo e inchado. — Este strap é perfeito para te marcar o cú cabrão.
Bati com toda a força, alternando de lado .
— Grita mais alto! Quero ouvir-te choramingar como uma menina. Isso… assim… berra para a tua dona!.
O Mario gritava cada vez mais alto, o corpo contorcendo-se contra as cordas.
— Claudia… dói… dói muito!
— Claro que dói, seu idiota! É para doer! — respondi com uma gargalhada cruel. — A tua bunda já está a ficar lindamente marcada. Mas ainda nem começei a sério.
Quando o cú dele já estava bem vermelho do strap, troqueio strap verde de celeiro para a chibata de rattan vou usar tres diferentes cabrão vais sentir como nunca a picada de cada uma vais sim!.
— Agora sim, vais gritar a sério. Tenho aqui três belezas para ti. Uma fina que arde como o inferno, uma média que deixa marcas profundas… e esta grossa de rattan que vai transformar o teu cú num mapa de vergões.
— Toma! E toma! E mais! Não fiques quieto, contorce-te todo, quero ver-te sofrer!
O Mario berrava, lágrimas já a formarem-se nos olhos.
— Por favor… Claudia… não consigo mais…
— Cala-te! — grito-lhe eu, bato ainda mais forte. — Tu aguentas até eu dizer que chega, seu escravo inútil. Chora, Quero ver lágrimas de verdade.
Depois troco para a cana média, batendo com ainda mais potência.
— Olha como isto marca bem fundo! — A tua bunda está a ficar uma obra de arte. Continua a chorar, patético. Isso excita-me.
Por fim, pego na cana grossa de rattan,agora vais pagar os juros cabrão do teu comportamento,prepara-te que piedade é zero .
— Toma, seu cabrão!Grita mais! Quero ouvir-te destruir a voz! — disse-lhe eu enquanto batia com toda a força e velocidade. — Olha para esta bunda toda rebentada… linda! Continua a chorar como uma menina, vai!
O Mario soluçava descontroladamente, lágrimas genuínas a correrem-lhe pela cara.
— Claudia… por favor… dói demais…
Eu só parei plenamente satisfeita com o estado do cú dele — uma massa inchada, roxa, com pele rebentada e vergões profundos sobrepostos.
Aproximei-me, agarrei-lhe o cabelo com força e puxei-lhe a cabeça para trás. Com voz fria e autoritária, dei-lhe o sermão final:
— Escuta bem, seu cabrão. Hoje aprendeste que não tolero falta de respeito, especialmente à frente dos meus amigos. O teu mau comportamento teve consequências, e estas são elas: o cu completamente destruído, a chorar como uma criança e a implorar por misericórdia que não veio. Cada vez que me envergonhares ou te comportares mal perante as pessoas que eu convido para minha casa, vais acabar exactamente assim. A tua bunda é minha propriedade. Eu decido quando para, eu decido quanta dor mereces. E tu? Tu apenas aguentas, choras e agradeces. Entendeste?
O Mario, com a voz fraca e quebrada, respondeu entre soluços: