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@fetishcomprazer
"Hello Slaves..."
No mercy!!!! Hard caning…
“Dobra-te mais, cabrão…
Empina essa bunda destruída…
Piedade zero. Agora é a dobrar.”
A cana grossa de 14mm cai com força bruta, faz um som grave e seco, morde fundo por cima dos vergões que já lá estão. Cada golpe faz a tua carne tremer, os vergões incham mais, ficam mais roxos, mais largos, mais profundos. A dor é outra liga agora — pesada, latejante, que sobe pela espinha…
“Vais levar tão forte que nem imaginas, filho da puta.”
“Conta alto, cabrão! Quero ouvir-te a implorar enquanto eu te destruo!
🔥🚀
“Fold more, motherfucker…
It cradles that destroyed ass…
Piety zero. Now it’s double.“
The thick 14mm cane falls with brute force, makes a bass and dry sound, bites deep over the sheeps that are already there. Each blow makes your flesh tremble, the shames swell more, become purple, wider, deeper. The pain is another league now—heavy, throbbing, that goes up the spine…
“You’re going to take it so hard you can’t even imagine, motherfucker.”
“Tell me loud, motherfucker! I want to hear you begging while I destroy you!”
🔥🚀
"I was hired to discipline you, darling.
And I guarantee you every penny will be worth it. There's no going back.
I know I intimidate you… but you'll be brave for me, won't you, my handsome boy? Put on your clothes, show off that ass, and handle it like a man.
I won't have any mercy."
Entrei na sala com um sorriso sádico nos lábios, olhando para o Mario já completamente nu e firmemente amarrado ao banco de cavalinho.
— Olha para ti, seu cabrão. Bem preso como um porco pronto para o abate. Hoje vou destruir-te a bunda como deve ser.
Peguei primeiro no cinto grosso de couro e começei a bater com força. Os golpes pesados ecoavam pela sala.
— Grita, vai! — ordenei enquanto batia sem parar. — Quero ouvir-te desde já. Isto é só o aquecimento, seu inútil.
O Mario gemia alto a cada impacto.
— Ai… Claudia… por favor…
— Por favor quê? — ri. — Achas que vais escapar? vou-te ensinar que não tolero falta de respeito perante meus amigos,cabrão.
Depois de 36 com o cinto, troquei para o strap pesado de pele de celeiro. O primeiro golpe foi brutal.
— Olha que marca linda que isto deixa! — exclamei eu, admirando o vergão profundo e inchado. — Este strap é perfeito para te marcar o cú cabrão.
Bati com toda a força, alternando de lado .
— Grita mais alto! Quero ouvir-te choramingar como uma menina. Isso… assim… berra para a tua dona!.
O Mario gritava cada vez mais alto, o corpo contorcendo-se contra as cordas.
— Claudia… dói… dói muito!
— Claro que dói, seu idiota! É para doer! — respondi com uma gargalhada cruel. — A tua bunda já está a ficar lindamente marcada. Mas ainda nem começei a sério.
Quando o cú dele já estava bem vermelho do strap, troqueio strap verde de celeiro para a chibata de rattan vou usar tres diferentes cabrão vais sentir como nunca a picada de cada uma vais sim!.
— Agora sim, vais gritar a sério. Tenho aqui três belezas para ti. Uma fina que arde como o inferno, uma média que deixa marcas profundas… e esta grossa de rattan que vai transformar o teu cú num mapa de vergões.
— Toma! E toma! E mais! Não fiques quieto, contorce-te todo, quero ver-te sofrer!
O Mario berrava, lágrimas já a formarem-se nos olhos.
— Por favor… Claudia… não consigo mais…
— Cala-te! — grito-lhe eu, bato ainda mais forte. — Tu aguentas até eu dizer que chega, seu escravo inútil. Chora, Quero ver lágrimas de verdade.
Depois troco para a cana média, batendo com ainda mais potência.
— Olha como isto marca bem fundo! — A tua bunda está a ficar uma obra de arte. Continua a chorar, patético. Isso excita-me.
Por fim, pego na cana grossa de rattan,agora vais pagar os juros cabrão do teu comportamento,prepara-te que piedade é zero .
— Toma, seu cabrão!Grita mais! Quero ouvir-te destruir a voz! — disse-lhe eu enquanto batia com toda a força e velocidade. — Olha para esta bunda toda rebentada… linda! Continua a chorar como uma menina, vai!
O Mario soluçava descontroladamente, lágrimas genuínas a correrem-lhe pela cara.
— Claudia… por favor… dói demais…
Eu só parei plenamente satisfeita com o estado do cú dele — uma massa inchada, roxa, com pele rebentada e vergões profundos sobrepostos.
Aproximei-me, agarrei-lhe o cabelo com força e puxei-lhe a cabeça para trás. Com voz fria e autoritária, dei-lhe o sermão final:
— Escuta bem, seu cabrão. Hoje aprendeste que não tolero falta de respeito, especialmente à frente dos meus amigos. O teu mau comportamento teve consequências, e estas são elas: o cu completamente destruído, a chorar como uma criança e a implorar por misericórdia que não veio. Cada vez que me envergonhares ou te comportares mal perante as pessoas que eu convido para minha casa, vais acabar exactamente assim. A tua bunda é minha propriedade. Eu decido quando para, eu decido quanta dor mereces. E tu? Tu apenas aguentas, choras e agradeces. Entendeste?
O Mario, com a voz fraca e quebrada, respondeu entre soluços:
— Sim… Claudia… entendi.
"Yes Mistress"
The bruises fade. The trust stays forever.
"I'm the nice secretary by day, but at night I turn into the dominant bitch who'll break your ass with this shovel until you beg for mercy with tears in your eyes."
I was sentenced to the reform school for disrespecting my mother-in-law
“The belt. You’ll be seeing a lot more of this in 2026 if your attitude doesn’t improve.”
"Não há escapatória"
Tudo começou quando a Claudia soube das conversas com a Lídia. Cheguei tarde dois dias seguidos, e ela já tinha visto as mensagens: "Boa noite, Lídia. Obrigado pela ajuda hoje." Com emoji de coração❤️. O ciúme dela explodiu.
Naquela noite, entrei em casa e encontrei-a no quarto: vestido preto justo colado às curvas, máscara de renda preta cobrindo metade do rosto, bengala de madeira na mão. Olhos flamejantes.
"Chegaste tarde outra vez. Dois dias. E eu sei porquê."
Tentei explicar: trabalho, projeto... Mas ela cortou: "Vi as mensagens. E vi a foto dela." Mostrou o telemóvel: a Lídia em top vermelho curto agarrado às mamas fartas, barriga lisa exposta, shorts de ganga curtinhos realçando coxas grossas e rabo empinado.
"Olha para isto. Achas que eu não vejo por que andas a babar-te? Mamas grandes, cintura fina, rabo redondo... Compara comigo, vai."
Empurrou-me para a cama de barriga para baixo. "Despe-te. Mãos atrás das costas."
O primeiro golpe veio seco na nádega direita. Ardeu como fogo. Depois o esquerdo. Ritmada, sem piedade.
"És meu. Só meu." Golpe. "Pensa na Lídia agora?" Golpe mais forte. "Ela não te marca como eu marco."
A pele inchou rápido — manchas vermelhas virando roxas escuras, hematomas profundos espalhando-se. Cada estalo acompanhado de frases possessivas: "Queres que ela te veja assim? Ela nunca te puniria como eu."
Parou só para passar as unhas pelas marcas frescas, arrancando silvos. Depois montou-me, beijou com violência, mordendo o lábio. "Amanhã bloqueias essa gaja. Ou os hematomas vão ser o menor dos problemas."
No dia seguinte, o cu latejava ao sentar no trabalho — lembrete constante. Mas à noite, ela quis mais.
Sábado: deitei-me de bruços, nu, rabo empinado. Ela com a máscara posta de novo, bengala + paddle de couro novo. Foto da Lídia aberta no telemóvel.
"Senta-te aos meus pés. Descreve-a. Detalhe por detalhe."
"As mamas... grandes, firmes..."
Golpe do paddle na nádega. "Mais."
"A cintura fina... coxas grossas... rabo redondo..."
Cada palavra virava combustível. "Achas que ela aguentaria isto?" Golpe. Golpe. Golpe ritmado. Hematomas novos sobre os velhos — camadas roxas, pretas, inchadas. Dor lancinante, pau duro apesar de tudo.
"Descreve enquanto te lembro quem manda."
"O rabo dela é redondo... mas o teu cu é o que eu marco, fodo, faço sangrar se for preciso."
Quando parei (dor demais), ela montou-me pelas costas. "Fode-me enquanto olhas para a foto dela. Mas pensa: ela nunca te teria assim."
Entrei com força, cu ardendo a cada estocada. Ela gozou gritando, eu explodi dentro dela.
Depois veio o golpe final: domingo à noite.
De bruços na cama, mãos atrás da cabeça. Ela marcou o número da Lídia em alta voz. Toque. Atendeu.
"Olá, Lídia. Sou a Claudia, a namorada dele. A que ele chega tarde por tua causa."
Silêncio. "Ah... oi."
"Vi as tuas fotos. Top vermelho, mamas quase a saltar, shorts curtinhos... Sabes o que acontece quando ele olha para ti?"
Enquanto falava, baixou a bengala com força. Estalo alto. Eu mordi o lençol.
"Estás a ouvir? É ele a pagar. Por cada mensagem. Por cada fantasia."
Golpe. Golpe. Golpe. A Lídia gaguejou: "Estás... a bater-lhe?"
"Exato. Porque ele é meu. E tu és só uma distração. Ele descreveu-te para mim: mamas grandes, cintura fina... E enquanto descrevia, eu batia até chorar de dor e tesão."
Golpe mais baixo, nas coxas. Hematomas frescos espalhando-se — roxo escuro, preto em pontos, inchado como nunca.
"Diz-lhe tu, amor. Diz que preferes os meus hematomas aos peitos dela."
"Eu... prefiro os teus hematomas... só tu, Claudia..."
A Lídia: "Vocês são loucos. Bloqueiem-me." Desligou.
Claudia atirou o telemóvel. "Viste? Ela fugiu." Montou-me, pressionando os hematomas novos. "Agora fode-me enquanto continuo a marcar-te."
Estocadas fortes, unhas cravadas, mordidas no ombro. "Se ela voltar a aparecer... a próxima chamada é gravada para o grupo do trabalho."
Gozei aos gritos, dor e tesão explodindo. Depois, ela passou a mão pelos hematomas — um caos roxo, preto, latejante. "Boa rapaz. Amanhã apagas o número dela na minha frente. Com gelo no cu, porque vais precisar."
E assim ficou: marcado, possuído, humilhado. O cu um lembrete permanente do ciúme dela. Cada vez que sentava, doía — e excitava. Porque no fundo, era exatamente o que eu queria...🔥🚀
Need some discipline?
Oh I love her belt and he's making a bus before she even lays it on his ass