eleonor mal acreditou no que viu estampado no profeta da manhã de 26 de dezembro, e desde então o choque permaneceu. ela havia descido para checar se tinha alguma carta e a manchete simplesmente saltou aos seus olhos. juntamente com a notícia de que seu avô estava sendo investigado, estava uma carta da mãe, a qual ela até agora não havia conseguido abrir. naquela manhã, estava sentada em um dos bancos da praça central, café na mão e profeta no outro, quando notou olhos sobre si. sabia do que se tratava, e como sua tolerância para o assunto da sua família distante era zero, teve de admitir que sua resposta não foi a mais educada. ❝o que foi? nunca viu uma garota com um avô sendo investigado por corrupção não?❞ falou em deboche. normalmente não mencionaria os fudge, porém sabia que alguém iria, então gostaria de ser a primeira.













