“Aah. Foi horrível, oppa, simplesmente horrível. Eu não quero aparecer na frente de uma câmera nunca mais na minha vida. Eu vou comprar uma cabana na floresta. Minha carreira está completamente destruída”* a voz arrastada e baixa, fingindo uma fluência a ouvidos despreparados. Além da intenção costumeira de confundir pessoas ao redor, o coreano servia para acentuar o drama interno que Theressa passava. Drama daquele tipo não era incomum, mas não tão frequente quanto estava nesses últimos dias. Não queria importunar ninguém com aquele problema quase banal, quantas vezes na sua vida não tinha sido entrevistada e tudo correu bem? Em contraparte, quantas vezes não tinha sido entrevistada e suas palavras e tons não foram completamente distorcidos? Outro grunhido de descontentamento saiu de sua garganta. “Eu não acredito como uma coisa dessas foi acontecer.” Continuou falando, mas agora em inglês. Realmente não queria importunar ninguém, mas tudo estava indo contra seus próprios planos mentais. “Gaeul-oppa. Como? Como isso foi acontecer?”









