Quero cair no prato de um carnívoro que não come há dias. É isso.
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Quero cair no prato de um carnívoro que não come há dias. É isso.
Se o destino existe, ele tem um senso de humor cruel.
Imagina finalmente encontrar o amor e ele dizer:
“Já te li em dezenas de livros e, finalmente, te encontrei.”
Eu quero isso, nada menos que isso.
Passa a noite comigo. Só dessa vez — ou mais uma vez.
Me toca devagar, como quem aprende meu corpo no escuro. Me olha com atenção, como se cada detalhe meu merecesse ser lembrado amanhã.
Tira meu vestido sem pressa. Me mostra tudo de você, até aquilo que ninguém toca.
Segura meu cabelo entre os dedos, me puxa pra perto, faz meu nome perder o som dentro da tua boca.
Me beija com vontade, dessas que deixam o peito quente e as pernas fracas. Me desfaz em mil partes só pra me reconstruir inteira nos teus braços.
Diz baixinho que sou teu caos favorito, tua perdição bonita, teu brinquedo quando a madrugada fica cruel demais.
Amor, fica comigo essa noite. Até o mundo silenciar do lado de fora e só existir esse quarto, teu cheiro na minha pele e a nossa falta de juízo.
Talvez amar seja apenas encontrar alguém que transforme o caos em lugar seguro.
O paraíso é minha boca percorrendo o teu corpo. Teu gosto permanece em mim, feito abrigo e conforto. É tudo o que queremos, sem pressa, sem aviso; teu corpo sobre o meu, meu eterno paraíso.
Posso não conseguir te dizer tudo o que sinto, mas escreveria cinquenta páginas sobre você sem dificuldade. As palavras só começariam a faltar quando eu tentasse explicar o que acontece comigo toda vez que você sorri.
Seja obcecado por mim, mas deixe que eu saiba.