Discordance Axis playing Fiesta Grande at Gilman St., 1997.

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Discordance Axis playing Fiesta Grande at Gilman St., 1997.
Lunch on Gilman Street: Berkeley, CA
On the last day of my trip to the bay area I had nowhere in particular to be until my flight home that night, so I wandered the streets of Berkeley for a couple hours. I wasn’t totally aimless though as I had a mission to see 924 Gilman Street, the D.I.Y. venue that over the past three decades has become iconic in punk culture for birthing bands like Operation Ivy, Green Day, more.
The venue was pretty easy to pass up if you weren’t looking for it.There is no signage or fliers shouting to the world “Hey! Did you Green Day used to play here before they could sell out stadiums?” because selling out to major record corporations and forsaking quality and grit of the songs for fuck-tons of money is not exactly encouraged in the scene. It was only marked with a simple 924 and covered in band stickers and fliers for shows taking place in the future somewhere else. Luckily for me, a 942 Gilman Street Project volunteer clad in punk attire (studs, spikes, patch covered vest, etc.) was sitting on the ground outside eating a burger. They let me in and gave me a free shirt for which I am very grateful.
With 15 minutes successfully killed poking around the empty venue and explaining to volunteers that I wasn’t from around there, I left and finally noticed the fine establishment right next door. Gilman Street Brewing Co.
Their brewery is located, as the companies name suggests, on Gilman Street in North Berkeley CA but they also have a taproom in nearby Daly City (just south of San Francisco). I started with a Hot Carl Hazy IPA. It’s 7.7% ABV but did not have the bitterness that accompanies most heavy IPAs. Instead it was surprisingly sweet and floral. In the glass it was an translucent gold color which really put the “hazy” in hazy IPA.
I followed it up with Cubano sandwich and a Green Eyed Devil American Lager. This is just an all around classic beer. I love when craft breweries still take the time to keep it simple and pump out Lagers. Green Eyed Devil is 5.5% ABV, making a little stronger than your average domestic draft, but keeps that party beer in 30 rack flavor. The bartender even said it was their homage to PBR! Perhaps it’s not for you snobs out there but it still blew PBR out of the water.
Day #3245 Blatz - Established In East Bay 1989 #blatz #filth #gilmanst #minorthread #tshirtwars https://www.instagram.com/p/BtwwgzEDG2Z/?utm_source=ig_tumblr_share&igshid=1av4g4pzqybwc
Watching our lil' brothers in #WolfKing kill it at #GilmanSt. Check them out. (at 924 Gilman)
Some Of The Young: Gilman Street Stories
Disappearing Boy - parte 2 […]
Chegando na casa do velho, dava pra ouvir alguém batucando bem alto. - Meu filho está no quarto, deve estar ensaiando. - Ensaiando? - Sim… Ele tem uma banda… Como é o nome? The Lococks eu acho, algo assim. Ele é baterista. Eles entraram na casa e Al notou que a casa não é lá grande coisa, é tudo bem simples. Sem extravagância. Ele se sentiu bem, mas estava curioso, Al quer conhecer seu futuro colega. No fim da tarde, Al deitou-se no sofá e dormiu sem querer. Ele só acordou no outro dia de manhã com um cara gritando: “Kick out the jams, motherfuckers!”. O filho do velho colocou um disco bem alto pra tocar, é MC5. - Finalmente… Se você não acordasse com MC5, provavelmente estaria morto. - disse o garoto. Al notou uma coisa em especial no garoto, ele veste um tutu de bailarina com asas de borboletas mal feitas em suas costas. - Qual seu nome? - Al Sobrante. - em seguida o garoto acha graça de seu nome. - e o seu? - Tré… Cool… - Quê? - Bem.. “ Tré ” significa “muito”… Meu pai que me deu esse apelido. - Al também acha graça do apelido do garoto. - Ah… Seu pai disse que você é baterista. - Sim... Toco no The Lookouts... Venha ver minha bateria. Os dois entram no quarto do Tré e de primeira vista, nota-se a bateria do Tré. - Os pratos da bateria estão amassados e arranhei os tambores de propósito… Eu vou para um show agora, então… - Desse jeito? - diz Al Sobrante apontando pro tutu do Tré. - Sim, eu gosto de me vestir de um jeito gayzado… Então, tem uns discos debaixo da cama, se quiser pode coloca-los pra tocar e tentar reproduzi-los na bateria. - Sério? - Sim, vá treinando… Foi assim que fiz e também com uma ajuda da minha mão direita e meu órgão sexual… Até mais tarde.
Al Sobrante passou 6 horas tocando bateria.
Some Of The Young: Gilman Street Stories
Chapter 3 - Down At The Rock n' Roll Club Um garoto, de cabelos longos e vestimentas desleixadas está indo pela primeira vez a Gilman. Um amigo seu, Robert Eggplant, comentou sobre esse lugar com ele e uns amigos: "Era um prédio abandonado e o Yohannon fez dele um lugar punk... É animal! Mas lá não se pode beber, se drogar e ser preconceituoso, se desobedecer alguma regra você ta fora e se ousar voltar, iremos te linchar." O garoto não fazia ideia de como é o lugar e nem se isso é verdade. Egg é um anarquista doidão. O nome do garoto é Billie Joe, um fanático por música, principalmente Punk. E ele chega à Gilman. Dava pra ouvir (um pouco baixo) o que estavam tocando. Na porta, tinha panfletos falando sobre as apresentações de algumas bandas. Essa noite só iriam tocar apenas uma banda, o nome estranho dela é "Operation Ivy". Assim que entrou, percebeu a loucura. O público berrava no microfone junto com o vocalista (sua voz parece um cachorro raivoso) e eles ofereciam os instrumentos para o pessoal tocar. Ninguém ali realmente sabia a letra, todos tinham uma versão diferente das letras (para não dizer que erram a música). É surreal. Billie ficou com um sorriso estampado no rosto e foi se misturar com os punks californianos. Na platéia tem negros, brancos, gays, assassinos, mas com uma coisa em comum, o amor pelo punk. Aqueles adolescentes precisavam de algo para se divertir. Uma parte do público da Gilman passou a infância entre fábricas e fumaças industriais e a outra parte passou cercado de policiais racistas e estupradores. Esse clube foi a salvação deles.
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Chapter 2- Disappearing Boy (parte 1) O garoto estava no chão, encharcado de sangue e com suas roupas rasgadas, seus ouvidos não paravam de zumbir e em seu nariz tinha sangue seco. Alguns médicos chegaram para examina-lo. - Qual seu nome? - perguntou um deles. - Não lembro. Eu nem sei porque... Porque estou aqui... O que aconteceu? - Ninguém sabe, garoto, só fomos avisados. - De repente o garoto se toca de que tinha algumas pessoas ao seu redor e nenhum deles sabiam o que realmente aconteceu. Ao fundo tinha uma placa: "Bem vindos a El Sobrante.", mas o menino leu errado, ele viu "Al Sobrante" e deixou isso como seu nome. - Garoto, você levou uma pancada muito forte atrás da cabeça, obviamente e isso causou uma amnésia retrógrada, então tudo o que se passou antes da pancada não tem como você se lembrar, seu cérebro não processa nada que se passou antes disso. Sinto muito. - disse o médico. O garoto nem sabia a própria idade e nem a identidade. Seus olhos se encheram de lágrimas, mas ele foi forte. Os médicos foram embora e ele ficou sentado numa praça. - Ei garoto, meu filho falou de você. Ta sem casa? - era um velho que estava dirigindo um Bookmobile. - Sim... - Suba aqui. Meu filho tem uma bateria, voce vai gostar de nossa casa. - Al estava fodido de medo, mas ele não se importaria se o velho o matasse para vender os órgãos, ele tinha nada mesmo. - Então filho, como é seu nome? - Er... Al Sobrante... - o velho riu, ele é bem humorado. - Pode me chamar de Papa Cool. Lutei na Guerra do Vietnã... Então, a gente mora nas montanhas de Mendocino, lá é tranquilo... Você vai gostar. [Começo da fic inspirada numa outra fic que não sei o nome, então obrigado pessoa maravilhosa que escreveu aquilo]
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Chapter 1 - Unity - Tim? Vocês acabam de bater um recorde em vendas, parabéns. - diz Larry Livermore ao telefone. Operation Ivy alcançou um recorde da banda. No momento, Tim Armstrong e mais um cara ( Paul Lee, vocalista do Monsula) estavam na casa do Al Sobrante. Os três estavam em total ressaca e dormiram todos no chão da cozinha. - Bro, vamos na Gilman. - diz Tim enquanto chuta a perna do Al e sem resultado. - Paul Acorda... Merda. - Paul também não acorda. Na Gilman, Eggplant estava distribuindo uma série de folhetos para os punks presentes. - Olá senhor recordista, tome uma pulseira VIP para sua própria festa em meu quintal cagado. - diz Robert Eggplant entregando um folheto e uma pulseira fodida (que na verdade era só um barbante branco e sujo) ao Tim. Robert é um anarquista, ele é responsável pela maioria das bandas estarem tocando na Gilman. Ele queria fazer uma festa para comemorar o recorde do Op Ivy e também o primeiro show do Green Day com o nome "Green Day". "Eggplant convida os porcos californianos a uma festa no quintal. Iremos festejar a vitória do Op Ivy e também o primeiro show do Green Day. Levem LPs, bebidas e tragam instrumentos. - Eggplant." é o que dizia no folheto. O quintal do Robert não é grande coisa, um terço daquilo era coberto por merda de seu gato. Na festa encontrava-se os membros do Fifteen, Blatz, Social Distortion e Nasal Sex. Na porta do quintal você poderia ver o Billie Joe vendendo ervas pro pessoal, ele escondia tudo em suas meias. O palco é completamente tosco, uma mesa pequena com seus pés serrados ao meio, embaixo dela algumas pedras de mármore polido para sustentar a superfície da mesa e não quebrar. - Operation Fucking Ivy? Subam nessa merda! - gritou Lucky Dog no microfone. - Obrigado Egg pela festa. Obrigado Lookouts Records por tudo. Obrigado vocês também irmãos! - diz Freeman no microfone - Vamos explodir essa merda toda! - grita Tim e depois ele completa com um "one, two, three" e começam o show. Tocaram Unity, Knowledge e metade de Big City. Depois Freeman colocou um disco do MC5, alguns dormiram em cômodos da casa do Egg ou estavam indo embora. Lucky ficou cheirando o gás do isqueiro, o Green Day, Tim e Mike Ness estavam fumando maconha e o resto da turma ficou cheirando cola. - Que porra é essa?- diz um policial, ele é vizinho do Eggplant. Ele estava com um cacetete em suas mãos e meteu a porrada nos convidados. - Puta merda, Robert! Por que caralhos não avisou que tinha um policial? - grita Jeff Ott. Alguns que estavam dentro da casa fugiram pela porta da frente porque o policial estava no quintal. O pessoal do Green Day subiu o muro do quintal e foi fazendo isso de casa em casa. Lucky foi arrastado por um amigo, pois ele estava no chão desmaiado, com o nariz sangrando e assim não foi pego. O Op Ivy também fugiu pela porta da frente, eles foram os primeiros a ver o policial invadindo a casa. Eggplant subiu o próprio telhado e assim também escapou. Mike Dirnt acabou caindo de um muro e quebrou o braço.