Bem vinda a rua Ganseok, @HW98GS ! A universidade Baekbeom te recebe de braços abertos.
Faceclaim: ssoyeony - Instagrammer. OOC: +18, ela/dela.
Nome completo e gênero: Hwana Wang, cisfemale.
Data de nascimento e idade: 24/10/1998, 24 anos.
Local de nascimento e etnia: Incheon, Coreia do Sul + coreana.
Curso e período: Primeira graduação em Relações Internacionais, 5º Período.
Clube ou esporte: Fotografia.
Moradia: República Shrimp, quarto 9.
Personalidade: Reclamona, aventureira, desconfiada e simpática.
Biografia.
Trigger Warning: negligência familiar, uso de drogas ilícitas,
Hwa-na Wang nasceu em uma bela manhã de outubro, quebrando toda e qualquer expectativa da família ao chegar semanas antes do previsto. Após a confirmação do médico que estava saudável, entretanto, foram só coisas boas, sendo amada e cuidada pelas pessoas a sua volta em seus primeiros anos.
Tinha uma clara facilidade relacionada aos estudos, pelo menos na área de humanas, onde lia algo apenas algumas vezes e já tinha gravado na memória. Esse truque, entretanto, não seguiu para as exatas, onde a menina constantemente era obrigada a participar de aulas de reforço particulares em busca de notas melhores.
Os anos foram se passando, e uma coisa era clara: Hana — como fora carinhosamente apelidada pela família e amigos — era uma pessoa extremamente sociável, considerada popular em cada local que se encontrava. A família, feliz com isso, utilizava muitas vezes da filha para se aproximar de outras famílias influentes, deixando-a no escuro sobre os negócios que ocorriam.
A relação em casa era ótima, pelo menos com o pai, com quem mais se identificava. Ambos tinham interesses em comum, discutindo sobre os lugares no mundo que tinham interesse de conhecer e aprender sobre, desde a cultura até a política. Com a mãe, entretanto, sempre se sentira desconectada. Foi apenas na entrada da adolescência que descobriu o porquê: a mãe biológica havia sido um caso do pai que, após receber certa quantia, passara a guarda da filha por completo sem pensar duas vezes.
Se sentindo rejeitada, a menina passa a puxar mais conversa com a mulher que a criou, porém ainda tinha dificuldades em chamar de mãe, passando a sair mais com ela em busca dessa conexão. Ali, algo surge: se torna uma compradora compulsiva como a mais velha, além de extremamente preocupada com a própria aparência. A conexão finalmente surge, mesmo sendo forjada através de coisas consideradas fúteis ao olhar de fora.
Sendo filha única, tem a atenção voltada completamente para si quando quer. Aprende cedo a manipular ambos os pais de forma que possa ganhar o que deseja, e isso inclui viagens internacionais, folgas da escola e presentes caríssimos. O dinheiro se torna uma forma de medir a afeição de ambos, principalmente pela falta de tempo na agenda do casal tão ocupado profissionalmente.
A mãe é gerenciadora de uma Organização sem fins lucrativos para crianças com necessidades especiais. O pai, um político em ascensão, além de ter investimentos em diversas áreas. Hana enche o peito para falar de ambos, extremamente orgulhosa da família que tem.
Até descobrir o lado pesado do trabalho de ambos. Se antes tinha na mente que uma Organização como a da mãe não tinha influência nenhuma no trabalho do pai, se engana. As discussões, quando ambos estão em casa, sempre surgem em função de políticos que querem aparecer e doam para. A falsidade é grande, forçando-a a interagir muitas vezes com pessoas que não gosta, simplesmente pelo trabalho de ambos. Hana tem menos de dezoito anos e já entende e vive a política que tanto ouve nos jornais.
É um dos principais motivos para que, assim que termina o ensino médio, resolve ir viajar. A desculpa é um “gap year”, mas esse ano único se estende, apenas sendo aceito pelos pais pela constante propaganda positiva que a filha é. Mesmo jovem, suas conexões a auxiliavam a fazer o que quisesse e não ter de se preocupar em ser pega por seus malfeitos.
Considerada uma das jovens coreanas mais influenciadoras por seu estilo de vida e o luxo que expõe, a posição do pai sendo elevada para Embaixador da Coreia do Sul no Japão apenas aumenta isso. A jovem, mesmo sabendo das falcatruas que o pai deve ter tido de se meter para conseguir o cargo, se aproveita dele, festando e esbanjando dinheiro pelo novo país de moradia. Percebe os pais se distanciando e ignora a situação, decidindo se dar uma viagem pela Europa como forma de se distrair do estresse familiar.
A viagem dura meses, e quando está prestes a retornar, ouve do divórcio entre ambos. Frustrada, acaba se envolvendo com algumas pessoas diferentes do comum, sendo levada á festas mais pesadas, usando drogas e chegando a quase ir para o hospital pelo uso. Resolve se abster de coisas mais pesadas, ficando apenas no álcool e no máximo um baseado, já que durante a época descobre seu novo vício: velocidade. Compra carros, se apaixona por motos e deixa de viajar em aviões particulares e de primeira classe para dirigir pelas estradas do mundo.
O luxo ainda é presente em sua vida, porém agora se foca em ter experiências diferentes e descobrir coisas novas. Corta grande parte das amizades que mantinha só devido aos pais, se surpreendendo por não ouvir reclamação nenhuma sobre. É só quando o cartão é negado durante uma viagem a Austrália que descobre: o pai fora preso, acusado de envolvimento com a máfia japonesa. Liga para a mãe, que admite ter feito lavagem de dinheiro para auxiliar o marido a comprar o cargo no Japão, reforçando a imagem negativa do homem que via sempre como um ídolo.
Hana é então obrigada a retornar ao país de origem, recebendo uma ordem do governo que devia depor contra o pai. Se nega, porém ao descobrir que todos os bens da família e as contas haviam sido congelados, aceita se encontrar com o detetive responsável pelo caso dos pais. Na reunião, descobre a corrupção que sempre ignorava sendo mais pesada que imaginara, além de entrelaçada com diversas áreas e negócios ilícitos. Enojada com os atos, pergunta qual seria seu fim já que até a mãe seria acusada por seus feitos.
Um acordo então é feito. Se Hana depuser contra ambos, contando sobre as diversas negociações em que estivera presente e das conexões que fora obrigada a criar para aumentar a rede de associados da família: teria uma parte de sua renda retornando para uma conta em seu nome todo mês durante um período mínimo de quatro anos. Só após esse período poderia começar a usufruir de tal valor, sem controle governamental.
Entretanto, o contrato exigia certas condições. A primeira e mais importante, era a graduação de Hana em algum curso acadêmico, além da participação em atividades extracurriculares. “É como se estivéssemos te dando uma segunda chance,” o detetive havia explicado, “Você vai receber um valor alto? Vai. Porém, se não souber como investi-lo, o que fazer com ele, acabará sem nada depois de um tempo. Só queremos o seu bem.”
Assim, a inscrição no curso de Relações Internacionais fora feita. Todo mês teria um valor enviado diretamente para o local onde morava, sua “mesada”, porém, apenas o bastante para pagar a moradia, alimentações no campus acadêmico e os estudos. O valor era tão baixo que, quando o vira pela primeira vez, pensava ser uma gorjeta. Até entender que, tudo além, era considerado extra e não seria dado — a não ser que a morena quisesse o valor descontado de sua parcela final.
Decidida então a tentar pelo menos manter uma vida confortável, Hana começou a buscar trabalhos pela cidade. De início sofreu, tendo dificuldades com as tarefas que nunca dera atenção, mas aos poucos se acostumou e aprendeu do mais básico ao avançado. Os professores passaram a vê-la como uma aluna responsável e inteligente, principalmente a vendo fazer ambos (estudar e trabalhar) e não deixar nenhum de lado.
O primeiro ano fora passado morando no dormitório da Universidade e rapidamente decidiu que não iria repetir a decisão para o ano seguinte. Pesquisou, perguntando por entre os grupos que frequentava e, após conversar com a senhora que administrava o local, passou a residir na república Shrimp.
Sendo considerada veterana, a participação no clube de fotografia a auxiliava para manter certa estabilidade emocional. A falta que os vícios caros faziam apenas a forçando lembrar que eram parte de uma vida que não poderia ter novamente a não ser que batalhasse e não se deixasse cair em maus caminhos.
Quase como por recompensa, teve um dos colegas lhe oferecendo uma moto velha para venda, e rapidamente aceitou, pagando com o dinheiro que guardara pensando em trocar de celular.
Aos poucos reformara o veículo, e se sentia finalmente realizada. Um novo ano estava para se iniciar e, desta vez, sentia que as coisas estavam indo para um bom caminho.













