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Piscicultura do Tocantins dispara e entra no top 4 do Brasil em crescimento da produção
A produção tocantinense chegou a 20.400 toneladas, aumento de 12,7%.
O Tocantins despontou como um dos estados que mais avançaram na produção de peixes de cultivo no país. Em 2025, alcançou o 4º lugar no ranking nacional de crescimento da piscicultura, conforme o Anuário Brasileiro da Piscicultura Peixe BR, uma das principais referências do setor.
Segundo o levantamento, a produção tocantinense chegou a 20.400 toneladas, volume 12,7% superior ao registrado no ano anterior. O crescimento coloca o estado entre os destaques nacionais em expansão produtiva.
Produção concentrada em espécies nativas
A maior parte do volume produzido no Tocantins é composta por espécies nativas, que somaram 19.200 toneladas em 2025. A tilápia respondeu por 1.200 toneladas no mesmo período, com participação mais modesta na cadeia local.
Incentivos fiscais e programas estruturantes
O desempenho é atribuído a políticas públicas implementadas pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Pesca e Aquicultura do Tocantins (Sepea).
Entre as ações destacadas está o programa Trilha da Pesca e Aquicultura, voltado à capacitação de produtores, regularização ambiental e fortalecimento da cadeia produtiva. O setor também foi impulsionado por incentivos fiscais, como a isenção de ICMS para diversas espécies de pescado e a redução de 60% na base de cálculo do imposto sobre a comercialização de alevinos, autorizada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).
Outro fator apontado como estratégico é o fortalecimento da indústria de ração, favorecido pela maior oferta de insumos como soja e milho.
O secretário estadual da Pesca e Aquicultura, Rodrigo Ayres, afirma que os resultados refletem uma política contínua de incentivo ao setor, com foco na atração de investimentos e no fortalecimento da produção local.
Entre as espécies mais produzidas estão peixes nativos, tilápia e outras variedades cultivadas comercialmente.
Com o avanço registrado em 2025, o Tocantins se consolida como polo emergente da piscicultura brasileira, com potencial de expansão no mercado interno e perspectivas de atração de novos investimentos para a cadeia produtiva.
O 4º TORPEBA - Torneio de pesca esportiva do Pesqueiro DuBagd
O 4º TORPEBA - Torneio de pesca esportiva do Pesqueiro DuBagdá está oficialmente lançado e a contagem regressiva já começou.
Nos dias 30 de abril, 01 e 02 de maio de 2026, Goianésia do Pará será palco de mais uma edição de um dos eventos de pesca esportiva mais esperados da região.
Serão dois dias de pesca, muita emoção, organização, premiações incríveis e aquele clima que só quem já participou conhece. Todo ano é um sucesso e, em 2026, não vai ser diferente.
📍 Local: Lago da Hidrelétrica de Tucuruí Município de Goianésia do Pará
📲 Inscrições abertas Link para inscrição disponível na bio do Instagram
📞 Dúvidas e informações: (94) 99234-4499
Garanta sua vaga, prepare o equipamento e venha viver essa experiência. Pesca esportiva, adrenalina e grandes histórias para contar.
Peixe frito nunca mais
Durante anos, eu achava que nada superava um bom peixe frito: crocante por fora, macio por dentro e com aquele cheiro que anunciava o almoço de longe. Mas bastou testar uma receita de peixe assado no forno para mudar completamente de ideia. Com poucos ingredientes e quase nenhum esforço, o resultado é um prato leve, suculento e cheio de sabor, sem deixar rastro de gordura ou cheiro pela casa. Desde então, essa virou a estrela das minhas refeições em família, prático, saudável e com aquele gostinho de comida feita com carinho.
Ingredientes :
4 filés de bacalhau dessalgado
4 batatas médias
2 cebolas grandes
3 tomates maduros
3 dentes de alho picados
3 colheres de sopa de azeite de oliva
1 colher de chá de páprica doce
1 colher de chá de orégano seco
1 colher de chá de tomilho seco
Sal e pimenta-do-reino a gosto
Salsinha fresca picada para finalizar
Modo de preparo:
Comece descascando as batatas e cortando-as em rodelas finas — elas vão formar a base do prato. Corte também as cebolas em rodelas e reserve. Em seguida, pique os tomates em cubos (ou use os pelados da lata, se preferir praticidade).
Aqueça uma colher de azeite em uma frigideira e refogue rapidamente o alho, apenas até liberar o aroma. Junte os tomates picados, tempere com sal, pimenta, páprica, orégano e tomilho. Deixe cozinhar por cerca de 5 a 7 minutos, até o molho encorpar levemente e os sabores se misturarem bem.
Enquanto isso, preaqueça o forno a 200° C. Em uma assadeira, monte o prato em camadas: comece com as batatas, regue com um fio de azeite e tempere com sal e pimenta. Por cima, distribua as rodelas de cebola e metade do molho de tomates.
Acomode os filés de bacalhau sobre os vegetais e cubra tudo com o restante do molho. Feche a assadeira com papel-alumínio e leve ao forno por cerca de 25 minutos. Depois, retire o papel e asse por mais 10 a 15 minutos, até o peixe ficar dourado e as batatas, bem macias.
Finalize com salsinha fresca picada e sirva ainda quente — o perfume e o sabor desse prato são simplesmente irresistíveis.
Por que fazer peixe no forno é melhor para a saúde?
Depois que aprendi a fazer o peixe frito no forno, nunca mais quis saber de fritura. Além de ser muito mais leve, ele mantém o sabor natural do peixe e preserva todos os nutrientes, como o ômega-3, ótimo para o coração e o cérebro. Outro bônus é que a receita praticamente se faz sozinha: é só montar, colocar no forno e aproveitar o cheirinho que toma conta da cozinha.
Sem gordura espirrando, sem fumaça, sem sujeira. Esse peixe é aquele tipo de prato que prova que dá pra comer bem, com sabor e praticidade, sem precisar complicar. Aqui em casa, virou sinônimo de refeição especial, daquelas que todo mundo repete o prato e ainda pede a receita!
Cânion da Ilha Negra
O Cânion da Ilha Negra, no entorno da Usina Hidrelétrica (UHE) de Lajeado (TO), tem chamado a atenção de turistas e curiosos nas redes sociais, mas por trás das imagens deslumbrantes existe uma realidade preocupante: o local é de acesso restrito, não está aberto à visitação pública e representa riscos à vida.
A concessionária Investco, responsável pela operação da usina, alerta que o cânion está dentro da área operacional da hidrelétrica, onde a presença de pessoas é expressamente proibida por lei federal. A restrição é respaldada pela Política Nacional de Segurança de Barragens (Lei nº 12.334/2010), pelo Código Florestal e por resoluções da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).
Risco real e invisível
O gestor executivo da UHE Lajeado, Edson Caldeira, explica que a restrição ao acesso tem caráter legal e preventivo. “O Cânion da Ilha Negra está inserido no leito do rio, em uma área operacional da usina, onde a presença de pessoas é proibida por lei. Essa medida existe para proteger vidas, assegurar a segurança das operações e preservar a vegetação nativa e as matas ciliares do entorno, fundamentais para a estabilidade das margens e a qualidade da água”, ressalta.
Segurança e riscos operacionais
Apesar da beleza natural, permanecer na área significa se expor a riscos inerentes à operação da usina. Isso porque o nível do rio pode variar em tempo real, a depender de demandas do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). Essas manobras ocorrem durante todo o dia, alterando subitamente a vazão de água, podendo gerar correntes fortes, sucção e choque hidráulico.
“São situações imprevisíveis, próprias da operação da usina, que tornam o cânion uma zona de risco. Por isso, a legislação exige a delimitação dessas áreas de segurança e proíbe qualquer permanência de pessoas no local”, explica Caldeira.
Além do perigo da água, o gestor lembra que o ambiente apresenta pedras escorregadias e risco de acidentes. “Não se trata apenas de uma questão técnica da usina, mas de um cuidado necessário com a vida das pessoas que, muitas vezes, desconhecem os riscos”, reforça.
Proteção ambiental e combate a crimes
Além disso, o Cânion da Ilha Negra está inserido em uma área de preservação permanente (APP), onde a presença humana não autorizada pode gerar danos ambientais, como pesca irregular, caça, retirada de vegetação e outros crimes previstos em lei.
“Nossa responsabilidade é também zelar pelo patrimônio natural da região. A restrição evita a degradação de áreas sensíveis, protege a fauna e a flora locais e contribui para a sustentabilidade do reservatório”, afirma o gestor.
Fiscalização e sinalização
A área é delimitada por placas de advertência e boias, deixando clara a proibição de acesso. A fiscalização deve contar com o apoio de órgãos como Marinha, Polícia Ambiental e Prefeituras, que podem aplicar sanções administrativas e criminais em caso de descumprimento.
“Toda a sinalização foi instalada em conformidade com a legislação. Respeitar esses limites é uma obrigação de todos, porque se trata de uma medida de segurança coletiva. O descumprimento não é apenas uma infração, mas um risco desnecessário para quem insiste em entrar na área proibida”, reforça o gestor.
Visitação
Embora o Cânion da Ilha Negra seja inacessível ao público, a UHE Lajeado mantém um programa de visitas guiadas. As atividades acontecem semanalmente, sempre às quintas-feiras, mediante agendamento prévio, em áreas externas e seguras da Usina. Nessas ocasiões, estudantes, pesquisadores e a comunidade podem conhecer de perto o funcionamento da hidrelétrica, além de receber informações sobre energia e sustentabilidade.
“Entendemos o interesse das pessoas pela beleza do cânion, mas é fundamental reforçar que há alternativas seguras para conhecer a usina. Nossas visitas guiadas permitem essa aproximação com responsabilidade, fora das áreas operacionais, em total conformidade com a legislação”.
Orientação à comunidade
A Investco reforça que, toda a região à jusante da Usina, ou seja, imediatamente abaixo da hidrelétrica não pode ser acessada, isso inclui também a região dos pedrais defronte o vertedouro. Diante da recente exposição espontânea do cânion, a mensagem principal é clara: respeitar a sinalização e as orientações oficiais.
“As restrições de acesso não existem por acaso. Elas são fundamentais para proteger vidas, preservar o meio ambiente e garantir a operação da usina. A população pode e deve desfrutar do lago e de seus atrativos, mas sempre dentro dos limites permitidos e seguros”, conclui Edson Caldeira.
O peixe mais saboroso da Amazônia