QUEM É MAIS LOUCO?
lutando contra o próprio vento, eu fui também meu moinho,
já perdi a conta de quantos quixotes venci
só de ficar por aqui

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QUEM É MAIS LOUCO?
lutando contra o próprio vento, eu fui também meu moinho,
já perdi a conta de quantos quixotes venci
só de ficar por aqui
haicry
abraços não
abraços me dão vertigem
parece que vou cair pra dentro e corro de medo;
haicry
não sei se estou preparado para o segundo adeus a primeira vez que esse poema me sussurrou foi em inglês, janela a fora, como num filme americano
esse é o verso de quem vê a vida acontecendo vazando pelos olhos descompasso rasante éramos borboletas e esse é o efeito
haicry
há, o tempo é um bichão irônico me fez morder de vontade e depois passou
quase-no-renga (o haicry dos batutas)
do meio dia até as oito hoje não houve panela fora da cozinha nem fora temer fora do face
de cada discurso inflado hoje foram escritos mais textões apaixonados Que coxinhas não se moveram
para cada foto da televisão hoje foram mais de 160 deputados e menos quilômetros de ocupação
é claro que o futuro suspende em tempos de cólera e azar dos mais baixos Coube a hipocrisia dos que só agem conectados
haicry
Esse nó no estômago deve ser o da garganta que desceu
Logo logo cai no intestino
E então vou poder cagar (pra) isso
haicry
abraços não abraços me dão vertigem parece que vou cair pra dentro e corro de medo;
haicry
quando o vendaval passa e as paredes me ouvem eu falo sozinho as verdades em forma de onda e assim batem sorrisos nos meus cantos de boca