Samosa - Helay
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Samosa - Helay
Helay , El ave de Cristal - Helay / El Ave de Cristal , capitulo 10 (on Wattpad) https://my.w.tt/UiNb/ylOa4r24hK Cuento corto sobre el arrojo de los seres humanos a un hilo de vida, hilo de herencia real, y valedera que los lleve a esas otra vidas vislumbradas, desde los mas simples parajes y mundos antiguos, historia ambientada en el pueblo Inca, antes de la llegada de las lunas que colapsan y de la que podemos ver hoy. Relato sobre la muerte de un chaman que lucha hasta el ultimo dia de sus vida por bular a los cazadores mas alla de su tiempo,cibor que manejan robots conectados a la ralidad virtual y que ingresas en una dimencion paralela , pero que pueden incluso hasta darle muerte, o cambiar sus destinos . Es el nacimiento del ave de crital, es el naciemiento de Helay como el ave de luz.
Who hears your problems? my drinks || Helena & Anna
Ainda na cama; o maldito despertador de seu celular gritando a tempos, até que ela desajeitadamente o fez parar, tateando próximo a comoda e o derrubando no chão. Ficou feliz em finalmente ele ter parado de tocar e colocou o travesseiro por cima da cabeça querendo voltar a dormir, quando o barulho voltou. Levantou-se preguiçosa e irritadamente e pegou o sPhone do chão, percebendo que era apenas mais uma ligação das 20 anteriores. "— Droga, Rebecca, eu tava dormindo. —" reclamou atendendo, Anna era na maior parte do tempo um ser sociável e alegre, mas, não quando era acordada, sem se importar se eram 4 da manhã ou 3 da tarde, como era o caso "— O que? Psicologa? Ta de brincadeira. O que?! Você já marcou?! Hoje? Eu sei, eu sei que eu tenho ligado, ou no caso, deixado recado pra você de madrugada por causa daqueles sonhos, e eu e lembro do que aconteceu 2 anos atrás. Caramba Becky, me deixa falar. Ta, ta bom, eu vou. Ta feliz?!" — As pequenas desavenças que ambas tinham normalmente terminavam assim, com Anna desistindo de discutir com Rebecca por ela ser demasiadamente insistente. Pensou por um momento e encontrou uma coisa para falar com a psicologa; ela não tinha assim tanta paciência.
Escolheu uma roupa qualquer e comeu alguns biscoitos com chá, jogando-o na metade e bebendo uma dose de martini. Já não era tão cedo quando chegou a sala de espera do hospital onde Helena trabalhava. Wolf não era a maior fã de hospitais, lembrava-lhe de sua mãe irresponsável, mas, aquele em particular era tranquilizador. Folheou algumas revistas velhas e observou as pessoas que estavam ao seu redor. Ficou feliz ao ver que não eram todas claramente malucas como ela havia imaginado. Anna tratava psicologia com um pouco de receio, talvez porque sempre imaginava um grupo de pessoas perturbadas falando sobre suas péssimas vidas.
A porta se abriu, Anna olhou de sobressalto a sua nova psicologa e entrou na sala, um pouco desconfortável. Não falou nada, apenas passando pela porta e sentando em uma cadeira. Ela não sabia se deveria responder alguma coisa, cumprimentar, não sabia o que fazer. Olhou para os lados, procurando algum assunto para trabalhar, mas, não achou nada em especial, apenas uma placa com seu nome. Yandell. Não sabia o que sentir sobre, mas, era particularmente familiar, assim como a mulher. Levantou os pés e sentou-se por cima deles na cadeira, encarou Helena Yandell e disse — Como você aguenta ficar ouvindo o problema dos outros o dia todo?