× bad boys ain’t no good. but good boys ain’t no fun. ×
“Is Kwan Daeshin that you said it’s his name?”
“Hey, I think I saw him on the TV news!”
“Probably like a great newscaster, uh?”
“Oh, no! Hes just had fight with another dude...”
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{Muse R} Kwan Daeshin, 21 (1st fev). repórter e um dos apresentadores do noticiário da TV local, e estudante de jornalismo ‘preocupado’ com o TCC.
× Daeshin teve uma criação extremamente conservadora. Desde pequeno, as conversas durante os jantares sempre tendiam ao posicionamento de “o quão rude as outras espécies podem ser, ofuscando toda a classe e elegância que o mundo atual poderia proporcionar a seus habitantes" — obviamente que o assunto “miscigenação” também sempre se encontrava fora de pauta. Sendo assim, logo se pode imaginar que o fato de na sua época de colégio a diretoria ter reclamado aos montes com os senhores Kwan sobre bulliyng não rendia nem mesmo os menores sermões ao chegarem em casa.
× Nessa época, inclusive, Dae detinha o título de capitão do time de futebol, mas mesmo que nomeasse o cargo “mais importante” do time, não conseguiu uma bolsa pelo esporte na faculdade que desejava, afinal, não tinha o porte físico tão bom quanto o de um lobisomem. Quer dizer, obviamente que suas qualidades seriam deveras mais refinadas que esses lobos! Sendo assim, seus pais “fizeram questão de bancar a graduação de jornalismo do filho, para que ele não dependesse de bolsas e esmolas dos outros”, e então Dae passou a estudar na faculdade local mesmo, aproveitando das oportunidades de emprego dali, já que não pretendia sair da região de qualquer forma. No seu segundo ano voltou a se envolver com o time de futebol novamente, mesmo que não tivesse bolsa, ajudando o treinador com as estratégias dos jogos, já prevendo o assunto do tão temido TCC. Incusive, isso que deveria mais preocupar sua cabeça atualmente.
× Coincidentemente, o dono da emissora de televisão local é um amigo próximo do senhor Kwan, o que, de forma alguma, explicaria o porque de Daeshin ter conseguido um estágio de tantas horas e de estar logo trabalhando como um dos apresentadores do noticiário, além de, também, cobrir alguns furos de reportagem por ai. Mas tudo bem, não é como se algum de seus colegas fossem ter coragem dúvidas para reclamar de sua competência.
× Sempre foi do tipo briguento, sendo que qualquer olhar torto já é o suficiente para levar um de esquerda. Claro que comumente Dae também sai com um olho roxo dessas situações, afinal, por melhor que seja sua condição física e mais adepto de academias e batidas de whey, o menino ainda não é dois. Mas quando isso acontecia, até então a história sempre terminava com o cara suando frio encurralado em um beco qualquer por uns vinte amigos seus. Em momento algum foi mencionado sua concordância com uma luta justa, vale citar.
× Também se pagava de pegador assim que surgisse a oportunidade, sendo em conversas ou se exibindo com alguma garota na frente de seus "amigos”. Mas ao final da noite, não importava que fosse para a casa com alguém, pois em metade das vezes acabava dispensando-os por “estar de saco cheio” ou “com dor de cabeça”. Na verdade, estava mesmo era cansado de manter sua imagem de “cara legal”.
But I won't let them break me D O W N to dust, I know that there's a place for us for we are G L O R I O U S. When the sharpest words wanna cut me down, I'm gonna send a flood, gonna drown them out. I am B R A V E, I am bruised, I am who I'm meant to be, this is me.
humana, advogada e blogueirinha
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Filha de dois humanos que juntos administravam um restaurante, os pais de Yongchae já tinham planejado o futuro da filha, fazendo-a trabalhar no caixa desde sua adolescência na expectativa de que algum dia ela tomasse os negócios da família.
Introvertida, Yongchae demonstrava uma rebeldia tímida na forma de pequenos gestos subversivos ou palavras atravessadas, mas sentia-se muito pequena e amedrontada para enfrentar o mundo até que começou a ler blogs, livros e fóruns com ideologias sociais e políticas, passando a entender melhor as dinâmicas sociais e as implicações de ser humana, a "espécie fraca'". Queria ajudar na quebra de esteriótipos e lutar pelos seus direitos. Foi assim que começou a praticar taekwondo e decidiu que se tornaria uma advogada. Também começou um blog no qual publica textos referentes ao seu ativismo, ganhando atenção não só lá mas em suas outras redes sociais.
Ainda depois de todos os seus esforços para se proteger, tendo alcançado a faixa vermelha no taekwondo, o vampiro que a atacou chegou por trás e tudo que Yongchae conseguiu fazer foi gritar. A sensação de vulnerabilidade ainda a afogava e depois que seu corpo foi tratado, ainda possuí uma cicatriz em sua panturrilha e sintomas de estresse pós traumático. Ainda não descobriu a identidade nem a motivação de seu agressor.
Seu sonho era viver em Seoul, trabalhando em um escritório de advocacia até que um dia conseguisse abrir o próprio. Não tinha dinheiro nem experiência para isso, por isso continuou em Hwanan com os dias cheios já que ainda ajudava os pais com o restaurante. Porém está confusa desde que sofreu o ataque e encontrou sua tatoo mate.
Gosta de desenhar quando está estressada e tem várias pinturas em aquarela espalhadas por seu quarto.
Nunca saiu do país e deseja um dia conhecer o mundo na companhia de alguém especial.
——— ☾ ∞ ❝ I feel like you're trying to tell me what to do so i'm gonna do the opposite.❞
Im Naeun. Garçonete. 22 anos. Loba.
Filha de um policial condecorado e uma professora de jardim de infância, cresceu sendo educada para ser a garota exemplo, quase uma boneca de porcelana já que não a tratavam como uma pessoa com motivações próprias e sentimentos, mas sim com frieza por trás de toda a fachada; superficiais era o termo perfeito. Seguiu como um robô até quase o final de sua adolescência, onde abriu os olhos e decidiu ligar o foda-se para tudo e todos, escondeu suas opiniões e obedeceu por tempo demais. Segue a vida como uma party girl, porém não se considera uma rebelde sem causa como todos dizem, é fortemente a favor da igualdade e faz questão de deixar isso bem claro, principalmente em forma de arte pelas paredes da cidade.
『◦ info completa ◦』
fuck buddies que se procuram apenas pra se aliviar mesmo, nem precisam se gostar, inclusive uns desafetos ia ser louco q
alguém que vá no café que a Naeun trabalha sempre e eles acabam trocando uma conversa ou outra
talvez uma alma caridosa que acredite que pode tirar a bichinha dessa vida e vive dando uns conselhos, o famoso “quem avisa amigo é”
o oposto também seria ótimo, que vá pras noitada com ela e seja bem parceiros no crime mesmo
uma pessoa que ache as atitudes da loba ridículas e sem sentido, os motivos podem ser os mais diversos, mas eu imagino alguém mais sério e centrado
alguém bem arrogante e que se ache superior por sua raça (de preferência um vampiro) consequentemente tirando ela do sério muito hard
a Naeun tem um talento nato para a arte, mas ela meio que utiliza ele para pichar e grafitar qualquer coisa que dê na telha (escondida, óbvio) então ela poderia ser pega no flagra e ao invés de a dedurar, essa pessoa pode apreciar seus desenhos/mensagens
um ser corajoso que queira dividir apartamento com ela já que as dívidas estão cada vez mais complicadas de quitar com o salário do café, o que pode acarretar alguns problemas de convivência por Naeun ser tudo, menos organizada
não preciso nem dizer que a mulher não da a mínima para soulmates, certo? então acho que seria interessante alguém que é fissuradx nessas coisas e ficar suspirando/enchendo a paciência dela, mas apesar dela se irritar até gosta de ouvir, bem no fundinho, sobre
Por enquanto eu pensei nessas ideias, mas eu topo qualquer coisa mesmo, só vir aqui no meu chat que combinamos tudo bem certinho lkç~çlkl E também todas essas cnn são rascunhos então podemos adaptá-las sem problema algum, apenas se aconchegue porque eu juro que não mordo só a naeun q nossa eu sou péssima lçklkjlçk~k