Óxido de Grafeno e Nanobots são encontrados nas VaChinas.
A Humanidade não é mais Humana (DNA intacta). A humanidade pertence ao TransHumanismo (hibridismo, mutação genética, modificação do DNA humano).Para ridicularizar as “conspirações” dos Grandes e Verdadeiros Donos do Mundo (Obscuros, Deep State, Stablishment - Vulgo Iluminates), adicionaram o termo “Teoria” em tudo que seja correlacionada com as Conspirações Mundiais (NOM - Nova Ordem Mundial).
Quando você amadurecer de verdade. Perceberá que todos os conteúdos de entretenimento é uma alusão a realidade, daquilo que já existe, mas ainda não foi apresentado para todos. Apenas um grupo muito pequeno toma deste conhecimento.
Acordem da Matrix!
Publicação original nesse link: http://oquemeatravessaadanca.blogspot.com.br/2017/06/hibridismo-uma-energia-em-movimento.html
Bonecos
Bonecos e técnicas
Técnicas e tecnologias
Bonecos, técnicas e tecnologias
Danças
Bonecos, técnicas, tecnologias, danças
Magia
Bonecos, técnicas, tecnologias, danças, magia
Caroline Holanda
A Carol
Híbrida
Carrega consigo a diluição de fronteiras que entendemos como hibridismo
Caroline Holanda
Artista, pesquisadora, docente da cena
Híbrida
Corpo-matéria-movimento como eixos referenciais para fazer dialogar os percursos entre dança, marionete e circo
Entre
Percursos
Ir e vir
Trânsito
Caroline Holanda
Híbrida que compreende hibridização como algo que está no trânsito entre as linguagens da arte
Em trânsito com as linguagens da arte.
Trânsito
Movimento
É o movimento que atravessa sua pesquisa.
Movimento enquanto corpo
Corpo como matéria assim o enfatiza ressaltando que é ali onde está o chão
Um chão que flutua assim como seus bonecos em movimento
Bonecos que voam como as pessoas também deveriam
O ali onde está o chão não é fixo
É o movimento
Ressaltado a (quase) todo momento
Sempre o movimento, chega a dizer,
Caroline Holanda
Em movimento
Vai se constituindo
Híbrida
Na sua formação
Na sua relação com as diversas áreas de conhecimento pelas quais se interessa
Um interesse que vem acompanhado da necessidade
Necessidade de trabalhar todos os saberes e vontades de saber que a atravessam
Saberes que são convocados conforme o trabalho que se quer fazer
Se pede mágica, então procura-se a magia que dialogue com aquele fazer
Quem solicita o hibridismo é a obra e não a artista, diz ela
Caroline Holanda
Que em seu fazer artístico, conversa com o conceito de transdução de Simondon[i], onde uma energia se transforma em outra coisa, mas ainda sendo a energia primeira
Uma energia que se transforma
Uma energia em movimento
Que vai de um lugar a outro
À outros lugares
Há outros lugares do/no híbrido que não são fáceis de transitar
Não é legal ser híbrido na hora de habitar um lugar não híbrido
Um lugar
Se o hibridismo for um lugar, ela o apresenta como o de questionamento
Questionamento que move
Que se move em tempo gerúndio
Gerúndio e gerando
No tempo que está fazendo, Caroline Holanda, arte
No tempo que em transitando entre as linguagens da arte
Trânsito
Entre
Assim é o hibridismo
[i] Gilbert Simondon foi um filósofo e tecnólogo francês com notáveis conhecimentos em mecânica, eletrônica, hidráulica e termodinâmica.
A saudade é, de certa forma, um sentimento estranho – nunca manifesta-se da mesma maneira. Às vezes, a vontade de estar perto, o desejo incontrolável de contato físico, da presença, ou simplesmente de um som familiar e acolhedor. Às vezes, o abandono, a angústia, o coração apertado, o sufocante sentimento de necessidade. É algo incompreensível, inexplicável, único e, acima de tudo, especial.
Costumo dizer que a saudade é um bom sentimento híbrido, resultante da mistura de todos os demais, pois não importa o quão ruim seja sua manifestação inicial, no fim, o êxtase do encontro supera qualquer expectativa de felicidade possível de definir com apenas "felicidade". A palavra torna-se imprópria para explicar tudo que o hibridismo da saudade provoca em um beijo de "você fez muita falta!" e um abraço de "fica comigo pra sempre, não vai embora de novo, por favor".
Etre Supreme - Hibridismo (Julious Marvesol Remix)
Videoclip lo-ficial, realizado con videos de dominio público por Dr.Marvesol para Rural Galactic Sound, 2013. Track originario aquí: http://tiny.cc/7jojvw y track del remix aquí: http://tiny.cc/1kojvw
Blogs policiais: hibridismo e reprodução discursiva
Naiana Rodrigues e Elias Bruno[1]
O medo é um dos elementos inerentes à modernidade. Em sua forma natural ou cultural, ele está presente em nosso cotidiano e nos ronda em uma esquina mal iluminada ou a cada notícia de assalto, homicídio ou de crimes de diferentes ordens. A violência urbana, portanto, é uma das faces visíveis desse temor, muitas vezes, paralisante, como observa Bauman (2008). O jornalismo enquanto instituição de mediação social não poderia se abster de tratar da violência em suas narrativas, afinal, ela é um elemento da expansão das cidades e da conseqüente complexificação de nosso modo de vida.
A legitimidade da temática na pauta jornalística, portanto, está mais que evidente, contudo, o que muito se questiona é a forma como o jornalismo constrói seus discursos em torno da violência. Desde os primórdios do jornalismo impresso que as ocorrências policiais têm espaço garantido nas edições diárias. Na TV, elas ganham uma tonalidade tão agressiva quanto os próprios atos aos quais se referem - flertando, inclusive, com o humor - e na internet, como não poderia deixar de ser, a cobertura policial está presente não apenas nos portais das empresas de mídias tradicionais, mas aparece também em uma forma, digamos, mais despojada: nos blogs.
Nem só de moda e cultura vivem os blogueiros. As páginas pessoais que se multiplicam em número e variedades de assuntos também destinam suas atualizações para tratar de segurança pública e de temas correlatos. No Ceará, a prática é comum, sobretudo, no interior do Estado e mantém algumas características típicas da web enquanto plataforma e do blog como uma forma de gênero, principalmente o critério de identificação pessoal da temática. A essas, porém, aliam-se as marcas dos programas policiais televisivos, o que faz desses produtos uma espécie de híbrido.
Como ilustração do fenômeno no âmbito local, destacamos para esse artigo duas publicações provenientes do município de Camocim, no Ceará: o Camocim Polícia 24 horas e o Blog Combate Policial. De início, é interessante ressaltar que ambos, em seus títulos, fazem referência à instituição que tem como papel social punir os agentes que provocam a violência urbana.
Quando o jornalismo se qualifica como policial, toma de empréstimo da Sociologia uma corrente que atribui à atuação policial e ao sistema judiciário a responsabilidade pela diminuição e coibição da violência (SODRÉ, 2002, p. 15). Há ainda um ponto de vista sociológico com “tônica ideológico-doutrinária” que considera o crescimento da criminalidade como consequência direta da expansão dos centros urbanos e da queda das condições de vida nas grades cidades. Portanto, a “solução” para o número crescente dos atos violentos estaria na melhoria das condições educacionais, de emprego, moradia, etc. (SODRÉ, 2002, p. 14-15).
É interessante observar que essas duas correntes aparecem, vez ou outra, no discurso do jornalismo policial. Contudo, a que encontra mais eco, sobretudo com a voz dos apresentadores de programas televisivos especializados nessa temática é a primeira, a que versa sobre o recrudescimento da Justiça e de suas instituições, como a Polícia.
Nesta segunda perspectiva, comparece, portanto, a questão da violência visível ou violência anômica, entendida como a ruptura, pela força desordenada e explosiva, da ordem jurídico-social, e que pode eventualmente dar lugar à delinquência, à marginalidade ou aos muitos ilegalismos coibíveis pelo poder do Estado. Inscreve-se neste campo, os atos de violência em que implicam os critérios de morte, os assaltos, os massacres e outras variantes. Ao contrário do estado de violência, o ato comporta resposta, entrando portanto na dimensão da luta, que integra a dinâmica de toda estruturação social” (SODRÉ, 2002, p. 16).
Não vem ao caso discutir a legitimidade ou validade de cada uma dessas posições ideológico-sociais, mas deixar em relevo que o discurso jornalístico está ancorado em fundamentos sociais e não decorre de uma elaboração espontânea do jornalista isoladamente. Feitas essas considerações, vamos entender como operam os blogs aqui escolhidos para análise.
O blog Camocim Polícia 24 horas é uma página alimentada desde 2010 quase integralmente com fatos policiais do Ceará, com foco nas ocorrências registradas no litoral Oeste e Norte do Estado. Possui layout simples, apesar de trazer um cabeçalho com uma montagem simbólica que remete ao teor dos assuntos abordados. A peculiaridade percebida de imediato é o próprio endereço do site (http://1poquimdicada.blogspot.com.br/), o que deixa entrever que, antes, tratava-se de outra publicação e que foi readequada para a abordagem da temática policial. Esse fato nos remete a uma das características basilares do blog enquanto gênero textual: a pessoalidade. As temáticas abordadas nas páginas policiais estão diretamente atreladas aos gostos e identidades dos sujeitos que as constroem.
Daí porque, logo no início da navegação, é possível identificar o responsável pelo Camocim Polícia 24 horas, descrito como “SD FLÁVIO”, que disponibiliza seu telefone e e-mail para receber sugestões de “matérias, vídeos e fotos”.
As laterais do blog trazem publicidades de comércios da região e um ranking das 10 publicações mais acessadas do mês, o que revela o fato curioso de ter seis posições preenchidas por conteúdos de teor sexual (as fotos íntimas da atriz Carolina Dieckmann e a história de uma adolescente de 15 anos envolvida em uma orgia).
Esse fenômeno coloca a sexualidade em uma posição de igualdade com a violência, reproduzindo assim uma posição “purista” e conservadora que relega o sexo às quatro paredes e quando o tira da alcova é com a intenção de rechaçá-lo, humilhá-lo, demonstrando assim para os demais que toda e qualquer manifestação sexual transgressora será “punida” com a explicitação pública.
Esse tipo de associação acaba por prolongar a corrente do medo social que nos ronda cotidianamente, e como bem observa Bauman (2008, p. 9), acaba por gerar mais atos dessa mesma natureza, pois vivendo sob a égide da ameaça constante, o homem da modernidade líquida tende a caminhar ao encontro do perigo. Temos aqui uma explicação plausível para o grande acesso das notícias relacionadas à temática sexual, o medo de ter a intimidade exposta publicamente faz com que o homem queira consumir ainda mais essa forma de exposição e de denotação da vulnerabilidade, quase que se satisfazendo (tendo prazer) com o consumo.
Voltando a outros aspecto do Camocim Polícia 24h, observamostambém que há espaços para acessar outros blogs e o arquivo de matérias desde 2010, fazendo assim jus às características do webjornalismo de hipertextualidade e memória. Em relação às matérias publicadas, é possível destacar a presença tanto de conteúdo próprio quanto de reproduções dos principais portais de noticiais locais e também de outros blogs hiperlocais, todos com o devido crédito.
O texto produzido pelo autor da página possui algumas características, como o uso de termos policialescos (o “vulgo”, a descrição exata do número das viaturas e dos nomes dos policiais que atenderam determinada ocorrência, além dos artigos do Código Penal Brasileiro infringidos).
Quanto ao material multimídia, é constante o uso de fotos relacionadas às ocorrências, com a exposição das seqüelas das vítimas de agressão, homicídio e acidentes sem nenhum tipo de pudor. A mesma postura é adotada em relação aos vídeos, que são embedados de uma conta no Youtube também identificada por “Camocim Polícia 24h”. A maioria do conteúdo audiovisual colhido pela própria equipe do site traz, no início do titulo das matérias, a identificação “exclusivo”, o que denota a própria inserção da publicação na lógica jornalística, na qual a “exclusividade” é um fator tanto mercadológico, de diferenciação, quanto de revelação do que estava oculto. Ao atribuir o caráter exclusivo às suas produções, o blog tenta assim gerar mais valor agregado, produzir valor para si mesmo (VILCHES, 2006).
Também se somam à linha editorial adotada, publicações sobre as datas dos aniversários de policiais militares da região e algumas notícias de outros estados do Nordeste. Esse enfoque personificado dos indivíduos da corporação policial pode ser tido como um fato de aproximação com a própria instituição e seus sujeitos, como também faz com que a publicação assuma um caráter “oficial”, tomando para si um tipo de comunicação que é comum no rol da comunicação interna das organizações. Esse fator reforça o próprio caráter “exclusivo” do que é veiculado, pois dá ao entender para o leitor de que o autor do blog é um insider, alguém que tem livre circulação na esfera policial.
E, para encerrar, o site possui ainda uma página no Facebook - https://www.facebook.com/pages/Camocim-Polícia24hs - (3.238 curtidas), e um perfil no twitter – www.twitter.com/CAMOCIMPOLICIA (534 seguidores), onde são compartilhados os links das matérias.
Combatente
O blog Combate Policial é uma página alimentada do município de Camocim, mas que traz também ocorrências de outras regiões do País e até internacionais. Apesar de ser denominado como “blog” na barra de navegação, possui domínio próprio (www.combatepolicial.com) e tem um layout mais elaborado, fazendo com que se aproxime do padrão dos portais de notícias da grande mídia. De certa forma, essas características tentam mascarar a origem amadora da publicação, contudo, nunca será possível sua desvinculação dela, pois é exatamente esse amadorismo que o legitima e que trará elementos novos, diferentes dos encontrados nas empresas midiáticas, autorizando assim a própria existência da página.
No cabeçalho, são disponibilizados links para acessar os conteúdos regionais, nacionais, além da política de privacidade do site. O layout é preenchido por um tom escuro e traz logo no início um plug in da página do blog no Facebook (https://www.facebook.com/BlogCombatePolicial), além de reservar um espaço para seis destaques fotográficos de notícias, a exemplo das galerias nas homepages dos portais convencionais.
As laterais foram preenchidas por publicidades de comércios também da região de Camocim e pelas seções “Destaques do mês”, “Destaques da Semana”, “Blogs recomendados”, além da lista de tags usadas para marcar as matérias. Os destaques marcados pela temporalidade são mais um elemento que remete à lógica do jornalismo e, de certa forma, apaga as marcas do amadorismo que é atribuído aos blogs. Já os anúncios locais são expressivos da confiabilidade do público no entorno e da própria viabilidade do blog enquanto plataforma informativa com fundamentos na linguagem jornalística.
A exemplo do Camocim Polícia 24 horas, o Combate Policial também traz um balanço entre o número de publicações próprias e reproduções de outros sites, mas com uma ressalva: a intensa abordagem de assuntos em nível nacional e internacional.
A intertextualidade com outras publicações é uma característica bem peculiar aos blogs desde suas origens, no início dos anos 2000, e a referência a temas que fogem do cotidiano local, por sua vez, mostra tanto a dificuldade para a produção de conteúdos, pois, por mais que a publicação use as características jornalísticas, não conta com a infra-estrutura de uma empresa, o que a relega ao patamar de uma produção informativa artesanal. Outra inferência a esse respeito trata da própria legitimidade da página, que pode ser uma referência informativa na cidade a ponto dos leitores preferirem acessar o blog em vez de outros portais para terem acesso a conteúdos nacionais ou internacionais.
Os moderadores também creditam as fontes das matérias reproduzidas, sejam de portais de notícias consolidados ou de outros blogs. Em alguns casos, as informações de dois sites são mescladas em uma só matéria (nesse caso, ela pode receber a assinatura “G1/Blog do Barro”, por exemplo), outra marca da apropriação dos modos de fazer do próprio webjornalismo.
Em relação à linguagem utilizada, é possível identificar um texto mais objetivo do que o usado pelo Camocim Polícia 24 horas. Nota-se que o “policialesco” aparece em um parágrafo separado, no qual são descritos os nomes dos soldados que participaram das operações. Outra peculiaridade é a manifestação religiosa em alguns posts, como no da morte de um PM, onde foram usadas citações bíblicas para “confortar” a família do “irmão de farda”. Essa relação com o discurso religioso remete ao caráter local da publicação, afinal, a religiosidade é um elemento cultural forte e presente no Nordeste. Sendo assim, por mais que se esforce para ter um distanciamento, abrindo mão de termos específicos da área, há momento em que o blog se revela como uma publicação local, deixando clara não só suas origens geográficas, mas sua própria origem de gênero textual.
As assinaturas das matérias próprias levam o nome de Blog Combate Policial, o que generaliza e não personifica a produção de conteúdos, mais um esforço no sentido de se afirmar enquanto uma instituição jornalística e não uma mera página amadora. Contudo, no memento em que os conteúdos deixam explícita a colaboração de algum policial, novamente, o blog sai da esfera jornalística e retorna ao universo da colaboração e, claro, do amadorismo, comum ao atual estágio da web 2.0.
O uso de vídeos e fotos também é constante, com o diferencial da aplicação de legendas para identificar os envolvidos nos crimes. Também não há uma preocupação com a exposição de cadáveres e imagens fortes. Não há uma identificação clara de quem cuida do blog, mas no final de cada publicação é possível identificar um plug in que sugere ao leitor seguir o perfil de @fabiocamocim. O que mostra, mais uma vez que, apesar dos esforços em atribuir uma feição profissional ao blog, ele guarda as características basilares desse tipo de publicação: a pessoalidade e o fazer artesanal.
No Facebook, onde, além dos links, são postadas frases e imagens motivacionais para os policiais, o blog possui 2.223 curtidores[1].
Encerramos assim nossa descrição de duas experiências jornalísticas com foco na temática da violência urbana, ou melhor dizendo, policial. Percebemos que um dos blogs, no caso do Combate Policial há um verdadeiro conflito de identidade da página, que tenta a todo momento negar sua origem amadora, mas não poder fugir dela.
Já o Camocim 24 horas assume sua feição pessoal ao mesmo tempo em que ancora seus conteúdos na prática comum ao jornalismo policial, sobretudo, o televisivo. O que fica dessa breve análise é que esses blogs se inserem em uma tradição de abordagem da violência anômica praticada pela mídia tradicional há séculos e, mesmo em se tratando de publicações com formatos diferentes, construída sobre uma base, uma plataforma inovadora, elas continuam reproduzindo discursos parciais e arraigados em uma ideologia autoritária e institucional
Podemos resumir a questão com uma simples alusão à Ferdinand de Saussure (2004) mudam-se os significantes, mas não se mexe nos significados.
Referências Bibliográficas
BAUMAN, Zygm Zygmunt. Medo líquido. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editora, 2008.
SODRÉ, Muniz. Sociedade, mídia e violência. Porto Alegre: Sulinas, 2002.
VILCHES, Lorenzo. Migrações Midiáticas e Criação de Valor. In: MORAES, Denis. A Sociedade Midiatizada. Rio de Janeiro: Mauad, 2006. Trad. Carlos Frederico Moura da Silva e Maria Inês Coimbra Guedes.
[1] Acesso em 17 de outubro de 2012 às 00h15.
[1] Aluno do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Ceará e colaborador do Nuvem.