Capitulo 7 - other woman
Eu não conseguia acreditar no que estava vendo. Nesse momento não conseguia sentir absolutamente nada, meu peito estava um oco profundo e minha boca estava aberta, as palavras me fugiam.
Ele estava lá, com os braços ao redor do corpo daquela mulher, as mãos espalmadas na sua bunda e seu rosto enfiado no pescoço dela. Aquilo me sufocava a cada segundo e ao mesmo tempo me deixava viva. Não sabia o que começava a crescer dentro de mim, era óbvio! Ela é mais bonita que eu, tem seios maiores que os meus e agora tinha meu homem em um abraço tão íntimo que eu juro por Deus, se fosse em mim, estaria com a calcinha molhada.
A mão esquerda de Lauren toca na minha coxa, me fazendo dar um pulo.
-Vamos quebrar a cara dele, está pronta? Eu tenho um taco de golf e podemos acertar bem nas bolas. -ela fala expressando todo seu ódio, a morena se curva para pegar o taco.
-Não! Não precisa. Eu quero ver mais.
-Eles estão na porta de um motel barato, quase trepando no estacionamento e você não quer ir lá?
-Eles vão entrar. -abro a porta do carro me abaixando para ficar escondida. -Pega minha bolsa.
-Vivie o que você vai fazer?
-Eu vou entrar lá.
-Vamos quebrar ele? Claro que vamos! -ela desce do carro e se encosta no capô. Essa era a hora da gente agir, pego minha bolsa, coloco os óculos escuro e o capuz do casaco esportivo. Lauren me acompanha com aqueles passos rápidos e tagarelando algumas ofensas que eu fosse usar com os dois.
Mas essa não era a minha intenção, eu não iria me rebaixar a esse ponto. Tudo o que queria saber era porque ele estava fazendo isso comigo, porque tinha mentido para mim.
Entro no motel e vejo a recepcionista logo a baixo daquela prateleira de madeiras, numeradas com um cordão e a chave.
Ela me encara como se pudesse me fuzilar com os olhos, Lauren se apoia no balcão e encara a mulher.
-Queremos um quarto.
-Apenas um?
-Claro! Eu e minha parceira não podemos transar aqui também? -ela me puxa pela cintura. -Aliás, quero um quarto do lado daquele que o último casal entrou!
-Que casal? Esse tipo de coisa a gente não pode...
-20 dólares se você me colocar no quarto ao lado.
-Quarto 006, do lado esquerdo. Siga em frente e você vai ver o aviso de não perturbe. -Lauren quase esfregou a nota na cara dela.
O motel era de longe um lugar em que Justin se familiarizasse. A corda que a chave estava amarrada, era amarela e agora estava preta e grudenta, ele não aguentaria tocar em algo assim. Não o Justin que conheço! O chão completamente sujo, carpet verde musgo com manchas de cerveja.
O cheiro de desinfetante barato que misturava flores e um cheiro estranho de eucalipto. Deus! Esse lugar fedia como um banheiro na beira de estrada.
O que eu estou fazendo?
Entro no quarto com aquela incerteza do que poderia acontecer. Lauren analisa aquela lugar com nojo, era notável ver sua repulsa ao olhar para aquela cama onde estava prestes a sentar.
Deixou minha bolsa no chão e me aproximo da parede ao lado esquerdo.
-Vivie se você quer ouvir seu marido transando com uma peituda usando sapatos italianos. É melhor não chorar porque se não eu enfio esse taco de golf pela sua garganta.
-Eu não vou chorar.
-O que estamos fazendo aqui?
-Você viu? Ele está com ela por causa disso! -aponto para os meus seios -Eu não tenho tudo aquilo!
-Viollet você tem um rabo maior do que uma kardashian! Porque merda seu marido iria querer uma peituda quando se tem uma mulher dessas?
-Isso não justifica! Eu faço tudo por ele, eu faço tudo de maneira perfeita. Ele me pediu para acabar com o jogo e eu acabei! Ele me pediu para voltar a ser a Vivie de antes e eu estou aqui agora, no quarto ao lado onde ele está fodendo a boceta de uma outra mulher. Lauren! Eu não sei o que está acontecendo comigo.
-Ele é um babaca, já cansei desse drama. -ela pega o taco e aperta a base jogando para cima dos ombros como se fosse alguma lutadora de rua. Respiro fundo, tentando me manter sóbria.
-O que adiantaria se nós duas entrássemos lá? Ele sempre tem uma desculpa.
-E você sempre cai! Já pensou em dar o troco.
-Dar o troco não seria algo que ele se sinta magoado. Bieber me propôs uma vez, para que eu transasse com Marshall e ele assistisse tudo.
Pela cara de nojo que Lauren fazia era mais que repugnante o pedido de Bieber. Só que agora as coisas eram diferentes, o tanto que me martirizava dentro do quarto, o tanto que me olhava no espelho do teto tentando encontrar algum defeito que fizesse meu marido perder o interesse em mim.
Ela era mais jovem, morena, peitos como dois ice bergr's onde ele poderia fazê-los de travesseiros depois do sexo. Aquela carinha inocente de uma mocinha universitária.
Não tinha como competir com isso. Eu sou a mulher magra sem peitos, o banco de espermas dele quando a mocinha não está. Talvez a única coisa que o mantia na cama comigo...era sexo anal.
Lauren amarra deus cabelos e joga o taco do outro lado do quarto. Ela se aproxima da parede colando seu rosto nela. Era possível escutar daqui os gemidos daquela mulher. Tudo o que ele dava para ela, cada ruído da cama arrastando ao chão.
Isso entrava pelos meus ouvidos e ficava na minha memória como se fosse um filme de terror. Nosso casamento tinha ido por água abaixo! Estava arruinado e quando tentei concertar, fui impedida por ele. Fui impedida de ter meu marido de volta.
Lauren caminha na direção da porta com aquela cara sarcástica, ela é maluca e vai fazer alguma coisa.
Corro atrás dela antes que faça algo cedo demais. Ela bate na porta freneticamente, até o barulho dos dois cessarem. O silêncio toma conta do quarto naquele momento. A porta se abre e eu me escondi por trás da porta do quarto que eu estava.
Olho pela brecha o sorriso de Lauren ao ver Bieber. Ele empurra a morena na parede ainda tentando segurar o lençol branco ao redor da cintura.
E lá estava ele suado, as costas vermelhas e os cabelos encharcados.
-O que está fazendo aqui?
-O que você está fazendo aqui! -ele retruca a Lauren.
-Estou com meu marido, aqui acabou as toalhas e eu pensei que alguém poderia me emprestar! Vivie está aí? -ela sai da frente do Bieber e some da minha vista.
Bieber mantinha as mãos segurando o lençol, olho dos pés à cabeça e o vejo no seu ápice. Nem mesmo aquele transtorno com Lauren o fez perder sua ereção. Talvez aquela mulher fosse uma deusa na cama.
-Lauren! Sai dessa merda.
-Bieber!!! -ela praticamente grita seu nome. -Eu não acredito.
-E muito menos eu! Acha que sou idiota, sei o quanto você é vadia e duvido muito que Rob esteja aqui.
-Temos um segredo em comum. -ela dá um sorriso confiante. O vejo olhar para porta desconfiado. Praticamente me jogo do outro lado tentando me esconder.
Nao queria que ele me pegasse dessa maneira. Na merda! Estava derrotada a cada segundo. Mas porque não conseguia sentir raiva dele e sim de mim!
Espero minha melhor amiga voltar para o quarto depois de uma discussão no corredor do motel. Ela volta com aquele ar superior, os cachos praticamente saltando em seu rosto e logo em seguida ela desaba em risos como uma maluca.
Suas mãos me puxam para longe da parede, nesse momento me procura para um abraço, tentando me reconfortar.
-Rob deve saber sobre isso. Hoje eu corto as bolas dele se não me contar o que sabe.
-Deixa ele fora disso.
-Você viu? Ele falou para mim que "às vezes as coisas boas estavam fora de casa". Eu não aguentei Vivie, não tenho sangue de barata.
-O que você fez?
-Não viu? -balanço a cabeça negativamente -Dei um tapa na cara daquele babaca. Como ele diz isso na minha cara ? Sabendo que somos amigas? Ele nem teve a pretenção em me implorar para ficar calada.
-Bieber quer o divórcio.
-Pede antes dele, faz ele sofrer da mesma forma que está sofrendo.
-Eu não estou sofrendo. Só estou decepcionada comigo.
-Com você? Porque estaria? Ele é o filho da puta na história. Ele está com uma vadia qualquer nesse motel barato, quando chega em casa e do seu lado que ele se deita, levando toda essa sujeira para você. Porque estaria decepcionada consigo mesma? Viollet, quantas vezes tenho que falar que você é muito para aquele almofadinha?!
-A questão foi que deixar isso esfriar.
-Se você continuar se culpando, eu o trago aqui dentro e mostro quem está comigo.
-Só me dá um motivo para que eu acredite que a culpa nao é minha? Você é linda, sua vida sexual é invejável! Robin nunca te trairia com nenhuma outra mulher porque ele tem tudo o que precisa.
-Robin não me trai porque eu arrancaria as bolas dele com meus dentes.
-Devo fazer isso com o Bieber? -ela me olha com pena e ri desacreditada no que eu perguntei.
-Você deve sair daqui agora, tirar essa roupa de pilates e fazer uma surpresa ao seu marido.
-Que tipo de surpresa?
-Isso te deixou tão atordoada que eu preciso responder suas perguntas idiotas o tempo todo? Pega a merda da bolsa e vamos sair daqui! -Lauren pega seu taco, sua bolsa e caminha na direção da porta. Pego minhas coisas e acompanho a mulher na minha frente. Não era pra menos.
Ao passar pelo estacionamento, ela coloca a bolsa no chão e posiciona o taco para cima. Em menos de segundos ela estava que nem uma maluca batendo no vidro do carro dele.
Essa era pra ser minha atitude é não da minha melhor amiga, mas ela sobe em cima do capô dele e começa a depositar chutes e pancadas com aquele taco apenas para o ver dando explicações para mim mais tarde. Entro na sua, chuto o retrovisor. É aquilo seria a coisa mais ridícula que já fiz na vida.
Mas me pegava chutando a lataria do carro do meu marido, por enquanto ele chupa a boceta de outra mulher.
Lauren pega na sua bolsa um batom e escreve no capô cheio de estilhaços dos vidros. "Você é um perdedor" "Foda-se Bieber"
Seria uma pena ter que perder um batom da Mac para escrever aquilo. Mas estava satisfeita, rindo que nem duas retardadas por enquanto as pessoas assistiam aquela destruição. O carro começou a tocar o alarme, essa foi a hora em que corremos para o dela e saímos em mais de 40km pelas ruas.
Aquele momento me fez sentir uma coisa. Eu estou estranhamente excitada.
Excitada pela forma em que acabei com o carro favorito do meu marido, só de imaginar a cara dele quando visse seu precioso todo fodido. Seria impagável!
Lauren tinha razão! A culpa não é minha. Eu tentei manter esse casamento nos bons costumes, tentei ser a mulher perfeita para o homem perfeito que acabou me mostrado ser o pior homem do mundo.
Sim! Ele era o pior homem do mundo. Minha ficha acabou de cair e entre minhas gargalhadas já estava chorando feito uma criança. Coloco as pernas para cima no banco escondendo meu rosto.
Lauren para o carro e desliga o som.
-Não, não, não, por favor Vivie! Não chore. -suas mãos estão em meu braço esquerdo. -Ele não merece suas lágrimas.
-O que eu vou fazer? Eu o amo e não vou conseguir deixá-lo.
-Precisa deixar? Faz o mesmo que ele.
-Não iria conseguir fazer isso! Não sou assim.
-Olha para mim, Vivie. -Lauren segura meu rosto me fazendo olhar para ela. -Confia na sua amiga, não confia?
-Sim.
-Nós vamos ensinar ao Bieber a nunca mais trair você.
-Dando um prejuízo quebrando o carro dele?
-Se ele pode ser a droga de marido que é, então você será a esposa merda dele. Aquela que não está nem aí para as marcas no corpo dele, o carro quebrado e muito menos outro perfume na roupa.
-Então o perderia de vez!
-Homens traem para se sentirem vivos, sair da rotina e ter aquela sensação de perigo ao chegar em casa cheirando a outra mulher. É excitante para eles verem a esposa chorar nos cantos, brigar pelo cheiro de outra, fazer perguntas demasiadas no fim do dia. Isso o faz se sentir desejado.
Ela tem toda razão, qualquer mulher no meu lugar faria isso! Iria brigar, colocá-lo para fora de casa e até mesmo pedir o divórcio, dar o troco. Mas não pensava dessa maneira.
Não quero bancar a idiota na frente dele, muito menos a pobre mulher traída.
Agora ele não teria mais a mulher perfeita, Bieber não iria mais encontrar na mesa seu café da manhã fresco e muito menos alguém disposta a entender o porque ele não transava durante dias.
O plano de Lauren era bom, mas não o suficiente! Bieber iria me pedir perdão por dias, iria me implorar para que o perdoasse. E era assim que eu queria ver aquele homem.
Ver Bieber humilhado do mesmo jeito que o vi naquela dominatrix. Ver ele implorar para que parasse com aquilo.
Bieber iria ter aquela mulher que estava no quarto com ele, só que agora dentro de casa. Ele teria uma vadia, era isso que ele queria? Uma vadia!
Chegar em casa nunca foi tão agradável, o cheiro da minha casa, os moveis limpos e aquele filhote de cachorro que havia ganhado dias atrás dele. Isso era só uma distração? Isso era pra me manter ocupada?
Pobre animal! Não tinha culpa de ter sido um presente de consolação.
Lauren tira o tênis e vai até o bar preparar alguma coisa. Por enquanto meu foco está na secretária eletrônica que piscava indicando que eu tinha 4 novas mensagens.
Aperto para a primeira e escuto a voz dele.
-"Vivie, espero que você esteja gostando do seu presente! Já que estávamos falando sobre crianças, porque não começar com um cachorro? Espero que estejam se divertindo, hoje chegarei mais tarde. Preciso resolver umas coisas no escritório. Te amo"
"-Amor, porque não atende o celular? Merda Viollet! Eu preciso que ligue pro guincho, meu carro bateu na rodovia... Quer saber, vai a merda!"
"-Oi! Amor, me desculpa pelo outro recado. Estou nervoso, bati com o carro e não sei o que irei fazer. Mas já está tudo sob controle. Quando ouvir essa mensagem, me ligue"
É a última era a qual ouvi três vezes seguidas.
-"Você não sabe o que descobri sobre sua amiga Lauren! Aquela vadia está com outro cara, não quero você perto dessa mulherzinha. Como alguém tem a capacidade de trair assim! Eu juro por Deus Vivie, se eu te pegar com essa mulher... Não sei o que faço"
Essas mensagens me fizeram rir, isso era demais para mim. O pior é que se não tivesse visto isso, acreditaria como uma tola ou até fosse buscá-lo de frente ao motel com a desculpa de que o carro quebrou ali.
Pego a taça de vinho seco, dando um pequeno gole.
Minha empregada aparece na sala, para dar mais um aviso que Bieber tinha deixado no telefone particular dela.
"Pode sair mais cedo porque Vivie irá cozinhar hoje"
Era o cúmulo! Se eu fosse ficar cozinhando por horas, seria apenas para envenenar aquele babaca e fazer picadinho do seu corpo.
-Pode ir agora se não tiver mais nada para fazer.
-E o cachorro? Ele precisa passear agora pela tarde.
-Deixa ele comigo, eu faço isso. -Lauren diz com um sorriso amigável, ela já estava com aquele animal nas pernas acariciando o pêlo dele. -Ele é tão fofo!
-Não é ele! Esse cachorro é uma cadela.
-Sério?
-Claro que sim! Como é que vocês não viram isso antes de comprar? -Alex sai resmungando isso, o quanto éramos idiotas por pensar que era um cachorro ou algo do tipo.
-Qual será o nome da vadia?
-Porque?
-Seria o nome dessa cadela!
-Que crueldade! Pobre cadelinha.
-Isso é um motivo para chatear seu querido marido. -foi só ela calar a boca para o telefone da casa tocar. Levanto da poltrona e atendo ele colocando no alto falante para que Lauren pudesse ouvir.
-Finalmente! Onde você estava o dia todo?
-Pilates, levando o cachorro para passear, fazendo compras para casa.
-Hmm! -Espero que você me faça o melhor jantar. Estou uma pilha de nervos, ainda não acredito que meu carro está todo fodido na oficina.
-O que houve?
-Um idiota colou a traseira na frente dele, acabei batendo.
-Batendo? Isso não é algo comum de acontecer com você.
-Exatamente isso! Nunca bati com o carro.
-Onde você está agora?
-Na oficina, preciso ir para o escritório. Tenho uma reunião importante com uma empreiteira mas é quase impossível chegar a tempo.
-Robin está lá!
-Sim! Mas o projeto é meu. Preciso apresenta-lo.
-Tudo bem, você consegue chegar a tempo pegando um táxi. Amor, preciso desligar agora.
-Porque?
-O cachorro cagou a casa inteira, alguém tem que limpar isso. Já que você dispensou a empregada. -desligo na cara dele e deixo o telefone fora do ganho, so assim ele não se meteria a besta em ligar novamente.
Agora era fazer tudo acontecer, principalmente o plano de Lauren.
Pego minha taça de vinho de volta e subo as escadas, acompanhada dela e do cachorro que a seguia.
Em sua mão estava uma garrafa de vinho e a outra a taça. Lauren se joga na minha cama e o cachorro se convida para subir também.
Ao menos teria companhia quando Bieber fosse em uma das suas "reuniões" pela madrugada.
Fui tomar um banho rápido, tirar todo aquele cheiro de mim. Estava empregando no meu consciente, estava passando pelos ouvidos aqueles ruídos, aqueles gemidos.
O que eu tinha feito recentemente, férias forcadas, para pensar sobre minha demissão. Marshall não queria que eu saísse de lá, me deu um tempo em torno de um mês para pensar no que realmente queria. E suas opções eram "ficar na empresa e com ele ou ficar na empresa sem ele mas com alguns benefícios". Isso seria assédio se eu não desse ousadia para ele, mas continuava a ouvir suas histórias sobre o quanto e bom de cama e que eu seria bem mais feliz sendo sua esposa.
Às vezes sentia falta de Marshall dando cantadas o tempo inteiro, isso nem chegava a me deixar desconfortável depois de um tempo. Era tão natural quanto suas piadinhas.
Quando na verdade meu marido quer me manter longe daquela empresa, mas porque seria? Ele poderia ter ciúmes do meu chefe que mesmo com cantadas mantinha todo o respeito, ou porque ele queria me trancar dentro do seu próprio escritório para que não tivesse tempo de ver suas saidinhas com alguma vadia?
Imagina você, uma mulher tentando salvar o casamento tendo a experiência sexual do primeiro cara que te comeu. Era Bieber na minha vida desde o colegial, se transei com outros foi pensando em Bieber. Da maneira dele, do jeito dele, das posições que ele queria.
Bieber tinha me mostrado o mundo, agora ele queria que outra fizesse isso para ele.
Poderia pegar minhas coisas e voltar para casa chorando, pedindo para minha mãe ignorar todas as ligações dele. Mas não aceito perder, esse sentimento em mim crescia a cada segundo. E se ele quer uma vadia ele teria uma.
Saio do banheiro depois de ter feito tudo que tinha para fazer, a sugestão de Lauren era que eu me vestisse como uma puta. Um vestido apertando todo o meu corpo, um sutiã que deixasse meus seios maiores... No caso, me vestisse igual aquela puta.
Mas eu quero ser melhor!
Coloco uma meia calça com renda nas coxas, coloco a cinta-liga, um sutiã rendado da mesma cor e a menor calcinha que tivesse.
Lauren já não bebia mais o vinho na taça e sim na boca da garrafa.
-Você está me deixando excitada.
-Sério? -me aproximo dela, ficando de quatro na cama, engatinho até o meio de suas pernas. -Estou te excitando?
Pego a garrafa dela e tomo alguns goles.
Lauren coloca as mãos nos meus seios e aperta, isso me faz ofegar.
-Agora eu estou te excitando.
Começamos a rir, isso não chegaria em lugar algum. Não que já não tivéssemos feito isso anos atrás na faculdade, mas agora era diferente. Não era uma experiência e sim algo que poderia acontecer.
Talvez fosse a bebida fazendo efeito no corpo dela. Lauren me empurra para trás e sobe em cima de mim.
-Faz isso! -rebola em cima dos meus quadris -Faz ele implorar por isso.
-Acha que vai? -me inclino, ficando apoiada nos meus cotovelos. Estamos perto demais uma da outra.
-Seus seios são lindos, pequenos e rosados. Você é linda Viollet! Bieber nunca terá outra igual a você.
Aquilo estava ficando estranho para nós duas, as malucas que tinham fodido um carro agora estavam flertando uma com a outra em cima da cama.
Lauren levanta e segura minha mão para sair da cama.
-O que você acha? Apenas um sobretudo ou uma saia?
-Sobretudo! Saltos e pelo amor de Deus Viollet deixa esses cabelos soltos.
-Bieber não gosta, ele diz que atrapalha em alguns "momentos".
-Vamos agradecer a Deus que ao menos ele te trai com uma mulher, porque francamente eu sempre achei que fosse com outro homem!
Quando estava pronta, vi q satisfação nos olhos de Lauren. Ela estava feliz por me ver assim, bem diferente da outra que chorava dentro do carro.
-Agora está pronta para ir.
-E se ele me rejeitar...
-Eu quase tentei te beijar agora, acha que isso é bom pro meu orgulho hetero? Claro que não! Então não tem como ele rejeitar você.
Ela sai me empurrando para a frente do espelho, abre meu sobretudo e me faz ficar por praticamente um minuto parada.
-Olhe para a mulher na sua frente, você transaria com ela?
-Claro que sim!
-Garota, vai lá e faz ele implorar por isso.
Era apenas o que eu teria que fazer. Se isso desse certo ou não, pelo menos eu me sentia viva depois daquele tombo.
Olhar para mim como uma mulher fatal, não aquela boa esposa que tentava seduzir o marido... Agora era outra mulher, uma melhor que aquela que estava com ele em um motel.
Deixo Lauren na minha casa, não peço nenhum dos seus conselhos pois eles envolveriam soda cáustica ou estrangulamento. O que eu estava em mente era humilhante para mim, mas tentador para ele.
Ninguém faria isso, aposto que ninguém teria essa coragem. Mas eu estou disposta a ir mais fundo por vingança e não é nenhuma vingança boba.
Bieber precisava me ver assim, me ter assim, me provar assim. Para depois sentir o gosto de perder alguém.
A cada km meu corpo ardia, meu peito apertava e parecia não ter nada no meu estômago para me manter de pé.
Ao chegar na empresa, deixo meu carro estacionado no estacionamento interno, ele não saberia que eu estava aqui é muito menos o motivo. Pego o elevador para o décimo oitavo andar, estava impaciente olhando para os números subindo. No quinto, duas mulheres entram, no décimo elas saem para mais 4 homens que me olham dos pés à cabeça.
Meu sobretudo estava com o botão de cima aberto, meu sutiã aparecia deixando meus seios sobressaltados. Um daqueles homens me olhou com desejo, tal desejo que poderia me partir ao meio, me rasgar inteira.
Ele compartilha aquele olhar com o outro ao seu lado. Um deles percebe que eu estou vendo, dou um sorrisinho para eles e abaixo a cabeça para arrumar a meia calça que enrolava. Finalmente o décimo terceiro andar chega e eles têm que me deixar sozinha naquele elevador.
Era um castigo para o loiro que me encarava, sentia a sua decepção naquele momento. Ele queria ficar mais um pouco, apertar o botão de incêndio e me foder ali mesmo.
Quando chego no andar de Bieber, respiro fundo. Vejo o balcão de Mike junto a Martha.
-Senhorita Bieber! -o homem tenta engrossar a voz, mas era nítido que não dava pra esconder sua opção sexual.
-Boa tarde, Mike.
-Gostei do seu salto, tão ...
-Magnífico. -ele fala junto da martha.
-O que devemos a honra aqui? Bieber está péssimo!
-Sério?
-Sim! Ele bateu com o carro mas eu apostei com a Lud de que foi você que quebrou os vidros.
-Porque eu faria isso ?
-Ciúmes! Minha vizinha mexicana colocou fogo no carro do marido dela, só porque ele dava "buenos dias" para a vizinha do lado.
-Bieber mal tem tempo de foder a esposa, quanto mais foder outra mulher. -falo sarcástica e eles começam a rir. -Tenho mais o que fazer do que quebrar um carro.
-Eu quebraria o carro com ele dentro.
-Mike! Isso é o que se diga na frente dela?
-Preciso vir aqui mais vezes, juro que sinto falta do descaramento de vocês dois! -dou as costas para aqueles dois palhaços.
-Quer ser anunciada? - me viro para eles e dou um sorriso.
-Preciso?
Isso é o suficiente para me deixarem seguir. Passo pelas salas de vidros, alguns dos seus subordinada viram praticamente a cabeça para me ver passando no corredor. Não é algo comum a mulher do chefe fazer uma visita naquele expediente.
Lá está a porta dele, com seu sobrenome escrito. Não fiz cerimônia em bater apenas girei a maçaneta e abri lentamente.
Ele não estava sozinho, mas para minha sorte eram apenas dois dos seus funcionários. Os papéis em cima da mesa, era alguma planta de um projeto. Bieber me encara por cima dos óculos e engasga com a própria saliva por alguns segundos.
-Vivie?! -tenta pronunciar meu nome entre uma tosse seca e aquele desconforto ao me olhar dos pés à cabeça.
-Você está mal amor, eu vim fazer seu dia melhor. -um dos idiotas levanta da cadeira me dando o lugar. Sento na sua frente cruzando as pernas, isso mostra a renda da meia calça, a liga.
-Preciso acabar isso aqui antes de apresentar. Porque não vai ao shopping com alguma amiguinha e me deixa acabar o trabalho de adulto?
-Posso ser mais útil que qualquer um desses imbecís! -me viro para o moreno do meu lado -Sem ofensas é claro! Mas eu estou com sede, você pode pegar água para mim e ... Você pode sumir por algum tempo.
-Viollet eu não tenho tempo para brincadeiras.
-Vocês vão deixar a esposa do seu chefe com sede? -pergunto em um tom sensual, os dois idiotas saem da sala no mesmo instante em que me levanto para trancar a porta.
Felizmente uma das suas paredes era de vidro e bem de frente para as outras mesas. Abri o sobretudo mostrando para ele o que estava disposta a fazer.
Bieber corre até a persiana para fecha-lá antes de mais alguém visse aquilo.
Passo a língua ente os lábios e puxo o resto daquele casaco longo.
Era de se imaginar, que ele iria tentar esconder o rosto ou não estaria pronto para foder com outra mulher depois de hoje.
Bieber senta na sua cadeira logo à frente e me encara por breves segundos.
-O que significa isso?
-Eu quero foder. -me inclino na frente da sua mesa. Deixando meus seios a amostra pelo sutiã. Ele engole á seco.
-Viollet, não!
-Porque não? -empurro aqueles papéis e creio que um deles rasgou ao meio. O vejo ficar vermelho de raiva, vermelho de vergonha e ao mesmo tempo seus olhos brilharem.
Ele ainda me desejava, isso era bom.
Subi na mesa, ficando de quarto para ele:
-Viollet isso é filmado! O pessoal da segurança pode está vendo você assim.
-Posso ser uma atriz porno agora. -senti sob meus joelhos. -Pode ser o velho típico filme, a secretaria e o chefe.
Bieber inclina a cadeira para trás, respira fundo.
-Eu preciso desse projeto.
-Eu preciso do seu pau. -dessa vez sento de frente a sua cadeira, com as pernas abertas. Deixo meus pés no braço da cadeira. Ele tinha a visão perfeita da minha boceta.
Bieber balança a cabeça negativamente e ri.
-Você quer acabar comigo?
-Só se for de prazer! Você aguenta foder quantas vezes por dia?
-Por favor!
-Apenas uma? Acho que agora eu posso realizar seu fetiche e escolher o homem mais atraente para me foder na sua frente.
-Pelo amor de Deus! - desço para o seu colo, ficando de costas para ele. Bieber coloca suas mãos na minha cintura e aperta.
-Ou... Você pode me foder aqui mesmo. -esfrego minha bunda no seu pau. Sinto que ele estava ficando ereto, era isso que eu queria.
-Porque hoje? Logo hoje?
-Por que eu queria foder, queria saber onde eu vou trabalhar caso saia da empresa de Marshall. Preciso sentar no pau do meu chefe pra vê se vale a pena.
Bieber empurra meu tronco contra a mesa, me obrigando praticamente a ficar de pé. Ele segura minha nuca com força sem me deixar levantar.
-O que disse?
-Está com ciúmes? Porque estaria? Acha que faço isso com meu outro chefe? -fico roçando minha bunda contra seu pau, Bieber estava apertando minha nuca cada vez mais forte. Meu corpo estava sendo espremido contra a mesa e minha bunda esfregando contra seus quadris.
-Onde quer chegar com isso?
-Olha pra mim, acha que quero chegar onde? -com o pouco espaço que tenho, abro as pernas um pouco mais. -Não quer ver o quanto isso me excita?
-Você não tá jogando aquele maldito jogo. Esta?
-Meu marido só me fode se eu jogar um jogo? Meu deus! Eu preciso trocar de parceiro sexual então.
A pressão que ele fazia contra meu corpo estava me deixando excitada, sentia minha vagina úmida, meus seios rígidos e aquele fogo intenso pelo meu corpo.
Ele sobe meu tronco para que fique de pé. Encosto meu corpo no seu, as mãos dele vão diretamente para meus seios apertando eles.
-Vá para casa, me espere assim. Desse jeito.
-Claro que não! -me viro, coloco meus braços ao redor do seu pescoço. Ao menos ele não estava cheirando a outra pessoa, Bieber estava com seu habitual perfume.
Esfrego meus lábios nos seus, passando minha língua lentamente sob eles.
Aperto sua nuca com os dedos puxando ele para mim. Começo um beijo lento, movendo minha língua devagar dentro da sua boca. Ele resiste no começo. Não corresponde.
Desço minha mão direita pelas suas costas até chegar na cintura onde passo ela para frente puxando a blusa social para fora da calça. Aperto seu pau no mesmo instante que mordo seu lábios inferior.
Ele busca minha língua desesperado para um beijo. Bieber estava completamente acesso, ele me suspende para cima, me sentando na sua mesa.
Seus lábios estão de um jeito feroz. Praticamente querendo arrancar os meus com um beijo. Ele explora todo meu corpo com as mãos. Desce para as coxas e adentra na virilha, fazendo com que eu solte um gemido.
Deus! Eu tinha de parar, esse era o plano!
Bieber desce para meu pescoço, me dando aquele arrepio na espinha. Agora eu sou sua vítima?
Seus lábios vão descendo pelo meu busto, e a única coisa que faço é agarrar em seus cabelos sem deixar com que ele me solte. Uma das suas mãos está segurando minha perna esquerda, ele aperta minha coxa, tenta apertar minha bunda.
Aquilo estava quente como se pudéssemos pegar fogo. Bieber separa o beijo e puxa sua camisa para fora, ele abre a camisa às pressas e a joga em qualquer lugar.
Deixo minhas pernas erguidas para cima, joelhos dobrados e ele poderia cair de boca a qualquer momento.
Então Bieber faz o contrário, ele segura nos meus joelhos e me encara por alguns segundos.
-Isso é tortura! Você sabe o quanto eu gosto de chupar você. -suas palavras ecoaram em minha cabeça, ele poderia dizer isso aquela outra, ele poderia ter tocado nela dessa maneira.
-Claro que sei! -fecho minhas pernas rápido -E por isso que não quero que faça isso hoje.
-Mas eu quero! -ele força minhas pernas, tentando abri-las com força.
-Bieber, você não tem que trabalhar?
-Que porra Vivie! Eu quero você.
-Quer? -falo de uma maneira inocente.
-Quero.
-Então grita.
-Está maluca? Todos vão ouvir. -saio de cima da mesa e seguro no seu pau, começo a aperta-li com força movimentando para cima e para baixo.
-O quanto você quer isso?
-Muito!
-E mesmo? -passo a língua entre seus lábios. -Quer me chupar? Quer minha boceta na sua boca?
-Porra! Viollet, me deixa chupar você. -ele fala alto demais, tão alto que era como se as outras pessoas tivessem ficado em total silêncio para ouvir o que fazíamos aqui dentro.
-O que você quer?
-Eu que te fazer gozar na minha boca. -além de gritar, ele praticamente me empurra contra a mesa mais uma vez. Bieber levanta minha perna direita para cima e passa sua mão pela minha boceta.
-O quanto quer isso? -pergunto ficando na posição que me encontrava antes, com as pernas abertas de frente a ele.
-Eu quero você Viollet! -ele diz de uma maneira tão feroz que me faz temer. Ele praticamente arrancou a calcinha que eu vestia, seus dedos rasgaram um pedaço daquela meia e agora ele apertava minhas coxas.
Bieber puxa a cadeira com o pé, sem tirar seu rosto do meio das minhas pernas.
Escuto batidas na porta, mas ele ignora.
Bieber começa a beijar minha virilha e coxas, por enquanto seus dedos brincam com meus tornozelos e panturrilhas. Aquilo estava me tirando todo o fôlego. A maneira em que ele me fazia sentir naquele instante era insano.
Era totalmente delicioso.
Bieber passa sua língua desde a linha entre a minha vagina e meu anus, aquela posição dava perfeitamente para ele me chupar por completo.
Ele faz isso algumas vezes, lentamente. E eu estava tão molhada que mal conseguia me manter focada no plano.
Bieber suga devagar os lábios vaginais, sobe um pouco até encontrar meu clitoris. Ele sabia exatamente onde estava. Ao manter os lábios pressionados sob eles, usando apenas a ponta da língua em um movimento contínuo. Isso me faz gemer.
Sua língua continua a fazer aquilo, agora suas mãos me impediam de fechar as pernas a qualquer momento. Ele usa a mão esquerda para abrir minha vagina, dando mais espaço para sua língua.
Sobe um pouco mais dando um pequeno beijo e volta para meu clitoris, o sugando entre os lábios.
Nesse momento já não estava no meu normal. Bieber me chupava cada vez mais rápido até encontrar o ritmo onde me fez agarrar sua cabeça e gemer mais alto.
Merda! Ele tinha conseguido, ele estava satisfeito, lambendo minha boceta gozada, enquanto procurava respirar, já que ele tinha me tirado tudo.
Bieber levanta o rosto e olha para mim daquele jeito, como se pudesse me induzir a abrir minhas pernas para ele e agora fazer seu desejo ser consumado.
Esse era o momento em que poderia fugir, mas minha boceta implorava por isso, ele me implorava ainda mais. Segurando seu pau na minha frente, ele estava esfregando a cabecinha na minha entrada, subia até meu clitoris com ela e esfregava um pouco mais.
Bieber coloca ela dentro de mim, devagar, de um modo torturante. Sinto seu pau me preencher, ele começa com movimentos devagar, me fazendo revirar os olhos e segurar na mesa.
Tento sair nesse instante, mas ele volta a foder, quando penso que não conseguiria. Bieber me surpreende ao meter seu pau com força a ponto de me fazer gritar, ele começa a entocar com força, como se não fizesse isso durante anos, suas mãos seguram minhas coxas e ele praticamente empurra não sei seu pau para dentro de mim como sua mesa arrastava no chão.
É mais uma vez aquele barulho do motel me vem em mente. Ele estava fodendo assim, desse mesmo jeito. Ele estava fodendo aquela mulher e agora me tinha.
No seu descuido consigo sair dos seus braços me afastando dele. Olho para seu pau em sua mão esquerda. lá estava ele, tão molhado quanto minha boceta. Prestes a gozar.
-Pensando bem, é melhor a gente terminar isso em casa. -apanho meu sobretudo do chão, o vestindo imediatamente.
Ele ainda me encarava com o pau na mão, cheio de tesão, querendo gozar. A minha calcinha estava do outro lado e eu não iria arriscar em pega-la.
Deixo ele com aquela cara de maniaco, Bieber ainda não acreditava no que eu fiz. Passo minha mão na vagina, deixando meus dedos molhados. Me aproximo dele, enfiando os dedos na sua boca.
-Se você quer isso, vai ter que fazer por merecer.
-Isso é uma piada?
-Isso é o que você pode ter daqui para frente. Olha pelo lado bom, vai ser ótimo ter você como chefe.
Encosto na maçaneta e ele entra em desespero, subindo as calças com pressa.
-Não abre essa porta, volta aqui. -do um sorriso sínico, o mesmo em que ele dava quando queria algo. Abro a porta e vejo praticamente todos os seus funcionários parados em estado de choque próximo a sala dele. Ao me verem eles saíram que nem malucos tentando disfarçar o que estavam ouvindo.
Agora me sentia totalmente Desejada, cada um deles me olhavam de um jeito diferente. deixo Bieber dentro do escritório é caminho entre os cubículos de vidro, era como andar entre os lobos. Algumas mulheres me olhavam assustadas, mas elas em algum momento desejava fazer aquilo. Ter Bieber daquela maneira.
-Viollet! -sua voz me faz olhar para trás e lá estava a derrota do poderoso.
Bieber estava com sua blusa aberta tentando abotoá-la. Nesse momento ele era o cachorrinho da esposa vadia, ele estava com tanto tesão que não se importavam de verem a cor da sua cueca.
Ignoro Bieber e passo pelo balcão de Mike e Martha que me olhavam embasbacados.
-Foi um prazer vir aqui hoje. Vejo vocês amanhã. -pisco para os dois.
-Vivie! Pelo amor de Deus me espera. -Bieber ainda encontra-se naquele estado deplorável.
Vejo Mike arregalar os olhos ao ver o patrão naquele estado.
-O que você quer, Bieber?
-Volta, vamos para o meu escritório...
Coloco o dedo entre seus lábios e dou um sorriso.
-Olha em sua volta, todos estão olhando você desse jeito. Se recomponha e volte ao trabalho.
-Mas eu não posso trabalhar assim!
-Não pode? Acho que outras pessoas podem fazer o serviço.
-O que está falando?
-Estou querendo dizer que... -me aproximo de Bieber, ficando tão próximo dele que sentia sua respiração ofegante contra meu rosto. -Você é o chefe, precisa dessa reunião e desse projeto.
-Preciso de você.
-Sério? -passo minha língua entre seus lábios, começando um beijo sensual. Aquele não era o local ideal e nem o momento. Se ele pudesse, me comeria ali memo.
Bieber coloca as mãos na minha bunda e aperta, fazendo com que eu morda seu labio inferior.
-Volta, por favor!
-Te vejo mais tarde em casa. -dou alguns passos para trás antes dele me acompanhar. Mike estava com a boca aberta não sabia o que dizer e nem o que pensar. Aliás toda a repartição estava assim.
O Justin Bieber, ridículo chefe! O patético que tinha sido sortudo por ser bonito e inteligente, o arrogante mimado.
Ele estava com a camisa semi aberta, a calça caindo e os cabelos bagunçados. Constrangido ao cair em si e perceber onde estava.
O chefe agora seria ridicularizado ou talvez vangloriado entre os outros. A vadia da esposa tinha conseguido o que queria, além do que queria!
Um sexo oral, humilha-lo na frente dos outros e agora estava se sentindo tão viva quanto aquela vagabunda no motel. Ou bem melhor que ela.












