Capitulo 12 - little slut
Nada foi dito ou explicado naquele momento. Subi as escadas de casa enquanto seus passos me acompanhavam no súbito silêncio. Não me sentia envergonhada, em hipótese alguma! Mantenho minha superioridade, não abaixo a cabeça e nem muito menos choro.
O seu expediente não tinha acabado mas Justin tomou minha chave do carro e antes que eu fosse embora ele estava lá, dirigindo com aquele silêncio que mata qualquer um na unha. Sinto meus ombros pesarem e meu rosto inteiro arder.
Sento na beirada da cama, abaixo o tronco para tirar os sapatos. Seu corpo está bem de frente para mim, Bieber permanece com as mãos no bolso a poucos centímetros de distancia. Levando a cabeça e o vejo com o maxilar travado, talvez estivesse procurando usar as palavras certas comigo.
Porém tenho que ser sincera, peguei tão forte com ele, que sabia até onde poderia ir para se vingar. Nunca vi Justin chorar por motivos ridículos. Esse é um dos motivos que chega a ser degradante.
Em toda a vida que vivi com ele, as únicas vezes que o vi chorar foram: na formatura, em nosso casamento, quando teve cachumba e hoje...
Ele tinha chorado por causa daquela mulher. Eu não a culpo! Diane de verdade é uma mulher encantadora que não mede esforços para ser fodida por alguém, ela faz questão de impor superioridade em suas relações, era nítido que ela poderia manipular qualquer homem da face da terra.
-Não vai me pedir desculpas? -era quase um sussurro vindo dele -Me fala o que você ganhou com isso?
Deito o tronco na cama colocando os pés para cima, dando impulso para que ficasse deitada no meio dela. Deixo os braços atrás da cabeça, encaro Justin como se estivesse acabado de ter uma ótima foda.
-Tira esse sorriso de deboche da cara. -fala mais rude, continuo ignorando suas palavras. Dobro os joelhos deixando as pernas abertas. -O que você quer?
-Quero absolutamente nada.
-Tem certeza? A sua vadia interior não quer convidar Diane para um menage?
me inclino nos cotovelos, estreito meus olhos e o encaro por alguns segundos.
-Sua raiva é porque toquei nela não é?! Acha que eu iria fazer o que? Bater na mulher?
-Seria o normal! Não quase foder com ela no meu escritório.
-Ah! Então você queria que eu bancasse a maluca? Porque acha "normal".
-Mulheres não fazem isso?
-Não coloque uma mulher contra a outra, me colocar como rival dela não seria justo, muito menos vai justificar sua infidelidade.
-Está defendendo aquela mulher? -sua indignação aumentava cada vez mais, não sabia o porque estava tão preocupado com isso.
-Nada justifica sua infidelidade.
-Justifica! Ela me seduziu mesmo sabendo que eu sou casado.
-Aquela mulher queria uma vaga e a única oportunidade que surgiu foi ser sua puta. Então ela fez!
-Mulheres assim só servem pra foder, você contratou uma piranha.
-Contratei uma mulher com diploma em yale! Pare de subestimar alguém dessa maneira, sabemos que você não é bom com isso.
Justin tira as mãos do bolso e respira fundo, mesmo sem mudar sua expressão ele dá um sorriso fraco, como se aquilo o incomodasse.
-Vai tomar banho.
-Não estou afim.
-Eu não perguntei, eu mandei você ir tomar um banho.
-Não estou afim. Repito quantas vezes para você entender? -me acomodo ainda mais na cama, tiro a camisa que estava vestindo jogando ela em algum lugar do chão. Bieber se aproxima com aquele olhar desaprovador.
Suas mãos vão até seu cinto de couro, os dedos ágeis puxam um lado para abrir a fivela. Ele tira o cinto devagar sem parar de me encarar.
Aquela situação chegou a me incomodar, aos poucos sentia medo do que poderia acontecer. Meu corpo inteiro fica tenso, na espera de alguma ação sua, a cada segundo me apavoro cada vez mais.
-Eu nunca deitei com o corpo sujo na cama onde durmo. Nunca trepei com uma mulher e deitei ao seu lado depois. -o termo "trepei" saiu dos seus lábios como uma completa repulsa.
-Não fodi com ela.
-Ela te tocou, então você está suja e eu quero que se limpe.
-Foda-se você e sua paranoia, caralho! Me deixa em paz antes que eu levante daqui e faça uma ligação para minha advogada. -ele se aproxima lentamente, recuo um pouco para o lado tentando ficar longe dele naquele momento. Justin me assusta com aquele olhar fixo. O cinto na sua mão está dobrado, ele levanta para cima na altura dos ombros.
-Eu vou falar pela última vez.
-Vai me bater? -pergunto em deboche, antes mesmo que rolasse para o outro lado da cama, ele foi mais rápido do que eu e o cinto bateu nas minhas coxas me fazendo gritar.
Minha pele queimou instantaneamente, jogo meu corpo para o lado ficando de bruços tentando levantar. Bieber bate mais uma vez em meu corpo, agora era na bunda onde ele estava batendo freneticamente.
Tento segurar nos lençóis com força, o impulso que dou para cima me faz ficar de quatro e ele sobe no meu corpo como se estivesse cavalgando em um cavalo. O cinto e passado pela frente do meu rosto onde ele puxa para trás, meu pescoço foi puxado com força.
-O que está fazendo? -pergunto aos berros, minha pele queimava a cada instante. Justin prende os joelhos ao redor do meu corpo, puxa minha mão esquerda para o lado do corpo e coloca para trás, faz o mesmo com a direita e senta em cima das duas sem deixar escapatória.
O cinto e enrolado ao redor do meu pescoço, é regulado até que eu sinta a fivela apertar minha garganta. As minhas mãos estavam ficando dormentes com o peso do seu corpo em cima delas.
Era estranho me sentir excitada com ele em cima de mim, a forma em que me prendia era como se eu estivesse sendo presa naquela casa e uma daquelas mulheres estivessem me fazendo lamber pés ou dar a bunda.
-Você quer aprender a me respeitar do jeito difícil?
-Tem outro jeito? -pergunto irônica, ele puxa o cinto mais forte me fazendo gemer. -Porra! Quer me matar?
Mais uma vez puxa o cinto com força e me faz gritar, estava sentindo sufocar aos poucos. A garganta queimava e fica cada vez mais difícil de respirar. Tento tirar minhas mãos debaixo dele mas era impossível, a única coisa que sentia era um formigamento nos dedos e o seu peso parecia multiplicar por 20.
Justin se inclina um pouco para frente, seus lábios encostam devagar na minha orelha. Fecho os olhos sentindo sua respiração quente contra minha pele, a língua dele toca a cartilagem e desce devagar até onde estava meu brinco. Ele mordisca, sobe até o lóbulo e cobre ele com sua língua.
-Se acha tão esperta só porque fez isso hoje. -sussurra lentamente -Eu posso fazer o que quiser com você, principalmente te surrar até aprender a ficar na linha.
-Isso é uma ameaça? -questiono, ele beija minha bochecha com os lábios úmidos. Passa a língua devagar nela como se estivesse lambendo um sorvete.
-Isso é um aviso.
-Aviso de que?
-De que você pode se machucar. -puxa o cinto mais forte, não consigo respirar. Começo a me debater embaixo do seu corpo enquanto ele beija meu rosto como se nada estivesse acontecendo. Minha garganta arde, dói e minha própria saliva me engasga aos poucos.
Bieber solta um pouco mais o cinto, desabo tentando respirar mais forte. Meus pulmões chegam a aliviar quando respiro fundo em meio do desespero.
-Você é maluco.
-Não, eu não sou. Nunca fui maluco com você, mas eu realmente posso ser. -o sarcasmo era pior do que vê-lo chorar, odeio quando ele inventa de usar sarcasmo comigo. Mais uma vez me movo, meus braços estavam adormecendo assim como minhas mãos.
-Está começando a me assusta. Sai de cima de mim!
-Não queria? A Viollet que me fez chupar a boceta em um restaurante não gosta disso?
-Só que ela não vai foder com você depois do que aconteceu hoje. -ele ri alto como se contasse uma ótima piada.
-Não vai? -pergunta irônico, uma das suas mãos vai para trás, os dedos tentam entrar por baixo do short, afastando um pouco o jeans até chegar na calcinha.
Tento olhar para trás e o vejo interessado na minha boceta. No momento em que sinto seus dedos percorrerem pelo tecido da calcinha, foi como se tivesse arrebentado uma represa. Estava tão molhada, que meu clitoris começava a pulsar mais que meus braços embaixo dele.
-Gosta disso? -pergunto -Gosta de me ver submissa a você?
-Não gosto, na verdade não faz muito o seu estilo. -não para de subir e descer com os dedos por cima da calcinha. Ele sabia que eu estava molhada, sai de cima das minhas mãos e eu não consigo move-las. Particularmente estava doendo e pior ainda! Dormentes, pesavam mais de quilos agora é uma tarefa difícil colocá-las na frente do corpo para me levantar.
Afasta lentamente a calcinha, molha os dedos com meu líquido e esfrega a ponta deles em cima do clitoris. Minha respiração esta pesada, consigo sentir meus dedos novamente, a dormência estava indo embora mas minha demência aumenta cada vez que ele pressiona os dedos naquele lugar.
-Sabe? -esfrega o dedo indicador e o do meio ao mesmo tempo -Foi bom você não ter ido tomar banho, já está toda melada de novo.
-Diane me excitou hoje mais cedo.
-Foi? -apertou o cinto mais forte e tirou os dedos da minha boceta.
-Sim!
-Então acho que deveria parar por aqui.
-Está com raiva porque não te convidamos para a festa?
-Gostou de beijar uma vadia? Quer fazer isso de novo, uh?! -novamente estava com o corpo deitado em cima do meu, com os lábios próximos ao meu rosto. Viro de lado e começo a rir. Ele encosta deus lábios nos meus, sobe um pouco mais e empurra de lado o meu corpo para ficar de frente para ele que regula o cinto de uma maneira mais "formidável".
-O que disse sobre as vadias?
-Você é pior que elas? -me responde com outra pergunta. Seu pau estava ereto, sinto ele roçando na minha coxa.
-Talvez. Algumas delas já te fez chorar?
-Nenhuma! -pisca o olho esquerdo -Apenas uma.
-Pode citar seu nome? -aqueles malditos olhos estavam me encarando como se fossem me devorar a qualquer instante. O fogo consumia meu corpo como se estivesse queimando no inferno, garganta seca, lábios sendo umedecidos pela minha língua a cada cinco segundos, estava em chamas, minha boceta pulsava logo ali, onde eu queria que ele caísse de boca.
-Claro!
-Então fala.
-Viollet. -sussurra com seus lábios encostados nos meus, lambe entre eles e adentra minha boca devagar sugando o lábios inferior. Nesse instante já estava com as pernas juntas fazendo pressão com as coxas para apertar minha boceta, tentando fazer aquela merda parar.
O que eu tinha? Bieber chorou porque me viu com sua amante, gostava de foder com ela e agora quer bancar o fodedor pra cima de mim. Reage Viollet! Você não é o jogo, ele que é!
Ainda beijando minha boca devagar como se estivesse degustando algum doce, ele aperta o cinto mais uma vez e me faz morder seu lábio inferior.
-Você gosta daquela vadia, não é? -pergunto logo assim que ele parte o beijo. Bieber levanta o rosto e me encara com a testa vincada.
-Eu gosto de foder com ela, não de está com ela.
-Porque me disse que...-ele me cala dando outro beijo em meus lábios, dessa vez mais rápido, com desejo. Coloca a mão livre por dentro do sutiã, agarrando meu seio e aperta forte. Seus dedos passam ao redor e ele belisca devagar.
-Uma foda é uma foda, não venha colocar sentimentos nisso.
-Você disse.
-Eu estava com raiva de você -ele ri -Ainda estou. Mas olha o que você me fez fazer! Não consigo pensar em nenhuma outra coisa a não ser te fazer chorar enquanto te fodo.
-É uma vingança?
-Não! Chorar é o de menos para mim, não pense que chorei por causa daquela vadia. -Bieber abre minhas pernas com seus joelhos, se acomoda entre elas colocando ao redor da sua cintura. Senta na cama puxando meu corpo para cima, isso faz com que eu fique em seu colo. -Você é minha, desde que nasceu. Ninguém pode tocar no que é meu.
-E podem tocar no que é meu?
-Podem tocar quantas vezes for, mas nunca irão tomar o que é seu. -ergue um pouco meus quadris, colocando meu corpo mais "aconchegante". Ele solta o cinto e deixa as duas mãos por baixo da minha bunda, pressionando os dedos fortes contra ela.
-Devo chorar pela sua declaração de amor?
-Eu já estou fazendo você chorar.
-Eu não estou chorando.
-Sua boceta está! -dá um sorriso sínico e me deita novamente na cama. Ele volta a colocar os dedos na minha boceta, dessa vez por dentro do short. Ele não tinha pressa alguma de sair daquele lugar, abre o botão, desce o zíper devagar. Tira o short e se livra da calcinha rasgando a parte rendada das laterais.
Às vezes as respostas somem da minha boca, talvez fosse pela falta de comunicação entre nós dois durante preliminares. Agora tudo estava diferente, ele me fode, quer ouvir o quanto isso era maravilhoso.
Seu outro lado sexual aparecia aos poucos comigo, principalmente quando ele volta a apertar o cinto no meu pescoço. Os seus olhos brilham cada vez que me sufoca, seu pau falta estourar a cabeça de tão ereto que estava. Mas ele continuava a me masturbar.
Os dedos ágeis se movimentando em cima do meu clitoris aos poucos, mudando de ritmo. Estava devagar e agora está mais rápido.
Mordo meu lábio inferior, não consigo controlar meu corpo, nem meus gemidos que saem espontaneamente. A porra da minha bunda ardia graças ao cinto, mas a sensação era extremamente deliciosa, a dor se transforma em prazer e aumenta cada vez mais.
Seus dedos estão molhados, descem até minha entrada e ele coloca apenas um. Os movimentos voltam a ser devagar, cada vez mais lento.
Justin faz questão de me masturbar olhando para meu rosto, assistindo todas as minhas reações.
Aumenta o ritmo do seu dedo dentro de mim, tira ele depois de algumas entocadas e agora coloca um segundo dedo, fazendo com que minha sede pelo seu pau aumente.
Curva os dedos um pouco e faz um movimento de rotação devagar, não vai com força e nem com pressa, tira e coloca os dedos devagar e me fode com eles. Sem perceber que já estava com as coxas úmidas e sua mão completamente gozada. Estava tão bom que eu não tinha sentindo meu próprio gozo descer pelos seus dedos, já que a única coisa que me concentrava era tentar respirar enquanto ele faz isso.
-Levanta. -sua voz é rude, dá uma ordem. Ele sai de cima do meu corpo e fica ao lado. O cinto ainda está preso em meu pescoço mais ele não tira em hipótese alguma. -Fica de quatro, vira pra lá. -aponta para a ponta da cama.
Fico sob meus joelhos e ele estava logo atrás de mim, recebo um tapa que me faz segurar nas cobertas.
-Quando eu vi aquelas fotos no meu projeto, realmente queria te matar. Mas, não seria justo com meu pau. -Justin diz isso abrindo o zíper da calça, andando ao redor da cama até chegar onde eu estava de frente para mim. -Eu fiquei furioso! Mas não porque você arruinou um contrato, eu fiquei furioso porque aqueles idiotas viram o que tenho.
-O que você tem?
-Little slut. -coloca a mão dentro da cueca e puxa o pau para fora dela. Passo a língua entre os lábios e vejo aquele mastro na minha frente, apontado para meu rosto.
Era convidativo, a glande rosada que estava molhada com um pouco de gozo, as veias sobressaltadas ao redor do pau, os pelos loirinhos do monte púbis até um pouco abaixo das bolas. Justin solta o pau da mão esquerda e pega o cinto do meu pescoço.
-Sabe o que aquelas idiotas não podem fazer? -pergunta sério como se estivesse falando uma coisa importante. Nego com a cabeça em resposta à sua pergunta -Eles não podem ter você de quatro, prestes a chupar o meu pau.
-Não?
-Claro que não! -puxa o cinto com tanta força que me faz cair na cama, subo mais uma vez, empino minha bunda um pouco mais e o vejo morde os lábios. -Desce aqui vem. -ele puxou o cinto como se eu fosse uma cadela, sento na cama para descer e ele impede. -De quatro!
Tento me equilibrar, coloco as mãos no chão e minha bunda fica empinada, desço devagar até colocar os joelhos no chão. Fico sentada sob eles e coloco minhas mãos em volta do seu pau.
Me inclino deixando minha cabeça bem próximo a ele, Justin dá um passo para trás.
-Anda. -dá mais uma ordem, estava me levantando e ele empurra meus ombros para baixo -De quarto.
-Eu não sou uma cadela.
-Sim, você é!
-Bieber, eu quero chupar seu pau.
-Quer?
-Quero. -a malícia esta em cada palavra que sai da sua boca, aquilo e a passagem ideal para transformar Justin naquele maníaco sexual que fode por paredes.
-Você vai ter, basta me obedecer. -puxa o cinto como se estivesse puxando uma coleira. Justin começa a andar comigo pelo o quarto enquanto estou se quatro, cada vez que ando ele tem uma pequena morte por dentro.
O seu passeio comigo de quatro estava cada vez mais excitante. Ele aperta o cinto puxando meu corpo para frente, abaixa o tronco deixando seu rosto próximo ao meu. Beija minha testa e ri.
-Eu sempre quis fazer isso com você. -volta a andar comigo pelo o quarto até parar de frente a cama -Me sinto bem melhor!
-Me fazer andar de quatro faz você se sentir melhor? -ele solta o cinto e agora pega pelos meus cabelos, me fazendo levantar o tronco. Fico de joelhos no chão e ele passa a mão direita no meu rosto, força o meu maxilar abrindo minha boca, deixando seus dedos dentro dela.
Justin enfia um pouco mais a mão, ele estava tentando colocá-la toda lá dentro. Seu trabalho foi em vão, não passou mais que seus dedos. Estava ficando sem ar e babando os dedos dele até que ele tirou.
Puxo o ar com força tentando respirar. Sem esperar que eu faça isso, Bieber mais uma vez enfia a mão na minha boca, puxando meus cabelos com força.
Tira a mão e sinto até a mandíbula doer. Respiro forte mais uma vez e dessa vez não é a mão que ele coloca na minha boca.
Seu pau adentra até minha garganta antes mesmo de que eu esteja preparada. Tento sair mais sua mão que prendia meu cabelo está empurrando minha cabeça contra o pau e me deixando presa.
O pau estava me sufocando, bato em suas coxas com as mãos e olho para cima e me deparo com Justin rindo, assistindo aquela cena como se fosse a coisa mais linda do mundo. Ele solta meus cabelos e tira o pau da minha boca, que sai completamente babado junto a baba que caiu no chão.
Procuro ar, tento respirar mais forte. Estava tossindo e tentando manter minha sanidade.
-Vem! -coloca o pau mais uma vez na minha boca, só que agora ele me deixa chupar devagarinho. Passo a língua ao redor da glande, coloco na boca aos poucos e uso meus lábios para pressionar ele, movimento a cabeça para frente e para trás, sem deixar de olhar para cima.
Lá estava ele preso no seu melhor momento, como um deus! Gemia alto a cada vez que conseguia colocar o pau até a garganta, depois agarrava com a mão direita enquanto desço até suas bolas. Passo a língua nelas e o vejo urrar. Primeiro coloco uma na boca e uso a ponta da língua para brincar com ela. Logo em seguida com a ajuda da mão direita, coloco a outra bola na boca ficando com as duas lá.
Estava ficando sem ar mas não parava com aquilo, quando solto elas, chupo uma de cada vez sem parar de masturba-lo.
Bieber revirava os olhos a cada instante que eu fazia aquilo. Volto para seu pau que estava pulsando na minha língua. A melhor sensação era senti-lo dentro da minha boca, tão duro é tão delicioso.
Sexo oral e a melhor coisa inventada no mundo! Enquanto chupo o pau, minha boceta parece implorar para que a próxima vez seja dela.
Ele não se controla mais e empurra minha cabeça de novo, deixando presa nas suas mãos. Agora estava na garganta e ele fazia questão de comandar os movimentos, fode minha boca literalmente até aumentar o ritmo e tirar o pau às pressas da minha boca.
-Abre. -ele pede em agonia de masturbando rápido, abro a boca o máximo que consigo e recebo um jato direto nos lábio, um outro que vai na minha bochecha e dois que ele acerta na boca.
Passo minha língua entre meus lábios e limpo o gozo com os dedos onde tinha errado, coloco na boca e deixo ela aberta. Bieber se inclina próximo a minha boca, ele iria me beijar com a boca cheia de porra?
Estava enganada! Justin cospe na minha boca e a fecha com suas mãos, me fazendo engolir rápido aquilo.
Foi a coisa mais nojenta que já tinha feito na vida. Não engolir seu gozo, isso era fichinha! Mas engolir seu cuspe tinha sido estranho.
-Abre a boca. -abro mais uma vez e ele se certifica de que não tinha mais nada lá. Pelo contrário! Sentia o gozo descer lentamente pela garganta, estava viscoso, descia aos poucos fazendo sentir o gosto que ainda estava na minha boca.
Senti vontade de vomitar, mas me segurei. Ainda estava sob os joelhos, quando ele foi para trás do meu corpo, empurrou meu tronco me fazendo ficar se quatro.
Ele se abaixa ficando de joelhos atrás de mim, passa seus dedos na minha boceta.
-Está querendo tanto assim?
-O que você acha? -o dedo sobe mais até minha bunda, ele pressiona contra meu anus e me faz esquivar um pouco para frente.
-Estou na dúvida -aquele filho da puta passa o dedo entre minha boceta e meu cu, fica subindo e descendo como se estivesse acariciando. -O que devo comer? Sua boceta, por ser uma menina boa... Ou o seu cu, por ser uma menina má?
-Bieber...-ele não me deixa continuar, faz aquele "shh" posicionando seu pau na minha vagina, esfrega a glande devagar. -Ah! Por favor!
então sobe até meu cu e passa devagar. Minhas pernas estão bambas a ponto de me derrubar a qualquer momento.
Então sem demora alguma ele volta para minha boceta e enfia seu pau com tudo, rasgando, mesmo estando tão molhada senti seu pau me abrindo inteira. Os primeiros movimentos são fortes, 12 entocadas duras e fundas.
Meu corpo ia para frente conforme a sua pélvis batia contra minha bunda. Olho de lado e vejo ele com dedos na boca, chupando até encharca-los. O sorriso que ele me dá ao me pegar olhando para ele, foi motivo de me fazer ficar ainda mais molhada.
Bieber passa os dedos na minha bunda, devagar, massageia meu cu aos poucos até pressionar o dedo indicador colocando ele dentro. Começava aquela ardência interna, o dedo entrava e saía no mesmo ritmo em que Bieber fode minha boceta.
Deixo de olhar para ele e abaixo a cabeça, eu não vou aguentar por muito tempo.
O segundo dedo e introduzido e os movimentos são mais rápidos, seu pau estava me fodendo cada vez mais forte e os dedos são rápidos.
Meu corpo inteiro queima a cada segundo, não consigo controlar absolutamente nada. Estou tão perto de gozar.
-Me bate. -as palavras saem involuntariamente de mim. -Caralho, me bate! -grito, recebo um tapa forte pela sua mão livre que segurava minha bunda. -Bate com força! -grito mais uma vez.
Sinto um soco nas minhas costas que me tira todo o ar ao mesmo instante que minhas pernas bambeia. Recebo outro soco nas costas e sinto meu corpo entrar em combustão, gozo com seu pau dentro da minha boceta e seus dedos no meu anus.
Desmorono no terceiro soco que recebo. Agora Bieber tira os dedos da minha bunda e continua metendo o pau em mim até que ele goza dentro da minha boceta.
Seu corpo cai exausto por cima do meu. Finalmente consigo respirar aliviada, estava cansada e não sentia minhas pernas nesse momento.
Bieber sai de cima de mim ficando ao meu lado. Deita com a barriga para cima, dando aquele sorriso satisfatório.
Nesse momento o silêncio não era uma tortura, eu estava amando o sorriso nos seus lábios e aquela cara de filho da puta que esbanja.
Não fomos individualistas como sempre somos depois do sexo, ele não levantou para ir tomar um banho e nem eu. O cheiro que vinha, e apenas nosso. Ninguém mais poderia ter.
Bieber me puxa para seus braços, dando um beijo. Era praticamente impossível ele me beijar após um sexo oral, mas lá está ele com a língua dentro da minha boca, chupando a minha devagar ate ele perder o fôlego.
-Deixa eu ver uma coisa. -sua voz rouca ecoa em meus ouvidos me fazendo arrepiar até a espinha, levanto o rosto para encara-lo. -Levanta.
Faço o que ele pede, me levanto ficando de pé na sua frente. Ele faz um sinal com o dedos girando ele no ar, pedindo para que eu desse uma volta.
Assim faço! Me viro devagar para ele e vejo a porra do meu reflexo no espelho. Estava completamente suada, minhas coxas estavam vermelhas devido ao cinto, meu pescoço está marcado. Coloco as mãos no cinto que estava por cima das marcas e o tiro do meu pescoço. Viro de costas para o espelho e vejo minha bunda marcada.
-Puta que pariu. -é a única coisa que digo até sair correndo para o banheiro e me ver melhor no espelho. Estou toda marcada, parecia que a surra que ele me deu, vai ficar o resto da minha vida ali. Coloco minhas mãos ao redor do meu pescoço e sinto a dor, o cinto tinha cortado logo embaixo. Estava com um pequeno filete de sangue.
As coxas estava a marca do cinto, onde a fivela tinha batido estava um pequeno corte. Minha bunda não é tão diferente, passo os dedos por cima e não lembro de que aquilo ardeu tanto quanto ardia agora.
Mas estou tão satisfeita que as dores pareciam ser um complemento do orgasmo. Bieber está ali de pé, encostado na porta com os braços cruzados, o sorrisinho de lado me assistindo olhar as marcas no espelho.
-Vai demora pra sair? -pergunto me aproximando dele.
-Eu não sei.
-Como não sabe?
-Eu nunca fodi uma mulher assim! -dá de ombros como se fosse uma besteira -Aliás, eu nunca deixei uma mulher assim.












