"Acho que eu nunca vou me acostumar com você andando por aí sem a bengala"
“Bom, eu ainda uso na rua. Não é tão ruim assim, certo?”


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"Acho que eu nunca vou me acostumar com você andando por aí sem a bengala"
“Bom, eu ainda uso na rua. Não é tão ruim assim, certo?”
#[ QUE QUE CE QUER DIZER COM ISSO GAROTO? ]
“Don’t be an ass.”
É apenas inacreditável como algumas pessoas perdem o seu tempo (e o dele) com comentários esdrúxulos e sem qualquer utilidade. Talvez por falta de inteligência ou pura falta do que fazer, estes indivíduos se metiam em sua vida feito moscas cercando a carne.
James Gordon é DEFINITIVAMENTE uma mosca.
E é como se encarasse uma mosca que Lucius Lockett olha para ele, completamente frio e indiferente à sua existência vazia e medíocre. Mais um policialzinho local que pensa ser algum herói simplesmente porque usa uma insígnia na roupa.
“Não desperdice o meu tempo com asneiras, detetive.” Ele responde, fechando a porta do McLaren atrás de si. A manhã fria faz o seu nariz ficar levemente vermelhinho na ponta, assim como nas bochechas.
“Se você não tem nada a dizer, não diga. Este não é sequer o seu distrito.” E meneou a cabeça, entediado. “Agora, se me dá licença…”
“You look really tired.”
Matthew abriu um meio sorriso, os olhos verdes vagueando na direção geral da voz enquanto ele buscava com a mão a beira da mesa e em seguida uma cadeira para se sentar.
Seus óculos ficaram em algum lugar que ele não se lembrava agora, e seu rosto, agora plenamente exposto, exibe apenas pequenas marcas de arranhões. Não há mais nenhum ferimento grave, nenhum corte profundo e sangrante. Apenas... Matt.
“Eu andei ocupado.” Respondeu evasivamente, apreciando sinceramente ouvir palavras assim do detetive.
“As coisas não andam nada fáceis lá fora, você sabe.”
*SOCA O NARIZ DESSE FILHA DA PUTA*
||Share how your Muse feels about my Muse through physical touches. No words.
Lucius cambaleia para trás, apertando o nariz com as duas mãos para conter o jorro de sangue. O soco foi forte e o deixa tonto por alguns segundos, o queixo pinga vermelho nas roupas.
“Veja o que você fez, acabou com a minha camisa!”
@honestxcop [ x ]
Semanas se passaram. De violência e jornais histéricos. As notícias sobre o Vigilante de Gotham City não paravam de pipocar na imprensa e papel e televisiva. Repórteres afirmavam que o misterioso ‘Diabo’ vinha fazendo uma verdadeira limpeza nas ruas, e estava mais ativo do que jamais antes. Testemunhas relatavam com olhos brilhando e vozes trêmulas as ocasiões em que foram salvos, e os relatos vívidos sobre o ‘misterioso homem de preto’ denotavam não apenas gratidão, como profunda admiração destas pessoas pelo seu salvador.
‘Herói’ foi uma das muitas maneiras como o intitularam, mas também haviam os pessimistas que previam uma verdadeira guerra de gangues graças ao intenso desequilóibrio de poder causado pela influência deste homem que não conhece limites nem medo.
A bengala escorrega em sua mão. Deus, me ajude. E ele encara a porta fechada sem realmente ve-la, mas ouvindo por através da madeira o constante e abafado som do bater cardiaco de seu ocupante. Estável, lento... Bate como um coração doente, ou profundamente mergulhado em angústia.
Me ajude, Deus.
Jack Murdock ensinou-o, muitos anos atrás, que o pior tipo de querela é aquele que separa bons amigos, que divide famílias e não faz bem a nenhuma das partes. Ele dizia, com o dedo em riste, olhando fixamente nos olhos verdes e brilhantes do pequeno Matthew enquanto dizia em tom de ensinamento: ‘Nunca entre numa briga sem um bom motivo.’
Ele tinha razão. Sempre tinha. E agora seu filho não podia deixar de lembrar de suas palavras, de sua voz rouca e marcante reverberando pelo humilde apartamento, enquanto pensava que o que tinha feito semanas atrás foi exatamente contra esta importante lição. Ele brigou com alguém importante, não ganhou nada além de feridas. E agora, certo ou errado, se sentia muito mal por isso.
Matthew está com o rosto na lona. É apenas justo admitir sua derrota.
A voz que chama a entrar o assusta, ele estremece um pouco e seu coração congela dentro do peito. Ele lambe o lábio inferior, ansioso, mordendo em seguida. Sem saber exatamente quando foi que tomou a decisão de vir, nem muito menos o que dizer, antes aceitando e enfrentando o que o destino lhe aguarda, ele estende uma mão e corre os dedos pela madeira até encontrar a maçaneta, girando com cuidado. Dá um passo a dentro, o ar abafado o recebe e ele franze levemente o cenho. Fechando a porta com um estalo atrás de si, o advogado pára na entrada, dobra a bengala e a deixa embaixo de um dos braços.
Diga alguma coisa, Matt. Diga qualquer coisa. Deus. Me ajude. Eu ainda estou com raiva, o que estou fazendo aqui?