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JINX ARCANE
Era sempre assim, as coisas poderiam estar maravilhosamente bem independente da situação e de repente, tudo dá errado. Eu e Jinx somos casadas há pouco tempo, às vezes saímos e nos divertimos em festas bem agitadas.
Vez ou outra alguém dá em cima de nós neste processo, mas ignoramos, ou melhor, eu ignoro. Jinx prefere matar todos que me olham e assim está feito, e foi assim que aconteceu.
Meus passos eram firmes até o bar mais conhecido da periferia, "A Última Gota", haviam assassinos, drogados, machistas e suicidas naquele lugar, mas eu não ligava nem um pouco com todos ali e sim com a dona. Estava bem tarde e as ruas vazias, mas o bar lotado de brutamontes barulhentos davam um ar menos solitário.
Adentrei o local batendo as portas com força, alguns olhares se vieram em minha direção intercalando entre medo e sarcasmo, provavelmente por eu ser dona de uma parte do lugar. Caminhei por entre as mesas indo para os fundos, recebendo assobios e falas bem idiotas em minha direção.
Vi Alex, um dos bartenders sorrir para mim e colocar o pano no ombro enquanto servia alguns homens.
— Boa noite, chefe!— ele se aproxima quando termina de atender uns clientes, aceno com a cabeça sem muita paciência.— Vejo que às coisas não estão boas.— cruzou os braços.
— Viu a Jinx?— pergunto direta.
— No escritório.— ele responde e eu não continuo nossa conversa, viro de costas deixando um Alex confuso, caminho até às escadas no fundo do estabelecimento as subindo com pressa, chegando no topo me deparo com a porta aberta, provavelmente minha esposa já estava à minha espera.
Entro no escritório batendo a porta quando a fecho tentando chamar sua atenção, o lugar está do mesmo jeito que Silco o deixou para nós quando morreu, exceto por algumas pinturas discretas de Jinx. A cadeira atrás da mesa se vira devagar e me revela a de cabelos azuis. Seu olhar se matinha em uma papelada em mãos e até então nenhuma palavra pronunciada.
— Acha isso certo?— vociferei alto. Me aproximei da mesa me debruçando, minhas mãos agarraram a borda da mesa com força.— Matar as pessoas que flertam comigo?
Escutei o som da sua língua estalando na boca e seu olhar subiu para o meu rosto, jogou a papelada na mesa me encarando. Seu sorriso sádico surgiu aos poucos e eu quis muito o desfazer com um soco.
— Você é minha esposa, não pode receber flertes sem ser os meus.— inclinou a cabeça para o lado.— Aliás, querida, todos eles tinham planos horríveis para você e eu apenas intervi.— colocou os pés na mesa sobre alguns papéis, seu olhar brincalhão se matinha desde do início. Na verdade, desde sempre.
— Você é louca.— balancei a cabeça levantando meus braços em pura frustração. A pessoa errada podia facilmente machucar nós duas, ainda mais com Cintila rodando por aqui.
Jinx se levantou andando até mim bem devagar, respirei fundo colocando as mãos no rosto o coçando. Eu estava extremamente cansada, eu sou a única que consigo cuidar de alguns assuntos da periferia e preciso sempre tomar conta de mercadorias, pessoas, negócios e com a vinda dos guardas até aqui.
Jinx cuida da força bruta, mata e até mesmo some com algumas pessoas, mas só ao meu comando. Alguns acham errado nosso sistema, mas foi o único que encontrei sendo eficaz para nós.
— Você anda muito estressada, amor.— sorriu colocando as mãos em meus ombros fazendo uma massagem. Seus dedos finos eram bem habéis fazendo deliciosamente a massagem em meus ombros.— O que devo fazer pra você esquecer tudo isso e relaxar?
— Quero que pare com isso, sou sua esposa, nunca vão me tirar de você.— digo soltando um gemido em seguida quando ela apertou com um pouco de força meus ombros.
— Eu sei, mas é um aviso.— diz me virando para si, Jinx abre um sorriso sujo nos lábios e me abraça pela cintura.— É só isso que quer que eu faça?— sua mão desce de minha cintura para minha bunda, onde aperta com força me fazendo gemer, enquanto a outra sobe para o meu rosto o puxando em sua direção.— Será que esse seu estresse não pode ser controlado por mim.— sussurrou perto dos meus lábios.
Uma coisa que sempre acontecia entre nós duas era sexo, depois de brigas, missões, momentos felizes, até mesmo depois do trabalho. Mas ultimamente não tivemos feito nada, era bem difícil nos beijarmos de língua, imagina fazer sexo. Mas, hoje, os planos já estavam traçados.
— Acha que pode fazer eu esquecer dos seus vacilos?— sussurrei segurando sua nuca.— Acha que pode fazer sua mulher se acalmar?— puxei uma de suas tranças a ouvindo gemer, seu pescoço ficou exposto para mim e não perdi tempo em me aproximar o cheirando, o cheiro de pólvora e doces eram como uma droga para mim. Jinx tentou conter uma risada de satisfação quando passei minha língua por sua garganta.
— Acho que posso fazer isso, caramelo.— gemeu, me provocando. Usou um dos meus apelidos que somente ela me chama desde que nos conhecemos, por eu ter um gosto parecido com o doce.
Mordi seu pescoço a empurrando para a mesa, subi da garganta para o seu queixo e depois para os lábios, onde chupei seu lábio inferior sob seu olhar divertido. Sem muita paciência Jinx abocanhou meus lábios em um beijo cheio de desejo, senti meu corpo estremecer quando sua língua adentrou minha boca inciando um beijo selvagem. Jinx puxou meus cabelos da nuca com força me fazendo arquear com a dor, mas nada que eu não gostasse.
Segurei seus quadris a levantando e colocando seu corpo sobre a mesa, empurrando tudo ao chão. Ela soltou um riso fraco que logo se calou quando juntei nossas bocas.
— O quanto minha esposa está desesperada?— perguntou se afastando de mim em busca de ar, sem eu poder protestar, nossas posições foram trocadas e eu me vi sentada na mesa com a minha mulher entre minhas pernas.
— Cala a boca.— ordenei a vendo se agachar sorridente, Jinx tirou meus calçados para depois ir para a minha calça a tirando com pressa. Eu já me encontrava encharcada, necessitada de tudo que Jinx pudesse me dar. E quando ela puxou minha calça por minhas pernas avistando minha intimidade molhada, soltou um gemido tão indecente que me fez arrepiar por inteira.
— Sem calcinha.— disse afastando mais minhas pernas delicadamente, suas mãos descansaram na parte de dentro de minhas coxas me observando de baixo.— Já veio aqui com intensões?
— Sabe que eu nunca uso elas quando venho te ver.— respondo agora sorrindo, mas meu sorriso se desfaz assim que dois dedos são introduzidos em mim sem aviso. Um gemido alto me escapa e sou obrigada a morder as costas de minha mão, os dedos de Jinx se movem tão devagar que chega a ser torturante.
— Oonnw, o que houve querida?— perguntou debochando, suas sobrancelhas se juntaram e um biquinho se formou em seus lábios levemente vermelhos por conta de nosso beijo anterior.— Está se sentindo bem?
— Sua...— estava prestes a xingá-la quando seus dedos se moveram com rapidez, era uma loucura, ela me deixava uma loucura. Sua boca se aproximou de minha buceta enquanto ela matinha contato visual comigo, fez menção de lamber meu ponto sensível mas não fez nada.
Ela gargalhou alto ainda movendo seus dedos deliciosamente em mim, o suor começando a escorrer por meu corpo e eu só pensava em gozar com Jinx me fudendo com os dedos e boca. Como se escutasse meus pensamentos se aproximou lambendo meu ponto sensível, fiquei zonza caindo com o tronco para trás me apoiando nos cotovelos, querendo não perder a bela vista da cabeça de Jinx entre minhas pernas.
Ela intercalava entre chupar, lamber, me foder com os dedos ou juntar tudo me deixando louca, uma de suas mãos colocou minhas pernas sobre seus ombros dando mais acesso para que me comesse mais, agradeci mentalmente pela a música do bar ser alta, pois eu gemia descontroladamente. Estiquei uma mão agarrando seus cabelos forçando sua cabeça em mim, seus olhos não se desgrudavam de mim e isso era tão exitante.
Senti um pouco de dor em minha entrada quando um terceiro dedo me invadiu, mas Jinx me fez esquecer rapidamente disso quando me chupou com força. Comecei a rebolar contra seu rosto a vendo sorrir ainda com a boca em mim, os movimentos com os dedos foram diminuindo e sua boca fazendo o trabalho principal. Um arrepio me atravessou indicando meu orgasmo, gemi mais alto absorvendo cada sensação em meu corpo.
— Já vai gozar, amor?— tirou a boca de mim passando a língua nos lábios, recolhendo toda a minha lubrificação.— Eu sinto sua buceta apertar meus dedos com tanta força que chega a me matar.— disse dolorosamente.— Quer gozar na minha boca, sim?— subiu sua mão livre por meu estômago e depois seios, agarrou um com força me fazendo gritar.
— Sim, eu quero.— gemi sentindo as fisgadas se tornarem mais fortes em meu útero, a garota se aproximou como um bicho da minha intimidade a sugando com devoção tirando seus dedos de mim, agarrei meus cabelos não aguentando mais e soltando um longo gemido.
Os dedos de meus pés se curvaram e um grito saiu de mim, estremecendo dos pés a cabeça, meu líquido transparente saindo com força de mim para ser engolido por Jinx. Tentei fechar minhas pernas mas fui impedida por duas mãos que seguraram as mesmas bem afastadas. Meu peito subia e descia rápido enquanto a boca faminta de minha esposa ainda permanecia em mim, uma última lambida foi deixada em minha buceta e seu corpo se levantou, me puxou para que me sentasse. Eu respirava com dificuldade e Jinx estava do mesmo estado, meus cabelos estavam bagunçados de tantos puxões e seu rosto sujo com os meus fluídos.
Sorri para ela quando seus olhos focaram em mim, desci da mesa lembrando de uma coisa que temos no escritório, dei a volta na mesa abrindo a gaveta e agarrando um objeto. Os olhos de Jinx brilharam e ela mordeu os lábios ansiosa, voltei para onde estava e coloquei o acessório. Um cintaralho, o pênis de borracha na cor roxa na cor que minha esposa quis, usado por mim na maior parte das vezes.
— Devo retribuir minha esposa, não devo?— pergunto.
— Sim sim.— murmurou em completo desespero. Uma bela cadela, minha bela cadela.
— Fique de joelhos, amor.— ordenei. Sem demora a garota caiu de joelhos nunca desgrudando suas orbes rosas de mim, seus lábios entreabertos esperavam alguma atitude minha. Segurei o pau de borracha o acariciando de cima à baixo, tinha pelo menos uns 20 cm, apenas para nós duas nos divertimos. Aproximei o mesmo dos seus lábios que se abriram no mesmo estante, esfreguei a glande em seu lábio inferior a vendo desesperada.— Quero que chupe como a perfeita vadia que você é.
Ela balançou a cabeça freneticamente, colocou as mãos em minhas coxas abrindo a boca o máximo que podia. Empurrei o pau por sua garganta a vendo engasgar por um mísero segundo, logo ela começou a chupar o objeto com vontade, Jinx era incansável e sabia fazer qualquer coisa muito bem. Ela chupava com certa dificuldade por ser grande, mas tentava ao máximo dar conta. Quando vi que ela não alcançou até o fim, gargalhei.
— Puxa, falta um pouco.— bati com um dedo na parte que não cabia em sua boca.— Deixa eu te ajudar.— segurei suas tranças enrolando as mesmas em meus punhos, puxei suas tranças trazendo sua cabeça até que engolisse tudo, a vi engasgar mas ignorei, lágrimas e lágrimas escorriam por seu rosto, o mesmo ficando sujo por maquiagem, sua boca escorrendo baba por ter algo muito grande armazenado ali.
Soltei suas tranças e Jinx puxou a cabeça para trás tossindo um pouco, seu rosto extremamente sexy agora com a bagunça de maquiagem, saliva e lágrimas. Ela abaixou a cabeça puxando o ar que antes não podia, me agachei um pouco puxando seu rosto para mim. Dei um beijo desejoso em seus lábios me afastando sorridente em seguida, minha garota estava tão linda.
— Tire a roupa e suba na mesa.— mandei a vendo tirar suas vestes com pressa, aproveitei tirando o resto da minha também e quando terminei, a minha esposa já estava sobre a mesa com as pernas dobradas na ponta, sua boceta pingando e bem exposta para mim. Me aproximei passando minha mão pelas dobras escorregadias da sua intimidade a escutando gemer, seus braços se penduraram em meus ombros enquanto ela se inclinava observando minha mão.— Você quer?
— Sim.— Gemeu jogando a cabeça para trás quando esfreguei seu ponto doce.— Por favor.
— Oh, minha cachorrinha está implorando?— murmurei. Estiquei minha mão livre segurando a ponta de seu mamilo o puxando, Jinx ama mais que eu a sensação de dor no sexo, e o gemido que ela soltou me fez estremecer, capaz de me fazer gozar pela segunda vez.— Diga-me, cachorrinha, você quer ser fodida por mim?— pergunto colocando um de seus seios em minha boca.
— Muito.— responde perdida em gemidos.
— Como se pede?— digo pincelando a ponta do objeto em sua entrada escorregadia, ela balança a cabeça fechando os olhos.— Vamos, sabe que só vai ter o que quer quando disser.— provoco.
— Por favor, me foda!— entrei sem mais nem menos dentro de si a fazendo revirar os olhos, Jinx soltou um gemido satisfeito. Aguardei que seu corpo se acostumasse e comecei a me movimentar, de forma lenta ia e vinha em sua boceta apertada. Ela respirava com dificuldade com os olhos fechados, suas unhas arranhavam minhas costas, mas eu não ligo.
Comecei a ir mais rápido e seu corpo reagiu estremecendo, não poupei esforços e muito menos força, a fodi com vontade e a minha garota só sabia gemer. Olhei para sua intimidade a vendo se alargar no pau de borracha, sorri mordendo meu lábio inferior gostando realmente da vista. Puxei seu rosto beijando sua boca com dificuldade, já que por conta da movimentação era bem complicado. O barulho molhado entre nossos corpos era tão exitante que me levava a loucura.
Segurei uma de suas pernas a segurando no ar e indo bem fundo, o seu gemido era música para para mim e continuei a fodendo duramente. Empurrei seu tronco a deitando na mesa e assim agarrei sua outra perna enquanto ia bem fundo, seu corpo subia e descia na mesa de madeira, suas mãos agarraram seus seios e a cena me fez vibrar. Levei um dedo até minha boca recolhendo um pouco de saliva e comecei a esfregar seu clitóris, a mesma deu um pulo se espantando com meu ato.
— Não, assim eu...— senti suas pernas tremerem loucamente, sorri vendo morder o braço.
— Goza pra mim, cachorrinha.— peço continuando com os movimentos. Sem demora seu corpo começa a mostrar os sinais de um orgasmo, abri suas pernas na mesa a puxando contra mim enquanto batia nela com força.
De repente suas pernas tremerem mais e mais e sua respiração acelerou, seus gemidos se tornaram gritos e uma chuva saiu de sua buceta. Seu corpo tinha espasmos enquanto seu corpo liberava todo seu orgasmo, o chão ficou encharcado abaixo de nós e tive que sorrir orgulhosa. Saí de dentro de si tirando o cintaralho o jogando no chão, passei a mão por seu corpo o vendo tão sensível ao meu toque.
Me abaixei até ficar de frente a sua intimidade que se apertava ao nada e lambi a mesma, suguei seu orgasmo a escutando gemer, suas mãos puxaram meus cabelos e eu continuei mesmo com os apertos no meu couro cabeludo. Afastei meu rosto dando um beijo em cima de seu clitóris e me levantei, me deitei ao lado do seu corpo cansado rindo do seu estado.
— Isso foi tão selvagem.— disse me fazendo rir.
— Sim, foi.— comecei a fazer carícias em seus cabelos.— Jinx.— chamei.
—Sim?— virou seu rosto na minha direção.
— Por favor, não faça mais aquilo com as pessoas.— pedi a vendo bufar, seu corpo se aninhou ao meu logo em seguida e eu a abracei.
— Okay!— murmurou fechando os olhos e eu sorri, beijando a ponta de seu nariz admirando toda a bagunça que fizemos.













