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Perdão
Minha terapeuta insiste no perdão, que eu devo perdoar para seguir em frente, então, vamos a isso.
Este testemunho não é para você, doutora, que eu sei que vem aqui e nem para esse excremento, sua ex agora atual, um ser (?) nojento que você aliou à sua vida pequena, apesar do seu dinheiro e posição social.
Isto é para que eu me lembre “daquilo” que você foi na minha vida e poder deixar para trás todo esse lamaçal que o seu sobrenome pomposo carrega.
Ora, vamos a ver, primeiro vamos perdoar pela Ana (1998), a que você namorou pela MINHA internet, bêbada, na minha casa na 28 de setembro e ainda mandou dinheiro para ela, que percebeu a otária que você é.
Depois vamos perdoar a situação catastrófica em Rondônia, onde você bêbada, destruiu o meu carro (a Lindinha) e voltou para casa em estado lastimável - chamando pela sua ex, que, malandra e esperta, tirou TUDO de você, casa, cartões, gado, terra e deixou a dívida do apartamento do Recreio - mantendo a bebedeira por 3 dias, deixando a casa empestiada e a sua figura pestilenta e digna de escárnio e pena até dos colegas médicos.
Mais Rondônia, vamos perdoar as suas putarias no chat do UOL que você não teve a decência de apagar: - “eu sou gostosa, coxas grossas”…
Depois vamos perdoar todas as bebedeiras, as quedas por causa do álcool, vamos perdoar você, bêbada, roubando chopp das mesas dos amigos e destruindo a minha apresentação no bar, no Rio, e caindo das escadas, enquanto todos os olhares eram de nojo e pena.
Agora vamos perdoar a traição com a sua namorada também médica, onde a sua indignidade trouxe, inclusive, as fotos de vocês na cama, no sofá…você, bêbada, claro, se achando a dona do pedaço, como sempre, com as mãos dentro da calcinha dela e outras pequenezas tão dignas de você.
Vamos perdoar os telefonemas escondidos com essa moça, os planos que você fazia com ela nas minhas costas – ou quando eu estava a dormir, inclusive o dia em que passamos na casa da, agora, sua grande amiga (a que roubou tudo de você em Rondônia) em Viseu, onde tínhamos acabado de trepar e você esperou que eu dormisse para falar com a doutora no Rio, de madrugada. Eu acordei e a sua desculpa foi de que estava a desligar o telemóvel que estava a fazer barulho. Patética.
Agora vamos perdoar o seu papel ridículo no Rio, no aniversário de uma amiga (?) comum, onde você, bêbada, contou as mulheres que ali estavam e que você já havia comido, ah,ah,ah… e quando você levou para casa (a do Recreio - casa esta que eu ajudei a pagar…) a sua xará (também bêbada) e fez cama para ela dormir, comigo no quarto ao lado. Eu pensava que ainda havia respeito…não, só álcool e falta de caráter. Vamos perdoar que nessa noite você me traiu – também. Nessa casa.
Depois vamos perdoar a vergonha das suas bebedeiras em Portugal, Lamego, mais precisamente, e a sua depressão e pequenez. Bêbada e pequena, diante das atribulações da imigração, aliás, diante de tudo, já dizia o seu inrmão, o senhor advogado.
Vamos perdoar as suas traições em Portugal, pela internet até reencontrar o excremento, sua ex, que você levou para a minha casa, com as minhas coisas, minhas roupas, minhas fotos.
Ah, sim, antes disso, houve a sua “grandiosidade”, o ato de me receber na sua (?) casa em Portunhos, quando eu tive câncer. Claro que foi uma imensa delicadeza eu estar a me recompor de uma enorme cirurgia na sua (?) cama grande e a você namorar a sua xará (ainda a do Rio), bêbada dizendo que ia se matar, com uma faca encostada ao pescoço.
Tão bem enquadram-se os iguais...
Eu fui para a minha casa, em Cantanhede, quase morta e você lavando o meu carro…para que, nunca entendi.
Vamos perdoar as duas vezes em que eu tive câncer e você me dava 250,00 euros por mês (na primeira vez, na segunda você nem soube!!!), até o excremento, sua ex agora atual, que você levou para a minha casa, destituir você da pouca dignidade que você possuía, usando o álcool, claro, e o corpo, e esta fortuna desaparecer como por “magia”, aliás, algo que esse excremento, sua ex agora atual, usou de forma intensa para “dobrar” a sua já débil personalidade e o seu frágil caráter, ela também soube se aproveitar da otária que você é. Aliás você me perguntou: -"o que é? Eu tenho cecê? Ninguém pode gostar de mim?" Pode sim, claro, com essa carteira gorda e otária, se achando a rainha da cocada...
Vamos perdoar que pela sua traição torpe, eu saí da minha casa, deixando tudo, e mudei para Cantanhede, sem móveis, com um estrado emprestado pelos seus grandes amigos a dentista, o marido dela e aquele fraco como você, casado com a assistente social.
E você em Madrid, com o excremento, sua ex agora atual, se deixando cair numa lábia tão rasteira e comum, onde só os muito otários caem...é, semelhante atrai semelhante.
Vamos perdoar que o excremento, sua ex agora atual, curtinho e aproveitando o seu dinheiro e se desfazendo das minhas coisas que, aliás, até hoje, não sei onde foram parar.
Vamos perdoar você levar o excremento, sua ex agora atual, à minha casa em Cantanhede, para comemorar (?) o seu aniversário, eu operada de câncer e ela me jogando maldade, com aquele colar de prata com um pêndulo a dizer, “esse colar é meu, mas eu vou dar de presente porque gosto que os meus amigos tenham a minha energia”. Energia de egum, fétido e rasteiro, isso sim.
Quando viu que eu vivia no segundo andar, sem elevador, esse excremento “zurrou”: nossa, agora eu sei porque você emagreceu, essas escadas! Eu estava com câncer, fazendo quimioterapia!!!!!!
Vamos perdoar Barcelona, você e esse excremento, sua ex agora atual (ela sem calcinha) debochando de mim e da mulher dela. No final da noite, você, bêbada e sem ter conseguido nada e depois de se esfregar no lodo, veio à minha procura no quarto.
Sinto um imenso nojo de mim quando lembro que cedi.
Não paro por aqui, estarei sempre a atualizar o... perdão
Wania Andrade - 06 de novembro de 2024