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Eles se conheceram cinco meses atrás, a alfa de longos cabelos castanhos vestida com seu melhor vestido vermelho encantou o pequeno ômega filho de seu melhor amigo. Han Jisung era uma graça, tímido do tipo que implora e chora quando não quer parar. Ela soube disso quando, na mesma noite, teve o garoto por baixo de seu vestido, se engasgando em seu pau, chorando baixinho por ter ganhado uma chance dela.
Uma mulher tão bem sucedida como ela não iria olhar para um garoto em seu terceiro ano na faculdade, mas Lee Mina olhou. Elogiou suas bochechas e sua roupa nada social para o evento da empresa onde ele era apenas um estagiário.
— Você pode tirar isso para mim, Sung? — A roupa social que a morena usava já estava no chão há alguns instantes, o cabelo ondulado cobria os seios fartos, mas não por muito tempo. Jisung se aproximou trêmulo como sempre, ele sempre ficava nervoso quando ia até a casa ou escritório dela, nunca se achava suficiente para saciar os desejos da alfa, não importava quanto ela dizia que adorava ele. Talvez ele só quisesse ouvir um "eu te amo". As mãos do mais novo se confundiram um pouco, mas ele deslizou o tecido de renda da calcinha vermelha pelas pernas grossas, suspirando ao vê-la nua para si novamente. — Agora sua vez, tire tudo, a noona quer ver você.
Jisung não quis demorar e logo tirou tudo que vestia, sentindo seu meio molhado e começando a escorrer para suas coxas.
— Noona… — Chamou baixinho, desejando subir na cama onde a mulher estava deitada. A alfa sorriu, chamando-o com um movimento de deus dedos, as unhas vermelhas em stiletto faziam Jisung se molhar ainda mais, queria elas em suas costas enquanto Mina gozasse dentro de si. Quase em desespero ele subiu na cama, depois no colo dela, deixando-a brincar com seu faloclitóris, esfregando os dedos ali enquanto o assistia revirar os olhos e quase gozar em sua mão. — Não, noona… Me fode primeiro.
— Você quer gozar no meu pau, ômega? — Ela sorriu mostrando os dentes que se assemelhavam aos de um coelho, o menor assentiu. — Senta nele então, me deixa dentro dessa bucetinha.
— Por favor… — Os olhos dele não desviavam de seus seios, então Mina segurou o rosto redondo, levando-o para perto deles, Jisung não pensou uma vez antes sentar nela, sentindo suas paredes internas arderem pela invasão repentina, mas ele se consolou colocando suas bochechas entre os seios dela, esfregando seu rosto ali enquanto aos pouquinhos começava a se mexer no colo dela, sentindo o pau dentro de si alargando-o e deixando aquela sensação avassaladora de estar cheio. — Suas unhas, noona.
— Você quer que eu te arranhe, pequeno? — Jisung assentiu sem tirar o rosto de onde estava e Mina aproveitou isso para subir suas mãos que estavam na cintura fina até o pescoço dele, passando suas unhas ali e vendo o corpo macio reagir e o ômega ronronar, pedindo por mais. — Por que você não fica de quatro para mim, hm? Eu não quero sexo delicado hoje.
— Vai me quebrar, noona? — Jisung pediu manhoso, tirando o pau dela de dentro de si, a sensação de sua lubrificação descendo com mais força era estranha, mas entregava quanto ele gostava da mulher mais velha.
— Do jeitinho que você gosta, Hanji. — O apelido fez o rostinho dele corar, apenas seus amigos o chamavam assim, mas ela ouviu Hyunjin chamá-lo assim e achou fofo. — Coloca a mãozinha na boca, não pode fazer barulho hoje.
Jisung sabia o que aquilo significava. Não estavam sozinhos, o ex-marido dela estava em um dos quartos de visitas, provavelmente iria acompanhá-la no evento em que eram responsáveis. Mas também podia ser o irmão gêmeo dela, Minho. Oh, Deus, se fosse o caso… Jisung realmente aguentaria os dois.
— Quem?
— Seungmin. — Ela riu com o rosnado do ômega, ele era ciumento, fofo. — Agora fique quietinho, eu só vou parar quando te encher todinho. Seu cio está longe, certo?
— Sim. Bem longe. — Sussurrou, agarrando a coberta enquanto ela esfregava a glande na entrada de sua buceta. — A gente não precisa de camisinha hoje, noona.
Seu cio estava bem perto. Provavelmente acordaria no cio, mas ela não precisava saber. Desde que atrapalhasse o alfa que dormia não muito longe dali, Jisung não ligava.
Mina fez exatamente o que disse que faria, agarrou a cintura pequena com suas unhas pontudas e encaixou seu pau dentro dele com força, ouvindo o ômega rosnar para si, provavelmente mordendo seus lábios fofinhos para não gritar. Os movimentos dela começaram no mesmo momento, sem tempo para costume, Jisung mal respirava, mordendo suas bochechas por dentro enquanto seus olhos azuis molhavam a cama com suas lágrimas de prazer. O interior de suas coxas estavam molhados e ele ainda derramava seu lubrificante sobre o pau dela, fazendo-a deslizar para dentro e para fora de si, o nó dela quase entrava fácil, mas a buceta dele era apertava o suficiente para precisar de um pouco mais antes de caber tudo.
As unhas dela arranhavam sua cintura e quadril, vez ou outra suas costas, mas houve um momento onde ela começou a se inclinar e morder seu pescoço, as presas arranhando ali também, causando um pouco mais de sensações. Seu pequeno pênis estava molhado, encharcado como a buceta fodida logo abaixo dele, cheia do pau grosso dela. Jisung adorava estar tão cheio.
— Noona! — Gritou sentindo a mão dela descer pelo seu corpo e voltar a esfregar seu faloclitóris, o corpo pequeno balançou com força, estimulado por todos os pontos mais sensíveis de seu corpo frágil. — Alfa, por favor, por favor. Eu não quero gozar ainda…
— Oh, Hannie, por quê? — Ela sussurrou em seu ouvido, deixando uma mordida em sua orelha, entrando com força nele, seu nó passando direto pelas barreiras dele e o fazendo choramingar e rosnar dolorido. — Eu vou gozar logo também, te deixar cheio com a minha porra. Você gosta não é? Quando não é na sua boca e sim dentro dessa bucetinha molhada. Você gosta quando a noona te fode até gozar, bebê?
Jisung abaixou a cabeça ainda mais, se é que era possível, envergonhado pelo que ouvia. Sabia que era verdade, se pudesse, gritava para o mundo todo ouvir que adorava ser fodido por uma mulher divorciada.
— Eu gosto, eu gosto muito. — Disse tonto, a mão dela não parou em momento algum e ele sabia que não estava no controle do próprio orgasmo. — Noona, eu sou um bom menino?
— Você é o melhor, Sung. — A morena respondeu antes de derrubar o tronco dele na cama, agarrando o quadril estreito com suas unhas e voltando a foder ele, ignorando o jeito alto que ele gemia. Foda-se Seungmin, foda-se o alfa e o ego enorme dele, era divertido foder aquele garoto sabendo que seu ex estava ouvindo tudo. Um tapa estalado preencheu o quarto e Jisung gritou pelo susto, gemendo manhoso ao entender o que ela fez.
— Bate de novo. — Rosnou o ômega, balançando o quadril contra o pau dela.
— Porra, Jisung. — Mina não costumava dizer palavras como essa, não eram elegantes, mas ter Jisung rebolando nela daquele jeito era loucura. — Eu vou te rasgar inteiro com o meu nó.
O ômega choramingou com a sequência de tapas que sucedeu aquela frase, sabia que ficaria todo roxo e que seria difícil sentar depois, mas sua única preocupação agora eram suas pernas tremendo e o jeito desesperado que ele estava gozando, apertando o nó dela dentro de si, causando um rosnado da lupus que o assustou pela altura e potência. Mina não era selvagem, mas agora Jisung queria vê-la com raiva, completamente selvagem.
— Noona… — Chamou baixinho e ela não respondeu, buscando socar com mais força dentro dele, a vibração dos corpos se chocando deixavam Jisung a beira de outro orgasmo, mas ele ainda estava se recuperando do primeiro quando ela gozou dentro dele, o nó inchado enquanto ela ainda se movimentava, ardia um pouco e causava dor, mas seu lado masoquista desejou que ela não parasse, mas havia um limite e quando ele foi atingido, Mina o virou, deixando-o sentado em seu colo outra vez, ela se sentia ejaculando dentro do ômega, enchendo-o, então manteve seus olhos fechados aproveitando cada segundo do longo orgasmo enquanto Jisung chupava seus mamilos para se distrair da dor de repuxo e a sensação de estar cada segundo mais cheio com o esperma dela jorrando dentro de si. A barriga reta ficava mais redonda em sua base, como se sua bexiga estivesse cheia. Ah, ela tinha um pau tão grande, Jisung adorava como ela era maior que todos os homens que o colocaram de quatro e foderam com ele.
Ainda lambendo o mamilo avermelhado por suas mordidas, Jisung pegou uma das mãos dela e silenciosamente pediu que estimulasse seu faloclitóris, ela não negou, esfregando ali com força por saber que ele estava sensível e logo gozaria. O nó começou a desinchar e Jisung a tremer, mordendo com força o bico do peito que nem de longe cabia em sua boca, ela não fez nada, deixou que ele mordesse enquanto tremia com seu pau dentro de si.
Jisung fechou os olhos e deitou a cabeça em seu ombro, sem forças para sair de cima dela, então Mina acariciou seus fios até a respiração dele ficar calma e Jisung conseguir se levantar, sujando os dois com o acumulo de porra dentro dele. O Han ignorou qualquer coisa e se deitou na cama, suas pernas estavam bambas e seus braços também.
— Noona…
— Oi, meu amor? — Respondeu doce, também sem coragem de sair da cama para se banhar.
— Tá ardendo…
Mina riu, finalmente se movendo, mas só para se colocar entre as pernas do menor, a língua pronta para trabalhar.
— Você sabia que a saliva de alfa ajuda a passar dores? — Jisung negou — Vamos testar, sim?
— Eu vou desmaiar se gozar de novo… — Poderou — Cuida de mim depois?
— Sempre.
Antes que qualquer coisa ser iniciada, um barulho na porta chamou a atenção da alfa, que finalmente ignorou o cheiro do ômega e notou o cheiro de Seungmin.
— Geme bem alto, Sung… meu ex marido quer participar mas não tem coragem de pedir.